Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Município quer triplicar oferta habitacional Encontrar uma casa a preços compatíveis com os rendimentos das famílias continua a ser um desafio no Porto. Para ajudar a responder à procura, a autarquia está a reforçar a aposta no arrendamento acessível e pretende aumentar de forma significativa o número de habitações disponíveis neste regime. Atualmente, o município já entregou cerca de 500 casas de renda acessível. Até ao final do atual mandato, a Câmara Municipal do Porto pretende alcançar as 1.600 habitações, aumentando assim a oferta disponível para famílias que enfrentam dificuldades no mercado de arrendamento privado. O objetivo implica uma forte expansão da resposta habitacional promovida pelo município, que está a procurar novas soluções para aumentar o número de imóveis abrangidos pelo arrendamento acessível. Reabilitação e construção entre as soluções A estratégia da autarquia passa por recorrer a diferentes modelos para criar novas oportunidades de arrendamento acessível. A reabilitação de edifícios existentes é uma das vias utilizadas, permitindo recuperar património e transformá-lo em habitação. Um dos exemplos encontra-se em Cedofeita, onde um edifício antigo está a ser reabilitado para dar origem a 25 novas habitações destinadas a este regime. Além da recuperação de imóveis, o município está também a procurar habitações junto de proprietários privados e a desenvolver projetos através da Porto Vivo SRU. A construção de novos edifícios e as parcerias com entidades privadas fazem igualmente parte da estratégia para aumentar a oferta. Mais habitação para responder à procura A aposta no arrendamento acessível pretende criar alternativas para quem não consegue acompanhar os preços praticados no mercado imobiliário do Porto. O aumento da oferta poderá permitir que mais famílias encontrem uma solução habitacional com uma renda ajustada aos seus rendimentos. Entre os modelos considerados está também o conceito de build to rent, baseado na construção de imóveis especificamente destinados ao arrendamento. Esta solução permite integrar novos projetos na estratégia municipal e diversificar as formas de disponibilizar habitação. Com várias frentes de atuação, a Câmara do Porto pretende acelerar a criação de novas casas e aproximar-se da meta definida para 2029. Se o objetivo for alcançado, o município terá reforçado de forma expressiva a sua capacidade de disponibilizar habitação em arrendamento acessível numa cidade onde a procura continua elevada. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Sé ultrapassa limite para novos alojamentos A criação de uma nova unidade com 53 quartos junto ao Seminário Maior enfrenta obstáculos. O projeto integra a requalificação do complexo da Diocese do Porto, numa zona classificada como Património Mundial pela UNESCO. Nas áreas de contenção, a abertura de novos estabelecimentos de alojamento local depende de uma autorização excecional da Câmara Municipal do Porto. Entre as situações que podem justificar uma exceção estão projetos considerados relevantes para a cidade, edifícios multifuncionais e imóveis devolutos que sejam reabilitados. Projeto enfrenta também regras urbanísticas Além das limitações ao alojamento local, o projeto enfrenta questões relacionadas com o Plano Diretor Municipal. A autarquia considera que a utilização prevista para os novos edifícios não está de acordo com as regras aplicáveis à área envolvente do Seminário Maior. O município entende que as construções devem estar associadas a atividades complementares ao equipamento existente, considerando que a utilização como unidade autónoma de hotelaria ou alojamento não se enquadra nesse princípio. A Câmara comunicou, por isso, a intenção de indeferir o pedido apresentado para a instalação do alojamento. O processo esteve em audiência prévia até 17 de agosto, podendo a decisão tornar-se definitiva caso não sejam apresentadas alterações ou argumentos que levem a autarquia a rever a sua posição. Investimento de 16 milhões gera contestação O projeto representa um investimento estimado em 16 milhões de euros e prevê a recuperação do Seminário Maior, além da construção de novos edifícios nos jardins da Diocese. A proposta tem também provocado contestação entre moradores e associações locais. Uma petição contra o projeto ultrapassou já as 2.300 assinaturas. A designação e o enquadramento da unidade foram igualmente alterados ao longo do processo. A Diocese começou por apresentar o espaço como hospedagem monástica, avançou posteriormente com uma proposta de hotel de três estrelas com restauração e acabou por retomar a designação inicial após a posição desfavorável do município.O caso evidencia os limites que o alojamento local enfrenta em zonas históricas do Porto, onde a pressão turística e a necessidade de preservar o equilíbrio habitacional condicionam a criação de novas unidades. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Lisboa mantém liderança na ocupação de escritórios O mercado de escritórios em Portugal continua a revelar comportamentos diferentes entre Lisboa e Porto. Durante o primeiro semestre de 2026, Lisboa registou uma ocupação de 66.900 metros quadrados, distribuídos por 80 operações, enquanto o Porto totalizou 15.850 metros quadrados em 26 operações. Apesar da diferença no volume, a capital registou uma quebra de 20% face ao mesmo período do ano anterior, ao passo que a Invicta cresceu 46%. Em Lisboa, o setor de Tecnologias, Media, Telecomunicações e Utilities foi o principal responsável pela procura, representando 38% da área ocupada. As Novas Áreas de Escritórios concentraram a maior parte das operações, com 40% do total, enquanto a área média por ocupação atingiu os 836 metros quadrados. Porto acelera crescimento do mercado No Porto, o setor de Tecnologias, Media, Telecomunicações e Utilities também teve um peso relevante, embora as entidades do Estado, organismos europeus e associações tenham representado a maior fatia da ocupação. As Outras Zonas do Porto concentraram 39% da área ocupada e a dimensão média das operações foi de 610 metros quadrados. Apesar de partir de uma base de ocupação inferior à de Lisboa, o mercado portuense apresentou uma evolução positiva ao longo do semestre. A recuperação surge num contexto económico exigente, marcado pela inflação, alterações nas políticas monetárias e um crescimento económico mais moderado, demonstrando uma maior dinâmica da procura por escritórios. Perspetivas positivas para o segundo semestre Os indicadores apontam para uma evolução favorável durante a segunda metade de 2026, com expectativa de aceleração da atividade e aproximação aos níveis de ocupação registados nos últimos anos. Ainda assim, junho apresentou resultados inferiores aos do mesmo mês de 2025. Lisboa registou 8.064 metros quadrados ocupados e o Porto 1.490 metros quadrados, ambos com uma redução homóloga de 52%. Na capital, o Prime CBD concentrou a maior parte da atividade, enquanto no Porto a zona da Boavista liderou a ocupação. O setor tecnológico continuou a destacar-se em Lisboa e, na cidade do Porto, os consultores e sociedades de advogados assumiram o maior peso na procura por escritórios, refletindo a diversidade da atividade empresarial nas duas cidades. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nova ponte pedonal e ciclável no Douro Os municípios do Porto e de Gaia oficializaram o projeto de uma nova ponte pedonal e ciclável sobre o rio Douro, uma infraestrutura que ligará as duas margens entre a Ponte Luiz I e a Ponte da Arrábida. A obra deverá representar um investimento de cerca de 25 milhões de euros e reforçar a mobilidade urbana na área metropolitana. A nova ponte pedonal e ciclável surge como uma solução estratégica para melhorar a circulação entre cidades e aliviar a pressão turística sobre a Ponte Luiz I, uma das mais procuradas da região. Localização estratégica e impacto na mobilidade A futura travessia será construída a cerca de 350 metros a jusante da Ponte Luiz I, com um vão aproximado de 250 metros sobre o leito do Douro. Esta localização foi escolhida para equilibrar fluxos de mobilidade e criar uma alternativa funcional para peões e ciclistas. O projeto da ponte pedonal e ciclável pretende também melhorar a qualidade de vida de residentes e visitantes, promovendo deslocações mais sustentáveis entre Porto e Gaia e reduzindo a dependência de transporte automóvel em zonas centrais. Concurso e calendário da obra Até ao final de 2026 será lançado um concurso de conceção e construção, limitado por prévia qualificação, com o objetivo de garantir elevados padrões técnicos e de qualidade. A gestão do processo ficará a cargo de um júri liderado por representantes da área da engenharia. Os autarcas estimam que a ponte pedonal e ciclável esteja concluída até ao final de 2029, embora reconheçam que os prazos dependem dos procedimentos legais e administrativos associados ao concurso e à execução da obra. Cooperação entre Porto e Gaia O projeto resulta de um memorando de entendimento entre os dois municípios, que reforça a cooperação em iniciativas conjuntas de mobilidade e desenvolvimento urbano. A travessia será financiada de forma partilhada pelo Porto e por Gaia. Os autarcas destacam que a nova ponte pedonal e ciclável poderá ter impacto económico e turístico significativo, valorizando as margens do Douro e criando uma nova referência arquitetónica na região. Paralelamente, continuam a ser estudadas soluções para a antiga ponte ferroviária Maria Pia, desativada desde 1991. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Oferta de habitação supera pressão demográfica O mercado da habitação em Portugal registou uma mudança relevante em 2025. Depois de mais de uma década em que a construção de novas casas não conseguiu acompanhar o crescimento do número de famílias, o défice anual de habitação foi finalmente travado. A evolução resulta da combinação entre um aumento da oferta habitacional e uma redução da pressão demográfica, criando um novo equilíbrio entre procura e construção. Nos últimos anos, a escassez de habitação contribuiu para uma forte valorização dos preços das casas e das rendas. Contudo, os dados mais recentes indicam que o ritmo de construção começou a aproximar-se das necessidades do mercado. Em 2025 foram concluídos milhares de novos fogos e o número de licenças para habitação atingiu o valor mais elevado desde 2008, reforçando as perspetivas de crescimento da oferta de habitação. Ao mesmo tempo, a desaceleração dos fluxos migratórios ajudou a reduzir a pressão sobre o mercado habitacional, contribuindo para uma maior estabilidade entre a procura e a disponibilidade de casas. Défice acumulado continua a marcar o mercado Apesar desta inversão de tendência, o mercado da habitação continua condicionado pelo défice acumulado ao longo da última década. Estima-se que a diferença entre as casas necessárias e as efetivamente construídas tenha atingido cerca de 300 mil habitações, um valor que continua a influenciar os preços e a acessibilidade. A falta de habitação disponível permanece um dos principais desafios para muitas famílias, sobretudo nos grandes centros urbanos. Embora a situação tenha melhorado em termos anuais, o impacto da escassez acumulada continua visível nas rendas elevadas e nos preços de compra. A habitação social surge como um dos instrumentos com maior potencial para reforçar a oferta de habitação. Em Portugal, o peso deste segmento continua reduzido quando comparado com outros países europeus, limitando a sua capacidade de resposta às necessidades habitacionais de famílias com rendimentos mais baixos. Construção acelera, mas permanece abaixo do passado A atividade da construção tem vindo a recuperar gradualmente, refletindo-se no aumento das licenças e no crescimento do número de novos projetos. Ainda assim, os níveis atuais de construção permanecem significativamente abaixo dos registados há cerca de 15 anos, quando o país produzia um volume muito superior de habitação. Entre os principais obstáculos à expansão da oferta de habitação destacam-se a escassez de mão de obra, a falta de terrenos disponíveis, os processos de licenciamento complexos e o aumento dos custos de construção. Estes fatores continuam a limitar a capacidade de resposta do setor às necessidades do mercado. A evolução recente sugere, contudo, que as pressões demográficas sobre a habitação poderão diminuir gradualmente nos próximos anos, desde que a oferta continue a crescer de forma sustentada e acompanhe a procura. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Fiscalização incide sobre empreendimentos na Boavista A Câmara Municipal do Porto está a proceder à revisão de vários projetos imobiliários na zona da Boavista, na sequência de inconformidades detetadas no empreendimento Emporium Park. A análise em curso envolve serviços de urbanismo e fiscalização municipal e abrange também outras operações em construção ou em fase de licenciamento. A reavaliação ocorre num contexto de contestação pública a vários projetos na cidade do Porto, com especial incidência em áreas como a Avenida da Boavista, Foz do Douro e envolventes do Parque da Cidade. Em causa estão intervenções urbanísticas cuja conformidade com os projetos aprovados tem sido questionada. Emporium Park alvo de embargo parcial No caso do Emporium Park, a autarquia identificou desconformidades na execução da cobertura relativamente ao projeto licenciado, tendo determinado o embargo parcial da obra. Segundo informação municipal, foram detetadas alterações face ao que estava previsto em licença. Em paralelo, outros projetos imobiliários na mesma zona estão a ser objeto de análise por parte dos serviços municipais. Entre os casos em avaliação encontram-se empreendimentos na Avenida da Boavista e na ligação à Rua de Nevogilde, alguns dos quais incluem alterações a parâmetros como número de frações, volumetria ou densidade construtiva, na sequência de reclamações apresentadas. Litígios e contestações em curso A contestação a projetos imobiliários na cidade tem-se materializado em diferentes iniciativas judiciais e administrativas. No caso do Emporium Park, foi apresentada uma ação popular com vista à suspensão da obra, com base em alegadas desconformidades com o plano urbanístico aplicável. Outros empreendimentos na mesma área enfrentam igualmente contestação, embora em diferentes fases de desenvolvimento. Em alguns casos, as obras encontram-se suspensas ou em revisão, enquanto noutros os projetos prosseguem ou aguardam decisão dos serviços municipais competentes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Crise da habitação exige novos modelos A pressão sobre o mercado imobiliário continua a agravar o acesso à habitação em Portugal, sobretudo na Grande Lisboa e no Grande Porto. A escassez de casas disponíveis, aliada ao aumento dos preços de venda e arrendamento, está a dificultar a resposta às necessidades da classe média. Neste cenário, o modelo Build to Rent surge como uma alternativa para aumentar a oferta habitacional. Este conceito aposta na construção de edifícios destinados exclusivamente ao arrendamento, permitindo criar projetos com maior dimensão e responder de forma mais rápida à procura crescente. Build to Rent pode aumentar a oferta O Build to Rent já é amplamente utilizado em vários mercados europeus e começa agora a ganhar relevância em Portugal. O modelo permite desenvolver habitação pensada de raiz para arrendamento, criando escala e maior estabilidade no mercado habitacional. Apesar do potencial, continuam a existir desafios ligados aos custos de construção, às regras urbanísticas e à rentabilidade dos projetos. Ainda assim, especialistas do setor consideram que o Build to Rent poderá desempenhar um papel importante no reforço da oferta de habitação, sobretudo nas zonas metropolitanas. Ao mesmo tempo, medidas públicas de incentivo à construção poderão ter impacto limitado se não forem acompanhadas por condições que facilitem projetos de maior escala e reduzam custos para os promotores imobiliários. Lisboa e Porto concentram maior pressão Os mercados da Grande Lisboa e Grande Porto continuam a destacar-se pela forte procura habitacional, sustentada pela capacidade de atrair e manter população ativa. Esta dinâmica mantém os preços elevados e favorece novos projetos imobiliários, embora com habitações cada vez mais compactas. Nas zonas periféricas, a procura é mais limitada e a capacidade financeira das famílias condiciona o desenvolvimento de novos empreendimentos. A falta de promoção nova continua a aumentar as dificuldades de acesso à habitação, especialmente no segmento intermédio. Além disso, o envelhecimento da população em algumas áreas suburbanas poderá abrir oportunidades para reabilitação urbana e reforço da oferta habitacional sem depender exclusivamente de nova construção. Mercado imobiliário procura soluções sustentáveis A evolução do mercado mostra que o problema da habitação em Portugal exige soluções estruturais e não apenas medidas fiscais pontuais. O Build to Rent é apontado como um dos modelos capazes de criar oferta de habitação em maior escala e responder à crescente procura urbana. A aposta em projetos de arrendamento de raiz poderá ajudar a estabilizar o mercado imobiliário, aumentar a disponibilidade de casas e melhorar o acesso à habitação nas principais cidades portuguesas. Com a procura habitacional a manter-se elevada, o desenvolvimento de novos modelos de promoção imobiliária será decisivo para equilibrar a oferta e garantir maior acessibilidade no mercado da habitação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Empreendimento junta dois imóveis no Porto O projeto imobiliário do antigo Café Bela Cruz, no Porto, vai contar com 11 fogos, resultado da integração de dois imóveis num único empreendimento. O promotor do projeto Bela Cruz explica que a junção do edifício original com um imóvel contíguo adquirido em hasta pública permite aumentar a escala da intervenção e reforçar a oferta habitacional na zona da Boavista. O segundo imóvel, com 465,6 m2, foi adquirido em setembro de 2025 por 2,5 milhões de euros. O objetivo do projeto Bela Cruz é criar um edifício único, mantendo a identidade urbana do local e valorizando a envolvente junto ao mar. Projeto Bela Cruz e reabilitação urbana O projeto Bela Cruz é assinado pelo arquiteto Manuel Ventura e prevê a preservação da fachada original e do torreão do antigo café. O novo edifício terá três pisos, sem ultrapassar a cércea existente de 12,24 metros, respeitando os alinhamentos urbanos da Avenida da Boavista. O promotor do projeto Bela Cruz, destaca que a intervenção procura equilibrar reabilitação e nova construção, mantendo elementos históricos do espaço. A área total de construção do projeto Bela Cruz será de 3.230 m2, com conclusão prevista em cerca de 540 dias. Câmara avalia enquadramento urbanístico A autarquia do Porto indica que o projeto Bela Cruz foi licenciado no anterior mandato, tendo recebido parecer favorável da CCDR-N, mas será novamente avaliado quanto ao seu enquadramento urbanístico. O projeto Bela Cruz prevê uma demolição parcial do edifício original para dar lugar a habitação, sem espaços comerciais, e com tipologias entre T2 e T4. O município sublinha que o licenciamento foi aprovado em janeiro de 2025 e que o processo será acompanhado no atual contexto urbanístico. O antigo Café Bela Cruz, com origem em 1952, marcou a paisagem da Boavista durante décadas, tendo passado por várias fases de utilização até ao atual projeto de reconversão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Câmara do Porto avança com cancelamento de AL A Câmara do Porto vai encerrar 1.413 estabelecimentos de Alojamento Local (AL), num universo total de 10.821 unidades registadas na cidade. Este número representa um crescimento de cerca de 3% face ao final de 2025, mas também um reforço da fiscalização ao AL no Porto. O processo de cancelamento de AL surge sobretudo por incumprimento legal, com destaque para falhas na entrega de documentação obrigatória. A autarquia pretende assim regularizar a situação dos estabelecimentos de Alojamento Local que não cumprem as regras em vigor, reforçando o controlo sobre o AL no Porto. Incumprimentos concentram-se no centro histórico A maioria dos estabelecimentos de AL no Porto que serão cancelados está localizada no centro histórico da cidade. De acordo com várias entidades do setor, esta zona concentra uma parte significativa do Alojamento Local no Porto, o que torna o impacto do cancelamento de AL particularmente relevante. Entre os principais motivos apontados para o encerramento de AL estão a falta de documentação exigida por lei, incluindo elementos obrigatórios como seguros e comunicações às entidades competentes. Estes incumprimentos colocam em causa a legalidade do AL e justificam a decisão da Câmara do Porto de avançar com o cancelamento. Regularização e impacto no mercado de AL no Porto A autarquia do Porto afirma ter promovido várias ações de apoio e esclarecimento para ajudar os titulares de AL a regularizarem a sua situação. Apesar disso, muitos estabelecimentos de Alojamento Local no Porto não entregaram os dados necessários dentro dos prazos definidos. Com o cancelamento destes 1.413 AL, os registos anulados no centro histórico não poderão ser reativados para atividade turística naquela zona, de acordo com o enquadramento legal em vigor. Esta medida reforça a tendência de maior regulação do AL no Porto e poderá ter impacto na dinâmica do Alojamento Local na cidade, sobretudo nas áreas mais turísticas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Porto destaca-se no ranking internacional O Porto destacou-se como a cidade portuguesa com mais qualidade de vida em 2024, segundo um ranking internacional baseado nos dados da plataforma Numbeo. A cidade Invicta surge à frente de outras cidades nacionais em vários indicadores ligados ao bem-estar, mobilidade e ambiente urbano. O estudo compara centenas de cidades em fatores como segurança, poluição, tempos de deslocação, saúde e custo de vida. O Porto conseguiu posições relevantes sobretudo nos índices relacionados com trânsito e qualidade ambiental, reforçando a imagem da cidade como um dos melhores locais para viver em Portugal. A qualidade de vida no Porto tem ganho reconhecimento internacional graças ao equilíbrio entre dimensão urbana, oferta cultural, acessibilidade e proximidade a espaços naturais como o mar e o rio. Qualidade de vida no Porto atrai residentes A qualidade de vida no Porto destaca-se também pela facilidade de deslocação dentro da cidade. Em comparação com outras cidades europeias, os tempos médios no trânsito continuam relativamente baixos, permitindo uma rotina mais equilibrada. Outro dos fatores valorizados no ranking é o controlo da poluição. O Porto apresenta indicadores positivos na qualidade do ar, gestão de resíduos, ruído urbano e acesso a espaços verdes, aspetos que contribuem para melhorar o conforto diário de quem vive na cidade. Para quem pretende mudar-se para Portugal, estudar ou trabalhar remotamente, a qualidade de vida no Porto surge como um fator de grande atratividade. A cidade consegue combinar serviços, comércio, cultura e lazer sem atingir a dimensão excessiva de outras grandes capitais europeias. Custos e habitação continuam a ser desafios Apesar da boa posição no ranking, a qualidade de vida no Porto enfrenta desafios relacionados com o aumento do custo da habitação. Nos últimos anos, os preços das casas e das rendas subiram devido ao crescimento do turismo, investimento estrangeiro e procura internacional. Ainda assim, quando comparado com várias cidades europeias com níveis semelhantes de qualidade de vida, o Porto continua a apresentar uma relação equilibrada entre preços, serviços e estilo de vida. A qualidade de vida no Porto mantém-se igualmente ligada à segurança, à oferta de transportes públicos e à proximidade entre zonas residenciais, comerciais e culturais, permitindo uma maior facilidade no quotidiano. Porto quer manter posição de destaque Manter a qualidade de vida no Porto será um dos principais desafios para os próximos anos. A cidade continua a apostar em mobilidade sustentável, melhoria dos espaços públicos e reforço das zonas verdes. A gestão do turismo e do crescimento urbano será também fundamental para preservar o equilíbrio entre desenvolvimento económico e bem-estar dos residentes. O objetivo passa por garantir que a qualidade de vida no Porto continua a beneficiar quem vive, trabalha e investe na cidade. Comreconhecimento internacional crescente, o Porto consolida-se como umadas cidades mais atrativas para viver em Portugal, destacando-se pelacombinação entre qualidade urbana, ambiente e estilo de vida. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Câmara do Porto muda estratégia para as mesquitas A Câmara do Porto decidiu avançar com a hasta pública de dois imóveis municipais que tinham sido adquiridos pelo anterior executivo para futuros projetos ligados a mesquitas. A decisão foi anunciada pelo presidente da autarquia, Pedro Duarte, que garante que a construção de mesquitas não faz parte das prioridades atuais do município. Os dois espaços devolutos estavam destinados a associações da comunidade muçulmana do Porto, através da cedência do direito de superfície por várias décadas e mediante rendas simbólicas. Imóveis destinados a mesquitas seguem para venda Um dos imóveis localiza-se na Rua do Pinheiro Grande, em Campanhã, e estava previsto para o Centro Cultural Islâmico do Porto. O segundo situa-se na Rua da Porta do Sol, no Centro Histórico, e tinha como destino a Associação Comunidade do Bangladesh do Porto. Segundo a autarquia, a colocação destes imóveis em hasta pública não impede que as associações interessadas concorram à compra dos terrenos. O objetivo passa por permitir igualdade de acesso a qualquer entidade interessada nos espaços. A Câmara do Porto encontra-se atualmente a avaliar os imóveis para definir o valor base da alienação. Executivo considera outras prioridades para a cidade Pedro Duarte defende que os terrenos municipais devem ser direcionados para áreas consideradas mais urgentes, como habitação acessível e espaços públicos de utilização coletiva. O autarca afirma que a construção de mesquitas não representa uma prioridade para o atual executivo municipal. A posição marca uma mudança face à estratégia seguida pela liderança anterior de Rui Moreira, que tinha preparado propostas para apoiar os projetos das duas mesquitas através de contratos de longa duração e rendas reduzidas. Projetos para mesquitas geraram debate político As propostas relacionadas com as mesquitas chegaram a estar previstas para votação no início de junho de 2025, mas acabaram retiradas da agenda. Na altura, Rui Moreira justificou a decisão com a proximidade do fim do mandato e com a falta de consenso político sobre o tema. As associações envolvidas defendiam que os projetos para as mesquitas permitiriam reforçar o apoio social e a integração da comunidade imigrante. Entre as iniciativas destacadas estavam ações de apoio alimentar, acompanhamento de famílias carenciadas, ensino da língua portuguesa e programas de integração social. Os acordos previstos representavam apoios municipais de centenas de milhares de euros distribuídos ao longo de 40 anos, devido à diferença entre o valor de mercado dos direitos de superfície e as rendas simbólicas previstas para as futuras mesquitas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Avaliação das casas atinge novo máximo A avaliação das casas pelos bancos continua em alta, atingindo um valor mediano de 2.151 euros por metro quadrado em março. Este indicador representa uma subida mensal de 29 euros e confirma a tendência de valorização no mercado imobiliário. Em termos anuais, a avaliação das casas cresceu 16,5%, mantendo uma trajetória de subida consistente. Apesar de um ligeiro abrandamento face ao mês anterior, os dados mostram que os preços continuam elevados e sem sinais de descida significativa. Apartamentos lideram subida dos preços A avaliação das casas no segmento dos apartamentos mantém-se como principal motor da valorização. O valor mediano fixou-se nos 2.511 euros/m², refletindo um aumento de 21,2% face ao mesmo período do ano passado. Nas moradias, a avaliação das casas também registou crescimento, embora mais moderado. O valor mediano situou-se nos 1.542 euros/m², traduzindo um aumento de 12,6% em termos homólogos. Os apartamentos continuam a concentrar a maioria das avaliações, representando a maior fatia do crédito à habitação, o que reforça o seu peso no mercado. Lisboa e Algarve com preços mais elevados A avaliação das casas apresenta valores mais altos na Grande Lisboa e no Algarve. Nos apartamentos, a Grande Lisboa lidera com 3.333 euros/m², seguida pelo Algarve com 2.883 euros/m². Já nas moradias, a tendência mantém-se, com a Grande Lisboa a atingir 2.838 euros/m² e o Algarve 2.755 euros/m². Em contraste, regiões como o Alentejo e o Centro continuam a registar valores mais baixos na avaliação das casas. Península de Setúbal acelera crescimento A avaliação das casas na Península de Setúbal destaca-se pelo crescimento expressivo, com subidas de 26,5% nos apartamentos e 24,8% no total da habitação. Este aumento reflete a procura por alternativas à Grande Lisboa, pressionando os preços nesta região. Ao mesmo tempo, o número de avaliações bancárias cresceu face ao mês anterior, embora tenha recuado em termos anuais, sinalizando um possível impacto das condições de acesso ao crédito. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Reconstrução de casas antigas fica mais simples O novo regime de licenciamento urbanístico trouxe alterações relevantes para quem pretende reconstruir uma casa antiga. O Decreto-Lei n.º 108/2026, publicado em maio e em vigor, alargou os casos em que determinadas obras ficam dispensadas de licença ou comunicação prévia. A mudança surge num contexto de forte pressão sobre a habitação. Segundo o INE, os preços das casas aumentaram 17,6% em 2025, o maior crescimento da série disponível. Para beneficiar da isenção, a reconstrução deve repor o último estado legalmente válido do imóvel. Isto significa, em termos gerais, manter a composição das fachadas, as dimensões, os vãos, a cobertura e os elementos salientes ou recuados. Nem todas as obras ficam isentas A dispensa deixa de se aplicar quando a intervenção representa uma ampliação do imóvel. Aumentar a área de implantação ou de construção, a altura da fachada, a altura ou o volume do edifício pode alterar o enquadramento da obra. Também é possível melhorar materiais, segurança e condições de salubridade, desde que a intervenção respeite os limites definidos para a reconstrução. Outra alteração relevante aplica-se a imóveis localizados em zonas de proteção de imóveis classificados ou em vias de classificação. Nestes casos, determinadas reconstruções podem igualmente beneficiar da isenção. A substituição de caixilharias por soluções de desenho e acabamento semelhantes, quando destinada a melhorar o desempenho energético, passa também a enquadrar-se nas obras de escassa relevância urbanística. Isenção não significa ausência de regras Mesmo sem licença, o proprietário continua sujeito a obrigações. Em regra, deve comunicar à câmara municipal o início dos trabalhos com pelo menos cinco dias de antecedência. As taxas urbanísticas também podem continuar a ser aplicáveis. Além disso, a responsabilidade pela conformidade da intervenção mantém-se. O imóvel pode ser fiscalizado e uma obra que ultrapasse os limites da isenção pode ficar sujeita às regras aplicáveis às operações urbanísticas licenciáveis. Por isso, antes de avançar com uma reconstrução, é importante confirmar o histórico legal do imóvel, verificar se a intervenção mantém as características exigidas e avaliar se existem condicionantes patrimoniais ou urbanísticas. A principal vantagem do novo regime está, assim, na redução da burocracia para determinadas obras. No entanto, reconstruir uma casa antiga sem licença não significa poder alterar livremente o imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Prepare a documentação antes da venda Antes de anunciar o imóvel, reúna a documentação necessária e confirme se a informação está atualizada. Entre os documentos relevantes estão a Caderneta Predial Urbana , a Certidão Permanente do Registo Predial e o Certificado Energético . A situação urbanística do imóvel também deve ser verificada. Desde as alterações introduzidas pelo Simplex Urbanístico, deixou de ser obrigatória a exibição ou prova da existência da autorização de utilização e da ficha técnica de habitação no processo de compra e venda. Ter os documentos organizados permite esclarecer dúvidas dos potenciais compradores, evitar atrasos e facilitar as etapas que antecedem a escritura. Defina o preço e conheça os custos Estabelecer um preço adequado é essencial para vender uma casa. A localização, a área, o estado de conservação, a eficiência energética e os valores praticados por imóveis semelhantes na zona devem ser considerados. Uma avaliação profissional pode ajudar a definir um preço mais ajustado ao mercado. Também é importante contabilizar os custos associados à venda. Estes podem incluir documentação, Certificado Energético, eventuais obras ou melhorias e a comissão de uma mediadora imobiliária, quando aplicável. As mais-valias imobiliárias são outro aspeto a considerar. A venda de um imóvel pode gerar tributação em IRS, sendo o cálculo efetuado de acordo com as regras fiscais aplicáveis e depois de consideradas determinadas despesas e encargos elegíveis. No caso de uma habitação própria e permanente, pode existir exclusão de tributação quando o valor de realização, depois de deduzido o empréstimo utilizado para a aquisição, seja reinvestido nos termos previstos na lei. O reinvestimento pode ser feito entre os 24 meses anteriores e os 36 meses posteriores à venda. Existe, contudo, uma condição importante: o imóvel vendido tem de ter sido destinado a habitação própria e permanente do proprietário ou do seu agregado familiar, comprovada pelo domicílio fiscal, nos 12 meses anteriores à transmissão ou, quando anterior, à data do reinvestimento. Existem exceções previstas para determinadas circunstâncias excecionais. Prepare o imóvel e organize a venda A apresentação da casa pode influenciar o interesse dos compradores. Antes das visitas, faça uma limpeza cuidada, organize os espaços, valorize a luz natural e resolva pequenos problemas que possam prejudicar a perceção do imóvel. O Contrato-Promessa de Compra e Venda (CPCV) continua a ser uma etapa importante do processo, permitindo estabelecer as condições acordadas entre comprador e vendedor, como o preço, os prazos e o valor do sinal. Recorrer a uma mediadora imobiliária pode simplificar a venda, desde a definição da estratégia e divulgação do imóvel até à negociação e acompanhamento das várias etapas da transação. Em 2026, vender uma casa exige, assim, mais do que definir um preço e encontrar um comprador. Ter a documentação preparada, conhecer os encargos fiscais e avaliar antecipadamente as condições do negócio pode ajudar a evitar surpresas e tornar o processo mais simples e seguro. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .