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Interesse imobiliário aumenta na margem direita do Mondego, em Coimbra

17 AGOSTO 2022
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Interesse imobiliário em Coimbra tem aumentado, porém, há uma descrença por parte dos agentes imobiliários no desenvolvimento da zona.
Fonte 
Autor: Redação 

A margem direita do Mondego, em Coimbra, assiste a um aumento por parte do interesse imobiliário, contudo, os investidores ficam em dúvida com o desenvolvimento da zona devido à espera de avanços no metrobus e requalificação da área. 

A Câmara de Coimbra lançou este ano um estudo urbanístico para a margem direita de Coimbra, no Mondego, que visa uma empreitada de requalificação e o futuro da ligação ferroviária à Estação Nova e subsequentemente linha do Sistema de Mobilidade do Mondego. 

Diversos agentes imobiliários da cidade tem esperança que a área se coloque voltada para o rio. A zona do Mondego conta com armazéns abandonados que tem causado algum interesse e investimento por parte dos agentes imobiliários. Contudo, um aumento de interesse e valorização sobre as áreas da faixa urbana entre a Estação Nova e a ponte-açude, tem se verificado por parte de alguns investidores, outros encontram-se recetivos quanto à aquisição de imóveis ou apartamentos, devido ao historial do projeto do Metro Mondego. 

Segundo o presidente da Cooperativa, Pedro Pimenta "Os interesses têm sido todos muito superficiais [quer de investidores nacionais, quer estrangeiros], sem nada de concreto. Acho que quando a obra [do Metro Mondego e da requalificação da margem direita] terminar, os interessados vão aparecer", evidenciando que a construção nada acrescenta aos agricultores da região, com preferência de estar "junto ao vale do Mondego". 

"Há algum ceticismo" em relação ao projeto "que esteve muitos anos na gaveta", afirma Pedro Pimenta.

Contudo, já se verificam alguns projetos em andamento na área. Ana Bastos, vereadora com o pelouro do urbanismo da Câmara de Coimbra, diz que "com as obras em curso de reforço dos muros da margem direita, o projeto do Sistema do Metro Mondego e a recente decisão da Câmara Municipal em transformar a zona ribeirinha num espaço de circulação eminentemente pedonal e de fruição urbana, é natural que fomente o interesse de potenciais investidores", acrescentou ainda que se assiste a um "aumento da manifestação de interesse neste espaço ribeirinho".

Já se encontra em curso uma construção de residência sénior na antiga fábrica da Ideal, e estão em vista dois projetos de habitação na zona antiga da fábrica da Triunfo e um de instalação da sede da Critical Software. "O objetivo será utilizar essas instalações, contudo, a Critical Software está ainda a avaliar qual a melhor forma de as utilizar no futuro, uma vez que nos últimos meses houve algumas mudanças nas práticas de trabalho", afirmou a empresa. 

Diversos agentes imobiliários são da opinião que não irá sobra espaço à beira rio que fique por ocupar. Carlos Serra, realça "é uma zona muito apetecível. O metro poderá ter algum impacto, mas o importante é abrir o rio à cidade". 

É de acreditar que setores como a hotelaria, restauração e outros serviços procurem localizar-se na zona, segundo o agente imobiliário Daniel Escaroupa "movimentações de grandes 'players'", especialmente da hotelaria, restauração e alguns serviços, que procuram "posicionar-se naquela zona".
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