232.000 €
2.231 €/m²
3 quartos
Área bruta 125 m²
** VENDA DA NUA PROPRIEDADE COM USUFRUTO VITALÍCIO ** 1. Estrutura da operação O investidor adquire a nua propriedade de um apartamento T3, ficando o usufrutuário, atualmente com 66 anos, com o direito de utilização e fruição do imóvel durante a vigência do usufruto. Trata-se de uma operação de médio/longo prazo, orientada para valorização e acumulação patrimonial, e não para rendimento imediato. 2. Preço de entrada O preço de aquisição é de 232.000 €, equivalente a aproximadamente 2.231 €/m² de área útil. O investidor entra assim num ativo imobiliário de qualidade por um valor significativamente inferior ao necessário para adquirir hoje a respetiva propriedade plena. 3. Referência de mercado Como referência, o preço médio anunciado em Moscavide e Portela atingia cerca de 4.790 €/m² em julho de 2026. Aplicado aos 104 m² de área útil, corresponde a um valor indicativo de aproximadamente 498.160 € para a propriedade plena. 4. Desconto de entrada Face a essa referência meramente indicativa, a diferença entre o valor de propriedade plena e o preço da nua propriedade é de aproximadamente 266.160 €, correspondendo a um desconto de cerca de 53,4%. Não se trata de uma avaliação formal, mas de uma referência objetiva para enquadrar a atratividade do preço de entrada. 5. Idade do usufrutuário A idade de 66 anos é particularmente relevante. Para efeitos específicos de determinação do valor da nua propriedade, o artigo 13.º do CIMT considera, entre os 65 e os 70 anos, uma dedução de 30% ao valor da propriedade plena. Aplicando esta referência aos 498.160 €, resulta num valor indicativo de 348.712 € para a nua propriedade cerca de 116.712 € acima do preço de aquisição. 6. Potencial de valorização O ativo está inserido num mercado residencial consolidado e com forte procura. Em Moscavide e Portela, o preço médio anunciado evoluiu de aproximadamente 3.460 €/m² em janeiro de 2024 para 4.790 €/m² em julho de 2026, uma valorização próxima de 38%. Embora o desempenho passado não garanta resultados futuros, evidencia a capacidade de valorização estrutural da localização. 7. O fator tempo A principal característica da operação é o horizonte temporal. O investidor adquire hoje a nua propriedade e aguarda a extinção do usufruto, momento em que ocorre a consolidação da propriedade plena. A partir daí, poderá optar por vender, arrendar ou manter o imóvel, beneficiando das condições de mercado existentes nessa altura. 8. Qualidade e segurança do ativo Trata-se de um T3 com 104 m² úteis e 124,5 m² brutos, 2 WC, box privativa, ar condicionado, boa exposição solar e vista desafogada sobre o Tejo. Está localizado numa zona urbana consolidada, próxima do Parque das Nações, aeroporto, acessos rodoviários e ferroviários, comércio e serviços. É, portanto, um ativo real, com utilização residencial consolidada e potencial de liquidez futura. CONCLUSÃO Esta operação combina preço de entrada descontado, localização, qualidade do ativo e horizonte patrimonial de médio/longo prazo. Por 232.000 €, o investidor adquire hoje uma posição sobre um imóvel cujo valor indicativo de propriedade plena, utilizando a referência média de mercado da zona, ronda os 498.160 €. O racional é simples: comprar hoje aguardar consolidar a propriedade plena beneficiar da valorização potencial decidir entre vender, arrendar ou manter. É uma oportunidade especialmente dirigida a investidores com capital disponível, visão de longo prazo e sem necessidade de rendimento imobiliário imediato, para os quais o tempo e a valorização do ativo podem constituir os principais motores de retorno. #ref:C0222-07203
Com elevador
Com garagem