Foto: Adobe Stock Autor: Redação PRR impulsiona investimento público em 2026 O investimento em habitação pública deverá diminuir significativamente em 2027, depois de atingir um valor recorde no último ano de execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). De acordo com as previsões incluídas na proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), a despesa pública neste setor deverá passar de 2.905 milhões de euros em 2026 para 1.061 milhões de euros no próximo ano. A conclusão do PRR marca, assim, uma mudança na evolução do investimento destinado à construção de novas casas e à reabilitação do parque habitacional público. O financiamento europeu tem contribuído para reforçar os recursos disponíveis e acelerar projetos que procuram aumentar a oferta de habitação pública. Despesa em habitação mantém histórico de baixos valores Os dados apresentados pelo Governo mostram que, em 2025, o investimento público em novas habitações e na recuperação de imóveis deverá ter totalizado 693 milhões de euros. Este montante aproxima-se dos valores registados em 2023 e 2024, quando a despesa atingiu 627,2 milhões e 666,8 milhões de euros, respetivamente. Nesse período, o investimento em habitação pública representou cerca de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), uma proporção que se mantém desde 2021. Este indicador acompanha uma tendência de reduzida execução de projetos públicos de habitação observada ao longo das últimas décadas. Fim do PRR traz quebra nas verbas para 2027 Para 2026, o Governo prevê que o investimento em habitação pública alcance 0,9% do PIB, o valor mais elevado desde 1995. No entanto, as projeções para 2027 apontam para uma descida acentuada, com a despesa a representar apenas 0,3% da riqueza produzida no país. A redução evidencia o impacto do fim do financiamento associado ao PRR na evolução da política habitacional. Depois de um período de reforço dos recursos destinados à construção e reabilitação de casas, o próximo ano deverá ficar marcado por um recuo do investimento público neste setor. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Desemprego mantém-se estável e abaixo dos valores de 2025 A taxa de desemprego em Portugal voltou a fixar-se nos 5,6% em setembro, repetindo o resultado de agosto. Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram ainda uma descida de 0,3 pontos percentuais face ao mesmo período de 2025, mantendo o indicador em níveis mínimos desde 2002. No total, o país contabilizava cerca de 313 mil pessoas desempregadas, menos 16,3 mil do que há um ano. Apesar da estabilidade do indicador geral, os resultados variam consoante a idade. Entre os adultos, a taxa de desemprego permaneceu nos 4,6% pelo terceiro mês consecutivo, o valor mais baixo desde abril de 2002. Já entre os jovens, atingiu 19,1%, continuando a representar uma diferença significativa face à população adulta. População empregada recua face a agosto Em setembro, Portugal tinha aproximadamente 5,3 milhões de pessoas empregadas. Embora este número represente um crescimento de 0,6%, correspondente a cerca de 32 mil pessoas, em termos homólogos, verificou-se uma redução mensal de 0,1%. O INE assinala que a população empregada tem vindo a diminuir desde maio, mês em que alcançou o valor mais elevado desde fevereiro de 1998. Esta evolução acompanha também a descida da população ativa, que recuou 0,2% face a agosto, apesar de registar um aumento de 0,3% em comparação com setembro de 2025. No total, abrangia cerca de 5,6 milhões de pessoas. Subutilização do trabalho também apresenta descida anual A população inativa aproximou-se dos 2,5 milhões de pessoas, depois de aumentar 0,6% relativamente a agosto e 1,2% face ao período homólogo. Por sua vez, a taxa de subutilização do trabalho fixou-se nos 9,6% em setembro, mantendo-se inalterada face ao mês anterior. Ainda assim, este indicador registou uma diminuição de 0,4 pontos percentuais em comparação com setembro de 2025. Os dados revelam, assim, um mercado de trabalho com uma taxa de desemprego estável, mas com algumas alterações na evolução do emprego e da população ativa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Falta de casas afeta a atividade económica A crise da habitação em Portugal tem consequências que ultrapassam o acesso a uma casa. Luís Máximo dos Santos, vice-governador do Banco de Portugal (BdP), considera que a escassez de habitação constitui um entrave à mobilidade e ao investimento , com impactos negativos na economia nacional. O responsável sublinha que a dificuldade em encontrar casa pode limitar a capacidade dos trabalhadores para se deslocarem para regiões com mais oportunidades profissionais. Esta realidade condiciona também as decisões de investimento, num contexto em que o acesso à habitação continua a ser um dos principais desafios do país. Políticas públicas e incentivos em análise Na perspetiva do vice-governador, a crise da habitação resulta, em parte, de incentivos desajustados e de políticas públicas que não responderam adequadamente às necessidades existentes. A falta de articulação entre diferentes fatores, incluindo a evolução dos movimentos migratórios, terá igualmente contribuído para agravar o problema. A dimensão social permanece central, sobretudo perante o risco de retrocesso nas condições habitacionais. No entanto, os efeitos da falta de casas estendem-se ao funcionamento do mercado de trabalho e à capacidade de a economia aproveitar oportunidades de crescimento. Impacto para além do mercado imobiliário A crise da habitação representa, assim, um desafio estrutural para Portugal, com consequências para as famílias, as empresas e a economia em geral. Quando os trabalhadores não conseguem encontrar alojamento onde existem oportunidades profissionais, a mobilidade fica limitada e algumas decisões de investimento podem ser adiadas ou condicionadas. Luís Máximo dos Santos afasta ainda a ideia de que a banca seja responsável pela crise, apontando antes para um conjunto de fatores relacionados com as políticas públicas e os incentivos adotados ao longo do tempo. A resposta ao problema exige, por isso, uma abordagem que tenha em conta não apenas o acesso à habitação, mas também os seus efeitos no desenvolvimento económico do país. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Poupança para a reforma continua limitada Apesar de 45% dos portugueses afirmarem que estão a poupar para a reforma, muitos continuam sem preparar esta etapa da vida. Segundo um inquérito da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), 31% dos participantes têm um Plano Poupança Reforma (PPR), mas mais de um terço desconhece o tipo de produto que subscreveu. Entre os inquiridos que não poupam para a reforma, 55% apontam a falta de recursos financeiros como principal obstáculo. Outros 27% admitem nunca ter pensado no assunto ou consideram ser demasiado cedo para começar. Ainda assim, 41% dos que não poupam dizem ponderar fazê-lo no futuro. Segurança pesa mais do que a rentabilidade Na escolha de produtos para a reforma, a proteção do capital investido é uma prioridade para os portugueses. Para 35% dos inquiridos, a garantia do capital é o fator mais importante, à frente da possibilidade de obter maiores ganhos. Contudo, os dados da ASF mostram que a rendibilidade mediana dos PPR nos últimos dez anos ficou abaixo da inflação média de 2,1%. Os PPR sob a forma de seguros ligados a fundos de investimento registaram 0,9%, enquanto os seguros não ligados alcançaram 2% e os fundos de pensões 1%. Bancos são o principal canal de subscrição A contratação de PPR continua a ocorrer sobretudo através da banca. Entre os titulares destes produtos, 79,6% subscreveram-nos num banco e 81,8% trataram do processo presencialmente, numa agência. Apenas 12% recorreram a plataformas ou páginas online. Também na procura de informação predominam as entidades que comercializam ou gerem os produtos: 53,8% dos participantes dizem que recorreriam a bancos, seguradoras ou sociedades gestoras para esclarecer dúvidas. A Internet e os sites especializados foram referidos por 12,2%. Conhecimento financeiro pode influenciar decisões Embora mais de 75% dos inquiridos afirmem conhecer produtos como PPR, ações e Certificados de Aforro, o conhecimento nem sempre se traduz em acompanhamento ou contratação. Além disso, uma em cada quatro pessoas com PPR admite não monitorizar as suas poupanças. O estudo da ASF foi realizado entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, através de um inquérito telefónico a 801 pessoas, incluindo 233 titulares de PPR. Os resultados mostram desafios na preparação financeira para a reforma, tanto no acesso à poupança como na compreensão dos produtos disponíveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Portugal acima da média europeia Os jovens portugueses saem de casa dos pais, em média, aos 28,8 anos, acima dos 26,3 anos registados na União Europeia (UE) em 2025. Os dados do Eurostat mostram que Portugal continua entre os países europeus onde a independência residencial acontece mais tarde, num contexto marcado pelas dificuldades de acesso à habitação e pela dependência financeira das famílias . Esta realidade contrasta com a de vários países do Norte da Europa, onde os jovens conseguem iniciar uma vida independente mais cedo. Diferenças significativas entre países A idade média de saída de casa varia consideravelmente entre os Estados-membros. Na Finlândia, os jovens deixam a casa dos pais aos 21,3 anos, em média, enquanto na Dinamarca essa idade se situa nos 21,8 anos. No extremo oposto, países como a Croácia, a Eslováquia, a Grécia, Espanha e Itália apresentam idades médias de emancipação mais elevadas, próximas ou superiores aos 30 anos. Portugal integra este grupo, evidenciando diferenças entre os modelos de autonomia residencial na Europa. Sobrelotação afeta os jovens portugueses A saída tardia de casa não significa necessariamente melhores condições habitacionais. Em 2025, 21,4% dos jovens portugueses entre os 15 e os 29 anos viviam em casas sobrelotadas, uma proporção superior à registada na população total, de 12,7%. Ainda assim, o indicador português ficou abaixo da média europeia para os jovens, que atingiu 26,9%. Os números revelam que uma parte significativa da população jovem continua a viver em habitações sem espaço suficiente para as necessidades do agregado familiar. Custos da habitação condicionam a independência Os dados europeus apontam para uma relação entre a idade de saída de casa e os encargos com a habitação. Nos países onde os jovens conquistam a independência mais cedo, a sobrecarga financeira associada à habitação tende a ser superior. Já nos países onde permanecem mais tempo com os pais, essa pressão costuma ser menor. Portugal constitui uma exceção a esta tendência, ao combinar uma saída tardia de casa com encargos habitacionais próximos da média da UE. O acesso à habitação continua, assim, a ser um dos fatores relevantes para a autonomia dos jovens portugueses. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Euribor regista aumentos em todos os prazos As taxas Euribor subiram esta segunda-feira nos três principais prazos, face aos valores registados na sexta-feira. A Euribor a três meses fixou-se em 2,643%, a seis meses avançou para 2,994% e a 12 meses atingiu 3,233%. A taxa Euribor a seis meses aumentou 0,024 pontos percentuais, enquanto a taxa a 12 meses subiu 0,018 pontos. No prazo mais curto, o acréscimo foi de 0,001 pontos percentuais. Taxa a seis meses mantém maior peso no crédito à habitação Em Portugal, a Euribor a seis meses continua a ser a mais utilizada nos contratos de crédito à habitação com taxa variável. Segundo dados do Banco de Portugal relativos a agosto, este prazo representava 40,3% do total de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável. A Euribor a 12 meses correspondia a 31,03% destes contratos, enquanto a taxa a três meses representava 24,27%. A evolução destes indicadores influencia os encargos dos titulares de créditos à habitação com prestações indexadas à Euribor, dependendo do prazo de revisão previsto no contrato. Decisões do BCE influenciam a evolução das taxas As taxas Euribor refletem as condições do mercado interbancário e são calculadas com base nas taxas de juro a que um conjunto de bancos da Zona Euro está disposto a emprestar dinheiro entre si. As decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) também influenciam a sua evolução. A 10 de setembro, a instituição aumentou as taxas diretoras em 25 pontos base, depois de as ter mantido inalteradas em julho. A próxima reunião de política monetária está prevista para 28 e 29 de outubro, em Frankfurt. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Verão termina com preços mais altos e ocupação ligeiramente menor Entre junho e setembro, o preço médio por quarto ocupado nos hotéis portugueses subiu 3%, para 171 euros. Em contrapartida, a taxa média de ocupação recuou um ponto percentual face ao verão de 2025, fixando-se nos 80%. Os dados constam do inquérito Balanço Verão e Perspetivas Outono 2026, da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). O rendimento por quarto disponível aumentou 1%, para 137 euros, e mais de metade dos hoteleiros, 53%, avaliou o desempenho do verão como melhor ou muito melhor do que no ano anterior. Os resultados variaram consoante a região. O Alentejo registou um crescimento de 7% no rendimento por quarto disponível, enquanto a Madeira alcançou a maior taxa de ocupação, de 90%. O Algarve apresentou os valores mais elevados de preço médio, com 228 euros por quarto ocupado, e de rendimento por quarto disponível, com 195 euros. Já a Grande Lisboa foi a única região onde a ocupação, o preço médio e o rendimento por quarto disponível diminuíram em simultâneo. Reservas para o outono ficam aquém de 2025 As perspetivas para os últimos meses de 2026 são menos positivas. Segundo a AHP, 45% dos hoteleiros têm menos reservas para outubro do que no mesmo mês de 2025. Esta percentagem sobe para 61% em novembro e 53% em dezembro, apesar de as expectativas relativas aos preços continuarem favoráveis. Durante o verão, o mercado português foi o mais referido pelos hoteleiros entre os principais mercados emissores, com 77% das menções. Seguiram-se o Reino Unido, com 49%, Espanha, com 44%, e os Estados Unidos, com 41%. Custos e instabilidade preocupam o setor A instabilidade económica e geopolítica lidera as preocupações dos profissionais da hotelaria, mencionada por 61% dos inquiridos. O aumento dos custos da energia e dos combustíveis foi referido por 58%, enquanto 52% apontaram a subida dos custos operacionais. Apesar das reservas mais fracas, a confiança média no turismo nacional subiu de 6,8 pontos em maio para 7,1 pontos, embora permaneça abaixo dos 7,4 pontos registados em janeiro. Para 2026, a AHP estima receitas turísticas de 30 mil milhões de euros, mais 3% do que em 2025, e 32,9 milhões de hóspedes, um crescimento de 1,5%. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Energia acelera subida dos preços A inflação voltou a aumentar na zona euro em setembro de 2026, com a evolução dos preços da energia a contribuir para a aceleração. De acordo com os dados divulgados pelo Eurostat, a taxa homóloga fixou-se nos 3,8%, acima dos 3,2% registados em agosto e dos 2,2% observados em setembro de 2025. Na União Europeia, a inflação anual também chegou aos 3,8%, face aos 3,2% do mês anterior e aos 2,6% registados no período homólogo. O principal destaque foi a energia, cujos preços aumentaram 18,9% em setembro, depois de uma subida de 14,3% em agosto. Em setembro de 2025, este indicador tinha registado uma descida de 0,4%. Roménia regista a inflação mais elevada A evolução dos preços variou entre os Estados-membros. A Roménia apresentou a taxa de inflação mais elevada, com 6,5%, seguida da Lituânia, com 6,1%, e da Bulgária, com 5,6%. No extremo oposto, a Suécia registou a inflação mais baixa, de 1%, enquanto a Hungria e a Dinamarca apresentaram ambas uma taxa de 2,1%. Na República Checa, o indicador fixou-se nos 2,4%. Face a agosto de 2026, a inflação homóloga diminuiu apenas num Estado-membro, manteve-se inalterada em três países e aumentou nos restantes 23, mostrando que a pressão sobre os preços continuou a alargar-se pela União Europeia. Portugal mantém inflação acima de 3% Em Portugal, a inflação medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) atingiu 3,6% em setembro. O valor manteve-se estável em relação a agosto, mas ficou acima dos 1,9% registados no mesmo mês de 2025. A subida dos custos energéticos surge num contexto de tensão geopolítica no Médio Oriente, que tem contribuído para a volatilidade dos mercados da energia. A evolução deste componente continua, assim, a ser um fator relevante para acompanhar o comportamento da inflação na zona euro e na União Europeia. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação A intermediação de crédito tem ganho relevância em Portugal, aumentando a concorrência entre profissionais e empresas do setor. Neste contexto, compreender as necessidades dos clientes, esclarecer dúvidas e acompanhar cada processo são fatores que podem fazer a diferença. A confiança como fator de diferenciação A confiança é essencial para criar relações duradouras com os clientes, sobretudo numa decisão financeira como a contratação de crédito à habitação. O intermediário de crédito deve explicar as opções de financiamento de forma clara e transparente, ajudando cada cliente a compreender as condições, os custos e as implicações de cada solução, de acordo com as suas necessidades e capacidade financeira. Um acompanhamento próximo, com comunicação regular e respostas atempadas, reforça a credibilidade do profissional, promove a fidelização e pode gerar novas recomendações. Personalização e eficiência no acompanhamento Cada cliente tem um perfil financeiro, objetivos e necessidades diferentes. Para se destacar no mercado, é importante garantir um acompanhamento personalizado e processos de trabalho eficientes, através de medidas como: Conhecer cada cliente : acompanhar o histórico de contactos, identificar preferências e compreender as necessidades de cada pessoa. Organizar os processos : gerir pedidos de financiamento, documentos, contactos e tarefas de forma estruturada, reduzindo atrasos e falhas de comunicação. Centralizar a informação : recorrer a ferramentas digitais que permitam consultar os dados dos clientes e acompanhar o estado de cada processo num único ambiente de trabalho. Automatizar tarefas : simplificar procedimentos administrativos e libertar tempo para o acompanhamento dos clientes. O eGO CRM Intermediação de Crédito permite reunir funcionalidades de gestão e acompanhamento, contribuindo para uma maior organização do trabalho e para um serviço mais próximo e eficiente. Tecnologia e especialização para criar valor A diferenciação no mercado, passa também pela capacidade de acompanhar a evolução do setor e utilizar a tecnologia para melhorar o serviço prestado. Para reforçar o posicionamento, importa apostar em: Acompanhar a evolução do setor : conhecer as soluções de financiamento disponíveis e os critérios das instituições financeiras para identificar opções adequadas a cada cliente. Manter os conhecimentos atualizados : acompanhar as alterações legislativas e regulamentares que influenciam a atividade de intermediação de crédito. Garantir transparência e segurança : proteger os dados pessoais dos clientes, assegurar a confidencialidade da informação e cumprir as obrigações legais em todas as etapas do processo. Diferenciar-se para crescer de forma sustentável A crescente concorrência na intermediação de crédito exige uma proposta de valor clara. Além das condições de financiamento, a qualidade do acompanhamento, a confiança, a rapidez de resposta e a simplificação dos processos são fatores decisivos para a experiência do cliente. Combinar conhecimento especializado, proximidade e ferramentas de gestão adequadas permite melhorar a organização e responder às expectativas dos consumidores. Procura formas de tornar a sua atividade mais eficiente? A nossa equipa especializada está disponível para ajudar a encontrar soluções ajustadas às necessidades do seu negócio . <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Governo mantém incentivo fiscal para emigrantes O Governo propõe prolongar o Programa Regressar até 31 de dezembro de 2027, mantendo o benefício fiscal destinado aos emigrantes que regressem a Portugal para trabalhar. A medida está incluída na proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) e permite prolongar um regime que, sem esta alteração, deixaria de aceitar novas adesões no final de 2026. Criado em 2019, o programa procura facilitar o regresso de antigos residentes fiscais e incentivar a integração no mercado de trabalho nacional. Para beneficiarem do regime, os candidatos têm de ter vivido fora de Portugal durante, pelo menos, cinco anos e voltar a estabelecer residência fiscal no país. Durante cinco anos, os beneficiários podem excluir de tributação 50% dos rendimentos do trabalho, desde que cumpram os requisitos legais. O incentivo abrange rendimentos de trabalho dependente e independente, nos termos previstos na legislação aplicável. Adesões mantêm condições atuais Desde a sua criação, o Programa Regressar tem atraído, em média, cerca de mil pessoas por ano. A extensão proposta pelo Governo pretende manter este apoio aos emigrantes que ponderam regressar, sem alterar as condições atualmente previstas para aceder ao benefício fiscal. Com a prorrogação, os interessados poderão aderir ao regime até ao final de 2027, desde que cumpram os critérios exigidos. A medida integra as propostas do OE2027, cuja aplicação depende da aprovação do Orçamento do Estado. O prolongamento permite, assim, que mais emigrantes avaliem o regresso a Portugal com acesso a um incentivo fiscal sobre parte dos rendimentos do trabalho, durante os primeiros cinco anos abrangidos pelo regime. Proposta não abrange pensionistas A proposta do Governo prevê, para já, apenas a extensão por mais um ano e mantém o foco nos emigrantes que regressem para exercer atividade profissional em Portugal. Os pensionistas não estão incluídos nesta alteração. A continuidade do programa dependerá da aprovação final do OE2027, sendo que as condições atualmente em vigor deverão manter-se durante o período adicional previsto. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Atualização dos escalões segue fórmula legal Os escalões de IRS serão atualizados em 3,88% em 2027, de acordo com os indicadores económicos usados no cálculo automático. A decisão consta da proposta de Orçamento do Estado para 2027, entregue ao Parlamento, e poderá ser alterada durante a discussão parlamentar caso sejam aprovadas propostas nesse sentido. O cálculo tem por base a evolução do deflator do Produto Interno Bruto (PIB) e do PIB por trabalhador. No segundo trimestre de 2026, estes indicadores registaram variações homólogas de 3,4124% e -0,4567%, respetivamente. A aplicação da fórmula legal resultou num coeficiente de atualização de 1,0388, correspondente a uma subida de 3,88% nos limites dos escalões de IRS. Limites de rendimento aumentam em todos os escalões A atualização aplica-se de forma praticamente uniforme aos diferentes escalões de IRS. O primeiro escalão passa de 8.342 para 8.666 euros de rendimento coletável, enquanto o segundo aumenta de 12.587 para 13.075 euros. Nos escalões seguintes, os limites passam de 17.838 para 18.530 euros no terceiro, de 23.089 para 23.985 euros no quarto e de 29.397 para 30.538 euros no quinto. O sexto escalão sobe de 43.090 para 44.762 euros e o sétimo de 46.566 para 48.373 euros. Já o oitavo passa a abranger rendimentos até 89.995 euros, mantendo-se o nono escalão para valores superiores. Subida fica abaixo do referencial salarial de 4,5% A atualização dos escalões de IRS fica aquém dos 4,5% definidos como referencial para aumentos salariais no acordo de rendimentos celebrado entre o Governo, as associações patronais e a UGT. O Governo considera, contudo, que a conjugação da atualização dos escalões com outras medidas fiscais poderá assegurar a neutralidade fiscal para aumentos salariais até 4,5%. Entre essas medidas estão a atualização do mínimo de existência e da dedução específica, bem como a redução das taxas de IRS prevista na proposta orçamental. O efeito final dependerá também da aprovação das medidas fiscais pelo Parlamento. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Portugal entre os países com maior recurso a intermediários Portugal é o quarto país europeu onde mais se recorre à intermediação de crédito, segundo um novo estudo da Federação Europeia de Consultores Financeiros e Intermediários Financeiros (FECIF). A análise estima que 57% do crédito à habitação concedido no país é distribuído através de intermediários. Neste indicador, Portugal surge apenas atrás do Reino Unido, com 87%, da Polónia, com 70%, e da Eslováquia, com 60%. Os dados mostram assim a relevância que a intermediação de crédito já assumiu no acesso ao financiamento para compra de casa. Intermediários também ganham espaço no consumo O peso da intermediação de crédito também se verifica nos empréstimos ao consumo sem garantias. Em Portugal, estes profissionais são responsáveis por 22% do crédito deste segmento, colocando o país igualmente na quarta posição entre os dez mercados europeus analisados pelo estudo. A diferença face aos restantes mercados é significativa: a Itália apresenta uma quota de 50%, enquanto Eslováquia e Hungria registam 25% cada. A intermediação de crédito assume, por isso, uma presença relevante não apenas no financiamento imobiliário, mas também no crédito destinado ao consumo. Estudo aponta desafios para o setor em Portugal Além de analisar a utilização de intermediários, o estudo da FECIF identifica alguns dos principais obstáculos ao desenvolvimento da atividade em Portugal. Entre os desafios apontados estão os excessos de reporte, a integração fragmentada dos credores e a necessidade de reforçar a formação contínua. A FECIF defende ainda um maior reconhecimento do papel dos intermediários no enquadramento regulamentar europeu, numa altura em que estes profissionais já asseguram mais de metade do crédito hipotecário em vários mercados da Europa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Juros mais elevados condicionam a procura A procura por crédito à habitação deverá diminuir ligeiramente no último trimestre do ano, segundo o inquérito do Banco de Portugal aos bancos sobre o mercado de crédito. O agravamento das taxas de juro já contribuiu para uma redução da procura durante o terceiro trimestre, embora sem efeitos significativos no total do mercado. A evolução dos juros continua a influenciar as decisões das famílias que pretendem comprar casa . As expectativas de novos aumentos das taxas na Zona Euro poderão levar alguns compradores a adiar a contratação de um empréstimo. Regras mais exigentes no crédito à habitação As alterações à recomendação macroprudencial do Banco de Portugal, introduzidas no início de agosto, contribuíram para um ligeiro agravamento das condições dos empréstimos para comprar casa. Entre as mudanças está o limite de 45% para a taxa de esforço, que estabelece uma relação entre os encargos mensais com créditos e o rendimento líquido do agregado familiar. Esta regra procura limitar o risco de endividamento excessivo, mas pode restringir o acesso ao financiamento para algumas famílias. Bancos não antecipam novas restrições Apesar da previsão de uma menor procura, os bancos não esperam alterações significativas nas condições de concessão de crédito à habitação durante o quarto trimestre. A expectativa é, assim, de estabilidade nos critérios aplicados aos novos empréstimos, depois do ligeiro aperto registado no trimestre anterior. Para quem está a ponderar comprar casa com recurso a financiamento bancário, a evolução das taxas de juro e a capacidade de cumprir os encargos mensais continuam a ser fatores importantes na decisão. Crédito ao consumo e às empresas também abranda A expectativa de redução da procura não se limita ao crédito à habitação. Os bancos antecipam também uma ligeira diminuição nos pedidos de crédito ao consumo até ao final do ano. No segmento empresarial, a tendência deverá ser semelhante, sobretudo entre as pequenas e médias empresas (PME) e nos empréstimos de longo prazo. As previsões apontam, assim, para um abrandamento moderado da procura de financiamento em diferentes áreas do mercado. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que prevê a Constituição As manifestações realizadas em Lisboa e no Porto contra a falta de habitação acessível reacenderam a discussão sobre o alcance do direito à habitação em Portugal. O desmantelamento de um acampamento de protesto na capital e as detenções efetuadas pela PSP trouxeram para a atualidade as regras que enquadram este direito e a sua relação com outras garantias constitucionais. O artigo 65.º da Constituição da República Portuguesa reconhece o direito a uma habitação adequada, com condições de higiene e conforto e que respeite a privacidade familiar. A mesma norma atribui ao Estado responsabilidades na promoção de políticas habitacionais, no incentivo à construção de habitação económica e social e na facilitação do acesso à casa própria ou arrendada. O papel do Estado no acesso à habitação O direito à habitação implica uma atuação pública destinada a criar condições para que a população consiga aceder a uma casa. Entre as medidas possíveis estão a construção de habitação pública, os programas de arrendamento acessível e os apoios dirigidos a famílias com dificuldades económicas. Contudo, a Constituição não garante a atribuição imediata de uma casa a cada cidadão. A concretização deste direito depende de legislação, políticas públicas e critérios de acesso definidos para os diferentes programas. O Estado deve promover soluções habitacionais e respeitar princípios de igualdade e imparcialidade, mas isso não significa que qualquer pessoa possa exigir a disponibilização imediata de um imóvel. Habitação e propriedade privada: onde estão os limites O direito à habitação tem de ser conciliado com outras garantias constitucionais, incluindo a propriedade privada, reconhecida no artigo 62.º. Embora este direito não seja absoluto, as medidas que o condicionam devem ter fundamento legal e respeitar os princípios constitucionais aplicáveis. A legislação pode estabelecer regras para as relações entre senhorios e inquilinos e criar mecanismos de proteção dos ocupantes. No entanto, o direito à habitação não legitima, por si só, a ocupação de imóveis alheios sem título válido. Da mesma forma, a proteção da propriedade não elimina a responsabilidade do Estado de promover o acesso a uma habitação digna. O direito à manifestação também tem regras A Constituição reconhece, no artigo 45.º, o direito de reunião e manifestação pacífica, permitindo aos cidadãos expressar reivindicações e contestar decisões dos poderes públicos. A falta de habitação acessível pode, assim, motivar protestos e mobilização cívica. Ainda assim, o exercício deste direito está sujeito ao enquadramento legal aplicável. O Decreto-Lei n.º 406/74 estabelece regras para reuniões e manifestações em espaços públicos, incluindo disposições relativas à sua duração. A aplicação destas normas a acampamentos prolongados depende das circunstâncias concretas e da natureza da ocupação. O debate sobre o direito à habitação envolve, por isso, duas dimensões: a obrigação pública de criar condições de acesso a uma casa e o respeito pelas restantes normas e garantias legais. A Constituição estabelece os princípios fundamentais, enquanto a legislação e as políticas públicas determinam a forma como são concretizados. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Comprar casa está mais caro em Portugal O preço das casas em Portugal atingiu os 3.082€/m² em setembro de 2026, mais 9,5% do que no mesmo mês do ano passado, segundo dados do Infocasa. Face a agosto, o aumento foi de 0,4%, após um verão marcado pela estabilização dos preços. Para quem quer comprar casa, a localização continua a ser um dos fatores com maior impacto no orçamento. Consulte aqui o relatório da evolução de preços das casas do SUPERCASA . Apesar da subida mensal, os preços permanecem ligeiramente abaixo do máximo de 3.090€/m², registado em junho. No último trimestre, verificou-se uma descida de 0,3%, mostrando que a evolução não é igual em todos os períodos nem em todas as regiões. Lisboa, Algarve e Madeira entre as zonas mais caras Lisboa continua a ser uma das regiões mais caras para comprar casa, com um preço médio de 4.573€/m². Ainda assim, registou uma descida mensal de 1,7%, enquanto a subida anual ficou nos 4,4%. No Algarve , o preço médio chegou aos 4.205€/m², apesar de uma redução mensal de 0,5%. Já na Madeira, comprar casa custava, em média, 4.167€/m², mais 13,6% do que há um ano. No Porto , o preço fixou-se nos 3.110€/m², com uma descida mensal de 0,5% e uma subida anual de 7,2%. Setúbal também apresenta valores elevados, com 3.521€/m². Onde os preços das casas mais aumentaram? A valorização imobiliária não se limita às grandes cidades. Santarém registou a maior subida anual entre as regiões destacadas, de 15,3%, com um preço médio de 1.940€/m². Também Coimbra , com 1.986€/m², apresentou uma subida anual de 13%. Em Aveiro e Leiria , os preços chegaram aos 2.292€/m² e 2.296€/m², respetivamente, ambos com aumentos de 11,9%. Braga registou uma valorização anual de 10,6%, atingindo os 2.195€/m². Estes valores mostram que os preços continuam a subir em várias regiões do país, pelo que procurar alternativas fora dos grandes centros pode ser uma opção para quem tem um orçamento limitado. Guarda é a região mais barata para comprar casa Para quem procura preços mais baixos, a Guarda apresenta o valor médio mais acessível, de 1.000€/m². Seguem-se Portalegre , com 1.151€/m², Bragança , com 1.215€/m², Castelo Branco , com 1.282€/m², e Vila Real , com 1.333€/m². As diferenças entre regiões mostram como a localização pode influenciar o custo de comprar casa. Antes de tomar uma decisão, importa comparar preços, avaliar o orçamento disponível e considerar os custos associados à aquisição. Embora o mercado nacional continue em valorização anual, a evolução varia consoante a região. Acompanhar os preços por localização pode ajudar a identificar alternativas mais ajustadas às necessidades e à capacidade financeira de cada comprador. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Novas medidas para acelerar a construção O Governo está a preparar um acordo-quadro para facilitar a contratação de empresas especializadas em construção modular, bem como uma plataforma digital para reunir necessidades habitacionais de vários municípios. A estratégia pretende acelerar a execução de projetos, ultrapassar limitações técnicas das autarquias e aumentar a capacidade de resposta do setor. O novo modelo deverá permitir que os municípios recorram a empresas previamente qualificadas, simplificando os processos de contratação. A iniciativa procura também reduzir as diferenças entre autarquias na concretização de projetos habitacionais, uma dificuldade identificada durante a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Agregar projetos para criar habitação A plataforma em desenvolvimento deverá identificar as necessidades dos municípios e permitir a agregação de projetos de menor dimensão. Desta forma, será possível criar operações com maior escala, capazes de atrair investimento e empresas de construção industrializada. A medida surge num contexto de défice habitacional estimado em cerca de 300 mil casas em Portugal, aproximadamente metade das quais relacionadas com necessidades de habitação pública. A articulação entre municípios poderá contribuir para aproveitar melhor os recursos disponíveis e acelerar a resposta à procura. Construção modular pode reduzir limitações A industrialização da construção é vista como uma solução para aumentar a produtividade e responder à escassez de mão de obra. A produção de componentes fora dos estaleiros permite melhorar o planeamento, reduzir desperdícios e tornar os processos construtivos mais eficientes. A concretização desta abordagem exige, contudo, capacidade de produção, coordenação entre os intervenientes e projetos com dimensão suficiente para justificar o investimento. A agregação de necessidades habitacionais poderá criar condições mais favoráveis à adoção destas soluções. A madeira é também apontada como um material com potencial para sistemas construtivos desmontáveis, que permitam reutilizar e reciclar componentes ao longo do ciclo de vida dos edifícios. Governo prepara revisão das regras A estratégia inclui alterações ao enquadramento regulamentar da construção, nomeadamente a revisão do Regulamento Geral das Edificações Urbanas, em vigor desde 1951, e o desenvolvimento do Código da Construção. O objetivo é eliminar incompatibilidades e redundâncias que dificultam a adoção de novos métodos construtivos. Está igualmente em avaliação um plano de ação para promover a utilização de ferramentas digitais no projeto, na construção e na gestão de edifícios, no âmbito da estratégia nacional BIM. Ainda não foram divulgados prazos para a entrada em funcionamento do acordo-quadro e da plataforma. A implementação destas medidas será determinante para perceber o seu impacto na construção de novas habitações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .