Foto: Adobe Stock Autor: Redação Darque vai receber 64 novas habitações A construção de 64 habitações em Darque, Viana do Castelo, avançará após a aprovação da adjudicação da empreitada e da minuta do contrato pelo executivo municipal. O projeto contempla fogos T1, T2 e T3, destinados à classe média, com preços inferiores aos praticados no mercado. A iniciativa pretende aumentar a oferta de habitação a custos controlados no concelho, facilitando o acesso à compra de casa. O processo, lançado em 2023, sofreu atrasos devido à aquisição dos terrenos, concluída ao longo de 2025, e à sobrecarga dos serviços municipais com projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Projeto inclui melhorias no espaço urbano Além da construção das habitações, a empreitada prevê a requalificação da área envolvente aos seis lotes, com o objetivo de melhorar o espaço urbano e valorizar as infraestruturas e áreas comuns. A adjudicação da obra foi aprovada, permitindo avançar com um projeto que pretende aumentar a oferta de habitação a custos controlados em Darque e facilitar o acesso a casas com preços inferiores aos praticados no mercado. Município prepara mais lotes habitacionais A estratégia municipal para aumentar a oferta de habitação inclui também a criação de 18 lotes para construção na freguesia de São Romão de Neiva, no Lugar de Três Marcos. Estes terrenos destinam-se a habitações T2 e T3. O investimento integra o esforço desenvolvido pelo município no âmbito da Estratégia Local de Habitação – 1.º Direito e do PRR. No concelho, estes programas representaram cerca de 51 milhões de euros, beneficiando 641 agregados familiares, dos quais 457 através de investimento direto da autarquia. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Comprar casa está mais caro em Portugal O preço das casas em Portugal atingiu os 3.082€/m² em setembro de 2026, mais 9,5% do que no mesmo mês do ano passado, segundo dados do Infocasa. Face a agosto, o aumento foi de 0,4%, após um verão marcado pela estabilização dos preços. Para quem quer comprar casa, a localização continua a ser um dos fatores com maior impacto no orçamento. Consulte aqui o relatório da evolução de preços das casas do SUPERCASA . Apesar da subida mensal, os preços permanecem ligeiramente abaixo do máximo de 3.090€/m², registado em junho. No último trimestre, verificou-se uma descida de 0,3%, mostrando que a evolução não é igual em todos os períodos nem em todas as regiões. Lisboa, Algarve e Madeira entre as zonas mais caras Lisboa continua a ser uma das regiões mais caras para comprar casa, com um preço médio de 4.573€/m². Ainda assim, registou uma descida mensal de 1,7%, enquanto a subida anual ficou nos 4,4%. No Algarve , o preço médio chegou aos 4.205€/m², apesar de uma redução mensal de 0,5%. Já na Madeira, comprar casa custava, em média, 4.167€/m², mais 13,6% do que há um ano. No Porto , o preço fixou-se nos 3.110€/m², com uma descida mensal de 0,5% e uma subida anual de 7,2%. Setúbal também apresenta valores elevados, com 3.521€/m². Onde os preços das casas mais aumentaram? A valorização imobiliária não se limita às grandes cidades. Santarém registou a maior subida anual entre as regiões destacadas, de 15,3%, com um preço médio de 1.940€/m². Também Coimbra , com 1.986€/m², apresentou uma subida anual de 13%. Em Aveiro e Leiria , os preços chegaram aos 2.292€/m² e 2.296€/m², respetivamente, ambos com aumentos de 11,9%. Braga registou uma valorização anual de 10,6%, atingindo os 2.195€/m². Estes valores mostram que os preços continuam a subir em várias regiões do país, pelo que procurar alternativas fora dos grandes centros pode ser uma opção para quem tem um orçamento limitado. Guarda é a região mais barata para comprar casa Para quem procura preços mais baixos, a Guarda apresenta o valor médio mais acessível, de 1.000€/m². Seguem-se Portalegre , com 1.151€/m², Bragança , com 1.215€/m², Castelo Branco , com 1.282€/m², e Vila Real , com 1.333€/m². As diferenças entre regiões mostram como a localização pode influenciar o custo de comprar casa. Antes de tomar uma decisão, importa comparar preços, avaliar o orçamento disponível e considerar os custos associados à aquisição. Embora o mercado nacional continue em valorização anual, a evolução varia consoante a região. Acompanhar os preços por localização pode ajudar a identificar alternativas mais ajustadas às necessidades e à capacidade financeira de cada comprador. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que revela a planta de uma casa A planta de uma casa permite visualizar a organização do imóvel como se estivesse a olhar para ele de cima. É uma ferramenta importante para perceber a ligação entre as divisões, a localização das portas e janelas e a existência de espaços exteriores, como varandas e terraços. Ao analisar um apartamento ou uma moradia, comece por identificar a tipologia. Num T2, por exemplo, o número indica que existem dois quartos, não incluindo a sala. Verifique também a localização do imóvel no edifício, os acessos e a disposição das áreas sociais e privadas. Como interpretar áreas, medidas e escala Para compreender as dimensões reais de cada divisão, confirme a escala indicada na planta. Numa escala de 1:100, um centímetro no desenho corresponde a um metro na realidade. Esta informação permite comparar espaços e perceber se existe área suficiente para as suas necessidades. É igualmente importante distinguir a área útil da área bruta. A primeira corresponde à superfície efetivamente disponível no interior do imóvel, enquanto a segunda considera também elementos como paredes e, consoante a definição aplicável, outras áreas associadas. Esta diferença influencia a avaliação do espaço e a comparação de preços por metro quadrado. Antes de avançar com a compra, confirme as áreas indicadas na documentação do imóvel. Símbolos, portas e elementos técnicos Uma planta de uma casa utiliza símbolos para representar portas, janelas, escadas, equipamentos sanitários e outros elementos. O arco junto a uma porta, por exemplo, indica normalmente o sentido de abertura. Já as linhas e os traços podem representar paredes, elementos estruturais ou componentes que não são visíveis ao nível do desenho. Observe também a localização de tomadas, pontos de luz, radiadores e instalações de água, quando estes elementos estiverem assinalados. A sua posição pode condicionar a disposição dos móveis e a necessidade de obras. Em imóveis com vários pisos, os cortes e alçados complementam a planta, permitindo compreender alturas, escadas e relações entre níveis. Se pretende remodelar a casa, confirme com um técnico quais as paredes que podem ser alteradas. Como avaliar a funcionalidade do imóvel Uma planta de uma casa não serve apenas para conhecer as dimensões: ajuda também a antecipar o conforto no dia a dia. Analise se a circulação entre a cozinha, a sala e os quartos é prática, se as zonas privadas estão resguardadas e se as janelas favorecem a entrada de luz natural. Imagine a disposição dos móveis e confirme se existe espaço para circular sem obstáculos. Pode recorrer a ferramentas digitais para simular diferentes configurações antes de tomar uma decisão. Por fim, lembre-se de que a planta não substitui uma visita ao imóvel. Um mediador imobiliário, arquiteto ou engenheiro pode ajudar a esclarecer dúvidas sobre a distribuição, as limitações construtivas e as alterações possíveis. Assim, terá mais informação para avaliar se a casa corresponde às suas necessidades. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Compra e venda passam a exigir mais informação O novo RJUE entrou em vigor a 1 de outubro de 2026 e introduz alterações que afetam diretamente a compra e venda de imóveis, sobretudo na informação sobre a situação urbanística. A partir desta data, os contratos que formalizem a transmissão de uma casa devem indicar se existe ou não título urbanístico . A apresentação desse documento deixa, contudo, de ser obrigatória no momento da escritura ou da autenticação do contrato. O negócio pode avançar sem o título, desde que fique expressamente registada a sua existência ou ausência. Desta forma, o comprador passa a ter informação sobre a situação urbanística do imóvel e sobre eventuais riscos associados. Obras passam a ter regras mais simples O novo RJUE altera também os procedimentos aplicáveis às operações urbanísticas. Uma das mudanças está relacionada com a comunicação prévia, que deixa de depender de uma verificação formal da autarquia antes do início dos trabalhos. Com este modelo, o interessado apresenta a comunicação e pode iniciar a operação, assumindo a responsabilidade pelo cumprimento das regras aplicáveis. A intervenção do município ocorre posteriormente, através de uma análise global da validade formal e material da operação urbanística. Responsabilidade aumenta para os intervenientes A alteração transfere uma parte maior da responsabilidade para os promotores, autores dos projetos e diretores de obra. Estes profissionais passam a ter um papel mais relevante na garantia de que os trabalhos cumprem as normas urbanísticas. O novo RJUE mantém, por outro lado, situações em que não é necessária licença nem comunicação prévia. O regime abrange, entre outras, obras de conservação e determinadas alterações no interior dos edifícios que não afetem o exterior ou a estabilidade da construção. Pequenas obras ficam fora do licenciamento Também estão abrangidas pela dispensa algumas intervenções de escassa relevância urbanística. Entre os exemplos encontram-se pequenas construções até 10 metros quadrados, muros até 1,8 metros, estufas até 20 metros quadrados e a instalação de painéis solares. As obras de reconstrução que não impliquem aumento de volume ou de área também podem beneficiar destas regras. O objetivo do novo RJUE passa por reduzir procedimentos administrativos e tornar mais previsível a realização de operações urbanísticas, contribuindo para acelerar a construção e a reabilitação de imóveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Comece pela documentação do imóvel Comprar casa implica mais do que avaliar a localização, o preço ou o estado de conservação. Antes de avançar, deve confirmar se existem encargos ou direitos registados sobre o imóvel. A certidão do registo predial permite verificar quem é o proprietário e identificar hipotecas, penhoras, usufrutos, servidões ou outros registos relevantes. A informação pode ser consultada através da certidão permanente predial. A caderneta predial também deve ser analisada. Este documento contém informação fiscal sobre o imóvel, como áreas, localização, composição e valor patrimonial. No entanto, não substitui o registo predial. Ao comprar casa, é importante comparar a informação destes documentos com aquilo que existe efetivamente no imóvel. Hipotecas, penhoras e usufrutos exigem atenção Nem todos os ónus impedem a venda de um imóvel, mas é fundamental perceber as suas consequências antes de assumir qualquer compromisso. Uma hipoteca funciona como garantia de uma dívida, sendo comum em imóveis adquiridos com crédito habitação. Quando a casa é vendida, devem ficar definidas as condições para liquidar a dívida e cancelar a hipoteca. Já uma penhora está associada a um processo de cobrança de uma dívida e requer uma análise especialmente cuidadosa. Antes de entregar um sinal ou assinar o contrato-promessa de compra e venda, importa perceber como será resolvida. O usufruto é outra situação a considerar. Uma pessoa pode ser proprietária do imóvel, enquanto outra mantém o direito de o utilizar e usufruir. Assim, comprar casa sujeita a usufruto pode não significar ter imediatamente o direito de ocupar ou utilizar o imóvel. Também podem existir servidões ou direitos de preferência que devem ser identificados antes da concretização do negócio. Confirme se a casa corresponde aos documentos A análise não deve ficar limitada à Conservatória. O processo camarário pode revelar informação importante sobre a situação urbanística do imóvel, incluindo projetos, plantas, licenças ou alterações realizadas ao longo do tempo. Ao comprar casa, deve verificar se aquilo que encontra durante a visita corresponde à documentação disponível. Uma garagem transformada em quarto, uma varanda fechada, um anexo ou uma ampliação podem justificar esclarecimentos adicionais. Também é importante comparar as áreas indicadas no registo predial, na matriz e nos documentos municipais. Uma diferença não significa necessariamente uma irregularidade, mas deve ser compreendida antes da compra. A aprovação do crédito habitação também não substitui estas verificações. A análise realizada pelo banco tem objetivos diferentes da avaliação jurídica e urbanística que deve ser feita pelo comprador. Faça as verificações antes de assinar o CPCV Idealmente, toda a documentação deve ser analisada antes da assinatura do contrato-promessa de compra e venda (CPCV) e da entrega de um sinal significativo. Se existir uma hipoteca, penhora, usufruto, divergência de áreas ou questão urbanística, o problema deve ser identificado antecipadamente e, quando necessário, refletido nas condições do negócio. Comprar casa com informação completa permite reduzir riscos e tomar uma decisão mais segura. A certidão predial, a caderneta, o processo camarário e a realidade física do imóvel devem, tanto quanto possível, contar a mesma história. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Isenção facilita construção da primeira casa A Câmara Municipal de Santana aprovou uma alteração ao regulamento de taxas que prevê a isenção total dos encargos de licenciamento para a construção ou reconstrução da primeira habitação por jovens. A medida estende-se também a emigrantes e descendentes que tenham tido residência no concelho, permitindo abranger pessoas que pretendam regressar ou voltar a fixar-se em Santana. Consulte aqui a evolução de preços das casas em Santana do SUPERCASA . A decisão pretende tornar mais acessível a construção da primeira casa e contribuir para a fixação de população jovem no território. Primeira habitação beneficia de novos incentivos O município aprovou igualmente uma alteração ao regulamento de benefícios fiscais, que passa a contemplar a isenção total de IMI durante três anos para quem construa ou compre a sua primeira habitação em Santana. O objetivo é criar melhores condições para quem pretende adquirir ou construir casa no concelho, reforçando as medidas destinadas às famílias e aos jovens. O pacote de medidas inclui ainda apoios sociais para os agregados familiares, nomeadamente comparticipações na alimentação dos alunos e nas mensalidades das creches. No total, estes apoios representam 208 mil euros e abrangem cerca de 330 beneficiários. Santana reforça apoio às famílias A autarquia aprovou também o pacote fiscal para 2027, com medidas que deverão representar uma poupança de cerca de 411 mil euros para as famílias através do IMI e do IMI familiar. Com estas decisões, Santana procura combinar benefícios fiscais e apoios sociais para reduzir encargos das famílias e incentivar a permanência de jovens no concelho. A isenção das taxas de licenciamento assume ainda uma vertente de regresso e atração de população, ao abranger emigrantes e descendentes com ligação anterior a Santana que pretendam voltar a viver no município. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Crédito habitação cresce ao ritmo mais elevado O montante total de crédito habitação em Portugal chegou aos 119.062 milhões de euros em agosto, mais 11,2% do que no mesmo mês de 2025. Segundo os dados do Banco de Portugal (BdP), trata-se do crescimento anual mais elevado desde fevereiro de 2003. Face a julho, o stock de empréstimos para habitação aumentou 1.038 milhões de euros. A evolução registada em Portugal contrasta com a da área do euro, onde o crédito à habitação cresceu 3% no mesmo período. Casas mais caras aumentam financiamento A subida do valor dos empréstimos acompanha a evolução dos preços das casas. Dados recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que o preço médio de compra de uma habitação atingiu 266.475 euros no final de junho. Com o custo da habitação a aumentar, a aquisição de uma casa exige um maior esforço financeiro. Para muitas famílias, este contexto traduz-se também na necessidade de recorrer a montantes mais elevados de financiamento bancário. Apoios e condições influenciam procura A procura por financiamento habitacional ganhou dinamismo ao longo dos últimos meses, num contexto marcado por medidas de apoio à compra de casa por jovens até aos 35 anos, incluindo a isenção de IMT e a garantia pública. A evolução das taxas de juro e a alteração do limite da taxa de esforço também contribuíram para decisões antecipadas de financiamento. Desde agosto, o limite passou de 50% para 45%, condicionando a capacidade de endividamento de alguns agregados. Construção e imobiliário acompanham tendência O aumento do crédito habitação surge num mercado residencial onde os preços continuam elevados, enquanto a oferta permanece condicionada. Esta dinâmica também se reflete no financiamento destinado às empresas ligadas ao setor. De acordo com o BdP, os empréstimos à construção e às atividades imobiliárias cresceram 11,2% em termos anuais em agosto. Embora represente uma desaceleração face ao mês anterior, a evolução mantém-se em dois dígitos. O crescimento do crédito habitação acompanha, assim, um mercado marcado por preços elevados, maior necessidade de financiamento e alterações nas condições de acesso ao crédito. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Avaliação bancária sobe 14,7% em agosto A avaliação bancária das casas aumentou 14,7% em termos homólogos em agosto, para 2.254 euros por metro quadrado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Apesar de representar um novo máximo, o crescimento desacelerou face aos 15,2% registados em julho. Em relação ao mês anterior, o valor mediano aumentou 14 euros. A Península de Setúbal destacou-se com a maior subida mensal, de 1,6%, enquanto o Algarve foi a única região a registar uma descida, de 1,2%. Consulte aqui a evolução de preços das casas no SUPERCASA . Apartamentos registam maior valorização Por tipo de habitação, os apartamentos apresentaram uma subida mais acentuada da avaliação bancária. O valor médio aumentou 17% face a agosto de 2025, atingindo 2.655 euros por metro quadrado. Nas moradias, o crescimento homólogo foi de 12,6%, para 1.610 euros por metro quadrado. Também na comparação mensal os apartamentos registaram uma evolução superior, com uma subida de 1,1%, contra 0,2% nas moradias. Grande Lisboa mantém valores mais elevados A diferença entre os tipos de habitação também se verifica nos valores da avaliação bancária. A Grande Lisboa apresentou os valores mais elevados, com 3.487 euros por metro quadrado nos apartamentos e 2.918 euros nas moradias. No conjunto das regiões, Grande Lisboa, Algarve e Península de Setúbal apresentaram valores acima da mediana nacional. O Alto Alentejo registou o valor mais baixo, 54,1% abaixo da mediana do país. Número de avaliações aumenta em termos anuais Em agosto foram realizadas cerca de 32.650 avaliações bancárias, mais 3,1% do que no mesmo mês de 2025. Face a julho, contudo, o número de avaliações diminuiu 4,1%. Os dados do INE referem-se exclusivamente a avaliações realizadas no âmbito de pedidos de crédito para aquisição de habitação. Por isso, a avaliação bancária não corresponde diretamente aos preços efetivamente pagos nas transações, refletindo apenas imóveis sujeitos a financiamento bancário. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Juros sobem no crédito habitação Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação aumentou para 3,162% em agosto . O valor representa uma subida de 2,7 pontos base face ao mês anterior e corresponde ao nível mais elevado desde outubro de 2025. No financiamento destinado à aquisição de habitação, a taxa de juro implícita também aumentou, passando para 3,148%. A evolução dos juros ocorre num contexto em que o montante médio em dívida continua a crescer. Capital em dívida atinge novo recorde Em agosto, o capital médio em dívida nos contratos de crédito habitação aumentou 725 euros face a julho, atingindo 80.188 euros. De acordo com o INE, trata-se do valor mais elevado desde o início da série estatística. A conjugação entre o aumento do capital em dívida e a subida das taxas de juro refletiu-se diretamente na prestação da casa. Em agosto, o valor médio mensal atingiu 418 euros, mais quatro euros do que no mês anterior e mais 24 euros do que no mesmo período de 2025. Do total da prestação, cerca de metade corresponde ao pagamento de juros, enquanto a restante parcela é destinada à amortização do capital. Novos contratos têm prestações mais elevadas Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro manteve-se nos 2,910%. Para os empréstimos destinados à aquisição de habitação, registou-se uma ligeira descida, para 2,897%. Apesar da estabilidade dos juros nos novos contratos, o capital médio em dívida aumentou. Nos financiamentos celebrados nos últimos três meses, o montante médio chegou aos 185.812 euros, mais 3.336 euros do que em julho. Este aumento do valor financiado também teve impacto na prestação da casa dos novos contratos. Em agosto, a prestação média atingiu 744 euros, mais 13 euros do que no mês anterior e 14,3% acima do valor registado um ano antes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Famílias mudam de estratégia no crédito à habitação A taxa mista está a ganhar cada vez mais espaço no crédito à habitação em Portugal. Os contratos que combinam um período inicial de taxa fixa com uma fase posterior de taxa variável já representam mais de 48% do stock de empréstimos para comprar casa. Esta evolução acontece num contexto de maior preocupação com a oscilação das taxas de juro. Os contratos com taxa variável, tradicionalmente predominantes no mercado português, representam agora cerca de 47% do crédito à habitação. Já a taxa fixa mantém uma expressão bastante mais reduzida. A alteração da preferência das famílias tornou-se especialmente evidente nos últimos anos. No final de 2023, os contratos com taxa variável ainda representavam cerca de 78% do crédito à habitação, enquanto a taxa mista não chegava aos 18%. Taxa mista lidera novos contratos A mudança é ainda mais evidente quando se analisam os novos empréstimos. Em julho, a taxa mista representava cerca de 86% dos novos contratos de crédito à habitação , muito acima das opções de taxa variável e taxa fixa. A escolha deste modelo permite ao cliente beneficiar de uma prestação fixa durante um período inicialmente definido no contrato. Depois dessa fase, o crédito passa a estar associado a uma taxa variável, normalmente indexada à Euribor. O período inicial de taxa fixa pode variar de acordo com as condições apresentadas pelo banco e a escolha do cliente. Entre os contratos de taxa mista, dois anos é atualmente o prazo mais comum para esta primeira fase. Previsibilidade pesa na escolha das famílias O crescimento da taxa mista acompanha uma alteração no comportamento dos consumidores perante o crédito à habitação. Depois de anos em que a taxa variável dominou os empréstimos, a possibilidade de garantir uma prestação fixa durante os primeiros anos tornou-se mais apelativa. Ainda assim, a taxa mista não elimina totalmente o risco associado à evolução dos juros. Quando termina o período de taxa fixa, a prestação passa a depender das condições da taxa variável e da evolução da Euribor. A taxa fixa, por sua vez, continua a representar uma parcela reduzida do crédito à habitação. Em julho, correspondia a cerca de 2% dos novos contratos, enquanto a taxa variável representava 12%. A evolução destes modelos mostra como as condições do mercado de crédito e a perceção das famílias sobre os juros estão a influenciar as decisões de financiamento para comprar casa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação A prestação pode ficar a cargo de apenas um Quando duas pessoas contratam um crédito habitação como mutuárias, é frequente existir responsabilidade solidária. Neste caso, cada uma pode responder pela totalidade da dívida perante a instituição financeira. Isto significa que, se um dos titulares deixar de assegurar a sua parte da prestação, o outro poderá ter de suportar o valor completo para evitar atrasos. A forma como o casal decidiu dividir as despesas entre si não altera, por si só, as obrigações previstas no contrato bancário. Por isso, antes de comprar casa em conjunto, é importante perceber quem consta como proprietário, quem assina o financiamento e que responsabilidades ficam assumidas por cada pessoa. Separação não altera automaticamente o contrato Uma separação ou divórcio também não elimina as responsabilidades assumidas no crédito habitação. Mesmo que um dos titulares deixe de viver na casa, continuará ligado ao empréstimo enquanto o contrato não for alterado. Se um dos elementos pretender ficar com o imóvel e assumir sozinho as prestações, será necessário obter a concordância do banco para alterar a titularidade do crédito. A instituição irá avaliar, entre outros fatores, os rendimentos, despesas e restantes encargos do titular que pretende ficar sozinho com o financiamento. A alteração só produz efeitos perante o banco quando estiver formalizada. Até lá, os dois titulares continuam sujeitos às obrigações previstas no contrato. O que acontece se houver prestações em atraso? Se um dos titulares deixar de pagar e o outro não conseguir compensar a diferença, podem surgir consequências para ambos. O incumprimento pode gerar juros de mora e outros encargos, além de ser comunicado à Central de Responsabilidades de Crédito. Perante dificuldades financeiras, é importante contactar o banco rapidamente. O cliente pode beneficiar de mecanismos destinados a prevenir ou regularizar situações de incumprimento. Entre estes encontra-se o PERSI, um procedimento de negociação que procura encontrar soluções entre o cliente e a instituição financeira. O banco deve iniciar este procedimento entre o 31.º e o 60.º dia após o incumprimento, embora o cliente também possa solicitar a integração. Vender a casa pode ser uma solução Quando nenhum dos titulares consegue suportar o crédito habitação sozinho e não existe acordo para manter o imóvel, a venda da casa pode ser uma alternativa . O facto de existir uma hipoteca não impede a venda, mas a operação deve ser articulada com o banco. É necessário conhecer o capital ainda em dívida e assegurar a respetiva liquidação para tratar do cancelamento da hipoteca. Se o valor obtido com a venda for superior ao montante em dívida e aos custos associados, o montante restante será repartido de acordo com a titularidade do imóvel e a situação jurídica existente. Já se o valor da venda não for suficiente para liquidar o financiamento, será necessário esclarecer com o banco como será regularizado o montante em falta. Para reduzir riscos, quem contrata um crédito habitação em casal deve definir previamente como serão suportadas as prestações e o que acontecerá se um dos titulares deixar de conseguir pagar. Guardar comprovativos dos pagamentos e procurar o banco perante as primeiras dificuldades também pode evitar que a situação se agrave. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Euribor a 12 meses volta a subir A taxa Euribor apresentou comportamentos diferentes nos três principais prazos nesta terça-feira. Enquanto as taxas a três e seis meses registaram descidas, a Euribor a 12 meses voltou a aumentar, atingindo 3,117%. Este valor representa uma subida de 0,001 pontos percentuais face à sessão anterior e corresponde ao nível mais elevado desde agosto de 2024. Em sentido contrário, a Euribor a seis meses recuou 0,001 pontos, para 2,796%. Já a taxa a três meses caiu 0,034 pontos, fixando-se nos 2,635%. Taxa a seis meses é a mais usada A evolução da taxa Euribor a seis meses merece particular atenção em Portugal, uma vez que este prazo é atualmente o mais representativo nos contratos de crédito à habitação com taxa variável. Dados de julho do Banco de Portugal mostram que a Euribor a seis meses correspondia a 39,87% do stock de empréstimos para habitação própria permanente com taxa variável . A Euribor a 12 meses representava 31,26% desse stock, enquanto a taxa a três meses correspondia a 24,40%. Assim, as alterações nas taxas Euribor podem ter impacto significativo nas prestações de muitos empréstimos à habitação. Médias mensais também aumentaram A tendência de subida também foi visível nas médias mensais de agosto. Nos três prazos, a taxa Euribor registou valores superiores aos de julho. A média a três meses aumentou 0,088 pontos, para 2,513%, enquanto a taxa a seis meses avançou 0,066 pontos, para 2,713%. No prazo de 12 meses, a subida foi mais expressiva, de 0,099 pontos, colocando a média em 2,954%. A evolução das taxas é particularmente relevante para quem tem um crédito à habitação indexado à Euribor, já que a atualização da prestação depende do prazo e do momento de revisão definido no contrato. BCE prepara nova decisão sobre juros A próxima decisão do BCE surge depois de, em junho, o banco central ter aumentado as três taxas diretoras em 0,25 pontos percentuais, na sequência da subida dos preços globais associada ao conflito no Médio Oriente. Em julho, o BCE optou por manter os juros, tendo a presidente Christine Lagarde indicado que setembro permitiria avaliar novos dados antes de decidir os próximos passos da política monetária. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra só abrange vendas desde 2026 Quem vendeu uma habitação própria e permanente em 2025 fica excluído do novo regime de isenção de IRS sobre mais-valias , mesmo que reinvista parte do valor obtido na compra de um imóvel para arrendamento em 2026. A Autoridade Tributária (AT) esclareceu, numa informação vinculativa, que o novo regime apenas se aplica a transmissões realizadas entre 1 de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2029. Por isso, a data da venda é determinante para saber se as mais-valias podem beneficiar da exclusão de tributação. Reinvestimento tem regras específicas O novo regime permite excluir de tributação determinados ganhos quando o valor obtido com a venda de uma habitação é reinvestido na aquisição de um imóvel destinado ao arrendamento habitacional, dentro dos limites de renda previstos na lei. O reinvestimento pode ser realizado entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. A intenção de reinvestir também deve ser indicada na declaração de IRS relativa ao ano em que ocorreu a transmissão. Para manter o benefício, deve ser celebrado um contrato de arrendamento habitacional dentro dos limites legais no prazo previsto. O imóvel adquirido através do reinvestimento tem ainda de permanecer no mercado de arrendamento durante pelo menos 36 meses, seguidos ou interpolados, nos primeiros cinco anos. Data da venda determina acesso ao benefício No caso analisado pela AT, o contribuinte vendeu a sua habitação própria e permanente em 2025 e pretendia utilizar parte do montante recebido, em 2026, para comprar um apartamento destinado ao arrendamento habitacional. Apesar de o reinvestimento ocorrer já durante a vigência da nova regra, a AT considera que as mais-valias resultam da transmissão realizada em 2025. Assim, o momento relevante para determinar a aplicação do regime é a data da venda e não a data em que o reinvestimento é concretizado. Mais-valias de 2025 ficam excluídas O Decreto-Lei n.º 97/2026 determina que as novas regras produzem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026 e abrangem transmissões realizadas até 31 de dezembro de 2029. Desta forma, uma casa vendida em 2025 não pode beneficiar desta exclusão de tributação através de um reinvestimento posterior. A AT concluiu que, neste caso, as mais-valias não cumprem os requisitos temporais exigidos pelo novo regime. Quando o reinvestimento é apenas parcial, a exclusão de tributação pode também ser proporcional ao montante efetivamente reinvestido, desde que sejam cumpridas as restantes condições previstas no Código do IRS. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que determina uma mais-valia imobiliária? Quando vende um imóvel, pode existir uma diferença entre o valor pelo qual o comprou e o montante obtido com a venda. Se essa diferença for positiva, estamos perante uma mais-valia imobiliária. Se o resultado for negativo, existe uma menos-valia. O cálculo não depende apenas dos preços de compra e venda. A legislação permite considerar determinados encargos associados ao imóvel e à sua transação, desde que sejam elegíveis e devidamente comprovados. Entre as despesas que podem ser relevantes estão custos com obras de valorização realizadas nos anos anteriores à venda, encargos de aquisição e venda, despesas com escritura e registos, certificado energético e mediação imobiliária. Por isso, guardar faturas e outros documentos relacionados com o imóvel é essencial para apurar corretamente as mais-valias imobiliárias. Como funciona a tributação? O cálculo das mais-valias imobiliárias tem em conta vários elementos, incluindo o valor de aquisição, o valor de venda, as despesas elegíveis e o período que passou desde a compra. Em regra, apenas uma parte da mais-valia apurada é considerada para efeitos de IRS. O montante sujeito a tributação é depois integrado nos rendimentos do contribuinte, sendo a taxa determinada de acordo com as regras aplicáveis ao seu rendimento coletável. Também pode existir uma atualização do valor de aquisição através do coeficiente de desvalorização monetária, quando estão reunidas as condições previstas na lei. Este mecanismo permite ter em consideração a passagem do tempo no cálculo. Assim, duas pessoas que obtenham o mesmo valor de venda podem ter resultados fiscais diferentes, dependendo do preço e da data de aquisição, das despesas realizadas e da sua situação fiscal. Quando é possível reduzir o imposto? A venda de uma habitação própria e permanente pode beneficiar de regras específicas quando o montante obtido é reinvestido na aquisição, construção ou determinadas situações de melhoria de outra habitação própria e permanente, dentro das condições e prazos previstos. O valor efetivamente reinvestido pode influenciar a parcela da mais-valia sujeita a tributação. Por isso, quem pretende vender uma casa e comprar outra deve analisar antecipadamente as condições aplicáveis ao reinvestimento. Existem ainda situações particulares relacionadas com contribuintes de idade igual ou superior a 65 anos ou reformados, nas quais podem aplicar-se regras próprias quando o valor obtido com a venda é destinado a determinados produtos financeiros previstos na legislação. A tributação também pode variar consoante o imóvel vendido seja ou não a habitação própria e permanente do contribuinte. Como calcular as mais-valias imobiliárias? Imagine que um imóvel foi adquirido por 180 mil euros e, alguns anos mais tarde, vendido por 245 mil euros. Durante o período de propriedade, o titular suportou 12 mil euros em despesas elegíveis relacionadas com o imóvel e a sua transação. Para determinar as mais-valias imobiliárias, é necessário considerar estes valores e aplicar as regras fiscais correspondentes, incluindo, quando aplicável, o coeficiente de atualização monetária. O resultado obtido não corresponde automaticamente ao imposto a pagar. É necessário determinar a parcela sujeita a IRS e considerar outros rendimentos e circunstâncias fiscais do contribuinte. Antes de vender um imóvel, é por isso aconselhável reunir os comprovativos das despesas e simular o impacto fiscal da operação. Desta forma, é possível antecipar o valor potencial das mais-valias imobiliárias e avaliar se existem mecanismos, como o reinvestimento, que possam reduzir a tributação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Valorização abranda, mas mantém ritmo elevado Os preços das casas registaram uma subida homóloga de 16,5% entre abril e junho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Embora o crescimento continue expressivo, representa uma desaceleração de 1,3 pontos percentuais relativamente aos primeiros três meses do ano, prolongando uma tendência de abrandamento pelo segundo trimestre consecutivo. A evolução foi distinta entre habitações novas e usadas. Os preços das casas existentes aumentaram 18% num ano, enquanto os imóveis novos registaram uma valorização de 12,3%. Na comparação com o trimestre anterior, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) avançou 3,6%, ligeiramente abaixo dos 3,8% registados anteriormente. Consulte o relatório de preços do SUPERCASA e acompanhe a evolução do mercado imobiliário em Portugal . Menos negócios num mercado mais caro A subida dos preços das casas ocorreu em simultâneo com uma redução da atividade. No segundo trimestre foram realizadas 40.142 transações, menos 6,4% do que um ano antes. Apesar da quebra no número de negócios, o valor global das operações aumentou 4,2%, para 10.700 milhões de euros. As famílias continuam a representar a maioria das compras, com 34.935 transações, correspondentes a 87% do total. Estas operações movimentaram cerca de 9.300 milhões de euros. Também as compras de habitações existentes diminuíram 6,6%, para 32.307 negócios. No segmento das habitações novas foram contabilizadas 7.835 transações, menos 5,7% em termos homólogos. Compradores estrangeiros perdem peso Os preços das casas continuam a subir enquanto a participação dos compradores com domicílio fiscal fora de Portugal diminui. Entre abril e junho, este grupo adquiriu 1.890 habitações, o equivalente a 4,7% das transações. O número representa uma descida de 10,3% face ao segundo trimestre de 2025, confirmando a redução do peso relativo da procura estrangeira no mercado habitacional. Quebra nas vendas é transversal A diminuição das transações não ficou limitada a uma determinada zona do país. Todas as regiões registaram menos negócios do que no mesmo período do ano anterior, com as maiores descidas observadas na Madeira, de 15%, e no Algarve, de 12,4%. Já os valores movimentados com a compra e venda de habitações aumentaram na maioria das regiões. O Oeste e Vale do Tejo, o Centro, os Açores, a Península de Setúbal e o Alentejo registaram crescimentos superiores à média nacional, entre 5,5% e 20,2%. Os dados do IPHab mostram, assim, um mercado em que os preços das casas continuam a valorizar, apesar da redução do número de transações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O preço pode estar desalinhado do mercado Para vender casa com mais eficácia, o primeiro passo é perceber se o preço corresponde à realidade da zona. O valor definido pelo proprietário pode parecer justo, mas estar acima do praticado em imóveis semelhantes. Uma análise baseada em dados atuais ajuda a identificar diferenças de preço e a posicionar o imóvel de forma competitiva. Para quem quer vender casa, uma avaliação profissional pode evitar que o valor seja definido apenas com base nas expectativas do proprietário. Veja aqui os relatórios de evolução de preços do SUPERCASA para uma melhor decisão . A apresentação pode afastar compradores Antes de marcar uma visita, o potencial comprador vê fotografias e lê o anúncio. Imagens escuras, divisões desarrumadas ou uma descrição pouco informativa podem reduzir o interesse. Para vender casa, a apresentação deve mostrar claramente os pontos fortes do imóvel. Fotografias de qualidade, uma descrição completa e informação rigorosa sobre áreas, quartos, localização e equipamentos ajudam a criar confiança. Um anúncio cuidado aumenta as hipóteses de chegar a pessoas realmente interessadas. Pequenos problemas pesam na decisão Uma parede com manchas, uma torneira com problemas ou uma iluminação fraca podem parecer detalhes, mas influenciam a perceção de quem visita o imóvel. Antes de vender casa, vale a pena corrigir pequenas falhas que possam transmitir falta de manutenção. Arrumar e despersonalizar as divisões também ajuda. O objetivo é criar espaços luminosos, organizados e fáceis de imaginar como futuros lares. O home staging pode reforçar esse efeito e tornar a casa mais apelativa. A flexibilidade nas visitas é outro ponto importante. Horários muito limitados podem fazer perder oportunidades e atrasar o negócio. Divulgação limitada reduz oportunidades Para vender casa, publicar o imóvel apenas num canal pode não ser suficiente. Uma estratégia mais abrangente pode combinar portais imobiliários, redes profissionais, campanhas digitais e contactos com potenciais compradores. É igualmente importante acompanhar os resultados. Poucas visualizações podem indicar um problema de divulgação; muitos contactos sem visitas podem revelar uma questão de preço ou apresentação; visitas sem propostas podem exigir uma nova análise da estratégia. Se quer vender casa depois de vários meses sem resultados, não significa necessariamente que não existam compradores. Pode ser necessário ajustar o preço, melhorar o anúncio, preparar melhor o imóvel ou aumentar a sua visibilidade. Com uma estratégia adequada, vender casa torna-se um processo mais estruturado. O apoio de um profissional imobiliário permite analisar o mercado, identificar obstáculos e definir ações para aproximar o imóvel dos compradores certos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .