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Eletrodomésticos sustentáveis: um investimento com retorno

5 AGOSTO 2023
Tópicos
Dicas Certificação Energética Sustentabilidade
A aquisição de eletrodomésticos com etiqueta energética é uma necessidade cada vez maior para as famílias, pela poupança associada nos consumos mensais.
Eletrodomésticos sustentáveis: um investimento com retorno
Fonte: Freepik
Autor: Redação

São vários os estudos dos últimos anos que afirmam as tendências dos consumidores quanto à escolha por eletrodomésticos e produtos mais amigos do ambiente, num momento em que existe cada vez mais preocupação relativamente ao planeta, aos gastos energéticos e à poupança mensal nos orçamentos mensais de cada família. 

A transição energética é uma tendência crescente à escala global, começando aos poucos a fazer a sua introdução em Portugal através de um maior leque de opções, nas grandes superfícies comerciais, e até pelas estratégias municipais que as autarquias e o Governo começam a implementar, por via de apoios e incentivos. 

Investir a pensar na sustentabilidade é, por si só, uma forma sustentável de atuar nesse sentido, e também de rentabilizar as faturas energéticas, que podem descer bastante conforme o tipo de eletrodoméstico que adquira para a sua casa. Pode parecer uma ação irrelevante, mas a verdade é que, ao optar por eletrodomésticos sustentáveis, trará à sua casa e ao seu orçamento mais benefícios do que imagina. 

Porquê optar por produtos sustentáveis?

Se a sua for uma cozinha típica, que inclua máquina de lavar loiça, máquina de lavar roupa, frigorífico, forno, micro-ondas, e tantos outros pequenos eletrodomésticos que usa diariamente para  fazer as suas refeições, é o local da casa onde, provavelmente, gastará mais energia. Poderá estar habituado a receber uma certa quantia na sua fatura mensal, que paga sem pensar duas vezes, mas já parou para olhar à sua volta e perceber, de facto, que tipo de máquinas tem na sua posse, e o tipo de consumos que elas provocam? 

Ora, existem soluções que pode adotar para baixar as suas contas de eletricidade e até da água, pela aquisição de máquinas com classificação energética alta e outros produtos que façam o aproveitamento de recursos, evitando desperdícios ou quantias elevadas no final de cada mês. 

Para conseguir alcançar este objetivo basta que procure eletrodomésticos com bons rácios energéticos, e cuja qualidade/preço acabe por, a longo prazo, lhe trazer rentabilidade. Uma máquina de lavar mais cara e com classificação energética A, apesar de lhe poder custar mais dinheiro no início, vai certamente trazer-lhe um retorno a longo prazo, que vai notar nos seus consumos mensais.

O que é, afinal a eficiência energética?

Um eletrodoméstico com estas características vai precisar de menos energia para desempenhar as suas funções, trabalhando com mais eficiência e poupando-lhe mais dinheiro. Para saber exatamente quanta energia o seu aparelho doméstico vai gastar, deve consultar a sua etiqueta energética, que pode ir do A (mais eficiente) ao G (menos eficiente), de acordo com o regulamento UE/2017/1369. 

Assim, com uma escala de cores que varia entre o verde e o vermelho, deve interpretar as etiquetas da seguinte forma:

  • Classificação A (verde escuro): eletrodoméstico muito eficiente com consumo mínimo de energia;
  • Classificação B e C (escala de verdes mais claros): eletrodoméstico com eficiência alta;
  • Classificação D, E, F e G (escala que varia entre amarelo, laranja e vermelho): eletrodoméstico de baixa eficiência, com consumo alto de energia.

Ao optar pela classificação mais alta, que neste caso pode ir do A ao C, estará a assumir uma maior rentabilidade financeira e também a optar por um aparelho com maior durabilidade.

Outros tipos de escolhas sustentáveis

Acima mencionámos uma cozinha típica, que utiliza uma série de aparelhos elétricos que podem consumir, diariamente, bastante energia. No entanto, e porque existem outras divisões onde os gastos podem ser igualmente superiores, é importante optar por um leque de escolhas sustentáveis que lhe proporcionem folga financeira no que toca aos consumos energéticos. 

Fora os eletrodomésticos, que assumem um grande peso nos consumos diários, provavelmente terá outros pequenos aparelhos, e mesmo objetos que liga à corrente, que geram tanto ou mais impacto nas suas contas, havendo a necessidade de uma gestão otimizada destas utilizações e, sobretudo, uma escolha consciente quanto aos materiais e objetos que escolhe para o seu quotidiano. Falamos, por exemplo, de lâmpadas LED, cujo consumo é inferior ao das lâmpadas tradicionais, ou optar por filtros de água, por exemplo, que lhe permitam gastar menos recursos.

A nossa recomendação é que opte por materiais/aparelhos/objetos:
  • Com base em matérias-primas renováveis;
  • Que assumam, nos seus rótulos, uma redução no impacto ambiental;
  • Com componentes não tóxicos;
  • Com grande durabilidade e de composição biodegradável;
  • Com embalagens ecológicas.


Se implementar os nossos conselhos estará a ajudar-se a si próprio, já que notará uma poupança significativa nos seus consumos, e ajudará também o ambiente, preservando não só o habitat de milhares de espécies, mas sobretudo a casa de futuras gerações.

E se quiser fazer ainda mais diferença, leia estes artigos e continue a adotar práticas amigas do ambiente: Casas Modulares: tudo o que precisa de saber
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