Foto: Adobe Stock Autor: Redação Procura pressiona preços e rendas O aumento da procura de habitação contribui para encarecer tanto a compra como o arrendamento de imóveis. Segundo uma análise publicada na Revista de Estudos Económicos do Banco de Portugal, um crescimento de 1% na procura está associado a uma subida de cerca de 0,69% nos preços das casas e de 0,37% nas rendas. O impacto é mais acentuado no valor das casas do que nos custos de arrendamento, o que evidencia a pressão exercida pela procura sobre o mercado imobiliário. O estudo aponta, por isso, para a importância de reforçar a oferta de habitação como forma de melhorar o acesso a casas a preços mais acessíveis. Lisboa e Porto sentem maior pressão A evolução dos preços e das rendas varia consoante a capacidade de resposta de cada município. Nas localidades onde a oferta de habitação é mais limitada, o crescimento da procura tende a provocar aumentos mais expressivos, com Lisboa e Porto entre as zonas mais afetadas. Em municípios menos populosos, a construção e a disponibilização de novas casas conseguem, em geral, acompanhar mais facilmente a procura, reduzindo a pressão sobre os valores praticados. Demografia e turismo influenciam o mercado A procura de habitação depende de vários fatores, incluindo o crescimento populacional, a migração, o rendimento das famílias e a dimensão dos agregados familiares. As condições de financiamento, a fiscalidade e o turismo também influenciam a evolução do mercado imobiliário. O Algarve é apontado como um exemplo de pressão sobre a habitação, devido à procura de não residentes e ao interesse no investimento imobiliário, num contexto em que a oferta tem dificuldade em acompanhar a procura. Construção insuficiente limita a oferta A análise identifica ainda um ritmo de construção de habitação relativamente reduzido, apesar da subida acentuada dos preços e das rendas, sobretudo desde 2022. Esta evolução levanta preocupações quanto à capacidade do mercado para responder às necessidades habitacionais. O estudo baseia-se em dados municipais portugueses relativos ao período entre 2017 e 2024, incluindo preços, rendas, parque habitacional e formação de novos agregados familiares. As conclusões apontam para a necessidade de aumentar a oferta, especialmente nas zonas onde a procura exerce maior pressão sobre o mercado. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Edifício de escritórios dará lugar a 85 casas Um antigo edifício de escritórios em Benfica, Lisboa, vai ganhar uma nova utilização e dar lugar a 85 habitações, num projeto direcionado sobretudo à classe média. O empreendimento Panorama terá cerca de 11.000 metros quadrados de área acima do solo e encontra-se em fase de licenciamento na Câmara Municipal de Lisboa. A reconversão prevê a criação de apartamentos T1, T2 e T3, com um preço de referência de aproximadamente 6.500 euros por metro quadrado. O investimento estimado para concretizar o projeto é de 50 milhões de euros. Localização e características dos apartamentos A proximidade de duas estações de metro, da Segunda Circular e da Radial de Benfica constitui uma das vantagens da localização. O empreendimento terá ainda vistas para Monsanto e deverá incluir varandas amplas, estacionamento, arrecadações e espaços destinados à atividade física e às crianças. As obras têm início previsto para o segundo semestre de 2027, estando a conclusão apontada para o final de 2029. A diversidade de tipologias permitirá responder às necessidades de diferentes agregados familiares. Reconversão adapta edifícios às necessidades habitacionais A transformação de edifícios de escritórios em habitação é uma forma de dar uma nova utilização a imóveis existentes e reforçar a oferta residencial em Lisboa. Em particular, alguns edifícios construídos nas décadas de 1960, 1970 e 1980 já não correspondem às exigências atuais dos espaços de trabalho, podendo ser adaptados a outras funções. O projeto de Benfica enquadra-se nesta tendência de reconversão urbana, que procura aproveitar estruturas existentes para criar novas casas em zonas consolidadas da capital. Mais projetos residenciais em Lisboa A reconversão de edifícios com utilizações anteriores tem vindo a marcar diferentes projetos habitacionais na cidade. Entre os exemplos estão o Freedom, em Arroios, desenvolvido a partir de uma antiga garagem, e o Quarteirão Inglês, que resultou da recuperação de vários edifícios históricos. O Panorama acrescenta 85 apartamentos a esta dinâmica de transformação urbana, com a previsão de criar novas opções de habitação numa zona de Lisboa com ligações a transportes públicos e às principais vias rodoviárias. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Atualização do VPT aumenta o imposto Os proprietários de imóveis cuja última avaliação ou atualização do Valor Patrimonial Tributário (VPT) ocorreu em 2023 poderão pagar mais Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 2027. O aumento resulta da atualização automática dos valores patrimoniais, calculada com base na inflação, e não de uma subida das taxas municipais. A Portaria n.º 457/2026/1, publicada em Diário da República, estabelece um coeficiente de atualização de 4% para imóveis destinados a comércio, serviços e indústria. Na habitação e nos terrenos para construção, aplica-se apenas 75% desse fator, o que corresponde a um acréscimo de 3%. Aumento será inferior ao do ciclo anterior A atualização prevista para 2026 representa uma subida mais moderada do que a verificada no ciclo anterior. Em 2025, os imóveis cuja última avaliação ou atualização datava de 2022 tiveram aumentos de 4,5% na habitação e de 6% nos imóveis destinados a atividades económicas. A diferença está relacionada com a evolução da inflação, que influencia os coeficientes utilizados no cálculo do valor patrimonial dos imóveis. Quanto pode aumentar o IMI a pagar? O impacto no orçamento dos proprietários depende do valor atual do imposto e da tipologia do imóvel. Numa habitação com um IMI anual de 500 euros, um aumento de 3% corresponde a mais 15 euros, elevando o total para 515 euros. Nos imóveis destinados a comércio, serviços ou indústria, a subida de 4% representa mais 80 euros para quem paga atualmente 2.000 euros, passando o valor anual para 2.080 euros. Estes exemplos pressupõem que a taxa municipal e as restantes condições fiscais se mantêm inalteradas. Nem todos os imóveis serão abrangidos A atualização automática do VPT aplica-se aos prédios urbanos cuja última avaliação ou atualização tenha ocorrido em 2023. Os imóveis avaliados noutros anos seguem o respetivo ciclo de revisão, pelo que o aumento não abrange todos os proprietários. O artigo 138.º do Código do IMI determina que os valores patrimoniais dos imóveis destinados a comércio, indústria e serviços sejam atualizados de três em três anos. Na habitação e nos terrenos para construção, o fator aplicado corresponde a 75% do coeficiente de atualização. O IMI relativo a 2026 será liquidado e pago em 2027. O montante final depende também da taxa definida por cada município e da existência de isenções, benefícios fiscais ou mecanismos legais de salvaguarda. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Grupo reúne entidades do setor A equipa será coordenada por um representante do gabinete da secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa. Integram também o grupo representantes do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e da Construção Pública, E.P.E. A constituição deste grupo foi formalizada através do despacho n.º 12528/2026, publicado no Diário da República. A iniciativa enquadra-se no programa Construir Portugal, integrado no Programa do XXV Governo Constitucional. Novo código pretende simplificar a legislação A preparação do Código da Construção pretende responder à fragmentação das normas que regulam a atividade. A intenção passa por concentrar num único enquadramento legal as regras aplicáveis às várias etapas do ciclo de vida de uma obra. Esta reorganização deverá abranger diferentes componentes da construção, procurando tornar o quadro legislativo mais coerente e facilitar a consulta das disposições aplicáveis ao setor. Trabalho conjunto para definir as novas regras A diversidade de matérias envolvidas justifica a participação de entidades com competências e experiência técnica distintas. Embora o IMPIC continue a ter responsabilidades na apresentação de propostas legislativas e regulamentares para os setores da construção e do imobiliário, o Governo considera importante alargar a colaboração a outras instituições. O grupo de trabalho terá, assim, a missão de reunir contributos especializados para preparar a proposta de Código da Construção. O objetivo é criar uma base legislativa mais integrada, capaz de articular as diferentes normas que regulam a atividade. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Habitação ganha peso nos planos europeus Portugal está entre os Estados-membros da União Europeia que atribuíram maior importância à habitação nos respetivos Planos de Recuperação e Resiliência (PRR). Cerca de um décimo do financiamento destinado ao país foi aplicado neste setor, numa tentativa de responder à falta de casas a preços acessíveis . A continuidade deste investimento é, contudo, uma preocupação, uma vez que os pagamentos europeus associados ao programa terminam no final de 2026. O acesso a uma casa continua a ser um desafio em toda a Europa. A falta de habitação afeta uma parte significativa da população, enquanto milhões de pessoas enfrentam dificuldades para encontrar alojamento adequado. A necessidade de melhorar a eficiência energética dos edifícios e de os adaptar às temperaturas extremas acrescenta pressão sobre as políticas públicas. Fim do PRR levanta dúvidas sobre o financiamento A conclusão do PRR coloca em causa a capacidade de manter alguns dos projetos habitacionais em curso. Regiões e municípios poderão ter de encontrar novas fontes de financiamento para assegurar a continuidade das medidas implementadas, num setor que exige recursos durante vários anos. A redução prevista dos apoios europeus reforça esta incerteza. Portugal deverá receber menos financiamento em 2027 do que o previsto para 2026, tornando as negociações do próximo Quadro Financeiro Plurianual, relativo ao período de 2028 a 2034, particularmente relevantes. O futuro investimento europeu poderá ser determinante para dar seguimento às respostas à crise habitacional. Desafios nacionais vão além da construção de casas Apesar das dificuldades, o relatório identifica evoluções positivas no território português. A região Norte registou um aumento de mais de 187 mil habitantes entre 2021 e 2025, enquanto projetos desenvolvidos em Matosinhos e Lisboa são apontados como exemplos de inovação e planeamento territorial. Entre as iniciativas destacadas estão uma comunidade de energia renovável que reúne dez municípios do Norte e o Plano Geral de Drenagem de Lisboa, com um investimento estimado em 250 milhões de euros. Ainda assim, a habitação continua a representar um dos principais desafios do país. O envelhecimento da população, a pressão sobre os serviços públicos e a dificuldade em encontrar casas a preços comportáveis tornam necessário manter políticas de longo prazo. Garantir financiamento estável será essencial para dar continuidade aos projetos e melhorar o acesso à habitação em Portugal. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Obras municipais continuam longe da meta A reabilitação do parque habitacional municipal de Lisboa continua a decorrer, mas ainda está longe de abranger todas as casas identificadas para intervenção. Das 14.383 frações sinalizadas pela autarquia, 7.201 já foram reabilitadas, com um investimento elegível de aproximadamente 299 milhões de euros. O programa dispõe de uma verba global de 800 milhões de euros até 2028, destinada a apoiar a melhoria e a criação de habitação municipal. Apesar dos trabalhos realizados, o número de imóveis recuperados representa cerca de metade do objetivo inicial. A dimensão das intervenções necessárias mantém a pressão sobre os recursos disponíveis e sobre a capacidade de execução dos projetos. Milhares de casas ficaram fora do financiamento Do total de frações identificadas, foram submetidas candidaturas para 10.789 habitações, correspondendo a cerca de 75% do universo previsto. No entanto, aproximadamente 3.600 imóveis não tinham candidatura apresentada ou não obtiveram validação até ao final de junho, ficando de fora do financiamento associado ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A Câmara Municipal de Lisboa mantém mais de 3.500 frações em fase de projeto ou de reabilitação. Para avançar com estas intervenções, recorre a diferentes fontes de financiamento, incluindo o programa 1.º Direito, as verbas do PRR e os capitais próprios do município. Entrega de habitações fica aquém das expectativas A atribuição de habitação municipal continua abaixo dos valores registados em anos anteriores. Em 2026, foram entregues 253 casas ao abrigo dos programas municipais, menos do que a média anual de 687 habitações atribuídas durante os dois mandatos do atual presidente da Câmara de Lisboa. Também o programa De Volta ao Bairro, destinado a jovens até aos 35 anos, prevê disponibilizar apenas 63 habitações este ano, face às 120 inicialmente previstas para 2026. Estes números evidenciam os desafios de Lisboa na disponibilização de habitação municipal. Para responder às necessidades da população, será necessário acelerar a conclusão das obras em curso e concretizar os projetos previstos, aproveitando os mecanismos de financiamento disponíveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação IVA reduzido pode não impulsionar a construção A Associação Habitação e Desenvolvimento por Portugal (AHDPP) considera que a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) não apresenta medidas capazes de acelerar de forma significativa a construção de habitação. A associação questiona a eficácia da descida do IVA de 23% para 6% na construção , em vigor desde julho, uma vez que a estimativa oficial aponta para um impacto orçamental nulo em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo a entidade, o Estado prevê perder 94 milhões de euros em receita fiscal com o IVA reduzido na construção durante 2027. A AHDPP estima que este montante abranja cerca de 550 milhões de euros em obras, considerando que a dimensão do incentivo é insuficiente para responder às necessidades do mercado habitacional. Apoios ao arrendamento recebem maior esforço fiscal A associação compara este valor com os 209 milhões de euros previstos para a redução de IRS destinada aos senhorios que pratiquem rendas moderadas. Na sua análise, esta diferença revela uma maior aposta fiscal no arrendamento do que na construção de novas habitações. A AHDPP alerta também para o abrandamento do investimento. As previsões apontam para uma descida do crescimento do investimento total, de 5,7% em 2026 para 2% em 2027. A associação considera que a proposta orçamental continua demasiado dependente de crédito, garantias e património público, sem um plano suficientemente forte para aumentar a oferta de casas. Associação questiona metas e financiamento até 2030 Outro ponto levantado prende-se com a continuidade dos apoios após o fim do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), numa altura em que vários projetos do programa 1.º Direito se aproximam da fase final. O Governo prevê disponibilizar 59 mil casas públicas até 2030 e apoiar 12 mil habitações de arrendamento acessível através de uma linha de 1.340 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento. Para a AHDPP, é necessário esclarecer como se articulam os financiamentos, os objetivos e os prazos anunciados, garantindo que os projetos avançam dentro do calendário previsto. Propostas incluem terrenos públicos e mais fiscalização No âmbito da discussão do OE2027, a associação defende que os incentivos à habitação disponibilizada pelas empresas aos trabalhadores tenham uma duração mínima de três a cinco anos. Propõe ainda a cedência de terrenos e imóveis públicos através do direito de superfície, em vez da venda, para assegurar rendas acessíveis a longo prazo e preservar a propriedade do solo pelo Estado e pelos municípios. Entre as restantes medidas, a AHDPP sugere relatórios trimestrais ao Parlamento sobre a execução das 59 mil casas, apoio técnico aos municípios e prioridade aos projetos de habitação a custos acessíveis. Defende igualmente a publicação anual dos prazos médios de licenciamento em cada município, para acompanhar a evolução dos processos e identificar obstáculos à construção. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Novas medidas para acelerar a construção O Governo está a preparar um acordo-quadro para facilitar a contratação de empresas especializadas em construção modular, bem como uma plataforma digital para reunir necessidades habitacionais de vários municípios. A estratégia pretende acelerar a execução de projetos, ultrapassar limitações técnicas das autarquias e aumentar a capacidade de resposta do setor. O novo modelo deverá permitir que os municípios recorram a empresas previamente qualificadas, simplificando os processos de contratação. A iniciativa procura também reduzir as diferenças entre autarquias na concretização de projetos habitacionais, uma dificuldade identificada durante a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Agregar projetos para criar habitação A plataforma em desenvolvimento deverá identificar as necessidades dos municípios e permitir a agregação de projetos de menor dimensão. Desta forma, será possível criar operações com maior escala, capazes de atrair investimento e empresas de construção industrializada. A medida surge num contexto de défice habitacional estimado em cerca de 300 mil casas em Portugal, aproximadamente metade das quais relacionadas com necessidades de habitação pública. A articulação entre municípios poderá contribuir para aproveitar melhor os recursos disponíveis e acelerar a resposta à procura. Construção modular pode reduzir limitações A industrialização da construção é vista como uma solução para aumentar a produtividade e responder à escassez de mão de obra. A produção de componentes fora dos estaleiros permite melhorar o planeamento, reduzir desperdícios e tornar os processos construtivos mais eficientes. A concretização desta abordagem exige, contudo, capacidade de produção, coordenação entre os intervenientes e projetos com dimensão suficiente para justificar o investimento. A agregação de necessidades habitacionais poderá criar condições mais favoráveis à adoção destas soluções. A madeira é também apontada como um material com potencial para sistemas construtivos desmontáveis, que permitam reutilizar e reciclar componentes ao longo do ciclo de vida dos edifícios. Governo prepara revisão das regras A estratégia inclui alterações ao enquadramento regulamentar da construção, nomeadamente a revisão do Regulamento Geral das Edificações Urbanas, em vigor desde 1951, e o desenvolvimento do Código da Construção. O objetivo é eliminar incompatibilidades e redundâncias que dificultam a adoção de novos métodos construtivos. Está igualmente em avaliação um plano de ação para promover a utilização de ferramentas digitais no projeto, na construção e na gestão de edifícios, no âmbito da estratégia nacional BIM. Ainda não foram divulgados prazos para a entrada em funcionamento do acordo-quadro e da plataforma. A implementação destas medidas será determinante para perceber o seu impacto na construção de novas habitações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Município incentiva a reabilitação de casas vazias A Câmara Municipal do Porto está a contactar os proprietários de cerca de 6.400 prédios com indícios de estarem devolutos, com o objetivo de promover a recuperação do património e aumentar a oferta de habitação. A autarquia está a divulgar os apoios disponíveis, mas admite agravar o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) nos casos em que a situação não seja regularizada. Entre os incentivos existentes encontram-se os apoios do programa 1.º Direito para intervenções em núcleos habitacionais degradados. Os proprietários podem ainda beneficiar de isenção de IMI durante cinco anos em imóveis reabilitados com mais de 30 anos ou situados em Áreas de Reabilitação Urbana. Estão também previstas deduções de 30% no IRS, até ao limite de 500 euros, e a aplicação de uma taxa de IVA de 6% em determinadas obras de reabilitação. Estas medidas podem abranger imóveis destinados ao arrendamento acessível ou à venda para habitação própria permanente. Agravamento do IMI pode penalizar imóveis devolutos A autarquia pretende privilegiar o diálogo e os incentivos para levar os proprietários a recuperar os imóveis. Desde o envio das comunicações, centenas de pessoas já terão contactado os serviços municipais para obter esclarecimentos sobre as medidas disponíveis. No entanto, os prédios que continuem devolutos poderão ser alvo de medidas fiscais, desde que estejam reunidas as condições legais. A Câmara pode declarar formalmente a situação de abandono e aplicar um agravamento do IMI até três vezes o valor normal do imposto. Nas zonas de maior pressão urbanística, a penalização pode atingir dez vezes o montante habitual. O procedimento de identificação e tributação de imóveis devolutos é anual. No Porto, foram abrangidos 379 prédios em 2022 e 531 em 2023, mas não houve novos processos nos dois anos seguintes. Câmara quer colocar mais casas no mercado A recuperação de imóveis devolutos é uma das prioridades do município para aproveitar melhor o património existente e reforçar a oferta habitacional numa cidade com elevada densidade de construção. A eventual subida do IMI agravado poderá ser discutida no âmbito do próximo orçamento municipal, abrindo a possibilidade de aplicação de novas medidas já no próximo ano. A estratégia passa por incentivar a reabilitação, promover a utilização de casas vazias e, quando necessário, recorrer aos mecanismos fiscais previstos na lei. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova orientação permite corrigir o IVA pago A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) esclareceu os procedimentos para aplicar a taxa reduzida de 6% de IVA na reabilitação urbana. A medida permite que construtores e promotores imobiliários que tenham suportado a taxa normal de 23%, em situações abrangidas pela lei, possam recuperar o imposto pago em excesso. A clarificação surge após a aprovação de legislação destinada a resolver o conflito sobre a aplicação da taxa reduzida em intervenções realizadas em Áreas de Reabilitação Urbana (ARU). O novo entendimento procura trazer maior segurança jurídica aos contribuintes e aos profissionais do setor. Como recuperar o imposto pago a mais O procedimento depende da forma como o IVA foi liquidado. Quando o imposto foi cobrado pelo fornecedor dos serviços, o promotor deverá contactá-lo para solicitar a regularização e o crédito dos montantes pagos em excesso. Nos casos em que foi aplicado o mecanismo de autoliquidação, a correção deverá ser efetuada pelo próprio contribuinte, através dos procedimentos fiscais adequados. Estas regras permitem corrigir situações em que tenha sido aplicada a taxa de 23%, apesar de estarem reunidos os requisitos para beneficiar dos 6% de IVA na reabilitação urbana. Inspeções fiscais podem ser suspensas Os esclarecimentos da AT também trazem maior tranquilidade aos contribuintes que estavam a ser alvo de inspeções relacionadas com esta matéria. Nos casos abrangidos pela legislação, deixa de se prever a cobrança adicional do imposto pelo simples facto de ter sido aplicada a taxa reduzida. Ainda assim, a regularização não é automática em todas as situações. É necessário confirmar se cada projeto cumpre as condições legais para beneficiar do regime de IVA na reabilitação urbana. Validade das áreas de reabilitação continua em causa Apesar dos esclarecimentos, subsiste uma questão importante: a validade das ARU ao longo do processo. Se uma área tiver caducado por falta de renovação municipal, a aplicação da taxa reduzida poderá ser contestada, mantendo-se a taxa de 23% nos casos em que não estejam cumpridos os requisitos legais. Esta situação pode abrir caminho a novos litígios entre promotores, municípios e autoridades fiscais. Por isso, além de verificar as condições da obra, será essencial confirmar a vigência da ARU aplicável ao imóvel e a documentação que sustenta o benefício fiscal. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Dois dias para desenvolver competências no imobiliário O Novo Imobiliário regressa à Figueira da Foz nos dias 23 e 24 de outubro para promover a aprendizagem e a partilha de conhecimentos entre profissionais do setor. A segunda edição pretende reforçar competências essenciais para responder às exigências atuais do mercado e melhorar o acompanhamento prestado aos clientes. Num mercado em que a informação está cada vez mais acessível, o consultor imobiliário precisa de ir além da divulgação de imóveis. Interpretar dados, avaliar preços, identificar oportunidades e orientar os clientes ao longo do processo de venda são fatores que contribuem para um serviço de maior qualidade. O SUPERCASA também estará presente no evento, onde os participantes terão a oportunidade de conhecer a equipa e conversar sobre as soluções que a plataforma pode disponibilizar para apoiar a sua atividade. Quer saber mais sobre a presença do SUPERCASA? Fale connosco . Marketing, vendas e Inteligência Artificial em destaque A comunicação, o marketing, as vendas, as finanças e a Inteligência Artificial são algumas das áreas em destaque nesta edição do Novo Imobiliário. Estes temas permitem explorar novas abordagens comerciais, melhorar o posicionamento dos profissionais e identificar estratégias para acompanhar a evolução do mercado. A Inteligência Artificial assume um papel cada vez mais relevante na atividade imobiliária. A utilização destas ferramentas cria oportunidades para otimizar tarefas e apoiar decisões, mas exige também capacidade para avaliar resultados e reconhecer limitações. Para os consultores, o desafio passa por integrar a tecnologia no trabalho diário sem perder a capacidade de analisar cada situação, esclarecer dúvidas e adaptar o acompanhamento às necessidades de cada cliente. SUPERCASA convida profissionais a conhecer a equipa A presença do SUPERCASA no Novo Imobiliário será uma oportunidade para os profissionais do setor conhecerem melhor a plataforma, partilharem experiências e descobrirem soluções que podem contribuir para o desenvolvimento da sua atividade. O encontro pretende incentivar a atualização de conhecimentos e a reflexão sobre os desafios do mercado, num contexto marcado pela transformação digital e pela evolução das necessidades dos clientes. O Novo Imobiliário realiza-se a 23 e 24 de outubro, na Figueira da Foz. Para obter mais informações sobre o evento, consulte o site oficial do Novo Imobiliário . <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O portal imobiliário alcançou 100% nos indicadores de conteúdo e controlo de acesso de bots de AI avaliados pela Cloudflare e disponibiliza agora uma nova forma de pesquisar imóveis diretamente no ChatGPT. O SUPERCASA dá mais um passo na inovação digital, reforçando a sua preparação para a nova geração de motores de pesquisa e agentes de Inteligência Artificial (AI). Numa avaliação realizada através da ferramenta Cloudflare Agent Readiness, o portal alcançou 100% nos indicadores de Content e Bot Access Control, obtendo a classificação Agent-Native (Nível 5). Este resultado reflete a aposta do SUPERCASA na preparação tecnológica do portal para um mercado em que a AI assume um papel cada vez mais relevante na descoberta de imóveis. Agora também pode procurar casa no ChatGPT Com a nova integração SUPERCASA no ChatGPT, encontrar um imóvel torna-se mais simples e intuitivo. Basta descrever o que procura, utilizando linguagem natural: “Mostra-me apartamentos T2 para arrendar em Lisboa até 1.200€.” “Procura moradias com piscina à venda em Cascais.” “Encontra apartamentos com garagem no Porto.” Ao longo da conversa, é possível ajustar preferências, consultar fotografias e características dos imóveis e explorar diferentes opções. A integração permite ainda, mediante as autorizações necessárias, solicitar contacto aos anunciantes e criar alertas de pesquisa associados à conta SUPERCASA. Mais um canal de visibilidade para as agências imobiliárias Para os profissionais que anunciam no SUPERCASA, esta evolução representa uma nova oportunidade de descoberta dos seus imóveis. Ao integrar o ChatGPT e investir na preparação do portal para agentes de AI, o SUPERCASA acompanha as novas formas de pesquisa dos consumidores, criando mais um ponto de contacto entre os imóveis anunciados e potenciais interessados. O futuro da pesquisa imobiliária já começou. E o SUPERCASA faz parte dele. Descubra o SUPERCASA no ChatGPT e experimente uma nova forma de encontrar casa . <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra só abrange vendas desde 2026 Quem vendeu uma habitação própria e permanente em 2025 fica excluído do novo regime de isenção de IRS sobre mais-valias , mesmo que reinvista parte do valor obtido na compra de um imóvel para arrendamento em 2026. A Autoridade Tributária (AT) esclareceu, numa informação vinculativa, que o novo regime apenas se aplica a transmissões realizadas entre 1 de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2029. Por isso, a data da venda é determinante para saber se as mais-valias podem beneficiar da exclusão de tributação. Reinvestimento tem regras específicas O novo regime permite excluir de tributação determinados ganhos quando o valor obtido com a venda de uma habitação é reinvestido na aquisição de um imóvel destinado ao arrendamento habitacional, dentro dos limites de renda previstos na lei. O reinvestimento pode ser realizado entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. A intenção de reinvestir também deve ser indicada na declaração de IRS relativa ao ano em que ocorreu a transmissão. Para manter o benefício, deve ser celebrado um contrato de arrendamento habitacional dentro dos limites legais no prazo previsto. O imóvel adquirido através do reinvestimento tem ainda de permanecer no mercado de arrendamento durante pelo menos 36 meses, seguidos ou interpolados, nos primeiros cinco anos. Data da venda determina acesso ao benefício No caso analisado pela AT, o contribuinte vendeu a sua habitação própria e permanente em 2025 e pretendia utilizar parte do montante recebido, em 2026, para comprar um apartamento destinado ao arrendamento habitacional. Apesar de o reinvestimento ocorrer já durante a vigência da nova regra, a AT considera que as mais-valias resultam da transmissão realizada em 2025. Assim, o momento relevante para determinar a aplicação do regime é a data da venda e não a data em que o reinvestimento é concretizado. Mais-valias de 2025 ficam excluídas O Decreto-Lei n.º 97/2026 determina que as novas regras produzem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026 e abrangem transmissões realizadas até 31 de dezembro de 2029. Desta forma, uma casa vendida em 2025 não pode beneficiar desta exclusão de tributação através de um reinvestimento posterior. A AT concluiu que, neste caso, as mais-valias não cumprem os requisitos temporais exigidos pelo novo regime. Quando o reinvestimento é apenas parcial, a exclusão de tributação pode também ser proporcional ao montante efetivamente reinvestido, desde que sejam cumpridas as restantes condições previstas no Código do IRS. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que determina uma mais-valia imobiliária? Quando vende um imóvel, pode existir uma diferença entre o valor pelo qual o comprou e o montante obtido com a venda. Se essa diferença for positiva, estamos perante uma mais-valia imobiliária. Se o resultado for negativo, existe uma menos-valia. O cálculo não depende apenas dos preços de compra e venda. A legislação permite considerar determinados encargos associados ao imóvel e à sua transação, desde que sejam elegíveis e devidamente comprovados. Entre as despesas que podem ser relevantes estão custos com obras de valorização realizadas nos anos anteriores à venda, encargos de aquisição e venda, despesas com escritura e registos, certificado energético e mediação imobiliária. Por isso, guardar faturas e outros documentos relacionados com o imóvel é essencial para apurar corretamente as mais-valias imobiliárias. Como funciona a tributação? O cálculo das mais-valias imobiliárias tem em conta vários elementos, incluindo o valor de aquisição, o valor de venda, as despesas elegíveis e o período que passou desde a compra. Em regra, apenas uma parte da mais-valia apurada é considerada para efeitos de IRS. O montante sujeito a tributação é depois integrado nos rendimentos do contribuinte, sendo a taxa determinada de acordo com as regras aplicáveis ao seu rendimento coletável. Também pode existir uma atualização do valor de aquisição através do coeficiente de desvalorização monetária, quando estão reunidas as condições previstas na lei. Este mecanismo permite ter em consideração a passagem do tempo no cálculo. Assim, duas pessoas que obtenham o mesmo valor de venda podem ter resultados fiscais diferentes, dependendo do preço e da data de aquisição, das despesas realizadas e da sua situação fiscal. Quando é possível reduzir o imposto? A venda de uma habitação própria e permanente pode beneficiar de regras específicas quando o montante obtido é reinvestido na aquisição, construção ou determinadas situações de melhoria de outra habitação própria e permanente, dentro das condições e prazos previstos. O valor efetivamente reinvestido pode influenciar a parcela da mais-valia sujeita a tributação. Por isso, quem pretende vender uma casa e comprar outra deve analisar antecipadamente as condições aplicáveis ao reinvestimento. Existem ainda situações particulares relacionadas com contribuintes de idade igual ou superior a 65 anos ou reformados, nas quais podem aplicar-se regras próprias quando o valor obtido com a venda é destinado a determinados produtos financeiros previstos na legislação. A tributação também pode variar consoante o imóvel vendido seja ou não a habitação própria e permanente do contribuinte. Como calcular as mais-valias imobiliárias? Imagine que um imóvel foi adquirido por 180 mil euros e, alguns anos mais tarde, vendido por 245 mil euros. Durante o período de propriedade, o titular suportou 12 mil euros em despesas elegíveis relacionadas com o imóvel e a sua transação. Para determinar as mais-valias imobiliárias, é necessário considerar estes valores e aplicar as regras fiscais correspondentes, incluindo, quando aplicável, o coeficiente de atualização monetária. O resultado obtido não corresponde automaticamente ao imposto a pagar. É necessário determinar a parcela sujeita a IRS e considerar outros rendimentos e circunstâncias fiscais do contribuinte. Antes de vender um imóvel, é por isso aconselhável reunir os comprovativos das despesas e simular o impacto fiscal da operação. Desta forma, é possível antecipar o valor potencial das mais-valias imobiliárias e avaliar se existem mecanismos, como o reinvestimento, que possam reduzir a tributação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Valorização abranda, mas mantém ritmo elevado Os preços das casas registaram uma subida homóloga de 16,5% entre abril e junho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Embora o crescimento continue expressivo, representa uma desaceleração de 1,3 pontos percentuais relativamente aos primeiros três meses do ano, prolongando uma tendência de abrandamento pelo segundo trimestre consecutivo. A evolução foi distinta entre habitações novas e usadas. Os preços das casas existentes aumentaram 18% num ano, enquanto os imóveis novos registaram uma valorização de 12,3%. Na comparação com o trimestre anterior, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) avançou 3,6%, ligeiramente abaixo dos 3,8% registados anteriormente. Consulte o relatório de preços do SUPERCASA e acompanhe a evolução do mercado imobiliário em Portugal . Menos negócios num mercado mais caro A subida dos preços das casas ocorreu em simultâneo com uma redução da atividade. No segundo trimestre foram realizadas 40.142 transações, menos 6,4% do que um ano antes. Apesar da quebra no número de negócios, o valor global das operações aumentou 4,2%, para 10.700 milhões de euros. As famílias continuam a representar a maioria das compras, com 34.935 transações, correspondentes a 87% do total. Estas operações movimentaram cerca de 9.300 milhões de euros. Também as compras de habitações existentes diminuíram 6,6%, para 32.307 negócios. No segmento das habitações novas foram contabilizadas 7.835 transações, menos 5,7% em termos homólogos. Compradores estrangeiros perdem peso Os preços das casas continuam a subir enquanto a participação dos compradores com domicílio fiscal fora de Portugal diminui. Entre abril e junho, este grupo adquiriu 1.890 habitações, o equivalente a 4,7% das transações. O número representa uma descida de 10,3% face ao segundo trimestre de 2025, confirmando a redução do peso relativo da procura estrangeira no mercado habitacional. Quebra nas vendas é transversal A diminuição das transações não ficou limitada a uma determinada zona do país. Todas as regiões registaram menos negócios do que no mesmo período do ano anterior, com as maiores descidas observadas na Madeira, de 15%, e no Algarve, de 12,4%. Já os valores movimentados com a compra e venda de habitações aumentaram na maioria das regiões. O Oeste e Vale do Tejo, o Centro, os Açores, a Península de Setúbal e o Alentejo registaram crescimentos superiores à média nacional, entre 5,5% e 20,2%. Os dados do IPHab mostram, assim, um mercado em que os preços das casas continuam a valorizar, apesar da redução do número de transações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O preço pode estar desalinhado do mercado Para vender casa com mais eficácia, o primeiro passo é perceber se o preço corresponde à realidade da zona. O valor definido pelo proprietário pode parecer justo, mas estar acima do praticado em imóveis semelhantes. Uma análise baseada em dados atuais ajuda a identificar diferenças de preço e a posicionar o imóvel de forma competitiva. Para quem quer vender casa, uma avaliação profissional pode evitar que o valor seja definido apenas com base nas expectativas do proprietário. Veja aqui os relatórios de evolução de preços do SUPERCASA para uma melhor decisão . A apresentação pode afastar compradores Antes de marcar uma visita, o potencial comprador vê fotografias e lê o anúncio. Imagens escuras, divisões desarrumadas ou uma descrição pouco informativa podem reduzir o interesse. Para vender casa, a apresentação deve mostrar claramente os pontos fortes do imóvel. Fotografias de qualidade, uma descrição completa e informação rigorosa sobre áreas, quartos, localização e equipamentos ajudam a criar confiança. Um anúncio cuidado aumenta as hipóteses de chegar a pessoas realmente interessadas. Pequenos problemas pesam na decisão Uma parede com manchas, uma torneira com problemas ou uma iluminação fraca podem parecer detalhes, mas influenciam a perceção de quem visita o imóvel. Antes de vender casa, vale a pena corrigir pequenas falhas que possam transmitir falta de manutenção. Arrumar e despersonalizar as divisões também ajuda. O objetivo é criar espaços luminosos, organizados e fáceis de imaginar como futuros lares. O home staging pode reforçar esse efeito e tornar a casa mais apelativa. A flexibilidade nas visitas é outro ponto importante. Horários muito limitados podem fazer perder oportunidades e atrasar o negócio. Divulgação limitada reduz oportunidades Para vender casa, publicar o imóvel apenas num canal pode não ser suficiente. Uma estratégia mais abrangente pode combinar portais imobiliários, redes profissionais, campanhas digitais e contactos com potenciais compradores. É igualmente importante acompanhar os resultados. Poucas visualizações podem indicar um problema de divulgação; muitos contactos sem visitas podem revelar uma questão de preço ou apresentação; visitas sem propostas podem exigir uma nova análise da estratégia. Se quer vender casa depois de vários meses sem resultados, não significa necessariamente que não existam compradores. Pode ser necessário ajustar o preço, melhorar o anúncio, preparar melhor o imóvel ou aumentar a sua visibilidade. Com uma estratégia adequada, vender casa torna-se um processo mais estruturado. O apoio de um profissional imobiliário permite analisar o mercado, identificar obstáculos e definir ações para aproximar o imóvel dos compradores certos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .