App SUPERCASA - Descobre a tua nova casa
App SUPERCASA
Descobre a tua nova casa
Abrir
Noticias do Mercado Imobiliário
Categorias
Comprar Casa

Previsões da evolução da taxa Euribor para 2023

8 NOVEMBRO 2022
Tópicos
Bancos Euribor Taxas de Juro Compra de Imóveis Comprar Casa Comprar Casa em Portugal Inflação Preço das Casas BCE Economia
Evolução da taxa Euribor deixa especialistas apreensivos sobre o real impacto desta medida para as famílias. Conheça as previsões do BCE.
Fonte: Freepik
Autor: Redação

O ano de 2022 não tem dado tréguas ao orçamento das famílias, que se vêm cada vez mais aflitas para fazer face aos seus compromissos financeiros, enquanto vêm o seu poder de compra reduzir drasticamente. A subida dos preços e do custo de vida por via da subida da inflação e cuja evolução crescente e sistemática o Banco Central Europeu (BCE) procura conter através do aumento das taxas de referência, com especial destaque para a taxa Euribor, tem gerado apreensão e algum incredulidade por parte dos especialistas que consideram que desta forma, as famílias estão a ser castigadas em duas frentes: na perda de rendimento líquido efetivo, a par com o aumento do valor das suas despesas fixas mensais

Mas, não adianta ignorar uma realidade que veio para ficar e que continuará a ser alimentada pelo conflito na Ucrânia, com as devidas consequências sobre uma economia mundial já de si ainda débil e a tentar recuperar do forte impacto provocado pela pandemia, com consequências a longo prazo que ainda estão por apurar.

No meio deste tumulto económico encontram-se as famílias que tentam, a todo o custo, fazer face às suas responsabilidades. Porque, se para o BCE as medidas tomadas ao longo deste segundo semestre têm tido como objetivo conter as consequências nefastas que um aumento descontrolado da inflação teriam sobre a Economia mundial, para as famílias, trata-se de uma luta diária para assegurar o seu próprio futuro.

A OCDE acredita que as taxas de juro vão chegar aos 4% já em 2023. Se tal se verificar, as prestações do crédito à habitação vão subir brutalmente, podendo as taxas Euribor vir a atingir o patamar de 5%, tal como já aconteceu no passado. Neste sentido, Christine Lagarde, presidente do BCE continua a defender aquela que considera a sua principal missão, a qual está gravada nos tratados europeus e que passa por garantir a estabilidade dos preços.

Com esta medida, Lagarde defende que o seu objetivo não passa, de forma alguma, por limitar ou reduzir o crescimento económico, mas é imperativo trazer a inflação dos atuais quase 9% para 2%. Perante o objetivo traçado e assumido, a expetativa de todos recai apenas sobre quanto vão subir as taxas de juro, sendo que, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) já defende uma previsão, nesta altura, de subida das taxas até aos 4% já em 2023: “na área do euro, o BCE enfrenta um ambiente desafiante, dadas as perspetivas face às pressões inflacionistas cada vez mais generalizadas.”

Taxas nos 4% só por duas vezes desde 1999

A concretizar-se o cenário da OCDE, será apenas a terceira vez desde 1999 que o BCE coloca as taxas de juro no patamar dos 4%. A primeira foi em 2000, numa altura em que o BCE começou a subir a sua principal taxa diretora um ano antes, de 2,5% para 3% e, em outubro de 2000, as taxas chegavam aos 4,75%, mantendo-se acima dos 4% até setembro de 2001.
Tópicos
Bancos Euribor Taxas de Juro Compra de Imóveis Comprar Casa Comprar Casa em Portugal Inflação Preço das Casas BCE Economia
Notícias mais lidas
Queres receber as últimas Super Notícias?
pixel pixel