Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Quebra nas dormidas preocupa o alojamento local O alojamento local nos Açores atravessa um momento delicado, após registar uma queda homóloga de 18,9% nas dormidas em janeiro de 2026. Os dados oficiais revelam ainda que 70,4% das unidades inquiridas não receberam qualquer hóspede durante todo o mês, agravando o cenário face ao período homólogo. Para a Associação de Alojamento Local dos Açores, estes números demonstram que o alojamento local enfrenta um problema estrutural de procura e não apenas uma oscilação pontual. A dependência da época alta e a forte sazonalidade continuam a expor o alojamento local a quebras significativas nos meses de inverno. Setor aponta falhas na estratégia turística A direção da associação considera que o alojamento local necessita de uma estratégia clara e estável para recuperar a confiança do mercado. A instabilidade na liderança do turismo regional e a redução da conectividade aérea são fatores apontados como determinantes para o atual abrandamento. Segundo o setor, o alojamento local depende diretamente da mobilidade aérea e da promoção externa do destino. Sem uma orientação estratégica consistente, o alojamento local poderá enfrentar dificuldades prolongadas, com impacto na tesouraria das pequenas e médias empresas que dominam o segmento na região. Impacto económico e risco para as empresas O alojamento local representa a maioria das camas disponíveis no arquipélago e tem um peso relevante na economia regional. Muitas unidades são de natureza familiar, com custos fixos elevados e forte exposição à sazonalidade. Uma desaceleração prolongada poderá traduzir-se em encerramento de unidades de alojamento local, redução de postos de trabalho e travagem do investimento privado. A associação alerta que o destino ainda não atingiu maturidade plena e continua vulnerável a choques externos e decisões estratégicas menos eficazes. Transporte marítimo também regista descidas Os dados do transporte interilhas reforçam o contexto de desaceleração. Em janeiro, o número de passageiros desembarcados por via marítima diminuiu 4,1% face ao mesmo mês do ano anterior, prolongando uma sequência de descidas homólogas. As ilhas com maior movimento, como Pico e Faial, registaram quebras, enquanto no grupo Ocidental se verificaram aumentos, embora com números absolutos reduzidos. A limitação das ligações fora da época alta continua a influenciar a mobilidade interna e, consequentemente, a dinâmica do alojamento local. Perante este cenário, o setor defende medidas urgentes para reforçar a estratégia aérea, estabilizar a governação do turismo e intensificar a promoção do destino. O objetivo passa por inverter a tendência antes da época alta e devolver estabilidade ao alojamento local nos Açores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Festival transforma Óbidos numa galeria doce O Festival Internacional de Chocolate de Óbidos volta a afirmar-se como um dos grandes eventos gastronómicos do país, dedicando esta edição ao universo da Arte. Depois de, no ano anterior, ter explorado a ciência, o Festival assume agora uma vertente criativa que cruza escultura, pintura, literatura e até fotografia com chocolate. O resultado é um programa onde o Festival se reinventa e propõe novas formas de olhar para esta matéria-prima. Entre 6 e 22 de março, o Óbidos acolhe a 22.ª edição do Festival, que conta com um investimento de 450 mil euros e uma expectativa de cerca de 100 mil visitantes. O grande destaque é a inauguração de um museu dedicado à arte em chocolate, integrado no percurso oficial do Festival. Neste espaço, o público pode observar obras icónicas reinterpretadas em chocolate, criadas por uma equipa especializada que trabalhou durante milhares de horas para dar forma a uma galeria singular. Ao longo do recinto do Festival, distribuem-se 85 toneladas de chocolate moldadas em esculturas que evocam diferentes movimentos artísticos, do clássico ao contemporâneo. O Festival mantém a tradição de permitir que os visitantes acompanhem parte do processo criativo ao vivo, reforçando a dimensão pedagógica e experiencial do evento. Experiências criativas e chefs no Festival O programa do Festival inclui oficinas práticas onde adultos e crianças são convidados a experimentar técnicas inspiradas em grandes correntes artísticas. A vertente educativa do Festival manifesta-se também em ateliers temáticos e atividades que cruzam chocolate com literatura, música e experiências sensoriais harmonizadas com vinho. Mais de uma centena de chefs participa nesta edição do Festival, dinamizando showcookings, demonstrações técnicas e concursos. A curadoria mantém o foco na inovação e na diversidade de abordagens, assegurando que o Festival continua a surpreender tanto profissionais como entusiastas. No Mercado de Chocolate, o Festival reúne expositores com propostas que vão desde bombons artesanais a tabletes, bolos, crepes e licores. Uma das novidades deste Festival é a presença de representantes de produtores de cacau da Costa do Marfim e do Equador, reforçando a dimensão internacional do evento e a ligação à origem da matéria-prima. O Festival decorre de sexta-feira a domingo, entre as 10h e as 21h. Os bilhetes têm um custo base de 10 euros, existindo valores reduzidos para crianças, estudantes e seniores, bem como opções familiares. Ao apostar na fusão entre gastronomia, imaginação e espetáculo, o Festival consolida o seu posicionamento como evento de referência. Mais do que celebrar o chocolate enquanto produto alimentar, o Festival propõe uma reflexão sobre o seu potencial artístico, convidando o público a descobrir novas perspetivas e experiências num ambiente onde criatividade e sabor caminham lado a lado. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Lisboa elimina quase 7.000 licenças de Alojamento Local A Câmara Municipal de Lisboa cancelou 6.765 licenças de Alojamento Local consideradas inativas, num universo de cerca de 19 mil registos existentes na cidade. A decisão representa um corte de aproximadamente 40% e resulta da falta de comprovativo do seguro de responsabilidade civil, obrigatório desde março de 2025. Estas licenças de Alojamento Local eram classificadas como “fantasma”, uma vez que não correspondiam a unidades em funcionamento. Lisboa torna-se assim o primeiro município a concluir o processo de limpeza de registos inativos, uma medida que visa corrigir os números reais do setor. Seguro obrigatório dita cancelamentos A obrigatoriedade do seguro de responsabilidade civil para o Alojamento Local entrou em vigor em março de 2025. O objetivo é garantir a cobertura de danos patrimoniais e não patrimoniais causados a hóspedes ou vizinhos. Sem a apresentação do documento, as autarquias podem avançar para o cancelamento automático da licença. Segundo a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), muitas destas licenças pertenciam a imóveis vendidos ou a proprietários que nunca chegaram a iniciar atividade. Durante os últimos anos, vários registos foram submetidos preventivamente, mas acabaram por não ter utilização efetiva. A nível nacional, estima-se que o processo possa eliminar cerca de 36 mil licenças de Alojamento Local até ao verão, reduzindo o número total para perto de 90 mil unidades efetivamente em funcionamento. Novos registos regressam a níveis de 2015 O mercado do Alojamento Local mostra sinais de estabilização após anos de crescimento acelerado. Em 2025 foram registadas 12.264 novas unidades, valor semelhante ao observado em 2015, quando se contabilizaram pouco mais de 12 mil registos. Depois do pico atingido em 2018, com mais de 27 mil novas entradas num único ano, o setor iniciou uma trajetória de desaceleração. A pandemia contribuiu para uma quebra significativa e, mais recentemente, as alterações legislativas também influenciaram o ritmo de crescimento. Pela primeira vez, o número total de registos ativos de Alojamento Local caiu, refletindo o impacto do processo de limpeza. Até meados de fevereiro de 2026 estavam contabilizados cerca de 120 mil registos, abaixo dos 126 mil registados no final de 2025. Algarve lidera oferta de Alojamento Local O Algarve mantém-se como a região com maior concentração de Alojamento Local em Portugal, com mais de 45 mil registos ativos, representando cerca de 40% do total nacional. Desde 2015, a região quase triplicou a oferta. A região Norte surge na segunda posição, com aproximadamente 27 mil unidades, seguida da Área Metropolitana de Lisboa, com cerca de 25 mil licenças ativas. O Centro contabiliza perto de 10,8 mil alojamentos, enquanto a Madeira ultrapassa os oito mil registos. O Alentejo continua a ser a região com menor expressão no Alojamento Local, com cerca de três mil unidades ativas, embora tenha registado crescimento ao longo da última década. Com esta reorganização, o setor do Alojamento Local entra numa nova fase, marcada por maior rigor nos registos e por uma tentativa de aproximar os números oficiais da realidade do mercado. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Viagens de inverno em Portugal Quando pensamos em viagens em Portugal, associamos facilmente o país ao sol e às praias. No entanto, o inverno revela um lado diferente do território, sobretudo nas zonas montanhosas. As viagens para destinos de neve têm vindo a ganhar popularidade entre quem procura experiências sazonais sem sair do país. A Serra da Estrela é o principal cenário destas viagens. Durante os meses mais frios, a paisagem transforma-se com a queda de neve, criando um ambiente típico de montanha. A Torre, ponto mais alto de Portugal continental, é um dos locais mais visitados nesta época. Estas viagens permitem combinar natureza, gastronomia regional e estadias acolhedoras em aldeias serranas. Para escapadinhas de fim de semana ou férias curtas, trata-se de uma opção prática que alia proximidade, autenticidade e contacto com a neve. Viagens de inverno em Espanha Espanha destaca-se pela diversidade de paisagens, o que torna as viagens de inverno particularmente apelativas. Longe das rotas balneares do verão, as montanhas espanholas assumem protagonismo na estação fria. A Sierra Nevada, situada no sul do país, é uma das referências europeias para viagens de neve. A altitude elevada favorece boas condições durante grande parte da temporada. A proximidade a Granada permite enriquecer as viagens com património histórico e gastronomia andaluza, criando uma experiência diversificada. Nos Pirenéus, Baqueira-Beret é amplamente reconhecida pela qualidade das infraestruturas e pela consistência da neve. Estas viagens atraem tanto iniciantes como praticantes experientes de desportos de inverno. O ambiente de montanha, aliado a boas opções de alojamento e restauração, garante estadias confortáveis e completas. Viagens de inverno em Itália Itália é um dos destinos mais procurados para viagens de inverno na Europa. As cadeias montanhosas do norte oferecem cenários imponentes e infraestruturas consolidadas para a prática de atividades na neve. Nos Alpes Italianos, destacam-se estâncias que combinam desporto, cultura e gastronomia. Em particular, Cortina dAmpezzo, localizada nas Dolomitas, é conhecida pela paisagem marcante e pela atmosfera sofisticada. Estas viagens são ideais para quem procura equilíbrio entre aventura e conforto. Outra referência é Livigno, situada a grande altitude e reconhecida pelas condições favoráveis ao longo da época fria. As viagens para esta região combinam neve abundante, variedade de alojamentos e atividades adaptadas a diferentes perfis, desde grupos de amigos a famílias. Porque escolher viagens de inverno no sul da Europa Optar por viagens de inverno em Portugal, Espanha ou Itália permite unir neve, cultura mediterrânea e gastronomia de qualidade. Ao contrário de outros destinos mais extremos, estas viagens oferecem temperaturas menos rigorosas e fácil acesso a centros urbanos históricos. Entre serras, Pirenéus e Alpes, as viagens de inverno revelam uma faceta distinta do sul da Europa. Seja para praticar desportos na neve, desfrutar de paisagens brancas ou simplesmente relaxar em ambiente de montanha, estas viagens representam uma alternativa equilibrada para quem quer diversificar experiências sem abdicar de conforto e identidade cultural. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Portugal – Guimarães Guimarães é o berço da nação portuguesa e surpreende pelo seu centro medieval preservado, ruas de pedra e palácios históricos. A cidade celebra em 2026 o título de Capital Verde da Europa, com projetos urbanos sustentáveis, transporte elétrico e novos espaços verdes. A energia jovem e criativa convive com a história, tornando Guimarães um destino único para experiências culturais e ecológicas. Croácia e Montenegro Dubrovnik encanta com muralhas medievais e arquitetura Património Mundial da Unesco. Montenegro, vizinho da Croácia, oferece a baía de Kotor, aldeias costeiras e montanhas intocadas, onde trilhas conectam comunidades locais e promovem turismo sustentável. Ambos os destinos combinam história, natureza e paisagens de cortar a respiração. Argentina e Uruguai Buenos Aires mantém-se tendência pelo tango e gastronomia, mas Montevidéu surpreende com cidades verdes, churrasco e cultura local autêntica. Ambos os destinos oferecem experiências culturais profundas, ideal para quem procura combinar lazer, história e vida urbana. Chile – Vale de Colchagua O Vale de Colchagua, a duas horas de Santiago, é o coração do enoturismo chileno. Vinhedos premiados, gastronomia local e observação de estrelas atraem visitantes. Aldeias históricas como Santa Cruz e Lolol oferecem mercados e mansões coloniais, enquanto hotéis-vinícolas permitem imersão na vida rural com conforto. Ilhas Cook, Polinésia Rarotonga e Aitutaki oferecem praias isoladas, lagoas cristalinas e cultura polinésia preservada. O conceito de barefoot luxury garante experiências em contato com a natureza sem impacto ambiental, combinando turismo e preservação ecológica. Indonésia – Ilhas Komodo As ilhas Komodo são lar do dragão-de-komodo e de recifes de coral intocados. Ecopousadas e passeios guiados permitem conhecer a vida selvagem de forma sustentável, beneficiando as comunidades locais e preservando o ecossistema único do parque nacional Património Mundial da Unesco. Argélia A Argélia surpreende com ruínas romanas, cidades históricas e dunas do Saara, longe das multidões. Políticas recentes facilitam vistos e promovem a preservação cultural e artesanal. Cidades como Argel, Constantine e Djanet oferecem experiências autênticas e acesso a um turismo consciente. Estados Unidos – Oregon e Filadélfia Oregon combina praias públicas, florestas e rochedos selvagens, com acessibilidade total e iniciativas de turismo sustentável. Filadélfia celebra os 250 anos da nação com eventos culturais e desportivos, mostrando história, inovação e experiências interativas para os visitantes. Japão – Ishikawa Ishikawa convida a conhecer artesanato tradicional, saquê premiado e participar na reconstrução de comunidades afetadas por terremotos. Pousadas familiares e atividades culturais mantêm vivas as tradições locais, promovendo turismo responsável. Camboja – Phnom Penh Phnom Penh inaugura o Aeroporto Internacional Techo, aumentando a acessibilidade. A cidade combina modernidade com turismo sustentável urbano, incluindo calçadões para pedestres, festivais de comida de rua e transporte elétrico, beneficiando visitantes e comunidade local. Escócia – Ilhas Hébridas As Hébridas oferecem círculos de pedra neolíticos, praias isoladas e um boom do uísque. Novas destilarias e centros de visitantes preservam a história e atraem turistas, proporcionando experiências culturais e naturais únicas. Finlândia – Oulu Oulu, Capital Europeia da Cultura em 2026, combina natureza ártica, criatividade e eventos culturais durante todo o ano. Trilhas, arte pública e experiências de inverno reforçam a ligação com o ambiente e promovem turismo sustentável. Costa Rica Com florestas tropicais, praias desertas e biodiversidade única, a Costa Rica alia aventura, surf, ioga e turismo de conservação. Projetos locais protegem onças-pintadas e tubarões migratórios, tornando cada visita uma experiência ecológica completa. Viajar em 2026 é mais do que visitar destinos turísticos: é explorar culturas, natureza e experiências únicas de forma consciente. De Guimarães a Komodo, de Montevidéu à Costa Rica, cada destino combina beleza, sustentabilidade e oportunidade de apoiar comunidades locais. Planeia a tua próxima viagem internacional com impacto positivo, garantindo memórias inesquecíveis e experiências que respeitam o ambiente e a cultura local. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Turismo pode voltar a crescer entre 5 e 6% em 2026 O turismo em Portugal poderá voltar a registar um crescimento significativo em 2026, depois de ter encerrado o último ano com receitas próximas de 30 mil milhões de euros. A estimativa aponta para um aumento entre 5% e 6% nas receitas do turismo, acompanhado por uma subida de 2% a 2,5% no fluxo de dormidas. A previsão foi avançada pelo secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, que defende o reforço da estratégia internacional para consolidar o peso do turismo na economia nacional. O governante sublinha que o turismo continua a ser um dos principais motores de crescimento do país. Estratégia internacional para reforçar o turismo Segundo o responsável pela pasta do turismo, o Executivo está a intensificar a agenda internacional com o objetivo de promover Portugal em novos mercados e captar mais visitantes. A aposta passa por aumentar a atratividade do destino, reforçando a capacidade de resposta do setor e a competitividade da oferta turística. O turismo tem registado sucessivos recordes de receitas, tendo alcançado em 2025 um novo máximo histórico. Para 2026, a expectativa é que o turismo mantenha esta trajetória positiva, impulsionado pela procura externa e pela valorização da oferta nacional. O secretário de Estado considera que o crescimento do turismo representa uma vantagem económica clara para o país, contribuindo para a criação de emprego, para o aumento das exportações de serviços e para o dinamismo das economias locais. Setor estratégico para a economia nacional Apesar dos resultados alcançados, o Governo reconhece que persistem desafios no turismo, nomeadamente ao nível dos licenciamentos e da simplificação de processos administrativos. A intenção passa por resolver constrangimentos conhecidos, garantindo melhores condições para o investimento e para o desenvolvimento sustentável do setor. O responsável rejeita a ideia de que exista excesso de turismo em Portugal, defendendo que o turismo desempenha um papel essencial na coesão territorial e no crescimento económico. Em várias regiões, o turismo assume-se como um fator determinante para fixar população, criar oportunidades e dinamizar atividades complementares. Com receitas próximas de 30 mil milhões de euros e perspetivas de crescimento entre 5% e 6% em 2026, o turismo reforça a sua posição como um dos pilares estratégicos da economia portuguesa, mantendo-se como prioridade na agenda política e económica do país. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Destinos românticos para celebrar o Dia dos Namorados O Dia dos Namorados é mais do que uma data simbólica: é o pretexto ideal para sair da rotina e apostar em viagens românticas que reforçam a ligação a dois. Em fevereiro, Portugal revela-se especialmente convidativo, com menos movimento, ambientes acolhedores e cenários perfeitos para criar memórias. Entre cidades vibrantes, vilas encantadas e paisagens naturais inspiradoras, reunimos sugestões ideais para quem procura escapadinhas românticas sem complicações, mas cheias de significado. Lisboa: romance com vista para o Tejo Lisboa é uma escolha clássica para escapadinhas românticas cheias de personalidade. Os miradouros oferecem vistas privilegiadas para o Tejo, ideais para momentos de pausa e partilha. Passear por Alfama, perder-se nas ruas da Graça ou jantar num restaurante intimista transforma qualquer estadia numa experiência especial. A capital combina movimento e intimidade na medida certa. Entre hotéis cheios de charme, passeios ao pôr do sol e noites animadas, Lisboa prova que o romance também vive no coração da cidade. Sintra: amor entre palácios e natureza Sintra é um dos destinos mais emblemáticos para destinos românticos em Portugal. A envolvência da serra, os palácios dignos de contos de fadas e os jardins misteriosos criam uma atmosfera única, perfeita para celebrar o amor. Caminhar sem pressa pela vila histórica, explorar trilhos escondidos ou terminar o dia junto ao mar faz de Sintra um refúgio romântico onde o tempo abranda e tudo convida à cumplicidade. Porto e Vale do Douro: paixão com sabor a vinho O Porto conquista pela autenticidade e pelo ambiente acolhedor, ideal para viagens românticas urbanas. Caminhar junto ao Douro, atravessar pontes icónicas e partilhar um jantar à luz das velas são experiências simples que ganham outro significado a dois. A poucos quilómetros, o Vale do Douro complementa a escapadinha com silêncio, paisagens marcantes e quintas rodeadas de vinhas. Aqui, o romance vive-se com calma, entre brindes ao pôr do sol e estadias cheias de charme. Aveiro: serenidade e encanto à beira da ria Aveiro é perfeita para quem procura escapadinhas românticas tranquilas e cheias de delicadeza. Os canais, os moliceiros e a arquitetura colorida criam um ambiente leve e intimista, ideal para relaxar. Passeios junto à ria, visitas às praias próximas e momentos simples a dois mostram que, em Aveiro, o romance está nos detalhes e no prazer de aproveitar o tempo sem pressas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Turismo sustentável ganha força no Alentejo O Alentejo consolida a sua posição como uma das regiões mais relevantes no turismo sustentável em Portugal. A valorização equilibrada dos recursos naturais, culturais e sociais tem permitido que vários destinos se afirmem pela qualidade da experiência e pelo respeito pelo território. Neste contexto, Porto Covo e Mértola destacam-se como exemplos de como o turismo pode crescer sem comprometer a identidade local. A aposta num modelo de turismo responsável tem vindo a atrair visitantes que procuram autenticidade, tranquilidade e contacto com a natureza. Estas dinâmicas reforçam a economia local e promovem uma relação mais consciente entre quem visita e quem vive no território, contribuindo para um turismo mais duradouro e equilibrado. Porto Covo e o equilíbrio entre turismo e natureza Porto Covo tornou-se uma referência no turismo costeiro sustentável, ao conseguir gerir a crescente procura sem colocar em risco o património natural. As praias preservadas, as arribas e os trilhos costeiros oferecem experiências ligadas ao mar e à paisagem, promovendo um turismo de natureza que respeita os ecossistemas locais. A gestão do destino tem privilegiado práticas que reduzem o impacto ambiental do turismo, incentivando o consumo de produtos locais, a eficiência no uso de recursos e a melhoria das condições de visitação. Este modelo permite que o turismo contribua para a valorização da comunidade, criando oportunidades económicas sem descaracterizar a aldeia. Mértola aposta no turismo cultural e de natureza No interior do Alentejo, Mértola afirma-se como um destino onde o turismo está profundamente ligado à história e à paisagem envolvente. Inserida numa área natural protegida, a vila oferece um turismo de pequena escala, centrado na descoberta do património histórico, na vivência cultural e na contemplação da natureza. O turismo em Mértola promove atividades como caminhadas, observação da fauna, percursos interpretativos e experiências ligadas ao rio. Esta abordagem valoriza o conhecimento do território e incentiva estadias mais prolongadas, contribuindo para um impacto económico positivo e distribuído. Turismo responsável como estratégia de desenvolvimento Tanto em Porto Covo como em Mértola, o turismo é encarado como uma ferramenta de desenvolvimento sustentável. A proteção da biodiversidade, a preservação do património e o envolvimento da população local são elementos centrais deste modelo. O turismo deixa de ser apenas uma atividade económica para se tornar parte integrante da identidade do território. A aposta em experiências autênticas e de qualidade permite atrair um perfil de visitante mais consciente, interessado em contribuir para a conservação dos destinos. Este posicionamento reforça a competitividade do Alentejo num mercado onde o turismo sustentável ganha cada vez mais relevância. O Alentejo como referência no turismo sustentável Enquanto maior região do país, o Alentejo reúne condições únicas para um turismo diversificado e responsável. Entre o litoral e o interior, o turismo assume múltiplas formas, desde a fruição das paisagens naturais à descoberta do património histórico e cultural. O reconhecimento crescente do Alentejo enquanto destino de turismo sustentável resulta de uma estratégia consistente, baseada na valorização do território e na promoção de um estilo de vida mais tranquilo. Este modelo demonstra que é possível desenvolver o turismo de forma equilibrada, transformando a preservação ambiental e cultural num dos principais atrativos da região. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Novos destinos no radar das viagens europeias Em 2026, as viagens na Europa deixam de se concentrar apenas nas capitais mais visitadas. Hamburgo destaca-se como uma cidade dinâmica, onde a cultura contemporânea, a requalificação urbana e os espaços junto à água reforçam o seu apelo para viagens urbanas modernas e criativas. No Reino Unido, Cirencester surge como alternativa para viagens mais calmas. A cidade combina herança histórica, comércio local e uma oferta gastronómica sólida, ideal para quem procura viajar longe do turismo de massas. Ilhas e cidades para viagens com outro ritmo No Mediterrâneo, Favignana ganha relevância entre quem procura viagens focadas na natureza e no descanso. As praias de águas claras e o ambiente simples fazem desta ilha italiana uma escolha atrativa para 2026, especialmente fora da época alta. Mais a norte, Gotemburgo afirma-se como destino escandinavo versátil. A cidade sueca alia gastronomia criativa, cultura urbana e eventos ao longo do ano, tornando-se ideal para viagens culturais com qualidade de vida. Tendências que moldam as viagens em 2026 As viagens europeias em 2026 refletem uma preferência por destinos menos óbvios, melhor relação qualidade-preço e experiências mais autênticas. Crescem também as viagens de carro e de comboio, que permitem descobrir regiões menos exploradas e viajar a um ritmo mais sustentável. No conjunto, 2026 promete ser um ano forte para viagens na Europa, com mais diversidade de escolhas e um foco claro em experiências enriquecedoras e conscientes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Uma escapadinha perfeita dentro de Portugal Escolher destinos portugueses para um fim de semana sem stress é uma forma simples de recarregar energias sem grandes deslocações. De norte a sul, Portugal oferece opções que combinam natureza, cultura e boa gastronomia. Estes destinos portugueses destacam-se pela tranquilidade, beleza natural e facilidade de acesso, sendo ideais para quem procura uma pausa curta mas revigorante. Caminha: natureza, história e sabor minhoto Entre os destinos portugueses do norte, Caminha é uma escolha que surpreende. Situada no distrito de Viana do Castelo, combina o encanto do Minho litoral com uma atmosfera calma e acolhedora. A praia de Moledo é conhecida pelas águas ricas em iodo, apreciadas por quem valoriza o bem-estar. Para além da praia, Caminha oferece um centro histórico bem preservado, esplanadas agradáveis e uma gastronomia marcada por peixe fresco e sabores tradicionais. A proximidade com a Galiza é outro atrativo, permitindo enriquecer a escapadinha com uma visita rápida a Espanha. É um dos destinos portugueses perfeitos para relaxar sem pressa. Porto Covo: o charme da costa alentejana No Alentejo litoral, Porto Covo destaca-se entre os destinos portugueses mais procurados para descansar. A vila ganhou fama pela sua ligação à música, mas conquista pela paisagem natural e pelo ritmo tranquilo. A Ilha do Pessegueiro e o antigo forte são pontos de visita obrigatória. As praias são variadas e adaptam-se a diferentes preferências, desde a extensa Praia Grande até enseadas mais pequenas e resguardadas. Porto Covo é um dos destinos portugueses ideais para quem procura mar, silêncio e boa comida. Ilhas Berlengas: um refúgio natural no Atlântico As Ilhas Berlengas são, sem dúvida, um dos destinos portugueses mais singulares. Localizadas ao largo de Peniche, fazem parte de uma reserva natural reconhecida pela UNESCO. A Berlenga Grande é a única ilha visitável e encanta pelas águas transparentes e paisagens selvagens. Este arquipélago é perfeito para quem aprecia contacto direto com a natureza, observação de fauna e atividades subaquáticas. Entre os destinos portugueses para um fim de semana diferente, as Berlengas oferecem uma experiência única, longe do stress do quotidiano. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Sabores que definem a viagem Para muitos viajantes, uma experiência não se resume a paisagens ou monumentos: a gastronomia desempenha um papel central. As viagens gastronómicas permitem explorar culturas, aromas e tradições através do paladar, tornando cada destino memorável. Entre os locais mais fascinantes, San Sebastián destaca-se pelo charme dos seus pinxtos, pequenas tapas que acompanham bebidas e celebram ingredientes simples, mas intensos em sabor. A atmosfera vibrante dos bares e ruas históricas oferece um cenário perfeito para os que viajam à procura de experiências autênticas, transformando um passeio numa aventura culinária. Em Kuala Lumpur, as viagens revelam mercados e ruas onde a fusão de aromas e cores é intensa. O caril laksa é um exemplo clássico desta diversidade, combinando noodles, camarão, frango, tofu e vegetais, criando uma experiência sensorial única. Aqui, cada refeição conta uma história, e os viajantes aprendem rapidamente que escolher a banca com maior fila é quase uma garantia de sabor e tradição local. Experiências imersivas em destinos internacionais Tóquio, no Japão, é uma paragem obrigatória para quem viaja com interesse na alta gastronomia. O sushi é servido de forma meticulosa, valorizando a técnica e a frescura dos ingredientes. Em viagens a cidades como Tóquio, os viajantes aprendem que cada detalhe faz diferença: o arroz, o corte do peixe e a interação com o chef transformam a refeição numa verdadeira experiência cultural. Nos Estados Unidos, em Austin, Texas, o barbecue é mais do que comida: é um ritual social. O brisket fumado lentamente, temperado apenas com sal e pimenta, é uma das especialidades mais apreciadas. Para quem viaja, esperar na fila torna-se parte da experiência, proporcionando momentos de convívio entre desconhecidos e reforçando a importância das viagens como vivência coletiva e sensorial. Em Banguecoque, Tailândia, a gastronomia de rua domina a experiência. Pratos como a salada som tum, feita com papaia verde, amendoins e camarão, revelam a intensidade e complexidade da cozinha local. Para os viajantes, explorar os sabores caóticos e vibrantes da cidade é descobrir a essência da cultura tailandesa, numa mistura de aroma, cor e textura que permanece na memória muito depois do regresso. A importância das viagens gastronómicas Estas experiências mostram que as viagens são muito mais do que deslocações: são oportunidades de conhecer o mundo através do sabor. Destinos que combinam tradição, inovação e autenticidade atraem viajantes que procuram mais do que turismo, desejando conectar-se com a cultura local em cada refeição. As tendências gastronómicas para 2026 evidenciam que quem viaja hoje valoriza experiências imersivas, sustentabilidade e produtos locais, tornando cada destino um capítulo inesquecível da história de cada viajante. Explorar mercados, provar pratos tradicionais, participar em eventos de partilha de refeições e descobrir ingredientes desconhecidos são práticas cada vez mais valorizadas. A gastronomia transforma-se, assim, numa ferramenta essencial para compreender culturas e enriquecer as viagens, oferecendo momentos que vão muito além do mero ato de comer. Com as viagens a ganharem cada vez mais relevância como experiências culturais completas, destinos de referência mundial continuam a atrair visitantes que procuram sensações novas e a oportunidade de criar memórias através da comida. Entre pinxtos, caris, sushi, churrascos e saladas exóticas, cada viagem torna-se uma exploração sensorial, destacando-se como uma forma de turismo que celebra sabor, tradição e autenticidade. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Tendências na ligação aos produtores e sustentabilidade O setor da restauração em Portugal prepara-se para mudanças significativas em 2026, impulsionadas por novas tendências que combinam sustentabilidade, inovação e experiência do consumidor. Entre as principais tendências, destaca-se a ligação direta aos produtores, garantindo frescura e qualidade nos ingredientes, e o foco crescente nos vegetais, valorizando a biodiversidade e os sabores locais. Ao encurtar o caminho entre a origem dos alimentos e o prato, os restaurantes asseguram frescura, reduzem a pegada ambiental e reforçam a autenticidade da cozinha. Social dining e experiências gastronómicas imersivas O conceito de social dining continua a ganhar espaço, transformando o jantar numa experiência de convívio e partilha. Supper clubs, pop-ups e eventos gastronómicos permitem aos clientes experimentar novas combinações e conceitos, enquanto fortalecem a comunidade à volta da gastronomia. Outra das tendências que se consolida é a valorização do pescado local, promovendo espécies menos conhecidas, mas de alta qualidade, equilibrando inovação e sustentabilidade. Os cocktails combinados com pequenos pratos surgem como uma forte tendência, redefinindo a experiência de sair à noite e oferecendo flexibilidade aos clientes. A rastreabilidade de ovos e outros produtos de origem animal ganha relevo, refletindo a procura por produção ética e responsável. Esta atenção à origem e qualidade dos produtos demonstra que os consumidores valorizam cada vez mais transparência e sustentabilidade, elementos que ditam as tendências do setor. Reinvenção das sandes e pratos criativos A reinvenção das sandes é outra tendência marcante. Simples e criativas, as sandes passam a ser um prato relevante nos menus, refletindo a procura por refeições rápidas mas de qualidade. Ao mesmo tempo, experiências imersivas em restaurantes, envolvendo luz, som, aromas e projeções, permitem criar momentos únicos e interativos. Estas experiências sensoriais são uma das tendências mais significativas, transformando cada refeição numa experiência memorável. Chefes guardiões do oceano e responsabilidade ambiental O papel dos chefes como guardiões do oceano emerge como uma tendência central em 2026, promovendo práticas de pesca sustentável e pratos que respeitam os recursos marinhos. O equilíbrio entre sabor e consciência ambiental responde a consumidores informados e atentos à origem dos produtos, reforçando a importância da sustentabilidade na restauração moderna. Desafios e oportunidades para 2026 Apesar das oportunidades, o setor enfrenta desafios, incluindo custos operacionais elevados e saturação do mercado, levando muitos restaurantes a ajustarem modelos de negócio e estratégias operacionais. A capacidade de incorporar as novas tendências e inovar será determinante para a sustentabilidade económica e para a diferenciação no mercado. Em resumo, 2026 promete consolidar um conjunto de tendências na restauração portuguesa focadas na valorização do produto local, experiências imersivas, sustentabilidade e inovação. Os estabelecimentos que se adaptarem a estas mudanças estarão melhor preparados para satisfazer os clientes e manter-se competitivos num mercado em constante evolução. As tendências mostram que a restauração deixou de ser apenas comida, tornando-se uma experiência completa e consciente. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Os 10 anos não obrigam a manter a casa A garantia pública no crédito à habitação permite a jovens até aos 35 anos obter financiamento entre 85% e 100% do valor da transação, podendo o Estado garantir até 15% desse montante. A garantia vigora, no máximo, durante os primeiros 10 anos do contrato de crédito. No entanto, este prazo não significa que o proprietário tenha de permanecer na habitação durante uma década. Se decidir vender o imóvel antes desse período, a garantia pública pode cessar antes do prazo máximo previsto. O que acontece ao vender o imóvel? De acordo com o Banco de Portugal (BdP), é possível vender um imóvel adquirido através deste regime. Quando a venda acontece, a garantia pública cessa com a emissão do distrate da hipoteca pelo banco ou mediante o consentimento expresso da instituição para a transmissão do imóvel. Na prática, a venda deve ser articulada com o banco, uma vez que o imóvel está hipotecado. O proprietário terá de tratar da regularização do crédito e dos procedimentos associados à transmissão da casa. A garantia pública não acompanha automaticamente a venda A garantia pública está associada ao contrato de crédito e às condições previstas no regime. Por isso, a venda do imóvel não significa que o apoio possa simplesmente ser transferido para uma nova compra. O BdP estabelece também que o acesso ao regime exige, entre outras condições, que o comprador não tenha beneficiado anteriormente da garantia pública. Assim, quem já recorreu a este apoio não poderá utilizá-lo novamente numa futura aquisição. O que devem ter em conta os jovens? Antes de vender uma casa comprada com garantia pública, é importante contactar o banco e perceber como será liquidado ou transferido o crédito, bem como os procedimentos necessários para a transmissão do imóvel. A garantia pública foi criada para facilitar o acesso dos jovens à primeira habitação própria e permanente, mas não elimina as responsabilidades associadas ao empréstimo. O financiamento continua a ser concedido pelo banco e o mutuário mantém a responsabilidade pelo pagamento da dívida. Para quem está a pensar comprar, conhecer as regras da garantia pública antes de assinar o crédito é essencial para perceber não só as condições de acesso, mas também as consequências de uma futura venda do imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Mais soluções para a habitação nas cidades A subida dos preços e a escassez de imóveis dificultam a permanência de famílias, estudantes e trabalhadores nas zonas urbanas. Perante este cenário, Bruxelas avançou com a Lei da Habitação Acessível, integrada num plano europeu mais amplo. A iniciativa procura aumentar a oferta e permitir uma ação local onde a habitação acessível é difícil de encontrar. Em Portugal, a pressão é igualmente significativa, em regiões com maior procura. Alojamento local pode ter novas limitações Uma das áreas abrangidas pelas novas regras é o alojamento local . A Comissão Europeia pretende dar segurança jurídica às autarquias que considerem necessário limitar este tipo de exploração em zonas onde a oferta residencial esteja sob pressão. As restrições não poderão ser aplicadas de forma indiscriminada. Os municípios terão de apresentar dados que demonstrem o impacto do alojamento de curta duração na disponibilidade de casas e justificar as medidas. As intervenções deverão ainda ser proporcionais e ter uma duração limitada. A intenção é equilibrar o turismo com a necessidade de preservar habitação para residentes e aumentar a oferta de habitação acessível. Imóveis devolutos entram na estratégia A utilização de casas vazias é outro dos pontos centrais da proposta. Bruxelas incentiva os Estados-membros e as cidades a encontrar formas de colocar imóveis devolutos ou subutilizados no mercado residencial. Entre as possibilidades está a aplicação de medidas fiscais sobre imóveis que permaneçam desocupados sem justificação. A estratégia prevê, contudo, exceções para períodos de ausência relacionados com trabalho, estudos ou saúde. A reabilitação de edifícios existentes surge como forma de aumentar a oferta sem depender apenas de nova construção. Esta medida pode reforçar a habitação acessível. Aproveitar melhor o património disponível pode permitir respostas mais rápidas em zonas onde existe forte procura. Licenciamento mais rápido para aumentar a oferta A proposta não se limita a regular a utilização dos imóveis. Bruxelas recomenda também medidas para acelerar a construção e a reabilitação, incluindo processos de licenciamento mais simples e rápidos. Os Planos de Aceleração da Habitação deverão ajudar a disponibilizar terrenos e edifícios para uso residencial. A Comissão aponta ainda para financiamento e parcerias que apoiem projetos destinados a aumentar a oferta a preços controlados. A Lei da Habitação Acessível segue agora para negociação entre o Parlamento Europeu e o Conselho. O objetivo é criar um enquadramento comum, sem impor uma solução única aos países. Para Portugal, estas medidas poderão ter impacto nas políticas municipais, no alojamento local, nos imóveis devolutos e nos novos projetos residenciais. A aposta passa por combinar construção, reabilitação e melhor utilização do parque habitacional, tornando a habitação acessível uma realidade para mais pessoas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .