Foto: Adobe Stock Autor: Redação Praias e paisagens para descobrir na Púglia Situada no sul de Itália, Púglia estende-se entre os mares Adriático e Jónico e oferece cenários muito diferentes ao longo da costa. Entre enseadas rodeadas de falésias, praias de areia clara e pequenas localidades junto ao mar, a região é uma opção para quem procura descanso e contacto com a natureza. Polignano a Mare destaca-se pelas casas construídas sobre as falésias e pelas vistas sobre o Adriático. Já Monopoli combina um centro histórico pitoresco com pequenas praias e um porto tradicional. Mais a sul, na zona de Salento, encontram-se praias como Punta Prosciutto, conhecidas pela areia fina e pelas águas transparentes. Cidades históricas e aldeias típicas Uma viagem à Púglia permite também explorar cidades com um património arquitetónico marcante. Bari, a capital regional, convida a passear pelas ruas estreitas da cidade antiga e a conhecer monumentos como a Basílica de São Nicolau. Lecce é conhecida pela arquitetura barroca, pelas fachadas trabalhadas em pedra local e pelas praças históricas. No interior, Alberobello merece uma visita pelos seus trulli, construções tradicionais com telhados cónicos que fazem parte do património mundial da UNESCO. Ostuni, conhecida como a cidade branca, destaca-se pelas casas caiadas e pelas ruas sinuosas, que oferecem vistas sobre a paisagem rural e os olivais. Gastronomia e melhor altura para visitar A gastronomia é outro dos motivos para conhecer Púglia. Entre as especialidades regionais encontram-se as orecchiette, uma massa tradicional, o pão de Altamura, os queijos locais e os pratos de peixe e marisco. O azeite e os vinhos produzidos na região também fazem parte da identidade culinária local. A primavera e o início do outono são boas alturas para visitar Púglia, graças às temperaturas amenas e à menor afluência de turistas. O verão é indicado para aproveitar as praias, embora algumas localidades costeiras sejam mais movimentadas. Para explorar diferentes zonas com maior liberdade, alugar um carro pode facilitar as deslocações entre cidades, aldeias e praias. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Que assistência deve a companhia aérea prestar? Se o seu voo sofrer um atraso significativo ou for cancelado, a companhia aérea pode ter de prestar assistência, consoante as circunstâncias e as regras aplicáveis. Esta pode incluir refeições, bebidas e, quando necessário, alojamento e transporte entre o aeroporto e o local de estadia. Em determinadas situações, a transportadora também deve assegurar uma alternativa para chegar ao destino, sem custos adicionais. Por isso, se tiver um voo atrasado, guarde os comprovativos das despesas e peça informações à companhia aérea sobre a assistência disponível. Voo cancelado: pode pedir o reembolso? Quando um voo abrangido pelas regras europeias é cancelado, o passageiro pode, em geral, escolher entre o reembolso do bilhete e o transporte alternativo até ao destino final. O reembolso pode incluir os trajetos que já não tenham utilidade devido ao cancelamento. Se comprou uma viagem de ida e volta e o voo de ida for cancelado, poderá ter direito ao reembolso da totalidade do bilhete, caso a viagem deixe de fazer sentido. Antes de aceitar uma solução, confirme as opções disponibilizadas pela companhia aérea e guarde toda a documentação da reserva. Quando há direito a indemnização por voo atrasado? Além do reembolso ou do transporte alternativo, um voo atrasado ou cancelado pode dar direito a uma indemnização. No entanto, esta depende de fatores como a duração do atraso à chegada, a distância do percurso e as circunstâncias que provocaram a perturbação. Se o problema resultar de circunstâncias extraordinárias, como condições meteorológicas adversas ou restrições do controlo de tráfego aéreo, a companhia aérea poderá não ter de pagar uma indemnização adicional. Já em situações pelas quais a transportadora seja responsável, poderá existir esse direito. Se o seu voo atrasado ou cancelado afetar os seus planos, apresente uma reclamação à companhia aérea e conserve o bilhete, a confirmação da reserva, as comunicações recebidas e os recibos das despesas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Capitais com história e identidade própria A Europa de Leste reúne cidades com património histórico, arquitetura diversificada e uma forte identidade cultural. De Budapeste a Belgrado, diferentes influências europeias encontram-se em centros urbanos que combinam monumentos, museus, gastronomia e vida noturna. Budapeste é uma das principais portas de entrada na região. A capital húngara divide-se entre Buda e Peste, ligadas pelo Danúbio, e destaca-se pelos edifícios históricos, pelas termas e pelos espaços culturais. Já Cracóvia preserva um dos centros históricos mais conhecidos da Europa, enquanto Wrocław acrescenta uma vertente mais jovem e artística. Na Bulgária, Sofia permite combinar património religioso e vestígios da época romana com a proximidade das montanhas. Plovdiv complementa a viagem com um centro histórico marcado por diferentes períodos da história europeia. Balcãs ganham espaço entre viajantes A Europa de Leste estende-se também por destinos dos Balcãs com características muito próprias. Sarajevo é um exemplo da convivência entre heranças otomanas, austro-húngaras e balcânicas, visível na arquitetura, nos mercados e nos espaços religiosos. Belgrado apresenta outro perfil, marcado pela confluência dos rios Danúbio e Sava, pela fortaleza de Kalemegdan e por uma intensa programação cultural e noturna. A cidade preserva ainda diferentes testemunhos da sua história recente. Mais a sul, Tirana tem passado por uma transformação urbana acelerada. A capital albanesa combina edifícios renovados, museus e novos espaços culturais com o acesso a áreas naturais e à costa do país. Diversidade cultural marca a região Além das próprias cidades, a Europa de Leste permite criar viagens que combinam vários destinos e diferentes experiências. Cracóvia pode servir de ponto de partida para conhecer Zakopane, enquanto Sarajevo facilita o acesso a Mostar e às paisagens montanhosas da Bósnia e Herzegovina. Na Bulgária, a região de Sofia pode ser conjugada com Plovdiv, o Mosteiro de Rila ou a costa do Mar Negro. Na Albânia, Tirana permite prolongar a viagem até à Riviera Albanesa e a áreas naturais como o Parque Nacional do rio Vjosa. Os dados do Eurostat mostram a relevância crescente do turismo na Europa, enquanto a diversidade cultural e geográfica continua a tornar esta parte do continente uma alternativa para quem procura conhecer destinos menos convencionais. A combinação entre património, natureza e diferentes tradições faz da Europa de Leste uma região com múltiplas opções para escapadinhas ou viagens mais prolongadas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Uma cidade espanhola do outro lado do Estreito Localizada no norte de África, Ceuta pertence a Espanha e encontra-se junto à fronteira com Marrocos, na margem sul do Estreito de Gibraltar. Apesar da distância reduzida para a Europa continental, a cidade não tem qualquer ligação terrestre com Espanha. Com cerca de 18 quilómetros quadrados, é um território pequeno, onde o espanhol é a língua oficial e o euro a moeda utilizada. A ligação com a Península Ibérica faz-se sobretudo por via marítima, através de ferry, existindo também ligações aéreas em determinadas circunstâncias. A posição geográfica torna Ceuta especialmente interessante para quem procura conhecer um destino europeu em território africano. A proximidade com Marrocos acrescenta ainda uma forte influência cultural à experiência de quem visita a cidade. O que torna a fronteira tão particular? Uma das características mais singulares de Ceuta está no seu regime fronteiriço. Embora seja território espanhol e faça parte da União Europeia, existem regras específicas relacionadas com a circulação entre a cidade, Marrocos e o espaço europeu. A fronteira terrestre é fortemente controlada e constitui um dos pontos mais relevantes da região em matéria migratória. Para quem viaja, é importante ter em conta que a entrada em Ceuta não deve ser confundida com uma passagem direta e sem controlos para qualquer outro território do espaço Schengen. Esta realidade faz da cidade um local onde questões geográficas, políticas e europeias se cruzam de forma muito visível. Uma cidade com raízes portuguesas Antes de passar para a soberania espanhola, Ceuta esteve ligada a Portugal durante mais de dois séculos. Em 1415, a cidade foi conquistada por uma expedição liderada por D. João I, num acontecimento associado ao início da expansão portuguesa. O Infante D. Henrique participou na campanha, que teve grande importância na sua trajetória e na história dos Descobrimentos. Durante a presença portuguesa, Ceuta manteve-se como uma praça estratégica no Norte de África. Mesmo depois da Restauração da independência portuguesa, em 1640, a cidade permaneceu ligada à Coroa espanhola. A situação foi posteriormente reconhecida no Tratado de Lisboa, assinado em 1668. O património que vale a pena conhecer A herança histórica é uma das principais razões para incluir Ceuta num roteiro. As antigas fortificações, as muralhas e outros vestígios militares mostram a importância estratégica que o território teve ao longo dos séculos. Entre os pontos de interesse encontram-se as Muralhas Reais, a Plaza de África e a Catedral da Assunção. O Monte Hacho oferece também uma perspetiva privilegiada sobre a cidade e o Estreito de Gibraltar. A bandeira local é outro detalhe curioso: inclui elementos associados às armas portuguesas, mantendo viva a ligação histórica entre Ceuta e Portugal. Para quem procura uma viagem diferente, a cidade permite conhecer num espaço reduzido uma combinação pouco habitual de património português, identidade espanhola e localização africana. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Montanha e natureza para dias de outono Com a chegada do outono, as temperaturas descem e a paisagem portuguesa ganha novas cores. É uma boa altura para descobrir destinos frescos em Portugal, sobretudo em zonas de montanha, vales e áreas florestais. No Norte, Pitões das Júnias, em Montalegre, combina altitude, natureza e tranquilidade. A aldeia, integrada no Parque Nacional da Peneda-Gerês, é uma escolha interessante para quem procura caminhadas e paisagens serranas. Também no Gerês, a Cascata do Arado destaca-se pela água fria e pela envolvente montanhosa. Mais a sul, a Serra da Estrela oferece locais como o Covão da Ametade, um vale glacial atravessado por um ribeiro e rodeado de vegetação. Entre os destinos frescos em Portugal para esta estação encontra-se ainda a Serra do Açor. A zona de Piódão e Foz dÉgua combina aldeias de xisto, vegetação e cursos de água, criando um cenário especialmente apelativo para uma escapadinha. Grutas, cascatas e águas frias A natureza também oferece destinos frescos em Portugal longe das zonas costeiras. As Grutas de Mira de Aire, em Porto de Mós, mantêm uma temperatura próxima dos 17 ºC durante todo o ano, proporcionando uma experiência diferente nos dias de outono. Na Beira Interior, a Albufeira de Santa Luzia, na Pampilhosa da Serra, junta água, floresta e tranquilidade. Já a Barragem do Vilar, em Moimenta da Beira, permite desfrutar de paisagens naturais longe dos locais mais movimentados. A procura por destinos frescos em Portugal pode também levar até à Aldeia da Pena, na Serra de São Macário. Escondida entre montanhas, a aldeia de xisto destaca-se pelo ambiente sossegado e pelas vistas sobre o vale. Madeira entre floresta e levadas A Madeira reúne alguns dos destinos frescos em Portugal mais singulares graças à humidade, à floresta e à altitude. No Seixal, o Chão da Ribeira apresenta uma paisagem verde e húmida, com árvores, cursos de água e levadas. É uma opção para quem pretende caminhar num ambiente natural e afastado dos grandes centros turísticos. Em Santana, o percurso até ao Caldeirão Verde atravessa a floresta Laurissilva e inclui túneis, levadas e uma cascata de grandes dimensões. A vegetação densa contribui para a sensação de frescura ao longo do caminho. Escolher o destino certo para a estação No outono, os destinos frescos em Portugal ganham outro encanto. As temperaturas mais baixas favorecem os percursos pedestres, as visitas a aldeias e os passeios junto à água. Antes de partir, convém verificar as condições meteorológicas e o estado dos trilhos, sobretudo em zonas montanhosas. Calçado adequado, roupa para diferentes temperaturas e atenção às previsões são importantes para aproveitar a experiência. Entre montanhas, florestas, grutas e cascatas, estes destinos frescos em Portugal mostram que não é preciso esperar pelo verão para descobrir alguns dos cenários naturais mais especiais do país. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Um destino costeiro com charme mediterrânico Se procura um destino europeu bonito sem gastar tanto, Sozopol pode ser uma alternativa interessante à Costa Amalfitana. Localizada na costa búlgara do Mar Negro, esta cidade destaca-se pelas praias, ruas históricas e casas tradicionais. Apesar de ter uma atmosfera semelhante à de alguns destinos italianos, Sozopol mantém preços mais acessíveis. A cidade permite combinar dias de praia com passeios pelo centro histórico, refeições junto ao mar e momentos de descanso. O ambiente costeiro e as paisagens fazem deste destino uma opção a considerar por quem procura umas férias diferentes, sem abdicar do encanto de uma cidade junto à água. Praias, história e paisagens para descobrir Sozopol é uma das cidades costeiras mais antigas da Bulgária e tem um património histórico que se mistura com a paisagem marítima. O centro antigo, com as suas casas tradicionais, é um dos locais a explorar durante a visita. Para quem prefere passar o dia junto ao mar, existem várias praias nas proximidades. A praia de Veleka é uma das opções para conhecer águas transparentes e uma paisagem natural marcada pela proximidade entre rio e mar. A região permite ainda visitar outras localidades costeiras, como Tyulenovo e Varvara, que oferecem um ambiente mais tranquilo e menos urbano. Uma opção para férias sem gastar tanto Uma das principais vantagens de Sozopol está no custo da viagem. Em comparação com destinos mediterrânicos muito procurados, como a Costa Amalfitana, algumas despesas podem ser significativamente mais baixas, sobretudo em alimentação e bebidas. Isso permite organizar umas férias com praia, gastronomia e passeios sem o mesmo nível de investimento exigido por alguns dos destinos costeiros mais famosos da Europa. Se procura uma alternativa à Costa Amalfitana para a próxima viagem, Sozopol junta paisagens marítimas, património e preços mais acessíveis num único destino. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Um lado mais tranquilo do Mediterrâneo Para além dos destinos mais conhecidos, existem ilhas italianas onde o ritmo das férias é marcado pela tranquilidade, pela natureza e pela proximidade com o mar. São opções para quem pretende conhecer outro lado de Itália, sem abdicar de praias de águas transparentes e cenários naturais. Entre as sugestões encontram-se diferentes tipos de destinos. Algumas ilhas italianas têm origem vulcânica e apresentam paisagens moldadas pela atividade geológica, enquanto outras distinguem-se pelas pequenas localidades, pelas casas coloridas e pelo ambiente descontraído. Este conjunto de destinos permite também encontrar experiências bastante diferentes dentro do mesmo país. Há locais indicados para descansar junto ao mar, mas também territórios onde a história e as tradições locais assumem um papel importante. Praias, aldeias e paisagens vulcânicas Vulcano e Pantelleria são exemplos de ilhas italianas associadas a paisagens vulcânicas. A sua identidade está ligada à natureza e oferece uma alternativa aos destinos de praia mais procurados durante os meses de verão. Já Panarea e Procida apresentam uma atmosfera distinta, com localidades de menor dimensão e uma forte ligação à vida insular. As fachadas coloridas e as ruas das povoações contribuem para criar cenários particularmente característicos. La Maddalena é outra possibilidade para quem procura conhecer o litoral italiano através de paisagens naturais. O arquipélago destaca-se pela relação com o mar e pela variedade dos seus cenários costeiros. Destinos para diferentes tipos de férias Nem todas as ilhas italianas procuram atrair o mesmo tipo de viajante. Marettimo, por exemplo, apresenta um perfil mais isolado e rústico, adequado a quem valoriza o contacto com a natureza e ambientes menos urbanos. Elba acrescenta uma dimensão histórica a esta lista e permite combinar momentos de descanso com a descoberta do património local. Assim, as ilhas italianas menos conhecidas podem adaptar-se a diferentes formas de viajar. Para quem procura sol, mar e alguma distância das multidões, explorar estas alternativas pode ser uma forma de descobrir novos cenários mediterrânicos e viver umas férias com um ritmo mais tranquilo. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Natureza e paisagens marcam a experiência A Madeira reúne montanhas, falésias, mar e áreas verdes num território de grande diversidade natural. O clima ameno durante grande parte do ano permite explorar o arquipélago em diferentes estações, seja através de caminhadas, passeios pela costa ou momentos de descanso. Entre os locais mais procurados estão o Pico do Areeiro e o Pico Ruivo, com percursos e vistas sobre a paisagem montanhosa. As piscinas naturais de Porto Moniz e o miradouro do Cabo Girão são outras das atrações que fazem parte dos roteiros de quem visita a ilha. A Floresta Laurissilva é também um dos espaços naturais de maior importância da Madeira. Classificada como Património Mundial pela UNESCO, destaca-se pela biodiversidade e pela dimensão da floresta. Do mar à cidade há muito para descobrir Além da natureza, a Madeira oferece experiências ligadas ao oceano, à gastronomia e à cultura local. A observação de cetáceos, os passeios marítimos e as atividades ao ar livre permitem conhecer a costa a partir de diferentes perspetivas. No Funchal, a capital do arquipélago, encontram-se alguns dos principais pontos de interesse cultural e turístico. Mercados, jardins, museus e espaços dedicados à gastronomia regional complementam a visita. Porto Santo também pode integrar o roteiro, sobretudo para quem procura praias de areia dourada e momentos de maior tranquilidade. Uma viagem possível em diferentes épocas A Madeira pode ser visitada ao longo de todo o ano. Os meses mais quentes são procurados para aproveitar o mar, enquanto a primavera e o outono oferecem condições favoráveis para explorar os trilhos e a natureza. No inverno, as temperaturas relativamente amenas continuam a atrair visitantes que procuram uma alternativa aos destinos europeus mais frios. Acesso facilitado a partir do continente Para quem parte de Portugal continental, a Madeira apresenta ainda a vantagem de contar com ligações aéreas regulares. Existem voos a partir de cidades como Lisboa e Porto, com diferentes opções de horários e tarifas. O alojamento também apresenta uma oferta diversificada, desde hotéis e resorts a alojamento local e unidades de turismo rural. Os preços podem variar de acordo com a época e a procura. Entre natureza, património, mar e gastronomia, a Madeira apresenta diferentes possibilidades para uma escapadinha ou uma estadia mais prolongada, mantendo-se como um dos destinos turísticos de referência em Portugal. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Alentejo Litoral lidera as escolhas O mapa das férias dos portugueses está a mudar. O Alentejo Litoral passou a ser o destino nacional mais procurado para o verão, ultrapassando o Algarve, que liderava as preferências em 2019. A região alentejana é escolhida por 60% dos inquiridos que fazem férias em Portugal, enquanto o Algarve reúne agora 30%. Também o Norte Litoral ganhou expressão nas escolhas, passando de 13% para 38%. No conjunto, Portugal continua a ser o destino mais escolhido para as férias, embora tenha perdido peso face a 2019: passou de 61% para 50%. Em sentido contrário, a Europa subiu de 34% para 40%, com Espanha a destacar-se entre os destinos europeus. Apesar das alterações nas preferências, a maioria mantém os planos para os meses de verão. Cerca de 79% dos portugueses prevê gozar férias este ano e, entre estes, 73% deverá sair da sua residência habitual. Praia continua a marcar as férias Embora a praia permaneça como um dos principais critérios na escolha das férias, a sua importância diminuiu nos últimos anos. O fator é agora apontado por 47% dos inquiridos, contra 59% em 2019. O preço ganhou importância na decisão, refletindo uma maior atenção ao orçamento disponível. A oferta cultural também pesa mais na escolha, mostrando que as férias estão associadas a um conjunto mais diversificado de interesses. A duração prevista, contudo, mantém-se relativamente estável. Duas semanas continuam a ser a opção mais habitual, escolhida por 57% dos participantes, uma percentagem próxima dos 58% registados em 2019. Orçamento condiciona os planos O orçamento médio destinado às férias de verão é de 750 euros por pessoa, cerca de 5% acima do valor registado há sete anos. Apesar deste aumento, os portugueses revelam uma maior preocupação com os gastos. Quatro em cada dez inquiridos dizem que vão gastar menos do que em 2025 e uma percentagem idêntica prevê manter a despesa. Apenas 14% espera aumentar o orçamento das férias. O subsídio de férias continua a ser importante para financiar as viagens. Em 2026, 77% dos portugueses afirmam que vão utilizá-lo, total ou parcialmente, para suportar os custos deste período. Para 30%, este rendimento é mesmo essencial para pagar as férias. Internet ganha peso no planeamento A forma de preparar as férias também mudou. Atualmente, 86% dos portugueses procuram informação sobre destinos, alojamento ou atividades na internet, face a 67% em 2019. A Inteligência Artificial começa igualmente a entrar no planeamento das férias. Cerca de 21% dos inquiridos já recorre a estas ferramentas para pesquisar opções de viagem. Nas reservas, as plataformas online são utilizadas por 64% dos participantes. No alojamento, o Alojamento Local e o Airbnb representam, em conjunto, metade das escolhas, enquanto os hotéis mantêm uma preferência próxima da registada em 2019. Os dados resultam do estudo “Férias dos Portugueses 2019-2026”, realizado pelo IPAM-Porto junto de 450 adultos, em junho de 2026. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra entrou em vigor em setembro A Tailândia alterou as condições de entrada para turistas estrangeiros. A 15 de setembro terminou o regime que permitia uma estadia sem visto de até 60 dias para determinadas nacionalidades. Com as novas regras, a isenção de visto passa a permitir uma permanência máxima de 30 dias para cidadãos de 60 países e territórios. Portugal está entre os países abrangidos pela nova medida, juntamente com várias nações europeias, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália e outros destinos. A alteração aplica-se às entradas realizadas a partir da data definida pelas autoridades tailandesas. Quem entrar no país ao abrigo das novas regras deverá, por isso, ter em conta o período de permanência autorizado. Portugal mantém entrada sem visto Os cidadãos portugueses continuam a poder viajar para a Tailândia sem necessidade de solicitar previamente um visto para estadias turísticas abrangidas pelo regime de isenção de visto. No entanto, a duração máxima da permanência passa a ser de 30 dias. A medida inclui ainda regras específicas para entradas através das fronteiras terrestres, que ficam, em geral, limitadas a duas entradas por ano civil para quem utiliza esta modalidade. A alteração representa uma redução face ao anterior período de 60 dias, pelo que os viajantes portugueses que estejam a planear uma estadia mais prolongada devem verificar antecipadamente as condições aplicáveis. Outros regimes de entrada também mudam Além da isenção de visto de 30 dias, a Tailândia passa a aplicar uma categoria de 15 dias destinada aos titulares de passaportes das Seychelles e das Maurícias. O regime de visto à chegada também sofre alterações e fica disponível para cidadãos do Azerbaijão, da Bielorrússia e da Sérvia. Nestes casos, a permanência permitida é de até 15 dias. As novas categorias substituem as regras anteriormente aplicáveis a vários viajantes. Assim, a possibilidade de entrar sem visto ou obter um visto à chegada depende agora da nacionalidade e do regime correspondente. O que deve verificar antes de viajar Antes da partida, é importante confirmar as condições de entrada aplicáveis ao passaporte utilizado, uma vez que os períodos autorizados podem variar consoante a nacionalidade. Para quem viaja de Portugal para a Tailândia em turismo, a isenção de visto permite uma estadia de até 30 dias ao abrigo das novas regras. Ainda assim, os viajantes devem confirmar os requisitos em vigor antes da viagem e garantir que cumprem todas as condições de entrada. A redução do período de permanência torna especialmente importante planear a duração da viagem. Quem pretenda permanecer na Tailândia durante mais de 30 dias deverá informar-se sobre as alternativas disponíveis antes de partir. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O interior torna-se uma alternativa ao litoral Durante o verão, a costa portuguesa continua a atrair milhares de pessoas, mas as opções para passar férias em Portugal estão mais diversificadas. O interior do país tem conquistado visitantes interessados em ambientes tranquilos, contacto com a natureza e experiências diferentes das tradicionais férias de praia. Entre rios, albufeiras, serras e aldeias, surgem destinos capazes de proporcionar dias de descanso longe das zonas costeiras mais movimentadas. Para muitas famílias, esta mudança representa também uma forma de controlar o orçamento, numa altura em que o alojamento em destinos turísticos junto ao mar pode pesar cada vez mais nas despesas. Preços e tranquilidade influenciam escolhas O custo das férias é um dos fatores que pode levar os portugueses a procurar alternativas ao litoral. Nas zonas balneares mais procuradas, a elevada procura durante os meses de verão contribui para aumentar os preços do alojamento e tornar algumas estadias menos acessíveis. A lotação é outro elemento a considerar. Trânsito, estacionamento difícil e praias muito concorridas podem retirar alguma tranquilidade aos dias de descanso. No interior, a oferta de espaços naturais permite encontrar ambientes mais sossegados e, em muitos casos, soluções de alojamento diferenciadas. Esta procura não significa que a praia tenha deixado de fazer parte das férias em Portugal. O que está a mudar é a variedade de escolhas e a importância atribuída à experiência global da viagem. Rios, serras e natureza ganham protagonismo As praias fluviais, os rios e as zonas de montanha têm beneficiado da valorização do turismo de natureza. Muitos municípios têm apostado na melhoria destes espaços e na criação de condições para receber visitantes, tornando-os mais atrativos durante o verão. O clima também pode influenciar a escolha do destino. Em períodos de temperaturas elevadas, zonas com vegetação, sombra e acesso a água doce podem oferecer uma experiência diferente das praias expostas ao sol durante várias horas. Assim, as férias em Portugal estão a ganhar novos cenários. O litoral mantém a sua popularidade, mas o interior apresenta-se cada vez mais como uma opção para quem procura combinar descanso, natureza e uma maior sensação de tranquilidade. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação A idade pode mudar as regras da apólice Ter mais de 70 anos não significa ficar sem proteção. Contudo, os seguros de viagem podem estabelecer regras diferentes consoante a idade. É frequente existirem limites para a duração da viagem, alterações no preço e restrições em algumas coberturas. Quem planeia viajar nesta fase deve confirmar as condições antes de contratar. Há apólices que aceitam pessoas mais velhas, mas reduzem o período de proteção ou aplicam regras específicas. A idade limite varia entre seguradoras. Esta verificação é especialmente importante quando o seguro está associado a um cartão bancário, a uma agência de viagens ou à compra de um bilhete. Ter uma cobertura incluída não significa que todas as situações estejam protegidas. O que acontece com doenças anteriores? Nos seguros de viagem, a saúde é outro fator a analisar. Uma doença diagnosticada antes da partida pode não estar abrangida pelas garantias habituais ou pode ter condições próprias. Hipertensão, diabetes, problemas cardíacos ou cirurgias anteriores podem exigir uma avaliação adicional. Se surgir uma emergência durante a viagem relacionada com uma condição preexistente, a seguradora pode limitar ou recusar o pagamento, dependendo da apólice. Quando existe um questionário médico, responder de forma completa e correta é essencial. Algumas seguradoras oferecem proteção específica para doenças anteriores, embora esta possa aumentar o prémio. Que coberturas deve comparar? Ao escolher seguros de viagem, não basta olhar para o preço. A assistência médica deve ser adequada ao destino, sobretudo fora da Europa, onde uma hospitalização pode representar custos elevados. O repatriamento sanitário merece também atenção, tal como o transporte em caso de morte. É importante perceber se as despesas são pagas diretamente pela seguradora ou se o viajante terá de adiantar dinheiro para depois pedir o reembolso. Cancelamento, interrupção da viagem, bagagem e medicamentos são outras garantias relevantes. Para quem toma medicação regularmente, saber como funciona a proteção em caso de perda ou atraso da bagagem pode evitar problemas. O cartão europeu chega para viajar? Nas deslocações pela União Europeia, Espaço Económico Europeu e Suíça, o Cartão Europeu de Seguro de Doença permite aceder a cuidados de saúde públicos clinicamente necessários nas mesmas condições dos residentes. Apesar de gratuito, não substitui os seguros de viagem. O cartão não garante, por exemplo, repatriamento, assistência médica privada ou proteção por cancelamento. Por isso, quem viaja depois dos 70 deve comparar seguros de viagem e ler atentamente as exclusões. Confirmar os limites de idade, as condições de saúde e as coberturas antes da partida ajuda a evitar surpresas quando for necessário recorrer à assistência. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra só abrange vendas desde 2026 Quem vendeu uma habitação própria e permanente em 2025 fica excluído do novo regime de isenção de IRS sobre mais-valias , mesmo que reinvista parte do valor obtido na compra de um imóvel para arrendamento em 2026. A Autoridade Tributária (AT) esclareceu, numa informação vinculativa, que o novo regime apenas se aplica a transmissões realizadas entre 1 de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2029. Por isso, a data da venda é determinante para saber se as mais-valias podem beneficiar da exclusão de tributação. Reinvestimento tem regras específicas O novo regime permite excluir de tributação determinados ganhos quando o valor obtido com a venda de uma habitação é reinvestido na aquisição de um imóvel destinado ao arrendamento habitacional, dentro dos limites de renda previstos na lei. O reinvestimento pode ser realizado entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. A intenção de reinvestir também deve ser indicada na declaração de IRS relativa ao ano em que ocorreu a transmissão. Para manter o benefício, deve ser celebrado um contrato de arrendamento habitacional dentro dos limites legais no prazo previsto. O imóvel adquirido através do reinvestimento tem ainda de permanecer no mercado de arrendamento durante pelo menos 36 meses, seguidos ou interpolados, nos primeiros cinco anos. Data da venda determina acesso ao benefício No caso analisado pela AT, o contribuinte vendeu a sua habitação própria e permanente em 2025 e pretendia utilizar parte do montante recebido, em 2026, para comprar um apartamento destinado ao arrendamento habitacional. Apesar de o reinvestimento ocorrer já durante a vigência da nova regra, a AT considera que as mais-valias resultam da transmissão realizada em 2025. Assim, o momento relevante para determinar a aplicação do regime é a data da venda e não a data em que o reinvestimento é concretizado. Mais-valias de 2025 ficam excluídas O Decreto-Lei n.º 97/2026 determina que as novas regras produzem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026 e abrangem transmissões realizadas até 31 de dezembro de 2029. Desta forma, uma casa vendida em 2025 não pode beneficiar desta exclusão de tributação através de um reinvestimento posterior. A AT concluiu que, neste caso, as mais-valias não cumprem os requisitos temporais exigidos pelo novo regime. Quando o reinvestimento é apenas parcial, a exclusão de tributação pode também ser proporcional ao montante efetivamente reinvestido, desde que sejam cumpridas as restantes condições previstas no Código do IRS. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O que determina uma mais-valia imobiliária? Quando vende um imóvel, pode existir uma diferença entre o valor pelo qual o comprou e o montante obtido com a venda. Se essa diferença for positiva, estamos perante uma mais-valia imobiliária. Se o resultado for negativo, existe uma menos-valia. O cálculo não depende apenas dos preços de compra e venda. A legislação permite considerar determinados encargos associados ao imóvel e à sua transação, desde que sejam elegíveis e devidamente comprovados. Entre as despesas que podem ser relevantes estão custos com obras de valorização realizadas nos anos anteriores à venda, encargos de aquisição e venda, despesas com escritura e registos, certificado energético e mediação imobiliária. Por isso, guardar faturas e outros documentos relacionados com o imóvel é essencial para apurar corretamente as mais-valias imobiliárias. Como funciona a tributação? O cálculo das mais-valias imobiliárias tem em conta vários elementos, incluindo o valor de aquisição, o valor de venda, as despesas elegíveis e o período que passou desde a compra. Em regra, apenas uma parte da mais-valia apurada é considerada para efeitos de IRS. O montante sujeito a tributação é depois integrado nos rendimentos do contribuinte, sendo a taxa determinada de acordo com as regras aplicáveis ao seu rendimento coletável. Também pode existir uma atualização do valor de aquisição através do coeficiente de desvalorização monetária, quando estão reunidas as condições previstas na lei. Este mecanismo permite ter em consideração a passagem do tempo no cálculo. Assim, duas pessoas que obtenham o mesmo valor de venda podem ter resultados fiscais diferentes, dependendo do preço e da data de aquisição, das despesas realizadas e da sua situação fiscal. Quando é possível reduzir o imposto? A venda de uma habitação própria e permanente pode beneficiar de regras específicas quando o montante obtido é reinvestido na aquisição, construção ou determinadas situações de melhoria de outra habitação própria e permanente, dentro das condições e prazos previstos. O valor efetivamente reinvestido pode influenciar a parcela da mais-valia sujeita a tributação. Por isso, quem pretende vender uma casa e comprar outra deve analisar antecipadamente as condições aplicáveis ao reinvestimento. Existem ainda situações particulares relacionadas com contribuintes de idade igual ou superior a 65 anos ou reformados, nas quais podem aplicar-se regras próprias quando o valor obtido com a venda é destinado a determinados produtos financeiros previstos na legislação. A tributação também pode variar consoante o imóvel vendido seja ou não a habitação própria e permanente do contribuinte. Como calcular as mais-valias imobiliárias? Imagine que um imóvel foi adquirido por 180 mil euros e, alguns anos mais tarde, vendido por 245 mil euros. Durante o período de propriedade, o titular suportou 12 mil euros em despesas elegíveis relacionadas com o imóvel e a sua transação. Para determinar as mais-valias imobiliárias, é necessário considerar estes valores e aplicar as regras fiscais correspondentes, incluindo, quando aplicável, o coeficiente de atualização monetária. O resultado obtido não corresponde automaticamente ao imposto a pagar. É necessário determinar a parcela sujeita a IRS e considerar outros rendimentos e circunstâncias fiscais do contribuinte. Antes de vender um imóvel, é por isso aconselhável reunir os comprovativos das despesas e simular o impacto fiscal da operação. Desta forma, é possível antecipar o valor potencial das mais-valias imobiliárias e avaliar se existem mecanismos, como o reinvestimento, que possam reduzir a tributação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Valorização abranda, mas mantém ritmo elevado Os preços das casas registaram uma subida homóloga de 16,5% entre abril e junho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Embora o crescimento continue expressivo, representa uma desaceleração de 1,3 pontos percentuais relativamente aos primeiros três meses do ano, prolongando uma tendência de abrandamento pelo segundo trimestre consecutivo. A evolução foi distinta entre habitações novas e usadas. Os preços das casas existentes aumentaram 18% num ano, enquanto os imóveis novos registaram uma valorização de 12,3%. Na comparação com o trimestre anterior, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) avançou 3,6%, ligeiramente abaixo dos 3,8% registados anteriormente. Consulte o relatório de preços do SUPERCASA e acompanhe a evolução do mercado imobiliário em Portugal . Menos negócios num mercado mais caro A subida dos preços das casas ocorreu em simultâneo com uma redução da atividade. No segundo trimestre foram realizadas 40.142 transações, menos 6,4% do que um ano antes. Apesar da quebra no número de negócios, o valor global das operações aumentou 4,2%, para 10.700 milhões de euros. As famílias continuam a representar a maioria das compras, com 34.935 transações, correspondentes a 87% do total. Estas operações movimentaram cerca de 9.300 milhões de euros. Também as compras de habitações existentes diminuíram 6,6%, para 32.307 negócios. No segmento das habitações novas foram contabilizadas 7.835 transações, menos 5,7% em termos homólogos. Compradores estrangeiros perdem peso Os preços das casas continuam a subir enquanto a participação dos compradores com domicílio fiscal fora de Portugal diminui. Entre abril e junho, este grupo adquiriu 1.890 habitações, o equivalente a 4,7% das transações. O número representa uma descida de 10,3% face ao segundo trimestre de 2025, confirmando a redução do peso relativo da procura estrangeira no mercado habitacional. Quebra nas vendas é transversal A diminuição das transações não ficou limitada a uma determinada zona do país. Todas as regiões registaram menos negócios do que no mesmo período do ano anterior, com as maiores descidas observadas na Madeira, de 15%, e no Algarve, de 12,4%. Já os valores movimentados com a compra e venda de habitações aumentaram na maioria das regiões. O Oeste e Vale do Tejo, o Centro, os Açores, a Península de Setúbal e o Alentejo registaram crescimentos superiores à média nacional, entre 5,5% e 20,2%. Os dados do IPHab mostram, assim, um mercado em que os preços das casas continuam a valorizar, apesar da redução do número de transações. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O preço pode estar desalinhado do mercado Para vender casa com mais eficácia, o primeiro passo é perceber se o preço corresponde à realidade da zona. O valor definido pelo proprietário pode parecer justo, mas estar acima do praticado em imóveis semelhantes. Uma análise baseada em dados atuais ajuda a identificar diferenças de preço e a posicionar o imóvel de forma competitiva. Para quem quer vender casa, uma avaliação profissional pode evitar que o valor seja definido apenas com base nas expectativas do proprietário. Veja aqui os relatórios de evolução de preços do SUPERCASA para uma melhor decisão . A apresentação pode afastar compradores Antes de marcar uma visita, o potencial comprador vê fotografias e lê o anúncio. Imagens escuras, divisões desarrumadas ou uma descrição pouco informativa podem reduzir o interesse. Para vender casa, a apresentação deve mostrar claramente os pontos fortes do imóvel. Fotografias de qualidade, uma descrição completa e informação rigorosa sobre áreas, quartos, localização e equipamentos ajudam a criar confiança. Um anúncio cuidado aumenta as hipóteses de chegar a pessoas realmente interessadas. Pequenos problemas pesam na decisão Uma parede com manchas, uma torneira com problemas ou uma iluminação fraca podem parecer detalhes, mas influenciam a perceção de quem visita o imóvel. Antes de vender casa, vale a pena corrigir pequenas falhas que possam transmitir falta de manutenção. Arrumar e despersonalizar as divisões também ajuda. O objetivo é criar espaços luminosos, organizados e fáceis de imaginar como futuros lares. O home staging pode reforçar esse efeito e tornar a casa mais apelativa. A flexibilidade nas visitas é outro ponto importante. Horários muito limitados podem fazer perder oportunidades e atrasar o negócio. Divulgação limitada reduz oportunidades Para vender casa, publicar o imóvel apenas num canal pode não ser suficiente. Uma estratégia mais abrangente pode combinar portais imobiliários, redes profissionais, campanhas digitais e contactos com potenciais compradores. É igualmente importante acompanhar os resultados. Poucas visualizações podem indicar um problema de divulgação; muitos contactos sem visitas podem revelar uma questão de preço ou apresentação; visitas sem propostas podem exigir uma nova análise da estratégia. Se quer vender casa depois de vários meses sem resultados, não significa necessariamente que não existam compradores. Pode ser necessário ajustar o preço, melhorar o anúncio, preparar melhor o imóvel ou aumentar a sua visibilidade. Com uma estratégia adequada, vender casa torna-se um processo mais estruturado. O apoio de um profissional imobiliário permite analisar o mercado, identificar obstáculos e definir ações para aproximar o imóvel dos compradores certos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .