Foto: Adobe Stock Autor: Redação Revisão abre caminho a novo valor A Câmara Municipal do Porto vai avançar com a revisão do regulamento da taxa turística, dando início a um processo que poderá resultar num aumento do valor pago pelos visitantes. Atualmente, a taxa turística é de três euros por noite, depois de ter subido de dois para três euros em 2024. A proposta a votar pela autarquia não define ainda um novo montante. Prevê, nesta fase, a abertura de um período de 10 dias úteis para que os interessados possam participar e apresentar contributos sobre a alteração do regulamento. A possibilidade de a taxa turística passar para quatro euros já foi admitida pela autarquia, aproximando o valor cobrado no Porto daquele praticado em Lisboa. Turismo aumenta e gera mais receita A revisão surge num período de crescimento da atividade turística na cidade. Entre 2019 e 2025, o número de dormidas aumentou 45,6%, ultrapassando os 6,6 milhões no último ano. No mesmo período, os hóspedes cresceram 37,2%, superando os três milhões. Também a duração das estadias aumentou, passando de cerca de 2,04 noites em 2019 para 2,16 noites em 2025. Nos primeiros seis meses de 2026, as dormidas cresceram 4,48% e o número de hóspedes aumentou 3,53% face ao período homólogo. O crescimento do turismo refletiu-se ainda na receita municipal. Em 2025, a taxa turística gerou 32,3 milhões de euros, mais 54,5% do que no ano anterior. Porto procura equilibrar turismo e cidade A autarquia considera que o aumento do número de visitantes representa também uma maior utilização de serviços e infraestruturas públicas, incluindo limpeza urbana, mobilidade, segurança, cultura e património. Neste contexto, a taxa turística é encarada como uma fonte de receita para responder a parte dos encargos associados à atividade turística. A revisão está também relacionada com a estratégia municipal para financiar a gratuitidade dos transportes públicos para residentes. A Câmara pretende, ao mesmo tempo, manter o Porto como destino turístico sem comprometer a qualidade de vida de quem vive na cidade. O objetivo passa por encontrar um equilíbrio entre a atividade turística e as necessidades dos residentes. Após a aprovação do início do procedimento, será aberto o período de participação dos interessados. Só posteriormente deverá ser apresentada a proposta concreta para o novo valor da taxa turística. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Comprar casa está fora do alcance de muitos O acesso à habitação continua a ser um dos principais desafios para os europeus com rendimentos médios. Em Portugal, a dificuldade é particularmente evidente nas áreas metropolitanas, onde os preços dos imóveis têm aumentado mais rapidamente do que os rendimentos. Um estudo da Universidade Técnica de Viena, publicado na revista Maps, analisou mais de 18 milhões de anúncios de venda e 3,5 milhões de anúncios de arrendamento em 31 países europeus. A análise concluiu que apenas 44% da população vive em cidades onde um rendimento médio permite comprar um apartamento ou estúdio com cerca de 50 metros quadrados. No caso português, o cenário coloca o país entre os mercados considerados sistematicamente inacessíveis para compradores com salários médios. Lisboa enfrenta uma pressão habitacional elevada As grandes áreas metropolitanas concentram parte significativa da pressão sobre a habitação. Lisboa surge entre as capitais europeias onde uma parte expressiva da população tem dificuldade em encontrar uma casa de dimensão moderada sem comprometer uma parcela elevada do rendimento. A situação é agravada pela diferença entre os preços dos imóveis e a capacidade financeira das famílias. Mesmo quando existe acesso a crédito habitação a longo prazo, o orçamento disponível continua a limitar a área da casa que pode ser adquirida. Esta realidade afeta sobretudo quem procura entrar no mercado imobiliário pela primeira vez e quem precisa de mudar de cidade por motivos profissionais ou pessoais. Arrendamento também enfrenta dificuldades A pressão não se limita à compra de casa. O mercado de arrendamento apresenta igualmente níveis elevados de inacessibilidade em várias regiões europeias, incluindo Portugal. Nas zonas costeiras e turísticas, a procura adicional por alojamento temporário e segundas habitações contribui para reduzir a oferta disponível para residentes. O fenómeno é particularmente relevante em áreas onde a atividade turística tem um peso significativo na economia local. Quando a oferta de habitação permanente diminui, os valores das rendas tendem a sofrer uma pressão adicional, dificultando o acesso das famílias a uma casa adequada. Mais oferta é essencial para melhorar o acesso A crise de acessibilidade à habitação tem um forte impacto nas áreas metropolitanas, mas os efeitos também se fazem sentir nas regiões envolventes. O aumento dos preços nos centros urbanos pode levar a uma maior procura nas periferias, pressionando também esses mercados. Para melhorar o acesso à habitação, será necessário aumentar a oferta e adaptar as políticas às características de cada região. Medidas direcionadas para o arrendamento, construção, reabilitação e utilização do parque habitacional podem ajudar a equilibrar o mercado. Em Portugal, o desafio passa por criar condições para que a habitação volte a estar mais alinhada com a capacidade financeira das famílias, tanto para quem pretende comprar como para quem procura arrendar. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Mais visitantes e dormidas durante o verão Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que o turismo manteve uma trajetória positiva em julho. Os estabelecimentos de alojamento turístico receberam 3,4 milhões de hóspedes, mais 1% do que no mesmo mês do ano anterior. O número de dormidas também aumentou, atingindo 9,6 milhões, o que representa uma subida de 2,1% em termos homólogos. Este crescimento resultou tanto da procura interna como da chegada de visitantes internacionais. Os turistas residentes foram responsáveis por 3,1 milhões de dormidas, mais 5,1% do que em julho do ano passado. Já as dormidas de não residentes cresceram 0,7%, para 6,6 milhões. A evolução teve também impacto nas receitas do setor. Os proveitos totais do alojamento turístico alcançaram 923,7 milhões de euros durante o mês. Reino Unido mantém liderança entre os mercados O mercado britânico continuou a ser o principal responsável pelas dormidas de turistas estrangeiros em Portugal, seguido pelo mercado espanhol. Entre os principais mercados emissores, a Polónia destacou-se pelo crescimento mais expressivo. Em sentido contrário, França registou a maior redução. Também o mercado norte-americano apresentou uma quebra de 3,1% nas dormidas em julho, naquela que foi a segunda diminuição desde o período da pandemia. A evolução não foi igual em todo o território. O Alentejo registou o maior crescimento, com mais 7,7% de dormidas, seguido do Norte, que avançou 6,3%. Algarve, Grande Lisboa e Norte concentraram, em conjunto, 68,4% das dormidas registadas no país, confirmando o peso destas regiões na atividade turística. Lisboa lidera, mas Porto acelera Lisboa continuou a ser o município com maior número de dormidas, reunindo 15,9% do total nacional. Albufeira ocupou a segunda posição, enquanto o Porto ficou em terceiro lugar. Apesar de não liderar em volume, o Porto destacou-se pelo ritmo de crescimento. O município registou 690,6 mil dormidas, mais 5,5% do que no mesmo período do ano anterior, a maior subida entre os dez municípios com mais procura. A duração média das estadias também aumentou. Depois de três meses consecutivos de descidas, a estada média cresceu 1,1%, para 2,83 noites. Madeira e Algarve continuaram a apresentar as estadias mais prolongadas, com médias de 4,74 e 4,31 noites, respetivamente. Os dados mostram, assim, um turismo em crescimento, mas com comportamentos distintos consoante os mercados e as regiões. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O programa regional Alentejo 2030 abriu candidaturas para um fundo de 5,3 milhões de euros, financiado pelo FEDER, com o objetivo de reabilitar o património histórico e dinamizar o turismo cultural da região. Quem pode beneficiar e quais os projetos elegíveis? O concurso abrange intervenções em museus e imóveis classificados, com prioridade para ativos de interesse municipal. As candidaturas estão abertas a municípios e a entidades privadas sem fins lucrativos que atuem em parceria com as respetivas autarquias no âmbito das Estratégias Integradas de Desenvolvimento Territorial. Os projetos selecionados podem contar com uma taxa de cofinanciamento comunitário que atinge os 85%. Como é repartida a verba na região? A dotação financeira será distribuída pelas cinco Comunidades Intermunicipais (CIM) do Alentejo, cabendo ao Alentejo Central a maior fatia do investimento, seguida pelo Alto Alentejo, Alentejo Litoral, Baixo Alentejo e Lezíria do Tejo. Prazos de candidatura O processo decorre por fases: 1.ª Fase: Encerra no final deste mês. Prazo Limite Global: As submissões permanecem abertas até 30 de junho de 2027. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Turismo mantém peso relevante na economia O turismo continuou a desempenhar um papel determinante na economia nacional em 2025. De acordo com os dados preliminares da Conta Satélite do Turismo divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o setor gerou um contributo total, direto e indireto, de 36,2 mil milhões de euros, representando 11,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O Valor Acrescentado Bruto (VAB) direto atingiu 21.473 milhões de euros, um crescimento de 5,6% face ao ano anterior, mantendo um peso de 8,1% no VAB nacional pelo terceiro ano consecutivo. Já o Consumo do Turismo no Território Económico totalizou 49.350 milhões de euros, refletindo um aumento nominal de 4,9%. Crescimento estabiliza após recuperação Embora o turismo continue a apresentar resultados positivos, os indicadores revelam uma fase de estabilização após o forte crescimento registado nos anos que se seguiram à pandemia. Em 2025, o consumo turístico correspondeu a 16,1% do PIB, ligeiramente abaixo dos valores registados em 2023 e 2024. Considerando os efeitos diretos e indiretos, o setor foi responsável por 11,4% do VAB nacional, equivalente a cerca de 30,4 mil milhões de euros. A atividade turística contribuiu ainda com 0,3 pontos percentuais para o crescimento real do PIB português, num ano em que a economia nacional avançou 1,9%. Emprego e remunerações continuam a crescer Os dados finais relativos a 2023 mostram que o emprego nas atividades ligadas ao turismo aumentou 10,6%, superando claramente o crescimento registado no conjunto da economia portuguesa. Em equivalente a tempo completo, o setor passou a representar 10,4% do emprego nacional. Destacaram-se os aumentos nos hotéis e estabelecimentos similares, nos outros transportes e no aluguer de equipamentos de transporte. Também as remunerações cresceram 21,6%, representando 9,1% do total das remunerações da economia. Apesar da subida de 9,8% na remuneração média por trabalhador, os valores continuam abaixo da média nacional. Portugal mantém posição de destaque na Europa Os dados do INE mostram igualmente que Portugal continua entre os países europeus onde o turismo tem maior impacto económico. Em 2024, o país registou o segundo maior peso do consumo turístico no PIB entre os países com informação disponível, com 16,2%, apenas atrás da Islândia. No indicador do VAB direto gerado pelo turismo, Portugal também se destacou, ficando apenas atrás da Croácia entre os países comparáveis, reforçando a importância estratégica do setor para a economia nacional. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Praias e natureza fazem da Comporta um destino único A Comporta e Melides são dois dos destinos mais procurados do litoral alentejano, conhecidos pelas praias extensas, natureza preservada e ambiente tranquilo. Situadas a cerca de uma hora e meia de Lisboa, estas localidades oferecem uma combinação de dunas, arrozais, pinhais e mar, ideal para quem procura descansar longe da agitação. A Praia da Comporta destaca-se pela vasta extensão de areia, águas de excelente qualidade e enquadramento na Reserva Natural do Estuário do Sado. Nas proximidades, a Praia do Carvalhal combina dunas, arrozais e um ambiente descontraído, enquanto a Praia do Pego é reconhecida pela qualidade ambiental. Já a Praia de Tróia-Galé é uma excelente opção para famílias, graças às águas mais calmas. Outro dos locais emblemáticos é o Cais Palafítico da Carrasqueira. Construído sobre estacas de madeira, continua a ser utilizado por pescadores e é um dos cenários mais fotografados da região, sobretudo ao final da tarde. Lojas, cultura e experiências para descobrir Além das praias, a região oferece várias experiências ligadas à cultura, ao design e à tradição local. Para quem aprecia antiguidades, existem lojas que reúnem mobiliário, peças decorativas e objetos históricos. Outra visita recomendada é o Museu do Arroz, instalado numa antiga fábrica, onde é possível conhecer a importância da produção de arroz no desenvolvimento da Comporta e da região do Alentejo. Os passeios a cavalo são igualmente uma das atividades mais procuradas. Os percursos atravessam arrozais, pinhais e dunas até às praias, proporcionando uma forma diferente de explorar a paisagem natural. Onde comer e aproveitar a gastronomia local A gastronomia é outro dos grandes atrativos da Comporta e de Melides. Os restaurantes da região combinam os sabores tradicionais do Alentejo com propostas mais contemporâneas, valorizando peixe fresco, marisco, arroz e produtos locais. Ao longo das duas localidades existem também cafés, esplanadas e pequenos espaços onde é possível desfrutar do ambiente descontraído que caracteriza esta zona do litoral. Entre praias preservadas, boa gastronomia, lojas de autor e paisagens naturais, a Comporta e Melides afirmam-se como destinos ideais para uma escapadinha ou para férias tranquilas em qualquer altura do ano. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Museus e cultura para todos os gostos Londres é uma das cidades mais visitadas da Europa e reúne um património histórico, artístico e cultural único. Quem planeia uma viagem à capital britânica encontra dezenas de atrações para diferentes interesses, muitas delas com entrada gratuita. O Museu Britânico é uma das visitas obrigatórias, com uma vasta coleção de antiguidades, incluindo múmias egípcias e a Pedra de Roseta. Também o Museu de História Natural impressiona pelas exposições dedicadas aos dinossauros, à geologia e à biodiversidade. Em South Kensington, pode visitar três dos museus mais conhecidos da cidade: o Museu de História Natural, o Science Museum e o Victoria and Albert Museum. Para os apreciadores de arte, a Tate Modern e a National Gallery exibem obras de alguns dos maiores artistas da história, enquanto a White Cube apresenta exposições de arte contemporânea num espaço de entrada gratuita. Mercados, gastronomia e vistas únicas Uma viagem a Londres não fica completa sem passar pelo Camden Market, conhecido pelas bancas de comida internacional, lojas alternativas e ambiente multicultural. Outra referência gastronómica é o Borough Market, onde encontra produtos frescos, especialidades locais e sabores de várias partes do mundo. Para admirar a cidade, o London Eye continua a ser um dos ícones mais procurados, oferecendo uma vista panorâmica sobre Londres. Em alternativa, o The Garden at 120 disponibiliza um terraço gratuito com vista de 360 graus sobre a capital. Parques, história e experiências diferentes Londres dispõe de vários espaços verdes ideais para relaxar. O Queen Elizabeth Olympic Park, criado para os Jogos Olímpicos de 2012, combina zonas de lazer, arte e desporto. O Victoria Park é perfeito para caminhadas, piqueniques ou atividades ao ar livre, enquanto a Floresta de Epping oferece trilhos, lagos e uma paisagem natural a poucos minutos do centro. Para conhecer a história da cidade, vale a pena visitar o London Mithraeum Bloomberg SPACE, onde um antigo templo romano foi transformado numa experiência imersiva. Já a Somerset House promove atividades culturais e oficinas para todas as idades. Arte urbana e locais a não perder A criatividade londrina também se vive nas ruas. O túnel de Leake Street, junto à estação de Waterloo, é um dos espaços de arte urbana mais famosos da cidade e recebe constantemente novas intervenções de artistas. Brick Lane e Shoreditch são igualmente referências obrigatórias para quem aprecia murais e street art. Com uma oferta tão diversificada, Londres continua a ser um dos destinos mais completos da Europa. Entre património histórico, museus gratuitos, mercados, parques e experiências culturais, há sempre novos locais para descobrir, seja numa primeira visita ou numa viagem de regresso à capital inglesa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Onde fica a Lagoa da Esturranha? A Lagoa da Esturranha está localizada na Serra dArga, no concelho de Viana do Castelo, e é um dos recantos naturais mais surpreendentes do norte de Portugal. Alimentada pelas águas do rio Âncora, destaca-se pela tonalidade azul-turquesa, pelas formações rochosas e pela vegetação envolvente, criando uma paisagem que muitos comparam a destinos internacionais. Este espaço natural oferece zonas de diferentes profundidades, permitindo tanto mergulhos refrescantes como momentos de descanso junto à água. A envolvente preservada torna a lagoa numa excelente alternativa para quem pretende fugir às praias mais concorridas durante o verão. Como chegar e o que encontrar Para visitar a Lagoa da Esturranha, a opção mais prática é deslocar-se de carro até à Serra dArga. Depois de estacionar nas imediações, terá de percorrer um pequeno trilho pedonal até chegar à lagoa. Como o percurso inclui zonas irregulares, é aconselhável utilizar calçado confortável e levar água, sobretudo nos dias mais quentes. No local encontrará áreas ideais para banhos, rochas onde poderá descansar, pequenas zonas de sombra e um ambiente tranquilo em pleno contacto com a natureza. Como não existem infraestruturas de apoio, como cafés, casas de banho ou vigilância, deverá levar tudo o que necessita e recolher todo o lixo antes de abandonar o espaço. Melhor altura para visitar A Lagoa da Esturranha pode ser visitada ao longo de todo o ano, embora os meses de verão sejam os mais procurados para banhos e atividades ao ar livre. Durante a primavera e o início do outono, o local oferece um ambiente mais calmo, ideal para caminhadas, fotografia e piqueniques. Antes da visita, recomenda-se levar protetor solar, chapéu, toalha, alimentos ligeiros e uma muda de roupa, caso pretenda permanecer várias horas. Respeitar o ambiente natural e preservar este espaço é essencial para garantir que continua a ser um dos tesouros escondidos de Viana do Castelo. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Investimento hoteleiro bate recorde no primeiro semestre O investimento hoteleiro em Portugal atingiu 512 milhões de euros durante o primeiro semestre de 2026, representando um crescimento de 82% face ao mesmo período do ano anterior. Este é o maior volume de investimento alguma vez registado nos primeiros seis meses do ano, confirmando o forte dinamismo do setor. No conjunto da Península Ibérica, Portugal e Espanha somaram milhares de milhões de euros em operações ligadas ao setor hoteleiro, com um aumento do número de ativos transacionados e de quartos envolvidos nas operações. O desempenho reforça a importância crescente da região no mercado europeu de investimento hoteleiro. Hotéis de luxo e investidores estrangeiros lideram Os hotéis de cinco estrelas e de grande luxo concentraram uma parte significativa do investimento hoteleiro, sobretudo em Portugal, onde este segmento representou a maioria do capital aplicado. A procura por unidades de elevada qualidade continua a impulsionar o interesse dos investidores. Ao contrário de Espanha, onde predominou o investimento nacional, o mercado português foi maioritariamente dinamizado por compradores internacionais. Entre os principais investidores destacaram-se grupos oriundos de França e do Reino Unido, que canalizaram uma fatia relevante do capital para Portugal. Também os investidores institucionais mantiveram um papel de destaque, representando cerca de metade do investimento realizado na Península Ibérica. Perspetivas continuam positivas para Portugal As previsões para os próximos meses apontam para a continuação da procura por ativos turísticos em Portugal. O país mantém-se entre os mercados mais atrativos da Europa para o investimento hoteleiro, beneficiando da procura internacional e do desempenho consistente do turismo. Além dos investidores institucionais, as cadeias hoteleiras e os investidores privados continuam a desempenhar um papel relevante no mercado. O crescimento registado no primeiro semestre reforça a confiança no setor e consolida Portugal como um dos principais destinos europeus para novos investimentos na hotelaria. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Monte Clérigo conquista distinção europeia A praia de Monte Clérigo, situada no concelho de Aljezur, foi eleita a melhor praia da Europa em 2026 pela European Best Destinations. A distinção reconhece fatores como a beleza natural, a acessibilidade, a qualidade ambiental e a experiência proporcionada aos visitantes. Inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a praia destaca-se pelo extenso areal, pelas arribas e pela paisagem preservada. Galardoada com Bandeira Azul, Qualidade de Ouro da Quercus e Zero Poluição, oferece condições ideais para quem procura um destino tranquilo, em contacto com a natureza. Natureza, surf e paisagens únicas Monte Clérigo proporciona uma experiência diversificada, combinando banhos de mar, percursos pedestres e observação da fauna marinha. Durante a maré baixa, a plataforma rochosa revela piscinas naturais e espécies como estrelas-do-mar, anémonas, ouriços-do-mar e pequenos peixes. A praia oferece ainda excelentes condições para a prática de surf, contando com escolas especializadas para iniciantes e praticantes experientes. A vista panorâmica sobre a linha de costa e a envolvente natural tornam este um dos cenários mais emblemáticos da Costa Vicentina. Destino atrai quem procura tranquilidade A European Best Destinations destacou Monte Clérigo pela autenticidade, pelo ambiente preservado e pelo turismo de menor escala, longe das zonas mais movimentadas do Algarve. A avaliação teve igualmente em conta a facilidade de acesso e a relação entre qualidade e custo da estadia. A distinção reforça a crescente procura pela Costa Vicentina, uma região cada vez mais valorizada por quem privilegia natureza, praias menos massificadas e uma experiência de férias mais tranquila. Além da paisagem, os visitantes encontram restaurantes, alojamentos e atividades ao ar livre que complementam a visita a um dos destinos mais bem classificados da Europa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Alhambra: o monumento mais emblemático de Granada Visitar Granada implica conhecer a Alhambra, um dos monumentos mais importantes de Espanha e Património Mundial da UNESCO. Construído ao longo de vários séculos, este complexo reúne palácios, fortalezas, jardins e pátios que testemunham a influência da arquitetura islâmica na região. Os Palácios Nasridas destacam-se pela riqueza dos detalhes decorativos, enquanto o Generalife convida a passeios pelos seus jardins e fontes. A Alcazaba proporciona algumas das melhores vistas sobre a cidade e o Palácio de Carlos V evidencia a transição para o estilo renascentista. Como a procura é muito elevada, é aconselhável reservar os bilhetes com antecedência, sobretudo para os Palácios Nasridas. Albaicín e Sacromonte revelam a alma da cidade O bairro de Albaicín preserva a identidade histórica de Granada, com ruas estreitas, casas brancas e miradouros que oferecem panorâmicas sobre a Alhambra e a Serra Nevada. O Mirador de San Nicolás é um dos locais mais procurados para apreciar o pôr do sol, enquanto o Mirador de San Miguel Alto proporciona uma perspetiva mais tranquila da cidade. Na parte alta do bairro encontra-se o Palácio Dar al-Horra, um dos melhores exemplos da arquitetura nasrida fora da Alhambra. Já na Carrera del Darro destaca-se El Bañuelo, um dos banhos árabes mais bem preservados de Espanha. A poucos minutos fica Sacromonte, conhecido pelas tradicionais casas-caverna e pela forte ligação ao flamenco. O bairro mantém uma identidade própria e oferece a oportunidade de conhecer um dos lados mais autênticos da cultura granadina. Centro histórico combina património, compras e gastronomia O centro de Granada reúne alguns dos seus principais monumentos e espaços comerciais. A Plaza Nueva funciona como ponto de partida para explorar as ruas históricas, repletas de restaurantes, cafés e bares de tapas. Nas proximidades encontra-se a Catedral de Granada, um dos maiores exemplos da arquitetura renascentista espanhola. O Mercado da Alcaicería mantém viva a tradição do antigo mercado da seda, com lojas dedicadas ao artesanato, cerâmica e produtos típicos da Andaluzia. A Gran Vía de Colón e a Calle Elvira completam a visita ao centro, onde é possível encontrar edifícios históricos, lojas tradicionais e casas de chá inspiradas na herança árabe. Dicas para visitar Granada A localização de Granada faz da cidade uma excelente base para explorar a Andaluzia, permitindo combinar a visita com destinos como Sevilha, Córdoba, Ronda, Málaga ou a Serra Nevada. Para aproveitar melhor a experiência, recomenda-se reservar antecipadamente as entradas na Alhambra, caminhar pelos bairros históricos e dedicar tempo à gastronomia local. Entre património, cultura, natureza e tradição, Granada afirma-se como um dos destinos mais completos para quem pretende descobrir o sul de Espanha. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Um centro histórico repleto de história Salvador, capital do estado da Bahia, é uma cidade onde o passado e o presente convivem em perfeita harmonia. Fundada em 1549, foi a primeira capital do Brasil e preserva um dos mais importantes conjuntos arquitetónicos coloniais da América Latina. O Pelourinho, classificado como Património Mundial da UNESCO, reúne igrejas, praças e edifícios históricos que contam séculos de história. Percorrer as suas ruas de calçada é descobrir um património rico, marcado pela arquitetura colonial, pela música e pela hospitalidade dos soteropolitanos. A herança afro-brasileira marca a identidade de Salvador A cultura afro-brasileira está presente em todos os recantos de Salvador e faz parte da identidade da cidade. A influência africana revela-se na religião, na música, na arte e nas tradições locais. O som dos atabaques, os blocos afro, os monumentos dedicados às figuras históricas da resistência e espaços como o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira ajudam a compreender a importância deste legado. O sincretismo religioso também é uma das marcas de Salvador, onde igrejas e tradições do Candomblé coexistem e refletem a diversidade cultural da Bahia. Gastronomia, cultura e novos espaços para descobrir Além do património histórico, Salvador oferece uma gastronomia rica em sabores e influências africanas, indígenas e portuguesas. Especialidades como o acarajé, a moqueca e o vatapá são paragens obrigatórias para quem visita a cidade. Entre os locais de maior interesse destacam-se ainda o Elevador Lacerda, o Mercado Modelo e novos espaços culturais instalados em edifícios históricos recuperados, que reforçam a revitalização do centro histórico e enriquecem a experiência de quem visita a capital baiana. Praias, natureza e bairros cheios de vida Salvador também conquista pelas suas praias e pela proximidade com a Baía de Todos os Santos. O Farol da Barra, a Praia do Porto da Barra, Itapuã e Stella Maris estão entre os locais mais procurados para aproveitar o clima tropical. O bairro do Rio Vermelho, associado ao escritor Jorge Amado, destaca-se pelo ambiente boémio, pelos restaurantes e pela Casa de Iemanjá, um dos locais mais emblemáticos da cidade. Entre cultura, natureza e tradição, Salvador oferece uma experiência completa para quem procura conhecer um dos destinos mais fascinantes do Brasi <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Os 10 anos não obrigam a manter a casa A garantia pública no crédito à habitação permite a jovens até aos 35 anos obter financiamento entre 85% e 100% do valor da transação, podendo o Estado garantir até 15% desse montante. A garantia vigora, no máximo, durante os primeiros 10 anos do contrato de crédito. No entanto, este prazo não significa que o proprietário tenha de permanecer na habitação durante uma década. Se decidir vender o imóvel antes desse período, a garantia pública pode cessar antes do prazo máximo previsto. O que acontece ao vender o imóvel? De acordo com o Banco de Portugal (BdP), é possível vender um imóvel adquirido através deste regime. Quando a venda acontece, a garantia pública cessa com a emissão do distrate da hipoteca pelo banco ou mediante o consentimento expresso da instituição para a transmissão do imóvel. Na prática, a venda deve ser articulada com o banco, uma vez que o imóvel está hipotecado. O proprietário terá de tratar da regularização do crédito e dos procedimentos associados à transmissão da casa. A garantia pública não acompanha automaticamente a venda A garantia pública está associada ao contrato de crédito e às condições previstas no regime. Por isso, a venda do imóvel não significa que o apoio possa simplesmente ser transferido para uma nova compra. O BdP estabelece também que o acesso ao regime exige, entre outras condições, que o comprador não tenha beneficiado anteriormente da garantia pública. Assim, quem já recorreu a este apoio não poderá utilizá-lo novamente numa futura aquisição. O que devem ter em conta os jovens? Antes de vender uma casa comprada com garantia pública, é importante contactar o banco e perceber como será liquidado ou transferido o crédito, bem como os procedimentos necessários para a transmissão do imóvel. A garantia pública foi criada para facilitar o acesso dos jovens à primeira habitação própria e permanente, mas não elimina as responsabilidades associadas ao empréstimo. O financiamento continua a ser concedido pelo banco e o mutuário mantém a responsabilidade pelo pagamento da dívida. Para quem está a pensar comprar, conhecer as regras da garantia pública antes de assinar o crédito é essencial para perceber não só as condições de acesso, mas também as consequências de uma futura venda do imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Mais soluções para a habitação nas cidades A subida dos preços e a escassez de imóveis dificultam a permanência de famílias, estudantes e trabalhadores nas zonas urbanas. Perante este cenário, Bruxelas avançou com a Lei da Habitação Acessível, integrada num plano europeu mais amplo. A iniciativa procura aumentar a oferta e permitir uma ação local onde a habitação acessível é difícil de encontrar. Em Portugal, a pressão é igualmente significativa, em regiões com maior procura. Alojamento local pode ter novas limitações Uma das áreas abrangidas pelas novas regras é o alojamento local . A Comissão Europeia pretende dar segurança jurídica às autarquias que considerem necessário limitar este tipo de exploração em zonas onde a oferta residencial esteja sob pressão. As restrições não poderão ser aplicadas de forma indiscriminada. Os municípios terão de apresentar dados que demonstrem o impacto do alojamento de curta duração na disponibilidade de casas e justificar as medidas. As intervenções deverão ainda ser proporcionais e ter uma duração limitada. A intenção é equilibrar o turismo com a necessidade de preservar habitação para residentes e aumentar a oferta de habitação acessível. Imóveis devolutos entram na estratégia A utilização de casas vazias é outro dos pontos centrais da proposta. Bruxelas incentiva os Estados-membros e as cidades a encontrar formas de colocar imóveis devolutos ou subutilizados no mercado residencial. Entre as possibilidades está a aplicação de medidas fiscais sobre imóveis que permaneçam desocupados sem justificação. A estratégia prevê, contudo, exceções para períodos de ausência relacionados com trabalho, estudos ou saúde. A reabilitação de edifícios existentes surge como forma de aumentar a oferta sem depender apenas de nova construção. Esta medida pode reforçar a habitação acessível. Aproveitar melhor o património disponível pode permitir respostas mais rápidas em zonas onde existe forte procura. Licenciamento mais rápido para aumentar a oferta A proposta não se limita a regular a utilização dos imóveis. Bruxelas recomenda também medidas para acelerar a construção e a reabilitação, incluindo processos de licenciamento mais simples e rápidos. Os Planos de Aceleração da Habitação deverão ajudar a disponibilizar terrenos e edifícios para uso residencial. A Comissão aponta ainda para financiamento e parcerias que apoiem projetos destinados a aumentar a oferta a preços controlados. A Lei da Habitação Acessível segue agora para negociação entre o Parlamento Europeu e o Conselho. O objetivo é criar um enquadramento comum, sem impor uma solução única aos países. Para Portugal, estas medidas poderão ter impacto nas políticas municipais, no alojamento local, nos imóveis devolutos e nos novos projetos residenciais. A aposta passa por combinar construção, reabilitação e melhor utilização do parque habitacional, tornando a habitação acessível uma realidade para mais pessoas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .