Foto: Adobe Stock Autor: Redação Como a lavanda pode ajudar a dormir melhor O aroma da lavanda é frequentemente associado ao relaxamento e pode ajudar a reduzir o stress antes de dormir. O olfato está ligado a áreas do cérebro relacionadas com as emoções e as memórias, pelo que determinados cheiros podem influenciar o estado de espírito e a sensação de tranquilidade. Ter lavanda no quarto pode ser uma forma simples de criar um ambiente mais relaxante ao final do dia. Ainda assim, os efeitos variam de pessoa para pessoa e o aroma não substitui hábitos de sono saudáveis nem o acompanhamento médico quando existem dificuldades persistentes em dormir. Planta natural ou óleo essencial? Pode aproveitar o aroma da lavanda através de flores secas, de uma planta natural ou de produtos aromáticos adequados. Outra opção é utilizar um difusor durante um período limitado, seguindo as instruções do fabricante. Se optar por óleos essenciais, tenha alguns cuidados. Estes produtos são concentrados e podem causar irritação ou reações adversas, sobretudo em pessoas sensíveis. Escolha produtos de composição identificada, evite aplicá-los diretamente na pele sem indicação adequada e mantenha-os fora do alcance de crianças e animais. Outros hábitos que favorecem o sono Além de experimentar o aroma da lavanda, há mudanças na rotina que podem ajudar a preparar o corpo para descansar. Reduzir a intensidade da luz nas horas anteriores a deitar, limitar a utilização de telemóveis e televisão e manter horários regulares são algumas das medidas recomendadas. Também é preferível evitar refeições pesadas, cafeína ao final do dia e conversas ou atividades que provoquem tensão imediatamente antes de dormir. Criar um ambiente tranquilo, confortável e com pouca luz pode facilitar o adormecimento e contribuir para noites mais repousantes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação 1. Prepare o edredão para os dias frios Com a chegada do outono e a descida das temperaturas, os edredões voltam às camas. Antes de os utilizar, convém garantir que estão limpos, sobretudo se passaram vários meses guardados. Comece por consultar a etiqueta e verificar as recomendações do fabricante. O tipo de enchimento e as instruções de lavagem ajudam a escolher o método mais adequado e a evitar danos na peça. 2. Não force o edredão na máquina Se o edredão ocupar quase todo o tambor, não tente lavá-lo à força. Ao absorver água, torna-se mais pesado e pode sobrecarregar a máquina. Além disso, a falta de espaço dificulta a circulação da água e do detergente, comprometendo a limpeza. O edredão deve conseguir movimentar-se livremente durante a lavagem. 3. Recorra a uma lavandaria Se o edredão for demasiado grande para a máquina doméstica, uma lavandaria self-service pode ser uma solução prática. Estes espaços dispõem geralmente de máquinas com maior capacidade, adequadas a peças volumosas. Para edredões de penas ou materiais delicados, considere uma lavandaria profissional. Antes de escolher esta opção, confirme as recomendações do fabricante para evitar danificar o enchimento. 4. Lave o edredão na banheira Se tiver uma banheira e a etiqueta permitir a lavagem manual, comece por tratar as nódoas com detergente adequado. Encha a banheira com água morna, adicione detergente da roupa e mergulhe o edredão. Deixe-o de molho durante 15 a 30 minutos, movimentando-o suavemente. Depois, escoe a água e enxague várias vezes até eliminar os resíduos de detergente. Para terminar, retire o excesso de água sem torcer a peça e deixe-a secar conforme as instruções da etiqueta. Antes de a guardar ou voltar a utilizar, certifique-se de que está completamente seca para evitar humidade e odores desagradáveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Uma nova imagem sem partir o pavimento Mudar o chão de uma divisão não implica necessariamente remover o revestimento existente. Quando os azulejos estão estáveis e em boas condições, o microcimento pode ser aplicado diretamente sobre a superfície, criando um acabamento uniforme e contemporâneo. Com apenas alguns milímetros de espessura, esta solução também evita alterações significativas na altura do pavimento. Assim, há menos probabilidades de ser necessário ajustar portas ou criar diferenças entre divisões. O resultado é uma superfície contínua, sem as juntas tradicionais dos azulejos. Além de alterar completamente a estética do espaço, esta característica facilita a limpeza e permite criar ambientes mais simples e minimalistas. Onde pode aplicar microcimento em casa? A versatilidade é uma das principais vantagens do microcimento. Depois de devidamente selado, o revestimento pode ser utilizado em diferentes áreas da habitação, incluindo espaços sujeitos a humidade. Na cozinha, permite criar um pavimento contínuo e mais simples de limpar. Na casa de banho, pode ser utilizado no chão e em determinadas paredes, desde que sejam escolhidos os produtos e acabamentos adequados. Corredores, entradas e salas são igualmente opções a considerar. A escolha da cor e da textura permite adaptar o resultado ao estilo da casa. Tons neutros, como bege, areia, cinzento, branco ou off-white, são opções versáteis, enquanto cores mais fortes podem criar um efeito mais marcante. Entre os acabamentos, existem soluções mate, brilhantes e acetinadas. O estado dos azulejos é decisivo Antes de aplicar microcimento, é fundamental verificar a condição do pavimento. O novo revestimento não resolve problemas estruturais da base. Se existirem azulejos soltos, fissuras, irregularidades ou humidade, estas situações devem ser corrigidas previamente. A preparação inclui a limpeza da superfície, a reparação de danos, o preenchimento das juntas e a aplicação dos produtos necessários para garantir a aderência. Dependendo do sistema utilizado, podem ainda ser aplicadas camadas de reforço antes das fases decorativas e da selagem final. Por isso, uma avaliação profissional pode evitar problemas posteriores. Uma base instável pode provocar fissuras, bolhas ou descolamentos no novo revestimento. Quanto custa e como manter o revestimento? O preço da aplicação depende sobretudo da área, do estado do pavimento, da preparação necessária e do tipo de acabamento escolhido. Embora seja possível encontrar kits para aplicação doméstica, a execução exige algum rigor, sobretudo em áreas grandes ou sujeitas a utilização intensa. A manutenção diária é relativamente simples. A limpeza regular com água e detergente neutro é suficiente na maioria das situações. Deve evitar produtos abrasivos ou materiais que possam riscar a superfície. Nas zonas húmidas, a qualidade da selagem assume especial importância. Quando o trabalho é corretamente executado e a base está em boas condições, o microcimento pode ser uma alternativa duradoura para renovar o pavimento sem enfrentar uma obra de demolição. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Comece por retirar os alimentos e verificar as datas Antes de limpar o frigorífico, retire todos os alimentos e coloque os produtos mais sensíveis num local fresco durante o menor tempo possível. Este é também um bom momento para verificar as datas de validade e o estado das embalagens. Separe os alimentos que devem ser consumidos primeiro e elimine aqueles que já não estão em condições. Aproveite ainda para limpar o exterior das embalagens que tenham resíduos ou líquidos antes de voltarem ao interior. Com o frigorífico vazio, terá muito mais facilidade em identificar manchas, restos de comida ou zonas que precisam de uma limpeza mais cuidada. Lave prateleiras, gavetas e acessórios Para limpar o frigorífico, retire as prateleiras, gavetas e outros elementos amovíveis com cuidado. Se forem de vidro, deixe-os adaptar-se à temperatura ambiente antes de os lavar, evitando mudanças bruscas de temperatura. Use água morna, uma esponja macia e uma pequena quantidade de detergente suave. Para manchas mais difíceis, deixe a superfície de molho durante alguns minutos em vez de utilizar produtos abrasivos ou esfregar com demasiada força. Depois de lavar cada peça, passe por água limpa e seque completamente. A humidade acumulada pode favorecer o aparecimento de maus odores e dificultar a manutenção do aparelho. Limpe o interior e não esqueça as borrachas Depois de retirar os componentes, passe um pano limpo humedecido com água morna e detergente suave pelas paredes interiores, base e zonas fixas. Dê especial atenção aos cantos e aos espaços onde podem ficar restos de alimentos ou líquidos. As borrachas da porta também merecem atenção. Utilize uma escova pequena para remover resíduos acumulados nas dobras, onde a sujidade pode passar despercebida. No final, passe novamente um pano apenas com água para retirar eventuais resíduos de detergente e seque todas as superfícies. Para limpar o frigorífico de forma eficaz, é importante que o interior fique completamente seco antes de voltar a colocar os alimentos. Organize os alimentos e mantenha a limpeza Depois de limpar o frigorífico, volte a colocar os alimentos de forma organizada. Mantenha os produtos semelhantes juntos e deixe mais acessíveis aqueles que devem ser consumidos primeiro. Evite também encher demasiado as prateleiras, para facilitar a circulação do ar e a visualização dos alimentos. Para ajudar a controlar os odores, pode colocar um pequeno recipiente com bicarbonato de sódio no interior e substituí-lo regularmente. No caso do congelador, siga sempre as recomendações do fabricante antes de proceder à descongelação ou limpeza. Não é necessário esperar que apareçam maus cheiros ou sujidade visível. Uma limpeza mais completa uma vez por mês, acompanhada pela remoção imediata de derrames e por uma verificação semanal dos alimentos, ajuda a manter o frigorífico limpo, organizado e mais fácil de cuidar. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Aposte na luz e no contacto com a natureza A luz natural tem um papel importante no conforto dentro de casa e na regulação dos ritmos do organismo. Sempre que possível, aproveite a iluminação natural nas divisões onde passa mais tempo durante o dia. Ao final da tarde, opte por iluminação artificial mais quente e suave, sobretudo nos quartos e zonas de descanso. Além de criar um ambiente mais confortável, esta mudança pode ajudar a preparar a casa para o período de descanso. A presença de elementos naturais também pode tornar os espaços mais agradáveis. Plantas, madeira, pedra ou cortiça são opções simples para aproximar a natureza do ambiente doméstico, mesmo em apartamentos pequenos. Reduza o ruído e o excesso visual O ruído constante pode afetar o descanso e a concentração, especialmente em casas localizadas em zonas movimentadas ou edifícios com pouco isolamento acústico. Tapetes, cortinados espessos, estantes com livros e alguns materiais absorventes podem ajudar a reduzir a propagação do som. Em situações mais exigentes, pode ser necessário recorrer a soluções específicas de isolamento. Também a organização influencia a forma como percecionamos uma divisão. Demasiados objetos, padrões ou cores podem criar uma sensação de desorganização e cansaço visual. Apostar em arrumação fechada e manter as superfícies livres pode tornar o ambiente mais tranquilo. Crie ambientes adaptados a cada divisão A cor pode ajudar a definir diferentes ambientes. Nos quartos, tons suaves podem favorecer uma atmosfera mais relaxante, enquanto cores mais estimulantes podem ser utilizadas em zonas sociais ou de trabalho. O conforto térmico merece igualmente atenção. Uma casa bem isolada consegue manter temperaturas mais estáveis e reduzir a dependência de equipamentos de climatização. Pequenas intervenções, como vedar frestas, melhorar o isolamento ou instalar soluções mais eficientes nas janelas, podem aumentar o conforto e contribuir para reduzir os consumos energéticos. No final, não é necessário transformar completamente a casa. Aproveitar melhor a luz, controlar o ruído, organizar os espaços e escolher materiais e cores adequados pode fazer uma diferença significativa no bem-estar diário. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Começa pelo que interfere com o descanso Um quarto pensado para dormir deve transmitir tranquilidade, mas nem sempre é isso que acontece. Televisores, smartphones, computadores ou uma secretária de trabalho podem transformar o espaço de descanso numa extensão das restantes tarefas do dia. Também vale a pena olhar para a decoração. Cores demasiado intensas, padrões muito marcados e paredes preenchidas com informação podem criar estímulos desnecessários antes de dormir. Optar por uma decoração mais simples ajuda a tornar o ambiente visualmente mais calmo. O mesmo princípio pode aplicar-se aos livros, revistas e outros objetos espalhados pelas mesas de cabeceira. Em vez de acumular vários elementos, manter apenas aquilo que utilizas permite que o quarto fique mais organizado e fácil de manter. Menos coisas também significa mais espaço Nem tudo o que ocupa espaço no quarto tem verdadeira utilidade. Roupa interior gasta, meias sem par, peças que já não usas e acessórios esquecidos no fundo das gavetas são bons exemplos do que pode ser eliminado. O roupeiro merece uma atenção especial. Um excesso de roupa dificulta a organização e torna mais demorada a escolha do que vestir. Separar as peças que já não utilizas e guardar a roupa de outras estações também permite aproveitar melhor o espaço disponível. O mesmo vale para caixas de aparelhos eletrónicos, cabides deteriorados, jogos de cama em excesso e objetos guardados debaixo da cama sem uma finalidade concreta. Antes de conservar alguma coisa, vale a pena perguntar se é realmente utilizada. O quarto não deve transformar-se num armazém Alguns móveis e objetos acabam por permanecer no quarto apenas por hábito. Um banco que serve para acumular roupa, uma cadeira constantemente coberta de peças ou demasiadas almofadas decorativas podem dificultar a rotina diária. As molduras, pequenos objetos decorativos e outros acessórios também acrescentam trabalho de limpeza. Reduzir a quantidade não significa eliminar a personalidade do quarto, mas escolher melhor aquilo que merece permanecer à vista. As plantas seguem a mesma lógica. Se uma planta exige cuidados que não consegues assegurar ou está constantemente a perder folhas, pode deixar de cumprir uma função decorativa e transformar-se numa preocupação adicional. Um espaço simples pode ser mais funcional Organizar o quarto não implica comprar mais soluções de arrumação. Muitas vezes, o primeiro passo é retirar aquilo que já não tem utilidade e deixar livres as zonas essenciais. A roupa deve ter um lugar definido, a cama deve permanecer desimpedida e as superfícies devem conter apenas os objetos necessários. Esta organização torna as tarefas diárias mais simples e reduz o tempo gasto a arrumar. Ao eliminar o excesso, o quarto ganha espaço visual e torna-se mais fácil perceber aquilo que realmente importa. O objetivo não é criar uma divisão vazia ou seguir uma tendência de decoração, mas construir um ambiente confortável, funcional e adequado ao descanso. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Quando a decoração nunca parece estar terminada A insatisfação decorativa surge quando, apesar das mudanças constantes em casa, permanece a sensação de que falta alguma coisa. Trocar móveis, reorganizar divisões ou seguir novas tendências pode trazer entusiasmo momentâneo, mas nem sempre altera a relação com o espaço. Uma das razões está na comparação permanente com outros interiores. Nas redes sociais, é fácil encontrar salas cuidadosamente preparadas, fotografadas com a iluminação certa e sem os sinais de uma casa habitada. Essa exposição cria expectativas difíceis de transportar para o quotidiano. Ao comparar uma divisão real com imagens produzidas para inspirar ou vender um determinado estilo, a casa pode começar a parecer menos interessante do que realmente é. A insatisfação decorativa alimenta-se precisamente dessa distância entre aquilo que temos e aquilo que acreditamos que deveríamos ter. O efeito das compras na perceção da casa Comprar uma peça nova pode produzir uma sensação imediata de renovação. No entanto, a novidade perde rapidamente o impacto e aquilo que parecia ser a solução passa a integrar o cenário habitual. Este mecanismo ajuda a explicar porque motivo algumas mudanças conduzem a outras. Uma nova peça pode fazer com que outro móvel pareça desatualizado, levando a mais compras e alterações. O resultado é um ciclo em que a decoração está constantemente a ser modificada sem que exista uma satisfação duradoura. Além disso, acrescentar objetos nem sempre melhora uma divisão. Quando demasiados elementos disputam a atenção, o espaço pode tornar-se visualmente pesado. Por vezes, retirar peças é mais eficaz do que acrescentar outras. Uma casa deve refletir quem lá vive Outro fator importante é a dificuldade em definir um estilo próprio. Seguir apenas aquilo que está na moda pode criar uma decoração visualmente correta, mas pouco ligada à personalidade de quem habita a casa. Antes de comprar, pode ser útil perceber quais são as cores, materiais, formas e objetos que realmente fazem sentido. Peças herdadas, lembranças de viagens ou elementos com valor emocional podem contribuir mais para a identidade de uma divisão do que várias compras feitas por impulso. A iluminação também tem um papel relevante. Diferentes pontos de luz podem alterar a atmosfera de uma divisão e, muitas vezes, são uma intervenção mais simples do que substituir móveis ou renovar toda a decoração. Menos pressão para ter a casa perfeita Combater a insatisfação decorativa passa também por aceitar que uma casa não precisa de estar permanentemente pronta. Um espaço habitado muda com as pessoas, os hábitos e as diferentes fases da vida. Dar tempo a uma divisão antes de decidir o que falta permite perceber melhor as necessidades reais. Em vez de comprar imediatamente, pode ser útil retirar alguns objetos, experimentar novas disposições e observar o resultado durante alguns dias. A decoração torna-se mais pessoal quando deixa de ser uma tentativa de reproduzir imagens perfeitas. Uma casa confortável não precisa de parecer uma fotografia de revista. Precisa de funcionar para quem lá vive e transmitir uma sensação de pertença. Assim, a insatisfação decorativa pode diminuir não quando se compra mais, mas quando se passa a escolher com maior intenção e menos influência das tendências. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Os livros ganharam espaço na decoração Durante anos, ter uma biblioteca em casa parecia reservado a habitações espaçosas, com salas dedicadas à leitura e estantes de grandes dimensões. Hoje, essa ideia mudou. Uma biblioteca pode ocupar uma única parede, um corredor ou até um pequeno recanto junto à janela. A crescente valorização dos livros enquanto elementos decorativos ajudou a alterar esta perceção. As estantes deixaram de servir apenas para arrumar exemplares e passaram a contribuir para a personalidade dos espaços. As lombadas introduzem cor, textura e memórias, tornando a biblioteca parte integrante da decoração. Esta tendência também acompanha uma procura por interiores menos rígidos e mais pessoais. Em vez de divisões perfeitamente coordenadas, ganham importância os objetos que revelam gostos, interesses e histórias. Uma biblioteca pode, por isso, tornar uma casa mais acolhedora sem exigir grandes alterações. Como criar uma biblioteca num espaço pequeno A falta de espaço não impede a criação de uma biblioteca. Em casas pequenas, o segredo está em aproveitar zonas que normalmente ficam esquecidas. Uma parede estreita no corredor pode receber prateleiras pouco profundas, enquanto o espaço por cima de uma porta permite guardar livros sem reduzir a área útil. Também é possível aproveitar a altura das paredes. Uma estrutura do chão ao teto aumenta significativamente a capacidade de arrumação e pode funcionar como elemento arquitetónico. Num T0 ou T1, uma solução feita à medida permite adaptar cada centímetro às características da divisão. Outra opção passa por integrar os livros em móveis já existentes. Uma biblioteca pode surgir junto à televisão, numa zona de passagem ou à volta de uma janela. O importante é garantir que as prateleiras não dificultam a circulação e que os livros permanecem acessíveis. Para um resultado equilibrado, pode combinar livros colocados na vertical com pequenas pilhas horizontais. Plantas, fotografias ou objetos decorativos podem preencher alguns espaços, sem retirar protagonismo à coleção. Uma biblioteca com personalidade Uma biblioteca bem integrada não precisa de parecer saída de um catálogo. Pelo contrário, a mistura de diferentes formatos, cores e tamanhos pode tornar o conjunto mais interessante. Organizar os livros por temas, autores ou frequência de utilização também ajuda a manter a funcionalidade. A iluminação merece atenção especial. Um foco direcionado ou uma iluminação discreta nas prateleiras pode destacar os livros durante a noite e transformar a biblioteca num dos pontos de interesse da divisão. Também não é necessário expor todos os exemplares. Selecionar os livros que mais gosta ou que melhor se enquadram no espaço permite criar uma composição mais leve. Os restantes podem ser guardados noutro local. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Qual deve ser o peso das mochilas? Com o regresso às aulas, a escolha e a utilização das mochilas voltam a merecer atenção. O peso transportado diariamente pode ter impacto no conforto e na postura das crianças, sobretudo durante a fase de crescimento. A recomendação divulgada pelo SNS 24 indica que as crianças e jovens entre os 6 e os 18 anos devem transportar mochilas com menos de 10% do seu peso corporal. Assim, uma criança com 30 quilos deverá levar uma mochila com menos de 3 quilos. Este limite deve ser tido em conta não só na escolha da mochila, mas também na organização do material escolar. Livros, cadernos e restantes objetos podem fazer com que o peso aumente rapidamente. Que problemas podem surgir? Transportar mochilas demasiado pesadas de forma repetida pode contribuir para o aparecimento de dores nos ombros, pescoço e zona lombar. Durante o crescimento, uma carga excessiva pode também afetar a postura e a forma como a criança caminha. A utilização inadequada das mochilas pode levar a rigidez no pescoço, tensão muscular e desconforto nas costas. Por isso, além de controlar o peso, é importante verificar se a mochila está corretamente ajustada ao corpo. As mochilas devem ser utilizadas sobre os dois ombros. Transportar a carga apenas de um lado pode obrigar a coluna a compensar a distribuição do peso e favorecer uma postura incorreta. Como escolher e organizar a mochila? Na escolha das mochilas, deve dar-se preferência a modelos com alças largas e acolchoadas, que permitam distribuir melhor a carga. Alguns modelos incluem também apoio na zona lombar e uma fivela no peito, ajudando a manter a mochila mais estável. A organização do interior é igualmente importante. Os objetos mais pesados devem ficar junto às costas e, sempre que possível, na zona inferior da mochila. Desta forma, o peso fica mais próximo do centro do corpo. Também é importante evitar transportar material desnecessário. Antes de sair de casa, a criança deve levar apenas o que precisa para as aulas desse dia. Uma lancheira ou saco separado pode ajudar a reduzir a carga das mochilas. Mochilas com rodas podem ser uma alternativa Quando a quantidade de material escolar é elevada, as mochilas com rodas podem ser uma alternativa para reduzir a carga suportada pelas costas. Ao deslocar o peso através das rodas, diminui-se a pressão sobre os ombros e a coluna. Ainda assim, estas mochilas devem ser adequadas à altura e à idade da criança e utilizadas de forma correta. Seja qual for o modelo escolhido, controlar o peso das mochilas e ensinar os mais novos a transportá-las corretamente são medidas importantes para proteger a postura durante o crescimento. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Cria contraste através dos materiais Uma decoração da sala interessante começa muitas vezes pelo contraste. Em vez de escolher todos os elementos dentro do mesmo estilo, combina materiais, acabamentos e texturas diferentes para criar um ambiente mais dinâmico. Madeira, pedra, vidro, metal e tecidos podem coexistir sem tornar o espaço visualmente pesado. O segredo está em encontrar um elemento que se destaque dos restantes, como uma mesa de apoio metálica num ambiente dominado pela madeira ou uma peça contemporânea numa sala de inspiração mais natural. Esta estratégia permite dar mais personalidade à decoração da sala sem necessidade de grandes alterações. Dá protagonismo a uma peça de arte Um quadro, uma fotografia de grandes dimensões ou uma escultura podem transformar completamente uma sala. Mais do que preencher uma parede vazia, uma peça de arte pode funcionar como o ponto de partida para definir o ambiente e a paleta cromática. Para conseguir um resultado equilibrado, escolhe uma peça que dialogue com as cores já existentes, mas que tenha algum elemento diferenciador. Uma obra com fundo claro pode ajudar a iluminar a divisão, enquanto uma escultura de material contrastante pode assumir um papel de destaque. Na decoração da sala, nem sempre é necessário apostar em muitos objetos. Uma única peça bem escolhida pode ter mais impacto do que vários acessórios. Usa os tapetes para definir espaços Os tapetes são aliados importantes para organizar visualmente uma sala, sobretudo em espaços amplos ou com diferentes zonas funcionais. Um modelo de grandes dimensões pode enquadrar o sofá e criar uma área mais acolhedora, enquanto outro tapete pode delimitar o espaço de refeições. Também é possível sobrepor tapetes de diferentes tamanhos, desde que exista alguma ligação entre as cores ou os padrões. A combinação de texturas pode acrescentar profundidade e tornar a decoração da sala mais sofisticada. Se optares por esta solução, evita exagerar nos padrões. Quando existe um elemento muito marcante, os restantes devem assumir uma presença mais discreta. Introduz cor sem perder equilíbrio A cor pode ser usada para transformar uma sala neutra e criar um ambiente mais expressivo. Não é necessário pintar as paredes ou substituir o mobiliário: almofadas, cortinas, cadeirões, mantas e outros acessórios permitem experimentar diferentes tonalidades. Uma boa estratégia passa por escolher uma paleta com duas ou três cores principais e distribuí-las pela divisão. Padrões geométricos, riscas ou motivos botânicos podem ser combinados, desde que partilhem alguns tons. Para uma decoração da sala elegante, procura equilibrar cores intensas com bases neutras. Desta forma, consegues introduzir surpresa e personalidade sem criar uma sensação de desorganização. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação A sala é o espaço ideal para a samambaia No Feng Shui, a samambaia é associada à proteção, equilíbrio e renovação da energia. Por isso, a divisão onde é colocada pode fazer diferença na forma como o ambiente é percecionado. A sala de estar surge como uma das melhores opções para esta planta. É um espaço ligado à convivência, às relações familiares e aos momentos de partilha, características que combinam com a energia atribuída à samambaia. Embora seja comum encontrar esta planta junto a janelas ou em diferentes divisões da casa, a cozinha e o quarto não são considerados os locais mais indicados. A cozinha está associada ao elemento fogo e a uma dinâmica mais ativa, enquanto o quarto deve favorecer uma atmosfera tranquila e propícia ao descanso. Para quem segue os princípios do Feng Shui, colocar a samambaia na zona sudoeste da sala pode reforçar a associação da planta à prosperidade, estabilidade e abundância. Como manter a samambaia saudável Além da localização, os cuidados com a planta são fundamentais. A samambaia prefere ambientes húmidos e necessita de um solo que se mantenha húmido, sobretudo durante os períodos mais quentes. A frequência da rega deve ser ajustada à época do ano e às condições da casa. Se o solo permanecer seco durante vários dias, a planta pode começar a perder folhas e apresentar sinais de enfraquecimento. A iluminação também merece atenção. A samambaia desenvolve-se melhor num espaço luminoso, mas deve ficar protegida da exposição direta ao sol, que pode danificar as folhas. Quando a planta cresce e o vaso deixa de ter espaço suficiente para as raízes, pode ser necessário transplantá-la para um recipiente maior. Também é possível aproveitar os esporos para tentar obter novas plantas. Assim, para além de ser uma opção decorativa, a samambaia pode trazer mais verde ao interior da casa. Para quem segue o Feng Shui, escolher cuidadosamente o seu lugar permite ainda integrar a planta na organização energética do espaço. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Uma casa funcional começa na distribuição Nem todas as casas exigem o mesmo esforço para se manterem organizadas. A forma como as divisões estão distribuídas, a existência de espaços de circulação adequados e uma boa utilização da área disponível podem fazer uma diferença significativa no dia a dia. Ao procurar casas à venda, vale a pena olhar para além da decoração. Uma planta funcional, sem demasiados recantos ou zonas difíceis de utilizar, permite aproveitar melhor cada divisão e reduz os locais onde os objetos tendem a acumular-se. A arrumação também deve ser analisada. Armários embutidos, roupeiros amplos, arrecadações e outros espaços de armazenamento permitem manter os objetos fora da vista e ajudam a preservar uma sensação de ordem. Menos obstáculos significa menos trabalho Algumas escolhas de arquitetura e mobiliário podem tornar as tarefas domésticas mais rápidas. Superfícies lisas e resistentes, por exemplo, são geralmente mais simples de limpar do que materiais com muitos relevos, recortes ou juntas. O mesmo acontece com o mobiliário. Peças suspensas deixam o chão mais livre, facilitando a passagem do aspirador e a limpeza. Na cozinha, os eletrodomésticos integrados e os armários fechados podem contribuir para um ambiente visualmente mais organizado. Na casa de banho, os móveis fechados oferecem uma vantagem semelhante. Em vez de deixar produtos expostos em várias prateleiras, pode concentrá-los num espaço próprio, reduzindo a acumulação de pó e a desarrumação. Os pequenos espaços também contam Uma entrada bem aproveitada pode evitar que sapatos, malas e outros objetos se espalhem pela casa. Um simples móvel de apoio ou uma zona de arrumação junto à porta pode ajudar a manter cada coisa no seu lugar. Também os quartos beneficiam de soluções práticas. Camas com espaço de armazenamento permitem guardar roupa de outra estação ou objetos que não são utilizados diariamente, sem ocupar espaço adicional. Se estiver a visitar casas à venda com varanda ou terraço, observe igualmente a facilidade de manutenção destas áreas. Quanto mais simples for a utilização do espaço exterior, menor tende a ser o trabalho necessário para o conservar. O que avaliar antes de escolher uma casa? Durante uma visita, tente imaginar a utilização da casa numa semana normal. Não se limite a verificar se o imóvel está arrumado: observe se a própria configuração facilita a organização. Veja onde poderia guardar os objetos que utiliza diariamente, se existem zonas de armazenamento suficientes e se os móveis podem ser distribuídos sem dificultar a circulação. Preste ainda atenção aos materiais e acabamentos. Uma casa visualmente apelativa pode exigir mais manutenção do que parece. Por isso, antes de escolher entre várias casas à venda, avalie também o tempo e o esforço necessários para manter cada espaço. Uma casa verdadeiramente prática não precisa de estar sempre impecável. Precisa, sobretudo, de ser pensada para que a organização e a limpeza façam parte da rotina sem se transformarem numa tarefa constante. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra só abrange vendas desde 2026 Quem vendeu uma habitação própria e permanente em 2025 fica excluído do novo regime de isenção de IRS sobre mais-valias , mesmo que reinvista parte do valor obtido na compra de um imóvel para arrendamento em 2026. A Autoridade Tributária (AT) esclareceu, numa informação vinculativa, que o novo regime apenas se aplica a transmissões realizadas entre 1 de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2029. Por isso, a data da venda é determinante para saber se as mais-valias podem beneficiar da exclusão de tributação. Reinvestimento tem regras específicas O novo regime permite excluir de tributação determinados ganhos quando o valor obtido com a venda de uma habitação é reinvestido na aquisição de um imóvel destinado ao arrendamento habitacional, dentro dos limites de renda previstos na lei. O reinvestimento pode ser realizado entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. A intenção de reinvestir também deve ser indicada na declaração de IRS relativa ao ano em que ocorreu a transmissão. Para manter o benefício, deve ser celebrado um contrato de arrendamento habitacional dentro dos limites legais no prazo previsto. O imóvel adquirido através do reinvestimento tem ainda de permanecer no mercado de arrendamento durante pelo menos 36 meses, seguidos ou interpolados, nos primeiros cinco anos. Data da venda determina acesso ao benefício No caso analisado pela AT, o contribuinte vendeu a sua habitação própria e permanente em 2025 e pretendia utilizar parte do montante recebido, em 2026, para comprar um apartamento destinado ao arrendamento habitacional. Apesar de o reinvestimento ocorrer já durante a vigência da nova regra, a AT considera que as mais-valias resultam da transmissão realizada em 2025. Assim, o momento relevante para determinar a aplicação do regime é a data da venda e não a data em que o reinvestimento é concretizado. Mais-valias de 2025 ficam excluídas O Decreto-Lei n.º 97/2026 determina que as novas regras produzem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026 e abrangem transmissões realizadas até 31 de dezembro de 2029. Desta forma, uma casa vendida em 2025 não pode beneficiar desta exclusão de tributação através de um reinvestimento posterior. A AT concluiu que, neste caso, as mais-valias não cumprem os requisitos temporais exigidos pelo novo regime. Quando o reinvestimento é apenas parcial, a exclusão de tributação pode também ser proporcional ao montante efetivamente reinvestido, desde que sejam cumpridas as restantes condições previstas no Código do IRS. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que determina uma mais-valia imobiliária? Quando vende um imóvel, pode existir uma diferença entre o valor pelo qual o comprou e o montante obtido com a venda. Se essa diferença for positiva, estamos perante uma mais-valia imobiliária. Se o resultado for negativo, existe uma menos-valia. O cálculo não depende apenas dos preços de compra e venda. A legislação permite considerar determinados encargos associados ao imóvel e à sua transação, desde que sejam elegíveis e devidamente comprovados. Entre as despesas que podem ser relevantes estão custos com obras de valorização realizadas nos anos anteriores à venda, encargos de aquisição e venda, despesas com escritura e registos, certificado energético e mediação imobiliária. Por isso, guardar faturas e outros documentos relacionados com o imóvel é essencial para apurar corretamente as mais-valias imobiliárias. Como funciona a tributação? O cálculo das mais-valias imobiliárias tem em conta vários elementos, incluindo o valor de aquisição, o valor de venda, as despesas elegíveis e o período que passou desde a compra. Em regra, apenas uma parte da mais-valia apurada é considerada para efeitos de IRS. O montante sujeito a tributação é depois integrado nos rendimentos do contribuinte, sendo a taxa determinada de acordo com as regras aplicáveis ao seu rendimento coletável. Também pode existir uma atualização do valor de aquisição através do coeficiente de desvalorização monetária, quando estão reunidas as condições previstas na lei. Este mecanismo permite ter em consideração a passagem do tempo no cálculo. Assim, duas pessoas que obtenham o mesmo valor de venda podem ter resultados fiscais diferentes, dependendo do preço e da data de aquisição, das despesas realizadas e da sua situação fiscal. Quando é possível reduzir o imposto? A venda de uma habitação própria e permanente pode beneficiar de regras específicas quando o montante obtido é reinvestido na aquisição, construção ou determinadas situações de melhoria de outra habitação própria e permanente, dentro das condições e prazos previstos. O valor efetivamente reinvestido pode influenciar a parcela da mais-valia sujeita a tributação. Por isso, quem pretende vender uma casa e comprar outra deve analisar antecipadamente as condições aplicáveis ao reinvestimento. Existem ainda situações particulares relacionadas com contribuintes de idade igual ou superior a 65 anos ou reformados, nas quais podem aplicar-se regras próprias quando o valor obtido com a venda é destinado a determinados produtos financeiros previstos na legislação. A tributação também pode variar consoante o imóvel vendido seja ou não a habitação própria e permanente do contribuinte. Como calcular as mais-valias imobiliárias? Imagine que um imóvel foi adquirido por 180 mil euros e, alguns anos mais tarde, vendido por 245 mil euros. Durante o período de propriedade, o titular suportou 12 mil euros em despesas elegíveis relacionadas com o imóvel e a sua transação. Para determinar as mais-valias imobiliárias, é necessário considerar estes valores e aplicar as regras fiscais correspondentes, incluindo, quando aplicável, o coeficiente de atualização monetária. O resultado obtido não corresponde automaticamente ao imposto a pagar. É necessário determinar a parcela sujeita a IRS e considerar outros rendimentos e circunstâncias fiscais do contribuinte. Antes de vender um imóvel, é por isso aconselhável reunir os comprovativos das despesas e simular o impacto fiscal da operação. Desta forma, é possível antecipar o valor potencial das mais-valias imobiliárias e avaliar se existem mecanismos, como o reinvestimento, que possam reduzir a tributação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Valorização abranda, mas mantém ritmo elevado Os preços das casas registaram uma subida homóloga de 16,5% entre abril e junho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Embora o crescimento continue expressivo, representa uma desaceleração de 1,3 pontos percentuais relativamente aos primeiros três meses do ano, prolongando uma tendência de abrandamento pelo segundo trimestre consecutivo. A evolução foi distinta entre habitações novas e usadas. Os preços das casas existentes aumentaram 18% num ano, enquanto os imóveis novos registaram uma valorização de 12,3%. Na comparação com o trimestre anterior, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) avançou 3,6%, ligeiramente abaixo dos 3,8% registados anteriormente. Consulte o relatório de preços do SUPERCASA e acompanhe a evolução do mercado imobiliário em Portugal . Menos negócios num mercado mais caro A subida dos preços das casas ocorreu em simultâneo com uma redução da atividade. No segundo trimestre foram realizadas 40.142 transações, menos 6,4% do que um ano antes. Apesar da quebra no número de negócios, o valor global das operações aumentou 4,2%, para 10.700 milhões de euros. As famílias continuam a representar a maioria das compras, com 34.935 transações, correspondentes a 87% do total. Estas operações movimentaram cerca de 9.300 milhões de euros. Também as compras de habitações existentes diminuíram 6,6%, para 32.307 negócios. No segmento das habitações novas foram contabilizadas 7.835 transações, menos 5,7% em termos homólogos. Compradores estrangeiros perdem peso Os preços das casas continuam a subir enquanto a participação dos compradores com domicílio fiscal fora de Portugal diminui. Entre abril e junho, este grupo adquiriu 1.890 habitações, o equivalente a 4,7% das transações. O número representa uma descida de 10,3% face ao segundo trimestre de 2025, confirmando a redução do peso relativo da procura estrangeira no mercado habitacional. Quebra nas vendas é transversal A diminuição das transações não ficou limitada a uma determinada zona do país. Todas as regiões registaram menos negócios do que no mesmo período do ano anterior, com as maiores descidas observadas na Madeira, de 15%, e no Algarve, de 12,4%. Já os valores movimentados com a compra e venda de habitações aumentaram na maioria das regiões. O Oeste e Vale do Tejo, o Centro, os Açores, a Península de Setúbal e o Alentejo registaram crescimentos superiores à média nacional, entre 5,5% e 20,2%. Os dados do IPHab mostram, assim, um mercado em que os preços das casas continuam a valorizar, apesar da redução do número de transações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O preço pode estar desalinhado do mercado Para vender casa com mais eficácia, o primeiro passo é perceber se o preço corresponde à realidade da zona. O valor definido pelo proprietário pode parecer justo, mas estar acima do praticado em imóveis semelhantes. Uma análise baseada em dados atuais ajuda a identificar diferenças de preço e a posicionar o imóvel de forma competitiva. Para quem quer vender casa, uma avaliação profissional pode evitar que o valor seja definido apenas com base nas expectativas do proprietário. Veja aqui os relatórios de evolução de preços do SUPERCASA para uma melhor decisão . A apresentação pode afastar compradores Antes de marcar uma visita, o potencial comprador vê fotografias e lê o anúncio. Imagens escuras, divisões desarrumadas ou uma descrição pouco informativa podem reduzir o interesse. Para vender casa, a apresentação deve mostrar claramente os pontos fortes do imóvel. Fotografias de qualidade, uma descrição completa e informação rigorosa sobre áreas, quartos, localização e equipamentos ajudam a criar confiança. Um anúncio cuidado aumenta as hipóteses de chegar a pessoas realmente interessadas. Pequenos problemas pesam na decisão Uma parede com manchas, uma torneira com problemas ou uma iluminação fraca podem parecer detalhes, mas influenciam a perceção de quem visita o imóvel. Antes de vender casa, vale a pena corrigir pequenas falhas que possam transmitir falta de manutenção. Arrumar e despersonalizar as divisões também ajuda. O objetivo é criar espaços luminosos, organizados e fáceis de imaginar como futuros lares. O home staging pode reforçar esse efeito e tornar a casa mais apelativa. A flexibilidade nas visitas é outro ponto importante. Horários muito limitados podem fazer perder oportunidades e atrasar o negócio. Divulgação limitada reduz oportunidades Para vender casa, publicar o imóvel apenas num canal pode não ser suficiente. Uma estratégia mais abrangente pode combinar portais imobiliários, redes profissionais, campanhas digitais e contactos com potenciais compradores. É igualmente importante acompanhar os resultados. Poucas visualizações podem indicar um problema de divulgação; muitos contactos sem visitas podem revelar uma questão de preço ou apresentação; visitas sem propostas podem exigir uma nova análise da estratégia. Se quer vender casa depois de vários meses sem resultados, não significa necessariamente que não existam compradores. Pode ser necessário ajustar o preço, melhorar o anúncio, preparar melhor o imóvel ou aumentar a sua visibilidade. Com uma estratégia adequada, vender casa torna-se um processo mais estruturado. O apoio de um profissional imobiliário permite analisar o mercado, identificar obstáculos e definir ações para aproximar o imóvel dos compradores certos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .