Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Maia lidera no equilíbrio entre rendimentos e habitação Comprar casa na Maia tornou-se uma das opções mais equilibradas para quem procura viver perto do Porto. O concelho combina preços mais acessíveis com rendimentos médios elevados, o que se traduz num menor esforço financeiro para quem deseja adquirir habitação, seja nova ou usada. Enquanto o Porto continua a ser o concelho mais caro da região Norte, com valores médios que ultrapassam os 3.200 euros por metro quadrado nas casas novas e 2.700 euros nas usadas, a Maia apresenta preços consideravelmente mais competitivos. Comprar casa na Maia custa, em média, 2.333 euros/m² no caso das habitações novas e 1.899 euros/m² nas usadas. Na prática, isto significa que uma casa nova de 100 metros quadrados pode ser adquirida por cerca de 233 mil euros, enquanto uma usada ronda os 190 mil euros, uma diferença que tem vindo a atrair cada vez mais compradores. Esforço financeiro mais reduzido para comprar casa na Maia Com um salário médio mensal próximo dos 1.500 euros, os trabalhadores que vivem ou exercem atividade profissional na Maia enfrentam um esforço financeiro mais reduzido face a quem pretende comprar casa noutros concelhos do Grande Porto. Em média, comprar casa na Maia exige cerca de 11 anos de rendimentos para uma habitação nova e menos de 9 anos para uma usada, valores claramente inferiores aos verificados no Porto. A conjugação entre preços controlados e rendimentos médios sólidos coloca a Maia como o concelho mais equilibrado da região, superando municípios vizinhos como Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Espinho e Trofa. Esta vantagem torna o concelho especialmente apelativo para famílias jovens e profissionais que trabalham na área metropolitana, mas procuram um local para viver com melhor relação entre custo e qualidade de vida. A boa rede de transportes, as acessibilidades e a oferta de serviços complementam este cenário favorável. Mercado imobiliário da Maia ganha destaque no Grande Porto O mercado imobiliário da Maia tem vindo a destacar-se pela combinação entre modernidade e estabilidade de preços. A proximidade ao Porto, as zonas residenciais em expansão e o investimento contínuo em mobilidade urbana têm reforçado o interesse de quem procura casa. Com valores mais ajustados ao poder de compra e um ambiente urbano cada vez mais dinâmico, comprar casa na Maia representa uma oportunidade sólida de investimento, quer para habitação própria, quer para rendimento. Além disso, o concelho tem atraído novos residentes e empresas, fortalecendo a economia local e valorizando o parque habitacional. Num contexto em que o tema da habitação domina o debate político e social, a Maia surge como exemplo de equilíbrio e sustentabilidade no mercado imobiliário do Grande Porto. Comprar casa na Maia é hoje sinónimo de inteligência financeira e qualidade de vida, provando que é possível viver perto do centro urbano do Porto sem comprometer o orçamento familiar. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Governo vende imóveis do Estado em Lisboa e Porto O Governo vende imóveis do Estado com o objetivo de financiar novos projetos de habitação pública e responder à falta de casas acessíveis em Portugal. Ao todo, 16 edifícios e terrenos serão colocados à venda, dez em Lisboa e seis no distrito do Porto, com uma estimativa de receita que ultrapassa os mil milhões de euros. A alienação destes imóveis insere-se num plano estratégico de gestão do património público. O executivo pretende libertar edifícios atualmente subutilizados, canalizando as verbas obtidas para programas de arrendamento acessível e reabilitação urbana. Edifícios emblemáticos entre os imóveis à venda Entre os imóveis que o Governo vende estão edifícios emblemáticos, como o da Presidência do Conselho de Ministros, em Campo de Ourique, e os antigos edifícios do Ministério da Educação e do Ministério da Saúde. Em Lisboa, destacam-se ainda propriedades na Avenida da República, Avenida João Crisóstomo e Avenida de Berna, zonas de elevado valor imobiliário. No distrito do Porto, a lista inclui imóveis em Matosinhos, Póvoa de Varzim, Felgueiras e Marco de Canaveses. Estes ativos representam um importante potencial de requalificação, podendo ser transformados em habitação, escritórios ou espaços culturais, conforme o interesse dos futuros compradores. Processo de alienação e avaliação independente O processo através do qual o Governo vende imóveis será conduzido com total transparência. Cada propriedade será avaliada por, pelo menos, duas entidades independentes e idóneas, garantindo que o valor base reflete o preço justo de mercado. As vendas decorrerão em hasta pública, permitindo a participação de entidades públicas e privadas. Mesmo após a alienação, os serviços do Estado poderão continuar a ocupar os edifícios, a título gratuito, até ao final de 2027, prazo previsto para a mudança definitiva para o novo Campus XXI, que concentrará ministérios e organismos públicos. Receita aplicada em habitação pública e arrendamento acessível A verba arrecadada quando o Governo vende imóveis será canalizada para reforçar as políticas de habitação pública, nomeadamente para o aumento da oferta de arrendamento acessível. O executivo considera que esta é uma forma eficaz de transformar património inativo em investimento social, dando resposta à crescente procura de habitação nas principais cidades. Embora algumas autarquias, como a de Lisboa, tenham manifestado reservas quanto à venda de certos edifícios, o Governo defende que esta operação representa um passo decisivo na racionalização dos recursos públicos. O objetivo é simples: vender o que está devoluto e aplicar o resultado em soluções de habitação que beneficiem diretamente a população. Assim, ao mesmo tempo que o Governo vende imóveis, procura criar valor económico e social, garantindo que cada euro obtido contribui para um futuro com mais habitação acessível e mais equilíbrio entre o mercado público e privado. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Portugal consagra-se nos World Travel Awards 2025 Portugal foi novamente distinguido nos World Travel Awards 2025 como o Melhor Destino da Europa, reforçando a sua posição como referência no turismo europeu e mundial. Este reconhecimento, considerado os “Óscares do Turismo”, reflete mais de uma década de políticas e estratégias sustentáveis que consolidaram o país como um exemplo de qualidade, autenticidade e inovação no setor do turismo. Lisboa, Porto e Madeira entre os grandes vencedores Entre os destinos portugueses premiados, Lisboa, Porto e Madeira voltaram a destacar-se. O Porto foi eleito o Melhor Destino Turístico da Europa pelo segundo ano consecutivo, afirmando-se como um símbolo de hospitalidade, cultura e modernidade. A Madeira recebeu dois galardões: Melhor Destino Insular da Europa e Melhor Entidade de Promoção Turística, reforçando o papel determinante que a região desempenha no turismo nacional. Já Lisboa voltou a conquistar o prémio de Melhor Destino de City Break da Europa, confirmando o seu apelo junto de viajantes que procuram experiências urbanas, culturais e gastronómicas únicas. Reconhecimento internacional do turismo português Estes prémios, atribuídos com base na votação de milhares de profissionais do turismo de todo o mundo, demonstram o reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido por todo o setor. A aposta na qualificação da oferta, na sustentabilidade e na valorização do património tem sido uma constante. O Turismo de Portugal sublinha que este sucesso resulta do esforço conjunto de empresas, autarquias e comunidades locais, que transformaram o turismo num verdadeiro motor de desenvolvimento económico e social. Portugal entre os “Best of the World” Além das distinções europeias, Portugal foi ainda incluído na lista “Best of the World 2026” da National Geographic, uma seleção que identifica os destinos mais inspiradores e sustentáveis do planeta. Este duplo reconhecimento reforça a imagem de um país que soube equilibrar a promoção turística com a preservação dos seus recursos naturais e culturais. Turismo e imobiliário: uma ligação em crescimento O impacto do turismo em Portugal é cada vez mais visível. Cidades como Lisboa e Porto vivem um novo dinamismo económico, com a reabilitação urbana e a valorização imobiliária a acompanhar o crescimento do setor. Muitos visitantes acabam por transformar a sua admiração pelo país em investimento, adquirindo casas ou apartamentos para férias, arrendamento turístico ou residência permanente. Neste contexto, portais imobiliários como o Supercasa assumem um papel essencial, disponibilizando uma vasta oferta de imóveis em todo o território nacional. Seja um apartamento com vista para o Douro, uma moradia tradicional na Madeira ou uma casa de charme em Lisboa, é possível encontrar no Supercasa propriedades que refletem o estilo de vida e a autenticidade que fazem de Portugal um destino turístico tão desejado. Esta ligação entre turismo e imobiliário é cada vez mais evidente, atraindo investidores e novos residentes que contribuem para a vitalidade das regiões. Portugal reforça o seu estatuto no turismo europeu A distinção de Portugal como Melhor Destino da Europa 2025 não é apenas um prémio simbólico. Representa o reconhecimento de um trabalho coletivo que transformou o país numa referência mundial do turismo moderno e sustentável. O desafio agora é continuar a inovar, promovendo uma oferta diversificada, responsável e adaptada às novas tendências de viagem. Com a hospitalidade que o caracteriza, a gastronomia premiada, as paisagens deslumbrantes e o equilíbrio entre tradição e modernidade, Portugal confirma-se como um país onde o turismo é mais do que uma atividade económica. É uma verdadeira experiência de vida. E para quem sonha em fazer parte dessa experiência, o Supercasa é o ponto de partida ideal para encontrar o imóvel perfeito e transformar a visita em permanência. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Rotas dos Vinhos: experiências únicas em inverno As rotas dos vinhos de Portugal são uma oportunidade única para combinar enoturismo, cultura e gastronomia, mesmo agora com o tempo mais frio. Visitar as caves de Vila Nova de Gaia, onde o vinho do Porto envelhece, é uma experiência imperdível, assim como brindar com os excelentes espumantes de vinho verde, perfeitos para dias mais frios. A mudança de horário de inverno é ideal para passeios mais tranquilos, aproveitando luz natural reduzida mas acolhedora. Na rota dos Vinhos de Setúbal, por exemplo, é possível fazer um passeio de barco com os golfinhos do Sado ou conhecer a Península de Tróia, com extensos areais que convidam a caminhadas invernais. No Alentejo, o lago artificial do Alqueva permite cruzeiros ou aluguer de barco-casa, combinando vinho e relaxamento num cenário sereno de inverno. Rotas regionais e património vinícola A Rota dos Vinhos Verdes percorre o Minho até ao Douro, atravessando cidades históricas como Braga e Guimarães, e vilas encantadoras junto aos rios, como Amarante, Barcelos ou Ponte de Lima. As vinhas, solares e casas senhoriais mostram como se cultivam vinhos leves e frescos, ideais para degustar mesmo nos dias mais frios. A sub-região de Monção e Melgaço destaca-se pelo Alvarinho, com provas no Solar do Alvarinho ou no Paço do Alvarinho. Já a Rota do Vinho do Porto percorre o Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial, incluindo quintas que oferecem enoturismo, provas de vinhos e participação nos trabalhos vinícolas, especialmente nas vindimas. O inverno permite vivenciar a região com tranquilidade, apreciando paisagens das encostas e do rio Douro com cores diferentes das estações quentes. A Rota da Bairrada, no Centro de Portugal, oferece vinhos espumantes, termas históricas e gastronomia local como o leitão da Bairrada. Nos Vinhos do Tejo, é possível percorrer a Tejo Wine Route 118, fazer paragens nas quintas ou explorar aldeias piscatórias e monumentos como o Convento de Cristo ou o castelo de Almourol. Mais a sul, a Rota dos Vinhos da Península de Setúbal combina praias, serra e a produção de Moscatel de Setúbal. No Alentejo, a rota do Vinho do Alentejo oferece paisagens ondulantes, aldeias históricas como Marvão e Monsaraz, e quintas que produzem vinhos tradicionais em cenários ideais para cruzeiros invernais no Alqueva. As rotas dos vinhos em Portugal proporcionam experiências únicas durante o inverno, combinando degustação, património e paisagens encantadoras. É a forma perfeita de explorar os vinhos portugueses, descansar e apreciar a cultura vinícola do país. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O imobiliário no Porto continua a afirmar-se como um dos setores mais dinâmicos da economia portuguesa. A cidade atravessa um período de crescimento sustentado, com uma procura consistente tanto por parte de residentes nacionais como de investidores estrangeiros. Este movimento tem reforçado o papel do Porto como um dos mercados mais sólidos e competitivos do país. A atratividade da cidade resulta da combinação de fatores como qualidade de vida, segurança, oferta cultural e oportunidades de investimento. O aumento da população ativa, o regresso de jovens profissionais e o interesse crescente de estrangeiros que escolhem o Porto para viver e trabalhar contribuem para a valorização do mercado imobiliário local. Reabilitação e expansão urbana Nos últimos anos, o imobiliário no Porto beneficiou fortemente dos programas de reabilitação urbana. Edifícios históricos têm sido transformados em habitações modernas, escritórios e espaços multi funcionais, revitalizando bairros inteiros. Zonas como Bonfim, Campanhã e Cedofeita tornaram-se polos de desenvolvimento habitacional e comercial, atraindo novos residentes e pequenas empresas. Paralelamente, há um movimento de expansão para áreas periféricas. Municípios como Matosinhos, Maia, Gondomar e Vila Nova de Gaia estão a consolidar-se como alternativas habitacionais com bons acessos, infraestruturas modernas e preços mais competitivos. Esta dinâmica regional reforça a coesão do mercado e cria novas oportunidades para quem procura investir em imóveis. Turismo e habitação O turismo mantém um papel determinante no imobiliário no Porto. O número crescente de visitantes impulsionou o investimento em alojamento local, hotéis e apartamentos de curta duração. No entanto, as políticas municipais procuram equilibrar este crescimento com a necessidade de garantir habitação acessível para residentes permanentes. Esta tendência tem estimulado o desenvolvimento de novos projetos residenciais de média e longa duração, bem como a oferta de soluções habitacionais mais sustentáveis. O equilíbrio entre turismo e habitação é hoje uma das chaves para o sucesso do mercado imobiliário da cidade. O papel das empresas e novas oportunidades O Porto também se destaca pela sua capacidade de atrair empresas nacionais e internacionais. O crescimento do setor tecnológico e de serviços tem alimentado a procura por espaços de escritórios modernos, com requisitos cada vez mais exigentes em eficiência energética e flexibilidade. Esta procura empresarial tem impacto direto na valorização do imobiliário no Porto, especialmente em zonas centrais e de negócios, como Boavista, Campo Alegre e Trindade. Os investidores olham para o Porto como uma cidade com elevado potencial de rentabilidade e estabilidade. O equilíbrio entre oferta e procura, a modernização das infraestruturas e o aumento da conetividade internacional são fatores que continuam a reforçar o seu posicionamento no panorama europeu. Tendências e perspetivas futuras O futuro do imobiliário no Porto passa por sustentabilidade, inovação e diversificação. A construção de edifícios energeticamente eficientes, a aposta em mobilidade urbana e o desenvolvimento de novas centralidades serão determinantes para a evolução do mercado nos próximos anos. Prevê-se que a procura por habitação de qualidade continue a crescer, acompanhada por um aumento gradual dos preços, mas dentro de níveis controlados. A estabilidade económica e o reforço do setor empresarial local criam as condições para um crescimento sólido e equilibrado. O imobiliário no Porto encontra-se num momento de maturidade e confiança. A cidade combina tradição, inovação e qualidade de vida, tornando-se cada vez mais atrativa para quem procura investir ou viver em Portugal. Para quem deseja explorar oportunidades ou acompanhar a evolução do mercado, portais especializados como o SUPERCASA disponibilizam informação atualizada sobre a oferta de casas no Porto, ajudando compradores e investidores a tomar decisões mais informadas num dos mercados mais promissores do país. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação A redução da taxa de IRS nos rendimentos prediais de 25% para 10% é uma das medidas mais marcantes do novo pacote governamental para a habitação. Esta decisão cria condições vantajosas para os senhorios com alívio no IRS, sobretudo em Lisboa e Porto, onde apesar da perceção de que as rendas são sempre elevadas, a maioria dos imóveis disponíveis está abaixo do valor máximo definido, 2.300 euros. Na prática, isto significa que milhares de proprietários vão beneficiar de uma carga fiscal mais baixa sem necessidade de reduzir as rendas que atualmente praticam. A medida, pensada para estimular a oferta de casas a preços moderados, abre espaço para que se mantenham preços competitivos e, em simultâneo, cria um incentivo fiscal que pode atrair mais imóveis para o mercado arrendatício. O teto das rendas e o mercado em Lisboa Uma análise ao mercado mostra que Lisboa, embora seja a cidade com maior pressão imobiliária, tem um volume significativo de casas disponíveis para arrendamento abaixo do valor máximo elegível para redução do IRS. Num universo de quase 6 mil habitações anunciadas no concelho, cerca de 67% tem rendas iguais ou inferiores a 2.300 euros. Estas distribuem-se sobretudo em imóveis T1 e T2, mas há também T3 e T4 dentro do limite, o que prova que o mercado ainda oferece diversidade de opções para quem procura casa na capital. Apesar de um terço do mercado se posicionar acima dos 2.300 euros — em especial nas zonas mais centrais ou premium — a realidade mostra que a maior parte dos arrendamentos em Lisboa não ultrapassa este valor e, por isso, encaixa no novo regime fiscal. Porto: rendas moderadas na maioria do mercado No Porto, o cenário é ainda mais expressivo. Com mais de 3 mil casas disponíveis para arrendamento, cerca de 89% situam-se abaixo dos 2.300 euros. Ou seja, apenas uma pequena fatia do mercado portuense fica excluída dos benefícios fiscais. Esta realidade evidencia uma diferença importante entre Lisboa e Porto: enquanto a capital sofre maior pressão internacional e turística, encarecendo algumas áreas centrais, o Porto consegue apresentar uma maioria consistente de imóveis em rendas moderadas, abrangidos pela redução de IRS. 75% das casas nas duas cidades beneficiam do alívio Somando os dois mercados, constata-se que 74,8% das casas colocadas no mercado de arrendamento em Lisboa e Porto estão abaixo do valor limite de 2.300 euros. Isso significa que os senhorios com alívio no IRS não precisam de alterar os preços atuais para usufruir do benefício. Mais do que isso, a medida não impede aumentos futuros: os senhorios podem até subir rendas, desde que não ultrapassem o limite, mantendo a vantagem fiscal. Esta situação cria dúvidas sobre o real impacto da política em termos de acessibilidade habitacional, pois os benefícios chegam sobretudo a proprietários já bem posicionados no mercado. O que muda para os senhorios Para os proprietários, as contas são claras: passar de uma taxa de 25% para 10% nos rendimentos de arrendamento significa aumentar a rentabilidade líquida, tornando o investimento imobiliário ainda mais atrativo. Ao mesmo tempo, os senhorios que arrendam acima dos 2.300 euros podem repensar preços e ajustá-los ligeiramente para ficarem dentro do benefício, especialmente se a diferença for marginal. A medida também cria um incentivo indireto à colocação de imóveis atualmente desocupados no arrendamento formal, reduzindo o incentivo de manter casas vazias. O impacto para os inquilinos Do lado de quem procura casa, a medida pode ter duas leituras. Por um lado, aumenta a confiança de ver maior oferta no mercado, já que a atração fiscal pode estimular mais senhorios a arrendar. Por outro, como o benefício não obriga a baixar rendas, não há garantia imediata de maior acessibilidade. O risco é que o incentivo funcione mais como um reforço de rentabilidade para os proprietários do que como uma medida direta de controlo dos preços. Ainda assim, ao reduzir a carga fiscal, abre-se espaço para que alguns senhorios prefiram estabilidade com contratos de longo prazo e maior previsibilidade nos rendimentos. Os senhorios com alívio no IRS são dos principais beneficiados pelo novo pacote fiscal. Em Lisboa e Porto, onde três em cada quatro casas estão já abaixo do limite definido, a grande maioria dos proprietários não terá de fazer qualquer alteração para tirar partido da medida. O impacto direto nos preços das rendas pode ser limitado, mas a medida poderá reforçar a estabilidade do mercado e atrair mais oferta. A sua eficácia dependerá, acima de tudo, da forma como os senhorios escolhem gerir esta vantagem: se como uma oportunidade para ganhar mais mantendo rendas justas, ou apenas como um prémio adicional num mercado já marcado pela escassez e pela pressão dos preços. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Casas baratas em Lisboa e Porto: onde estão as oportunidades Encontrar casas baratas em Lisboa e Porto pode parecer uma missão impossível, mas os mais recentes dados do mercado imobiliário mostram que ainda existem oportunidades dentro dos limites considerados acessíveis. Apesar da pressão das grandes cidades, metade dos T2 em Lisboa está abaixo do valor máximo definido pelas medidas do Governo, enquanto no Porto quase todos os apartamentos disponíveis estão incluídos nesses critérios. As novas políticas fiscais – como a redução do IVA para 6% em construções até 648 mil euros e a descida da taxa de IRS para arrendamentos até 2.300 euros – abriram espaço para dinamizar a procura e aumentar a oferta. Isso significa que tanto quem deseja comprar como quem procura arrendar pode encontrar soluções mais equilibradas dentro das capitais. Comprar casas baratas em Lisboa e Porto No mercado de compra, a diferença entre Lisboa e Porto é clara. O preço mediano de um T2 em Lisboa, de acordo com a última atualização, ronda os 642 mil euros, valor muito próximo do limite máximo. Isso explica porque apenas cerca de metade das casas disponíveis está abrangida pelas medidas governamentais. Nas zonas prime, como o Parque das Nações ou as Avenidas Novas, praticamente não existem imóveis dentro destes valores, o que empurra os compradores para freguesias vizinhas ou até para a periferia da Área Metropolitana. No Porto, a realidade é bem distinta: o preço mediano de um T2 atinge os 325 mil euros, quase metade do limite máximo. Isso significa que praticamente todo o mercado portuense está incluído nos benefícios. Procurar casas baratas em Matosinhos, Gaia ou mesmo em zonas centrais do Porto pode resultar em bons negócios, já que a margem face ao limite é muito mais confortável. Em termos de oferta disponível, os portais imobiliários mostram números relevantes. Só em Lisboa, existem mais de 1.400 apartamentos T2 à venda até 648 mil euros, enquanto no Porto esse número ultrapassa os 1.600. Quando se adicionam condições específicas, como área mínima de 80 metros quadrados e garagem, a oferta reduz-se, mas ainda assim continua expressiva: 119 imóveis em Lisboa e 638 no Porto dentro desse perfil. Arrendar casas baratas em Lisboa e Porto O arrendamento continua a ser a porta de entrada para muitos jovens e famílias. Em Lisboa, o valor mediano de uma renda para T2 situa-se em torno de 1.400 euros, dentro do limite previsto de 2.300 euros para beneficiar das medidas fiscais. No entanto, quanto mais exigências são adicionadas – como garagem, área mínima ou número de casas de banho – menor é a oferta disponível, havendo uma quebra para pouco mais de 130 apartamentos que reúnem todas essas condições. Já no Porto, os valores são ligeiramente mais baixos, com uma renda mediana de 1.200 euros para T2. Aqui também existe um recuo da oferta conforme os critérios ficam mais restritos, mas ainda assim é possível encontrar mais de 600 imóveis disponíveis abaixo do teto de 2.300 euros, um número que garante mais espaço de escolha. Casas baratas fora do centro Uma das conclusões mais óbvias é que o preço das casas diminui rapidamente à medida que se afasta do centro das cidades. Na Área Metropolitana de Lisboa, um T2 tem preço mediano de 405 mil euros, com rendas em torno de 1.200 euros, ou seja, valores já mais acessíveis e muitas vezes acompanhados de metragens superiores. Na Área Metropolitana do Porto, o cenário é ainda mais favorável: um T2 apresenta preço mediano de 285 mil euros, com rendas médias de 1.050 euros, mantendo-se abaixo dos limites e com margens para espaços maiores e mais modernos. Assim, quem procura casas baratas em Lisboa e Porto deve considerar áreas suburbanas com bons acessos, onde a relação entre preço, qualidade e espaço é mais equilibrada. Impacto das medidas fiscais A redução do IVA na construção e a diminuição do IRS no arrendamento foram desenhadas para excluir as zonas com preços mais elevados e maior procura internacional, como Estoril-Cascais ou freguesias nobres da capital. Por outro lado, quase todo o mercado das duas maiores cidades beneficia diretamente destas alterações. Na prática, estas medidas podem trazer estabilidade aos preços e impulsionar o lançamento de novos projetos voltados para o público residente. Especialmente no Porto, espera-se que a redução de custos incentive mais imobiliárias e investidores a colocar imóveis no mercado a preços ajustados, enquanto em Lisboa o impacto será sentido sobretudo em bairros periféricos e em habitação nova de valor médio. Apesar da perceção generalizada de que encontrar casas baratas em Lisboa e Porto é impossível, os números revelam que metade do mercado lisboeta e praticamente todo o portuense estão abrangidos por medidas governamentais que apoiam vendas e arrendamentos em valores considerados mais moderados. A chave está em flexibilizar requisitos, explorar zonas emergentes e aproveitar oportunidades criadas pela nova política fiscal. Assim, Lisboa e Porto, as duas cidades mais pressionadas pelo turismo e pelo mercado internacional, podem também ser palco de boas oportunidades para famílias portuguesas que procuram casas a preços razoáveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Um alojamento de luxo situado na prestigiada Rua da Restauração, no Porto, encerrou de forma repentina, causando surpresa entre os hóspedes e impacto no setor local do turismo. A Maison Bleue, conhecida pela sua combinação única de guesthouse, galeria de arte e restaurante, viu o seu funcionamento interrompido de um dia para o outro, deixando clientes a serem realojados noutras unidades da cidade. A gestão do espaço, que estava a cargo do grupo Vila Foz desde março de 2025, foi terminada unilateralmente devido a razões externas ao grupo, mantendo o compromisso de assegurar que todos os hóspedes foram realojados sem penalizações ou desalojamentos forçados. Localizada numa antiga casa senhorial com arquitetura tradicional do Porto, a Maison Bleue oferecia 11 quartos e suítes decorados com obras de arte nacionais e internacionais, criando uma experiência exclusiva onde a cultura e o conforto se cruzavam. O alojamento também dispunha de um restaurante com vista para o rio Douro e espaços expositivos para artistas, tendo como proposta turística a valorização do património artístico e gastronómico da região. Apesar do encerramento abrupto, o grupo Vila Foz garantiu que os seus outros estabelecimentos, como o Vila Foz Hotel & Spa, continuam a operar normalmente, mantendo a aposta na excelência nos serviços prestados. Motivos e circunstâncias do encerramento O anúncio do encerramento não incluiu detalhes concretos sobre as causas, remetendo a uma decisão relacionada com situações alheias à gestão do grupo Vila Foz. Nas redes sociais, foi comunicado o fim da ligação com o projeto, confirmando o encerramento do alojamento e do restaurante que ali funcionava. Esta decisão inesperada constitui um caso raro no panorama do alojamento de luxo no Porto, sobretudo por se tratar de um espaço que conciliava turismo de qualidade com cultura e arte. Impacto sobre hóspedes e mercado turístico O encerramento repentino suscitou apreensão junto dos hóspedes, mas a rápida ação do grupo Vila Foz na realocação garantiu que nenhum cliente ficou sem alojamento, evitando incidentes maiores. Esta situação alerta para a importância de mecanismos de proteção e planos de contingência em empreendimentos turísticos, especialmente em segmentos premium onde a experiência e a reputação são determinantes. Além do impacto direto nos clientes, o encerramento dá que pensar sobre os desafios enfrentados pelo setor do alojamento de luxo em cidades turísticas em crescimento, que enfrenta pressões económicas, regulamentares e competitivas. Características do alojamento e oferta cultural A Maison Bleue destacava-se pelo projeto arquitetónico e decorativo enquadrado na tradição portuense, com tetos trabalhados, amplas janelas e escadarias imponentes. A decoração esteve a cargo das conceituadas profissionais Joana Poças e Paula Brito. A galeria de arte integrava um acervo que valorizava artistas nacionais contemporâneos, bem como exposições temporárias em colaboração com instituições culturais locais. Este modelo diferenciava o alojamento de outras ofertas da cidade, atraindo um público exigente e apreciador de experiências culturais. Perspetivas futuras e lições do encerramento O encerramento repentino do alojamento de luxo no Porto coloca em evidência a volatilidade do setor e a necessidade constante de inovação e adaptação para garantir sustentabilidade. Projetos que combinam hospitalidade com cultura e gastronomia continuam a ser valorizados, mas exigem uma gestão financeira e operacional sólida para evitar surpresas desagradáveis. O caso serve também como um convite aos operadores turísticos e investidores para fortalecerem a resiliência e a flexibilidade na gestão de produtos de luxo, promovendo qualidade e confiança para os clientes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O arrendamento acessível em Famalicão ganha nova força com a abertura do processo de candidaturas para as primeiras 210 habitações promovidas pela autarquia. Este novo segmento de habitação pública responde de forma concreta às carências habitacionais de muitos famalicenses, oferecendo alternativas realistas face ao mercado livre. Destinado a famílias e cidadãos em situação vulnerável, o programa promete transformar o acesso à habitação no concelho, aliando construção nova e reabilitação urbana. Candidaturas abertas para arrendamento acessível O município de Famalicão lançou o aviso de inscrição para os interessados em integrar o sorteio das habitações incluídas no Programa de Apoio ao Acesso à Habitação – 1.º Direito. A inscrição pode ser feita através do portal digital ou presencialmente na Divisão de Habitação, mediante marcação. Este primeiro passo é essencial para consolidar a candidatura e entrar na lista dos potenciais beneficiários do arrendamento acessível em Famalicão. Processo simples e transparente O procedimento de inscrição é acessível a qualquer pessoa singular, sendo que cada agregado familiar só pode realizar um registo. Após preencher o questionário e juntar a documentação exigida, o candidato fica habilitado a seguir para a fase seguinte, que inclui avaliação dos critérios de elegibilidade e eventual participação no sorteio. Entre os critérios definidos contam-se: Ser cidadão nacional ou estrangeiro portador de título de residência Viver em situação de precariedade ou indignidade habitacional Possuir rendimento familiar compatível com o acesso ao segmento acessível Estar empregado, reformado ou pensionista Estes requisitos visam garantir que o arrendamento acessível em Famalicão chega a quem realmente mais precisa, tornando o processo justo e transparente. Soluções habitacionais para todas as tipologias Nesta fase inicial, o programa disponibiliza 210 casas de diversas tipologias, incluindo apartamentos adaptados para diferentes necessidades familiares. Cada fogo construído ou reabilitado incorpora critérios de qualidade, conforto e eficiência, alinhados com as diretrizes do novo paradigma habitacional promovido pela autarquia. É um avanço significativo face à tradicional limitação do mercado privado, onde os valores de renda frequentemente excluem os agregados com menor capacidade económica. O arrendamento acessível em Famalicão permite integrar famílias jovens, casais reformados e cidadãos que, por diversas circunstâncias, estejam em situação habitacional indigna, promovendo inclusão social e estabilidade. Reabilitação urbana e desenvolvimento local Para além da construção de novas casas, Famalicão aposta na reabilitação de imóveis devolutos e na recuperação de edificado antigo, revitalizando bairros e criando dinâmicas positivas ao nível social e económico. O programa de arrendamento acessível em Famalicão funciona, assim, como motor de desenvolvimento na cidade, estimulando emprego, investimento e melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes. Aposte numa candidatura informada Antes de avançar, é aconselhável consultar toda a informação disponível no portal municipal, analisar os critérios de elegibilidade e preparar a documentação necessária. Os candidatos devem estar atentos aos prazos e condições para garantir uma inscrição válida e evitar contratempos. A participação na fase de inscrição não implica atribuição automática de casa, mas é determinante para entrar no concurso e sorteio das habitações. O arrendamento acessível em Famalicão representa uma oportunidade real e concreta para quem procura solução residencial digna, segura e ajustada ao rendimento familiar. O reforço do arrendamento acessível em Famalicão é uma resposta direta às dificuldades de várias famílias que lutam por uma casa adequada ao seu orçamento. O Município aposta assim numa política integrada, moderna e solidária, capaz de transformar o panorama habitacional local e criar novos caminhos para o bem-estar dos residentes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Canal WhatsApp SUPERCASA . Siga o canal e fique sempre informado! Esperamo-lo por lá!
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação A zona da Boavista, no Porto, prepara-se para uma transformação profunda com a construção de um conjunto habitacional de grande impacto. Boavista vai ter 100 novos apartamentos integrados no projeto de requalificação urbana dos terrenos da antiga estação ferroviária, onde também será erguido o El Corte Inglés. A iniciativa junta habitação, comércio e mobilidade, redesenhando um dos espaços mais estratégicos da cidade. O processo urbanístico, em desenvolvimento desde 2021, abrange um terreno com cerca de 22 mil metros quadrados. Este espaço foi dividido em três parcelas distintas: a primeira ficará destinada ao centro comercial espanhol, enquanto as restantes permanecem sob gestão da Infraestruturas de Portugal, sendo nelas que serão erguidos os novos fogos. Ao todo, Boavista vai ter 100 novos apartamentos, que poderão contribuir para atenuar a pressão habitacional existente numa das áreas mais procuradas do Porto. Habitação e mobilidade em destaque Além da habitação, o projeto prevê a criação de dois novos arruamentos com o objetivo de melhorar a circulação e a ligação viária da zona. Uma das ruas terá cerca de 156 metros, ligando a Rua 5 de Outubro à Avenida de França, enquanto a outra, com 179 metros, fará a ligação entre a Rua Helena Sá e Costa e a futura Rua A. Estas novas vias irão servir tanto o centro comercial como a nova estação da Casa da Música e a sede da Metro do Porto. No que diz respeito à mobilidade, o projeto contempla ainda a possibilidade de utilização destas ruas por linhas de autocarros, permitindo descongestionar a rotunda da Boavista e facilitar a circulação de transportes públicos. Esta integração revela a preocupação com uma abordagem urbanística moderna, onde o transporte coletivo ganha relevância no planeamento da cidade. A infraestrutura comercial terá grande impacto. O edifício do El Corte Inglés ocupará mais de 52 mil metros quadrados destinados a comércio e serviços, a que se somam 19 mil metros quadrados reservados para estacionamento, áreas técnicas e arrumos. O contrato de superfície celebrado com a cadeia espanhola estabelece uma utilização por 99 anos, prorrogável, num investimento que ultrapassa os 29 milhões de euros. Apesar da componente comercial robusta, o foco habitacional tem enorme importância no equilíbrio do projeto. Boavista vai ter 100 novos apartamentos, embora ainda não esteja definida a forma de disponibilização: mercado livre, arrendamento acessível ou outro regime. Mesmo assim, a introdução destes fogos é um passo significativo numa cidade marcada pela escassez de oferta e pelo aumento constante dos preços. Requalificação urbana e impacto futuro O impacto esperado vai além da construção em si. A nova habitação e os arruamentos representam uma oportunidade para melhorar a qualidade de vida, reforçar a atratividade da zona e estimular o dinamismo económico. O Porto, que tem registado um crescimento acentuado da procura imobiliária, encontrará neste projeto uma forma de mitigar a pressão existente sobre a Boavista. Outro ponto relevante é a ligação do empreendimento ao sistema de transportes urbanos. A proximidade à estação de metro da Casa da Música, ao metrobus e às novas ruas adaptadas para autocarros garante que Boavista vai ter 100 novos apartamentos bem servidos de infraestruturas modernas. Isto poderá tornar a zona ainda mais atrativa para residentes que procuram qualidade de vida aliada a acessibilidade e centralidade. Com este projeto, a cidade do Porto reforça a aposta num urbanismo que combina habitação, comércio e mobilidade. A requalificação do antigo espaço ferroviário é mais do que uma obra de grande dimensão: é uma estratégia para reposicionar a Boavista como polo de habitação e serviços, adaptado às necessidades contemporâneas. No balanço geral, Boavista vai ter 100 novos apartamentos que irão marcar uma nova fase de desenvolvimento urbano, apoiados por comércio de referência, novos arruamentos e melhor integração de transportes. A conjugação de habitação e mobilidade pode servir de modelo para outras áreas da cidade, onde a pressão imobiliária e a necessidade de modernização se cruzam de forma cada vez mais evidente. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Canal WhatsApp SUPERCASA . Siga o canal e fique sempre informado! Esperamo-lo por lá!
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O caso de uma câmara processada pela alteração do traçado de uma estrada em Guimarães está a ganhar destaque no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga. Em causa está um litígio entre a empresa Lotesul – Empreendimentos Imobiliários e a Câmara Municipal de Guimarães, envolvendo um antigo acordo de cedência de terrenos, celebrado em 1998, que previa a integração de áreas para lazer e urbanização. O município reconhece a alteração à via aberta em 2011, mas defende que o protocolo inicial não tem valor jurídico. Origem do conflito O entendimento inicial data de 1998, quando foi assinado um acordo para cedência de terrenos junto ao rio Selho. A autarquia receberia áreas para parque de lazer e para a abertura de uma via estruturante, ficando o promotor com o direito de urbanizar mais de 23 mil metros quadrados com habitação e comércio. A Lotesul adquiriu os terrenos e, anos depois, preparava-se para avançar com a urbanização. A construção da nova estrada começou em 2011, com conclusão em 2013, após um investimento superior a um milhão de euros, apoiado por fundos comunitários do FEDER. Porém, a empresa imobiliária defende que o traçado executado não corresponde ao acordado inicialmente, resultando numa perda de cerca de 7 500 m2 da área destinada a construção. Reclamações da empresa A Lotesul argumenta que a alteração inviabilizou parte significativa do loteamento, reduzindo a capacidade construtiva prevista. Em tribunal, reclama uma indemnização de 1,7 milhões de euros, alegando ainda ocupação excessiva dos terrenos destinados à alameda e ao parque. A empresa sustenta que o levantamento topográfico anexo ao acordo de 1998 continha todos os elementos necessários para a implantação da via, pelo que a modificação não encontra justificação. Depois de várias tentativas de negociação falhadas, a autarquia chegou a propor uma compensação de 94 500 euros, rejeitada pela empresa, que manteve a exigência de quase 2 milhões de euros. Sem consenso, o processo avançou para o Juízo de Contratos Públicos do TAF do Porto, sendo posteriormente transferido para Braga, instância considerada competente. Argumentos da autarquia Na contestação apresentada, a Câmara de Guimarães defende que o protocolo celebrado em 1998 “não vincula” o município, alegando inexistência jurídica do documento. Admite, no entanto, que a estrada foi aberta com um traçado distinto, justificando essa diferença com a falta de rigor gráfico das plantas iniciais. A autarquia sustenta ainda que a área da estrada incidentes sobre os terrenos privados é de 6 459 m2, e que este facto não inviabilizaria o avanço do loteamento, apenas exigindo adaptações no tipo de construção, nomeadamente em altura. Afirmam também que a desistência do projeto partiu da empresa, que considerou essa solução financeiramente inviável. Questão dos fundos comunitários Outra dimensão do processo prende-se com a captação de fundos comunitários. A Lotesul acusa a câmara de ter declarado ser proprietária de parte dos terrenos para conseguir financiamento europeu, o que considera irregular. O município confirma a comparticipação pelo FEDER, mas classifica como falsa a alegação apresentada pela empresa, garantindo que o financiamento foi obtido com base em regras claras e transparentes. Importância do caso Este processo evidência os desafios associados à articulação entre privados e autarquias em projetos que envolvem cedência e requalificação de terrenos. O facto de a câmara estar a ser processada por uma empresa imobiliária levanta ainda questões sobre o cumprimento de protocolos, a segurança jurídica dos acordos e as consequências financeiras que podem recair sobre as autarquias em casos semelhantes. Impacto urbanístico O loteamento projetado pela Lotesul previa a criação de 39 lotes, incluindo habitação coletiva, em banda e geminada, além de espaços comerciais. Se tivesse avançado, a urbanização teria impacto relevante na expansão habitacional da zona de Selho São Jorge e Selho São Cristóvão. A alteração do traçado da via acabou, porém, por travar esse desenvolvimento, transformando o processo numa disputa judicial que já dura vários anos. Em aberto no tribunal O processo que mantém a câmara processada pela empresa imobiliária encontra-se a decorrer no TAF de Braga, sem data definida para decisão final. Enquanto isso, o litígio simboliza a complexidade das relações entre investimento privado e planeamento público, em especial quando estão em causa projetos de grande dimensão e investimentos partilhados com apoio comunitário. O desfecho será determinante para definir responsabilidades, eventuais indemnizações e o futuro daquele território. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Canal WhatsApp SUPERCASA . Siga o canal e fique sempre informado! Esperamo-lo por lá!
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação A renda de quartos para estudantes mantém-se como um dos maiores entraves para quem ingressa no ensino superior em cidades como Porto, Lisboa ou Coimbra. Os valores médios situam-se entre 300 e 599 euros por mês, sendo que em Lisboa, por exemplo, o custo ronda atualmente os 416 euros mensais. No Porto, os preços podem facilmente ultrapassar os 450 euros, pressionando o orçamento familiar e forçando muitos jovens a encontrar alternativas criativas. Esta realidade traduz-se em longas deslocações para quem opta por viver com a família e enfrentar horas de transportes, mas também em desigualdade de acesso ao ensino, já que os estudantes com menor poder económico têm mais dificuldade em garantir alojamento digno perto das universidades. Impacto da subida da renda de quartos para estudantes A subida da renda de quartos para estudantes não é apenas um desafio financeiro. Ela tem impacto direto na vida estudantil e na própria experiência académica. Entre as principais consequências estão: Aumento da taxa de esforço das famílias, obrigadas a canalizar grande parte do rendimento disponível para renda. Desigualdade social, pois muitos jovens não conseguem ter acesso a alojamento perto da universidade. Desgaste psicológico, associado às incertezas de arrendamento, mudanças constantes ou longos percursos diários entre cidades. Pressão no rendimento académico, com menos tempo disponível para estudar devido às deslocações ou à necessidade de trabalhar para pagar alojamento. Em 2025 estimava-se que cerca de 194 mil estudantes necessitavam de um quarto ou casa para viver, número largamente superior à oferta existente. Escassez de oferta pública e papel do mercado privado A rede pública de residências estudantis é insuficiente. Apesar de alguns investimentos previstos, o número de camas disponíveis continua a ser muito reduzido face às necessidades. Resultado: recorre-se quase exclusivamente ao mercado privado, onde a procura elevada faz disparar os preços. Neste contexto, muitos senhorios mostram-se disponíveis para arrendar a jovens universitários, mas defendem incentivos fiscais e mecanismos de maior estabilidade contratual. Sem apoio institucional, a renda de quartos para estudantes continua a subir. Soluções inovadoras: partilha de casa entre gerações Para tentar contornar este problema, têm surgido projetos intergeracionais que ligam estudantes a seniores com quartos vagos disponíveis em suas casas. Neste modelo, o estudante paga uma pequena renda — muitas vezes abaixo do valor de mercado — ou ajuda nas despesas domésticas, em troca de alojamento. Para além da poupança financeira, esta solução cria laços sociais, combate a solidão dos mais velhos e promove uma vivência mais solidária nas cidades. Plataformas digitais dedicadas a esta forma de coabitação já existem em cidades como Lisboa, Coimbra e Évora. O processo inclui inscrição online, entrevistas e cruzamento de perfis para garantir compatibilidade. Iniciativas académicas para habitação acessível Também algumas universidades têm avançado com projetos de apoio ao arrendamento. Destaca-se, por exemplo, uma rede nacional de partilha de quartos, de carácter não lucrativo, que aproxima famílias com espaço disponível e estudantes que procuram alojamento. Estas iniciativas oferecem acompanhamento especializado com psicólogos e mediadores sociais, assegurando confiança e ajudando a prevenir conflitos. Os valores praticados são enquadrados pelo Programa de Arrendamento Acessível, garantindo que a renda de quartos para estudantes respeita limites adequados ao orçamento estudantil. Portais imobiliários e a busca por alojamento seguro Para quem procura fora dos programas sociais e iniciativas académicas, os portais imobiliários especializados surgem como aliados indispensáveis. Portais como o Supercasa permitem pesquisar com filtros específicos para quartos para estudantes, encontrar anúncios confiáveis, evitar burlas e comparar preços em diferentes zonas da cidade. Com a procura concentrada em setembro, usar estes portais permite também ganhar tempo, antecipar o processo e aumentar a probabilidade de garantir quarto com valor justo e boas condições. Estratégias práticas para estudantes e famílias Para lidar com o peso da renda de quartos para estudantes, algumas estratégias podem ser úteis: Iniciar a procura cedo, logo após o término do ano letivo anterior. Explorar áreas periféricas, ligadas por transportes rápidos. Partilhar casas completas com colegas, reduzindo o custo individual. Recorrer a soluções verificadas, como portais imobiliários, programas de universidades ou iniciativas intergeracionais. Conclusão: equilibrar acessibilidade e qualidade de vida A renda de quartos para estudantes continuará a ser um desafio estrutural em cidades universitárias portuguesas, mas novas soluções estão a ganhar terreno. A combinação de políticas públicas, programas de partilha intergeracional, iniciativas académicas e tecnologia aplicada ao setor imobiliário pode trazer maior equilíbrio ao mercado. Enquanto a oferta pública não acompanhar a procura, caberá a cada estudante explorar todas as opções disponíveis — desde a partilha com seniores ao recurso a portais digitais — para garantir não só um teto acessível, mas também qualidade de vida e estabilidade durante o percurso académico.
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Reconstrução de casas antigas fica mais simples O novo regime de licenciamento urbanístico trouxe alterações relevantes para quem pretende reconstruir uma casa antiga. O Decreto-Lei n.º 108/2026, publicado em maio e em vigor, alargou os casos em que determinadas obras ficam dispensadas de licença ou comunicação prévia. A mudança surge num contexto de forte pressão sobre a habitação. Segundo o INE, os preços das casas aumentaram 17,6% em 2025, o maior crescimento da série disponível. Para beneficiar da isenção, a reconstrução deve repor o último estado legalmente válido do imóvel. Isto significa, em termos gerais, manter a composição das fachadas, as dimensões, os vãos, a cobertura e os elementos salientes ou recuados. Nem todas as obras ficam isentas A dispensa deixa de se aplicar quando a intervenção representa uma ampliação do imóvel. Aumentar a área de implantação ou de construção, a altura da fachada, a altura ou o volume do edifício pode alterar o enquadramento da obra. Também é possível melhorar materiais, segurança e condições de salubridade, desde que a intervenção respeite os limites definidos para a reconstrução. Outra alteração relevante aplica-se a imóveis localizados em zonas de proteção de imóveis classificados ou em vias de classificação. Nestes casos, determinadas reconstruções podem igualmente beneficiar da isenção. A substituição de caixilharias por soluções de desenho e acabamento semelhantes, quando destinada a melhorar o desempenho energético, passa também a enquadrar-se nas obras de escassa relevância urbanística. Isenção não significa ausência de regras Mesmo sem licença, o proprietário continua sujeito a obrigações. Em regra, deve comunicar à câmara municipal o início dos trabalhos com pelo menos cinco dias de antecedência. As taxas urbanísticas também podem continuar a ser aplicáveis. Além disso, a responsabilidade pela conformidade da intervenção mantém-se. O imóvel pode ser fiscalizado e uma obra que ultrapasse os limites da isenção pode ficar sujeita às regras aplicáveis às operações urbanísticas licenciáveis. Por isso, antes de avançar com uma reconstrução, é importante confirmar o histórico legal do imóvel, verificar se a intervenção mantém as características exigidas e avaliar se existem condicionantes patrimoniais ou urbanísticas. A principal vantagem do novo regime está, assim, na redução da burocracia para determinadas obras. No entanto, reconstruir uma casa antiga sem licença não significa poder alterar livremente o imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Prepare a documentação antes da venda Antes de anunciar o imóvel, reúna a documentação necessária e confirme se a informação está atualizada. Entre os documentos relevantes estão a Caderneta Predial Urbana , a Certidão Permanente do Registo Predial e o Certificado Energético . A situação urbanística do imóvel também deve ser verificada. Desde as alterações introduzidas pelo Simplex Urbanístico, deixou de ser obrigatória a exibição ou prova da existência da autorização de utilização e da ficha técnica de habitação no processo de compra e venda. Ter os documentos organizados permite esclarecer dúvidas dos potenciais compradores, evitar atrasos e facilitar as etapas que antecedem a escritura. Defina o preço e conheça os custos Estabelecer um preço adequado é essencial para vender uma casa. A localização, a área, o estado de conservação, a eficiência energética e os valores praticados por imóveis semelhantes na zona devem ser considerados. Uma avaliação profissional pode ajudar a definir um preço mais ajustado ao mercado. Também é importante contabilizar os custos associados à venda. Estes podem incluir documentação, Certificado Energético, eventuais obras ou melhorias e a comissão de uma mediadora imobiliária, quando aplicável. As mais-valias imobiliárias são outro aspeto a considerar. A venda de um imóvel pode gerar tributação em IRS, sendo o cálculo efetuado de acordo com as regras fiscais aplicáveis e depois de consideradas determinadas despesas e encargos elegíveis. No caso de uma habitação própria e permanente, pode existir exclusão de tributação quando o valor de realização, depois de deduzido o empréstimo utilizado para a aquisição, seja reinvestido nos termos previstos na lei. O reinvestimento pode ser feito entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. Existe, contudo, uma condição importante: o imóvel vendido tem de ter sido destinado a habitação própria e permanente do proprietário ou do seu agregado familiar, comprovada pelo domicílio fiscal, nos 12 meses anteriores à transmissão ou, quando anterior, à data do reinvestimento. Existem exceções previstas para determinadas circunstâncias excecionais. Prepare o imóvel e organize a venda A apresentação da casa pode influenciar o interesse dos compradores. Antes das visitas, faça uma limpeza cuidada, organize os espaços, valorize a luz natural e resolva pequenos problemas que possam prejudicar a perceção do imóvel. O Contrato-Promessa de Compra e Venda (CPCV) continua a ser uma etapa importante do processo, permitindo estabelecer as condições acordadas entre comprador e vendedor, como o preço, os prazos e o valor do sinal. Recorrer a uma mediadora imobiliária pode simplificar a venda, desde a definição da estratégia e divulgação do imóvel até à negociação e acompanhamento das várias etapas da transação. Em 2026, vender uma casa exige, assim, mais do que definir um preço e encontrar um comprador. Ter a documentação preparada, conhecer os encargos fiscais e avaliar antecipadamente as condições do negócio pode ajudar a evitar surpresas e tornar o processo mais simples e seguro. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .