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Economia

Estatísticas da AT mostram que rendimentos das famílias subiram

4 ABRIL 2024
Tópicos
Autoridade Tributária e Aduaneira Impostos Inflação Portugal IRS Despesas Salários
Dos mais de 5 milhões de famílias que declararam rendimentos em 2022, apenas 70 mil agregados ganhavam mais de 100 mil euros brutos anuais.
Estatísticas da AT mostram que rendimentos das famílias subiram
Fonte: Freepik
Autor: Redação

A Autoridade Tributária (AT) divulgou dados estatísticos do ano passado referentes aos rendimentos de 2022, possibilitando a análise dos rendimentos auferidos pelas famílias nesse ano, bem como o número de agregados que teve de pagar IRS ou não chegou sequer a declarar rendimentos.

De acordo com as estatísticas, em 2022, 5.807.704 famílias portuguesas entregaram as suas declarações de rendimentos anuais às Finanças. Deste total, 42,4% não teve de pagar IRS, o que representa um universo de mais de 2 milhões de contribuintes isentos do pagamento do imposto. Os restantes 57,6% suportaram o pagamento de 16.292 milhões de euros, representando uma receita para o Estado de mais 1.462 milhões de euros relativamente a 2021, e mais 3.132 face a 2020. 

Foi ainda possível concluir que, em 2022, apenas 70 mil agregados familiares ganhavam mais de 100 mil euros brutos anuais. 

No que respeita à distribuição do número de agregados com IRS liquidado, divididos por escalões de rendimento, 74,2% declarou um rendimento bruto compreendido entre dez mil e 40 mil euros. Mas foram as famílias com rendimentos brutos entre os 13.500 euros e os 50 mil euros que pagaram a maior percentagem do imposto, que representa 7.022 milhões de euros.

A restante receita é proveniente de agregados familiares com rendimentos superiores a 50 mil euros, com o imposto pago em 2022, por este total de famílias, a atingir os 7.789 milhões de euros, ou seja, 48% do imposto liquidado e mais 986 milhões de euros do que no ano homólogo. 

Número de famílias a entregar declaração de rendimentos subiu

De acordo com os dados da AT, entre 2020 e 2021 o número de famílias que entregou a sue declaração aumentou cerca de 6% e, entre 2021 e 2022, o crescimento foi de cerca de 4,17%: "este crescimento no número de declarações fica a dever-se, ao aumento, em 3,35%, das DR Modelo 3-1 [apenas trabalho dependente e pensões], e em 5,78%, das DR Modelo 3-2 [trabalho dependente, pensões e outros rendimentos]", indica a AT.

Foi possível concluir, também, um aumento nos rendimentos brutos das famílias, havendo mais famílias a ganhar mais de 100 mil euros. Em 2022, o rendimento bruto subiu 9,25%, ano em que o salário mínimo nacional foi aumentado em 40 euros.

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