Foto: Adobe Stock Autor: Redação Juros sobem no crédito habitação Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação aumentou para 3,162% em agosto . O valor representa uma subida de 2,7 pontos base face ao mês anterior e corresponde ao nível mais elevado desde outubro de 2025. No financiamento destinado à aquisição de habitação, a taxa de juro implícita também aumentou, passando para 3,148%. A evolução dos juros ocorre num contexto em que o montante médio em dívida continua a crescer. Capital em dívida atinge novo recorde Em agosto, o capital médio em dívida nos contratos de crédito habitação aumentou 725 euros face a julho, atingindo 80.188 euros. De acordo com o INE, trata-se do valor mais elevado desde o início da série estatística. A conjugação entre o aumento do capital em dívida e a subida das taxas de juro refletiu-se diretamente na prestação da casa. Em agosto, o valor médio mensal atingiu 418 euros, mais quatro euros do que no mês anterior e mais 24 euros do que no mesmo período de 2025. Do total da prestação, cerca de metade corresponde ao pagamento de juros, enquanto a restante parcela é destinada à amortização do capital. Novos contratos têm prestações mais elevadas Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro manteve-se nos 2,910%. Para os empréstimos destinados à aquisição de habitação, registou-se uma ligeira descida, para 2,897%. Apesar da estabilidade dos juros nos novos contratos, o capital médio em dívida aumentou. Nos financiamentos celebrados nos últimos três meses, o montante médio chegou aos 185.812 euros, mais 3.336 euros do que em julho. Este aumento do valor financiado também teve impacto na prestação da casa dos novos contratos. Em agosto, a prestação média atingiu 744 euros, mais 13 euros do que no mês anterior e 14,3% acima do valor registado um ano antes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Quatro habitações com rendas reduzidas A BragaHabit abriu um novo concurso para quatro habitações integradas no Programa Municipal de Arrendamento Acessível. As candidaturas decorrem até 30 de setembro e devem ser submetidas online, através do Balcão Digital da empresa municipal. A oferta inclui dois apartamentos T2 na Rua dos Barbosas, com uma renda máxima de 600 euros, um T3 na Praça do Comércio, até 700 euros, e um T4 na Rua Nova da Estação, com uma renda máxima de 800 euros. Os valores definidos podem ser reduzidos até 30%, dependendo do rendimento bruto mensal do agregado familiar. Com o desconto máximo, os T2 ficam disponíveis por 420 euros, o T3 por 490 euros e o T4 por 560 euros. Como funciona o arrendamento acessível O programa procura disponibilizar habitação a preços mais ajustados para famílias que enfrentam as atuais rendas de mercado, mas que não reúnem necessariamente condições para aceder ao arrendamento apoiado. Neste modelo, os proprietários entregam os imóveis à BragaHabit, que os subarrenda às famílias. Além de estabelecer limites para a taxa de esforço, o programa permite celebrar contratos com maior estabilidade. Para se candidatarem, os agregados devem cumprir os critérios definidos relativamente aos rendimentos, composição familiar e adequação da tipologia. É também necessário não ser proprietário, usufrutuário ou arrendatário de outra habitação adequada no concelho. Sorteio define famílias selecionadas As quatro habitações serão atribuídas através de sorteio público entre os candidatos que cumpram os requisitos. Quem não for selecionado ficará numa lista ordenada, que permanece válida durante seis meses. Antes de apresentar a candidatura, é possível visitar as casas mediante marcação. Para obter esclarecimentos ou agendar uma visita, os interessados podem contactar a BragaHabit através do email arrendamentoacessivel@bragahabit.pt ou pelo telefone 253 268 666, opção 1. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Começar pelos dados do mercado Nem todas as zonas oferecem as mesmas oportunidades de captação. Antes de definir uma área de atuação, é importante perceber como se comporta o mercado local e que sinais podem indicar uma oportunidade. O primeiro passo passa por analisar a oferta existente: Quantos imóveis estão atualmente no mercado? Que tipologias predominam? Existem muitos imóveis semelhantes ou a oferta é mais limitada? E, sobretudo, há novos imóveis a entrar regularmente nessa zona? A evolução dos preços também merece atenção. Mais do que olhar apenas para o valor atual por metro quadrado, importa perceber se os preços estão a subir, a descer ou a manter-se estáveis. Os dados do INE permitem acompanhar os valores medianos das vendas e a sua evolução territorial, enquanto outras fontes de mercado ajudam a complementar esta leitura com informação sobre oferta e procura. No entanto, uma zona com preços elevados não é necessariamente uma zona com maior potencial de captação. É a combinação de vários indicadores que permite construir uma visão mais completa. Cruzar oferta, procura e tempo de mercado A relação entre procura e oferta é um dos indicadores mais importantes. Uma zona com procura consistente e pouca oferta disponível pode revelar um mercado dinâmico, mas também pode significar que existem poucas oportunidades de angariação. Por outro lado, uma área com muitos imóveis disponíveis pode representar uma oportunidade diferente: existe mais stock e, potencialmente, mais proprietários a precisar de apoio para posicionar, promover ou vender os seus imóveis. O tempo de permanência dos imóveis no mercado acrescenta outra dimensão à análise. Se determinados tipos de imóveis permanecem anunciados durante longos períodos, pode ser relevante perceber porquê: preço desajustado, características pouco procuradas, excesso de concorrência ou falta de diferenciação são algumas das possibilidades. Também a concorrência deve ser analisada. Quantas agências trabalham naquela zona? Que tipo de imóveis promovem? Existem muitos anúncios semelhantes? A concentração de oferta pode indicar um mercado competitivo, mas também pode revelar uma área com atividade imobiliária significativa. Ferramentas de análise de mercado permitem cruzar estes dados com maior detalhe. No Infocasa consegue acompanhar indicadores como variação de preços, preço por m², tempo médio de divulgação e atividade dos principais mediadores de um concelho, ajudando a transformar informação dispersa numa leitura mais estruturada do mercado. Precisa de ajuda para interpretar os dados ou identificar oportunidades na sua zona? Fale connosco . Descer do concelho para a zona concreta Uma análise territorial não deve ficar apenas pelo concelho. Dentro da mesma área geográfica podem existir diferenças consideráveis entre freguesias, bairros e até zonas muito próximas. Por isso, depois de identificar um concelho com características interessantes, vale a pena aprofundar a análise: Quais são as zonas com maior oferta? Onde surgem mais imóveis? Que tipologias têm maior presença? Como evoluem os preços e quanto tempo permanecem os imóveis no mercado? Esta análise mais localizada permite evitar decisões baseadas apenas em médias gerais. Um preço médio municipal, por exemplo, é uma referência para compreender o mercado, mas não descreve necessariamente o comportamento de uma determinada rua ou segmento de imóveis. No Infocasa , a análise pode ser aprofundada através de critérios como localização, tipologia, área, características do imóvel e imóveis comparáveis, permitindo delimitar uma área de análise e observar o mercado com maior proximidade. Transformar a análise em estratégia de captação Depois de recolher os dados, o objetivo não é simplesmente escolher a zona com os preços mais elevados ou com maior número de imóveis. É identificar onde existe uma combinação interessante entre atividade de mercado, procura, oferta e possibilidade de encontrar proprietários com necessidades concretas. A monitorização contínua é igualmente importante. Uma zona que hoje apresenta pouca oferta pode começar a receber novos imóveis nas semanas seguintes. Alterações de preços, entrada e saída de anúncios ou novos imóveis de particulares podem sinalizar mudanças no mercado. É por isso que a análise de zonas com potencial de captação deve ser encarada como um processo contínuo e não como uma decisão tomada uma única vez. Quanto melhor for o conhecimento sobre o território, mais fácil será definir onde concentrar esforços, que tipo de proprietário procurar e que argumentos utilizar numa abordagem de captação. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Governo procura acelerar a oferta de habitação O investimento imobiliário em Portugal esteve em destaque na 10.ª edição do Portugal Real Estate Summit, que reuniu mais de 400 profissionais nacionais e internacionais. O Governo apresentou ao setor as medidas em curso para aumentar a oferta habitacional e criar condições mais previsíveis para quem investe. Entre as prioridades está a execução do programa Construir Portugal e o reforço da habitação pública. A meta anunciada passa por entregar cerca de 40.000 habitações até ao final de 2026 e mais 30.000 em 2027. A estratégia inclui ainda medidas de apoio às famílias e incentivos fiscais destinados a proprietários e investidores. A revisão de regras relacionadas com o urbanismo e o arrendamento procura também facilitar novos projetos. Residências podem abrir espaço a novos projetos As necessidades habitacionais não se limitam à compra e ao arrendamento tradicional. Residências para estudantes e seniores apresentam necessidades significativas de nova oferta, criando oportunidades para o investimento imobiliário em Portugal. As estimativas apresentadas no evento apontam para a necessidade de dezenas de milhares de novas camas nestes segmentos nos próximos anos. O arrendamento acessível e os projetos Build to Rent surgem igualmente como áreas com margem para crescer. O desenvolvimento destes modelos poderá contribuir para diversificar a oferta disponível. Para os investidores, a consolidação dos primeiros projetos será importante para avaliar resultados e reduzir a incerteza associada a novos formatos. Oferta insuficiente mantém pressão no mercado A falta de produto continua a ser uma das principais características do mercado imobiliário português. Esta realidade abrange não só a habitação, mas também diferentes segmentos do imobiliário comercial. Escritórios, logística, hotelaria e retalho apresentam uma oferta limitada em várias localizações, cenário que tem contribuído para a subida das rendas. Lisboa destaca-se particularmente no segmento de escritórios, onde as perspetivas apontam para uma continuação da pressão sobre os preços. O interesse dos investidores estende-se ainda a áreas como os Data Centers, num contexto em que financiamento e estratégias de alocação de capital assumem maior importância. Previsibilidade será decisiva para o investimento Para o investimento imobiliário em Portugal continuar a captar capital, a previsibilidade das regras e a concretização das medidas anunciadas serão fatores relevantes. O setor reconhece o potencial existente, mas acompanha com atenção a aplicação prática dos incentivos. A evolução da oferta habitacional será igualmente determinante para perceber o impacto das políticas públicas e a capacidade de resposta dos promotores. Com diferentes segmentos a procurar novos projetos, o mercado português continua a apresentar oportunidades, mas a concretização do investimento dependerá das condições regulatórias, financeiras e económicas dos próximos anos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Famílias mudam de estratégia no crédito à habitação A taxa mista está a ganhar cada vez mais espaço no crédito à habitação em Portugal. Os contratos que combinam um período inicial de taxa fixa com uma fase posterior de taxa variável já representam mais de 48% do stock de empréstimos para comprar casa. Esta evolução acontece num contexto de maior preocupação com a oscilação das taxas de juro. Os contratos com taxa variável, tradicionalmente predominantes no mercado português, representam agora cerca de 47% do crédito à habitação. Já a taxa fixa mantém uma expressão bastante mais reduzida. A alteração da preferência das famílias tornou-se especialmente evidente nos últimos anos. No final de 2023, os contratos com taxa variável ainda representavam cerca de 78% do crédito à habitação, enquanto a taxa mista não chegava aos 18%. Taxa mista lidera novos contratos A mudança é ainda mais evidente quando se analisam os novos empréstimos. Em julho, a taxa mista representava cerca de 86% dos novos contratos de crédito à habitação , muito acima das opções de taxa variável e taxa fixa. A escolha deste modelo permite ao cliente beneficiar de uma prestação fixa durante um período inicialmente definido no contrato. Depois dessa fase, o crédito passa a estar associado a uma taxa variável, normalmente indexada à Euribor. O período inicial de taxa fixa pode variar de acordo com as condições apresentadas pelo banco e a escolha do cliente. Entre os contratos de taxa mista, dois anos é atualmente o prazo mais comum para esta primeira fase. Previsibilidade pesa na escolha das famílias O crescimento da taxa mista acompanha uma alteração no comportamento dos consumidores perante o crédito à habitação. Depois de anos em que a taxa variável dominou os empréstimos, a possibilidade de garantir uma prestação fixa durante os primeiros anos tornou-se mais apelativa. Ainda assim, a taxa mista não elimina totalmente o risco associado à evolução dos juros. Quando termina o período de taxa fixa, a prestação passa a depender das condições da taxa variável e da evolução da Euribor. A taxa fixa, por sua vez, continua a representar uma parcela reduzida do crédito à habitação. Em julho, correspondia a cerca de 2% dos novos contratos, enquanto a taxa variável representava 12%. A evolução destes modelos mostra como as condições do mercado de crédito e a perceção das famílias sobre os juros estão a influenciar as decisões de financiamento para comprar casa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Menos IRS retido nos salários A redução do IRS aprovada para este ano vai começar a ter impacto nos rendimentos recebidos a partir de novembro. Com a atualização das tabelas de retenção na fonte, os trabalhadores abrangidos deverão descontar menos imposto todos os meses. Na prática, esta alteração pode traduzir-se num aumento do salário líquido, uma vez que uma parcela menor do rendimento será entregue ao Estado através da retenção na fonte. O valor adicional disponível dependerá, contudo, do rendimento e da situação fiscal de cada contribuinte. A medida abrange os escalões de rendimento até ao sexto escalão e representa um alívio fiscal estimado em cerca de 400 milhões de euros. Subsídio de Natal também terá impacto O efeito da redução do IRS não ficará limitado ao salário mensal. O subsídio de Natal recebido este ano também deverá beneficiar das novas regras de retenção. Para os agregados familiares, esta alteração pode significar mais rendimento disponível nos últimos meses do ano, período em que as despesas tendem a aumentar. O dinheiro adicional poderá ser utilizado para reforçar a poupança, fazer face a despesas ou equilibrar o orçamento familiar. Ainda assim, o aumento do rendimento líquido não significa necessariamente que o imposto anual devido seja menor na mesma proporção. A retenção na fonte funciona como um adiantamento do imposto que será posteriormente apurado. Menor retenção pode reduzir o reembolso Uma menor retenção mensal significa que o contribuinte entrega menos IRS ao longo do ano. Por esse motivo, o valor a receber no reembolso da declaração anual poderá também ser inferior ao de anos anteriores. Dependendo dos rendimentos, despesas e deduções de cada contribuinte, pode existir inclusivamente imposto adicional a pagar no momento da liquidação. A redução do IRS permite, assim, antecipar parte do rendimento ao longo do ano, em vez de o receber apenas através de um eventual reembolso. Para as famílias, torna-se importante considerar esta alteração na gestão do orçamento e não interpretar automaticamente o aumento do salário líquido como um ganho fiscal definitivo. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação A prestação pode ficar a cargo de apenas um Quando duas pessoas contratam um crédito habitação como mutuárias, é frequente existir responsabilidade solidária. Neste caso, cada uma pode responder pela totalidade da dívida perante a instituição financeira. Isto significa que, se um dos titulares deixar de assegurar a sua parte da prestação, o outro poderá ter de suportar o valor completo para evitar atrasos. A forma como o casal decidiu dividir as despesas entre si não altera, por si só, as obrigações previstas no contrato bancário. Por isso, antes de comprar casa em conjunto, é importante perceber quem consta como proprietário, quem assina o financiamento e que responsabilidades ficam assumidas por cada pessoa. Separação não altera automaticamente o contrato Uma separação ou divórcio também não elimina as responsabilidades assumidas no crédito habitação. Mesmo que um dos titulares deixe de viver na casa, continuará ligado ao empréstimo enquanto o contrato não for alterado. Se um dos elementos pretender ficar com o imóvel e assumir sozinho as prestações, será necessário obter a concordância do banco para alterar a titularidade do crédito. A instituição irá avaliar, entre outros fatores, os rendimentos, despesas e restantes encargos do titular que pretende ficar sozinho com o financiamento. A alteração só produz efeitos perante o banco quando estiver formalizada. Até lá, os dois titulares continuam sujeitos às obrigações previstas no contrato. O que acontece se houver prestações em atraso? Se um dos titulares deixar de pagar e o outro não conseguir compensar a diferença, podem surgir consequências para ambos. O incumprimento pode gerar juros de mora e outros encargos, além de ser comunicado à Central de Responsabilidades de Crédito. Perante dificuldades financeiras, é importante contactar o banco rapidamente. O cliente pode beneficiar de mecanismos destinados a prevenir ou regularizar situações de incumprimento. Entre estes encontra-se o PERSI, um procedimento de negociação que procura encontrar soluções entre o cliente e a instituição financeira. O banco deve iniciar este procedimento entre o 31.º e o 60.º dia após o incumprimento, embora o cliente também possa solicitar a integração. Vender a casa pode ser uma solução Quando nenhum dos titulares consegue suportar o crédito habitação sozinho e não existe acordo para manter o imóvel, a venda da casa pode ser uma alternativa . O facto de existir uma hipoteca não impede a venda, mas a operação deve ser articulada com o banco. É necessário conhecer o capital ainda em dívida e assegurar a respetiva liquidação para tratar do cancelamento da hipoteca. Se o valor obtido com a venda for superior ao montante em dívida e aos custos associados, o montante restante será repartido de acordo com a titularidade do imóvel e a situação jurídica existente. Já se o valor da venda não for suficiente para liquidar o financiamento, será necessário esclarecer com o banco como será regularizado o montante em falta. Para reduzir riscos, quem contrata um crédito habitação em casal deve definir previamente como serão suportadas as prestações e o que acontecerá se um dos titulares deixar de conseguir pagar. Guardar comprovativos dos pagamentos e procurar o banco perante as primeiras dificuldades também pode evitar que a situação se agrave. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Alentejo Litoral lidera as escolhas O mapa das férias dos portugueses está a mudar. O Alentejo Litoral passou a ser o destino nacional mais procurado para o verão, ultrapassando o Algarve, que liderava as preferências em 2019. A região alentejana é escolhida por 60% dos inquiridos que fazem férias em Portugal, enquanto o Algarve reúne agora 30%. Também o Norte Litoral ganhou expressão nas escolhas, passando de 13% para 38%. No conjunto, Portugal continua a ser o destino mais escolhido para as férias, embora tenha perdido peso face a 2019: passou de 61% para 50%. Em sentido contrário, a Europa subiu de 34% para 40%, com Espanha a destacar-se entre os destinos europeus. Apesar das alterações nas preferências, a maioria mantém os planos para os meses de verão. Cerca de 79% dos portugueses prevê gozar férias este ano e, entre estes, 73% deverá sair da sua residência habitual. Praia continua a marcar as férias Embora a praia permaneça como um dos principais critérios na escolha das férias, a sua importância diminuiu nos últimos anos. O fator é agora apontado por 47% dos inquiridos, contra 59% em 2019. O preço ganhou importância na decisão, refletindo uma maior atenção ao orçamento disponível. A oferta cultural também pesa mais na escolha, mostrando que as férias estão associadas a um conjunto mais diversificado de interesses. A duração prevista, contudo, mantém-se relativamente estável. Duas semanas continuam a ser a opção mais habitual, escolhida por 57% dos participantes, uma percentagem próxima dos 58% registados em 2019. Orçamento condiciona os planos O orçamento médio destinado às férias de verão é de 750 euros por pessoa, cerca de 5% acima do valor registado há sete anos. Apesar deste aumento, os portugueses revelam uma maior preocupação com os gastos. Quatro em cada dez inquiridos dizem que vão gastar menos do que em 2025 e uma percentagem idêntica prevê manter a despesa. Apenas 14% espera aumentar o orçamento das férias. O subsídio de férias continua a ser importante para financiar as viagens. Em 2026, 77% dos portugueses afirmam que vão utilizá-lo, total ou parcialmente, para suportar os custos deste período. Para 30%, este rendimento é mesmo essencial para pagar as férias. Internet ganha peso no planeamento A forma de preparar as férias também mudou. Atualmente, 86% dos portugueses procuram informação sobre destinos, alojamento ou atividades na internet, face a 67% em 2019. A Inteligência Artificial começa igualmente a entrar no planeamento das férias. Cerca de 21% dos inquiridos já recorre a estas ferramentas para pesquisar opções de viagem. Nas reservas, as plataformas online são utilizadas por 64% dos participantes. No alojamento, o Alojamento Local e o Airbnb representam, em conjunto, metade das escolhas, enquanto os hotéis mantêm uma preferência próxima da registada em 2019. Os dados resultam do estudo “Férias dos Portugueses 2019-2026”, realizado pelo IPAM-Porto junto de 450 adultos, em junho de 2026. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Os livros ganharam espaço na decoração Durante anos, ter uma biblioteca em casa parecia reservado a habitações espaçosas, com salas dedicadas à leitura e estantes de grandes dimensões. Hoje, essa ideia mudou. Uma biblioteca pode ocupar uma única parede, um corredor ou até um pequeno recanto junto à janela. A crescente valorização dos livros enquanto elementos decorativos ajudou a alterar esta perceção. As estantes deixaram de servir apenas para arrumar exemplares e passaram a contribuir para a personalidade dos espaços. As lombadas introduzem cor, textura e memórias, tornando a biblioteca parte integrante da decoração. Esta tendência também acompanha uma procura por interiores menos rígidos e mais pessoais. Em vez de divisões perfeitamente coordenadas, ganham importância os objetos que revelam gostos, interesses e histórias. Uma biblioteca pode, por isso, tornar uma casa mais acolhedora sem exigir grandes alterações. Como criar uma biblioteca num espaço pequeno A falta de espaço não impede a criação de uma biblioteca. Em casas pequenas, o segredo está em aproveitar zonas que normalmente ficam esquecidas. Uma parede estreita no corredor pode receber prateleiras pouco profundas, enquanto o espaço por cima de uma porta permite guardar livros sem reduzir a área útil. Também é possível aproveitar a altura das paredes. Uma estrutura do chão ao teto aumenta significativamente a capacidade de arrumação e pode funcionar como elemento arquitetónico. Num T0 ou T1, uma solução feita à medida permite adaptar cada centímetro às características da divisão. Outra opção passa por integrar os livros em móveis já existentes. Uma biblioteca pode surgir junto à televisão, numa zona de passagem ou à volta de uma janela. O importante é garantir que as prateleiras não dificultam a circulação e que os livros permanecem acessíveis. Para um resultado equilibrado, pode combinar livros colocados na vertical com pequenas pilhas horizontais. Plantas, fotografias ou objetos decorativos podem preencher alguns espaços, sem retirar protagonismo à coleção. Uma biblioteca com personalidade Uma biblioteca bem integrada não precisa de parecer saída de um catálogo. Pelo contrário, a mistura de diferentes formatos, cores e tamanhos pode tornar o conjunto mais interessante. Organizar os livros por temas, autores ou frequência de utilização também ajuda a manter a funcionalidade. A iluminação merece atenção especial. Um foco direcionado ou uma iluminação discreta nas prateleiras pode destacar os livros durante a noite e transformar a biblioteca num dos pontos de interesse da divisão. Também não é necessário expor todos os exemplares. Selecionar os livros que mais gosta ou que melhor se enquadram no espaço permite criar uma composição mais leve. Os restantes podem ser guardados noutro local. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Nova regra entrou em vigor em setembro A Tailândia alterou as condições de entrada para turistas estrangeiros. A 15 de setembro terminou o regime que permitia uma estadia sem visto de até 60 dias para determinadas nacionalidades. Com as novas regras, a isenção de visto passa a permitir uma permanência máxima de 30 dias para cidadãos de 60 países e territórios. Portugal está entre os países abrangidos pela nova medida, juntamente com várias nações europeias, além de Estados Unidos, Canadá, Austrália e outros destinos. A alteração aplica-se às entradas realizadas a partir da data definida pelas autoridades tailandesas. Quem entrar no país ao abrigo das novas regras deverá, por isso, ter em conta o período de permanência autorizado. Portugal mantém entrada sem visto Os cidadãos portugueses continuam a poder viajar para a Tailândia sem necessidade de solicitar previamente um visto para estadias turísticas abrangidas pelo regime de isenção de visto. No entanto, a duração máxima da permanência passa a ser de 30 dias. A medida inclui ainda regras específicas para entradas através das fronteiras terrestres, que ficam, em geral, limitadas a duas entradas por ano civil para quem utiliza esta modalidade. A alteração representa uma redução face ao anterior período de 60 dias, pelo que os viajantes portugueses que estejam a planear uma estadia mais prolongada devem verificar antecipadamente as condições aplicáveis. Outros regimes de entrada também mudam Além da isenção de visto de 30 dias, a Tailândia passa a aplicar uma categoria de 15 dias destinada aos titulares de passaportes das Seychelles e das Maurícias. O regime de visto à chegada também sofre alterações e fica disponível para cidadãos do Azerbaijão, da Bielorrússia e da Sérvia. Nestes casos, a permanência permitida é de até 15 dias. As novas categorias substituem as regras anteriormente aplicáveis a vários viajantes. Assim, a possibilidade de entrar sem visto ou obter um visto à chegada depende agora da nacionalidade e do regime correspondente. O que deve verificar antes de viajar Antes da partida, é importante confirmar as condições de entrada aplicáveis ao passaporte utilizado, uma vez que os períodos autorizados podem variar consoante a nacionalidade. Para quem viaja de Portugal para a Tailândia em turismo, a isenção de visto permite uma estadia de até 30 dias ao abrigo das novas regras. Ainda assim, os viajantes devem confirmar os requisitos em vigor antes da viagem e garantir que cumprem todas as condições de entrada. A redução do período de permanência torna especialmente importante planear a duração da viagem. Quem pretenda permanecer na Tailândia durante mais de 30 dias deverá informar-se sobre as alternativas disponíveis antes de partir. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Qual deve ser o peso das mochilas? Com o regresso às aulas, a escolha e a utilização das mochilas voltam a merecer atenção. O peso transportado diariamente pode ter impacto no conforto e na postura das crianças, sobretudo durante a fase de crescimento. A recomendação divulgada pelo SNS 24 indica que as crianças e jovens entre os 6 e os 18 anos devem transportar mochilas com menos de 10% do seu peso corporal. Assim, uma criança com 30 quilos deverá levar uma mochila com menos de 3 quilos. Este limite deve ser tido em conta não só na escolha da mochila, mas também na organização do material escolar. Livros, cadernos e restantes objetos podem fazer com que o peso aumente rapidamente. Que problemas podem surgir? Transportar mochilas demasiado pesadas de forma repetida pode contribuir para o aparecimento de dores nos ombros, pescoço e zona lombar. Durante o crescimento, uma carga excessiva pode também afetar a postura e a forma como a criança caminha. A utilização inadequada das mochilas pode levar a rigidez no pescoço, tensão muscular e desconforto nas costas. Por isso, além de controlar o peso, é importante verificar se a mochila está corretamente ajustada ao corpo. As mochilas devem ser utilizadas sobre os dois ombros. Transportar a carga apenas de um lado pode obrigar a coluna a compensar a distribuição do peso e favorecer uma postura incorreta. Como escolher e organizar a mochila? Na escolha das mochilas, deve dar-se preferência a modelos com alças largas e acolchoadas, que permitam distribuir melhor a carga. Alguns modelos incluem também apoio na zona lombar e uma fivela no peito, ajudando a manter a mochila mais estável. A organização do interior é igualmente importante. Os objetos mais pesados devem ficar junto às costas e, sempre que possível, na zona inferior da mochila. Desta forma, o peso fica mais próximo do centro do corpo. Também é importante evitar transportar material desnecessário. Antes de sair de casa, a criança deve levar apenas o que precisa para as aulas desse dia. Uma lancheira ou saco separado pode ajudar a reduzir a carga das mochilas. Mochilas com rodas podem ser uma alternativa Quando a quantidade de material escolar é elevada, as mochilas com rodas podem ser uma alternativa para reduzir a carga suportada pelas costas. Ao deslocar o peso através das rodas, diminui-se a pressão sobre os ombros e a coluna. Ainda assim, estas mochilas devem ser adequadas à altura e à idade da criança e utilizadas de forma correta. Seja qual for o modelo escolhido, controlar o peso das mochilas e ensinar os mais novos a transportá-las corretamente são medidas importantes para proteger a postura durante o crescimento. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Comece por calcular o orçamento mensal Antes de arrendar casa para estudar, faça as contas ao custo real da solução. A renda é apenas uma das despesas a considerar e pode ser acompanhada por encargos de água, eletricidade, gás, internet ou condomínio. Confirme antecipadamente quais os valores incluídos e quais ficam a seu cargo. Informe-se também sobre a caução, eventuais rendas antecipadas e outras quantias pedidas no início do contrato. Uma casa com uma renda mais baixa pode acabar por representar uma despesa superior se tiver custos adicionais elevados. Compare o valor mensal de várias opções antes de tomar uma decisão. Leia o contrato e esclareça as condições Para arrendar casa para estudar, não deve avançar apenas com base nas informações do anúncio. Antes de entregar dinheiro, leia atentamente o contrato e confirme a identidade do senhorio, a duração do arrendamento, o valor da renda e as condições para terminar o acordo. Se optar por um quarto numa casa partilhada, esclareça também se terá um contrato próprio e quais são as regras aplicáveis às áreas comuns. Perceber antecipadamente quem pode utilizar cada espaço e como são repartidas as despesas pode evitar conflitos. Guarde ainda os documentos e comprovativos relacionados com o arrendamento, incluindo os pagamentos efetuados. Verifique o imóvel antes de assinar As fotografias podem não revelar problemas existentes na habitação. Sempre que possível, faça uma visita antes de arrendar casa para estudar e observe o estado das divisões, janelas, portas, equipamentos e instalações sanitárias. Preste especial atenção a sinais de humidade, infiltrações, falta de isolamento ou ruído. Testar torneiras, iluminação e alguns equipamentos durante a visita pode ajudar a identificar problemas que não são visíveis numa primeira observação. Se forem acordadas reparações antes da entrada, procure deixar essas condições registadas. Avalie a localização e evite riscos A localização também deve entrar nas contas. Uma casa mais económica pode deixar de compensar se exigir longas deslocações diárias para a universidade. Compare a distância até à instituição de ensino, os transportes disponíveis e a proximidade de supermercados, farmácias e outros serviços. Ao arrendar casa para estudar, tenha ainda atenção a anúncios com preços muito abaixo dos praticados na mesma zona. Desconfie sobretudo de pedidos de pagamento antes de visitar o imóvel ou conhecer as condições do contrato. Confirme quem está a arrendar a casa e se tem legitimidade para celebrar o contrato. Antes de escolher, compare diferentes alternativas e esclareça todas as dúvidas. Desta forma, arrendar casa para estudar pode tornar-se uma decisão mais previsível e adequada ao seu orçamento. Para encontrar um imóvel para a sua vida académica, consulte os anúncios disponíveis no SUPERCASA e encontre opções em diferentes zonas do país . <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Os 10 anos não obrigam a manter a casa A garantia pública no crédito à habitação permite a jovens até aos 35 anos obter financiamento entre 85% e 100% do valor da transação, podendo o Estado garantir até 15% desse montante. A garantia vigora, no máximo, durante os primeiros 10 anos do contrato de crédito. No entanto, este prazo não significa que o proprietário tenha de permanecer na habitação durante uma década. Se decidir vender o imóvel antes desse período, a garantia pública pode cessar antes do prazo máximo previsto. O que acontece ao vender o imóvel? De acordo com o Banco de Portugal (BdP), é possível vender um imóvel adquirido através deste regime. Quando a venda acontece, a garantia pública cessa com a emissão do distrate da hipoteca pelo banco ou mediante o consentimento expresso da instituição para a transmissão do imóvel. Na prática, a venda deve ser articulada com o banco, uma vez que o imóvel está hipotecado. O proprietário terá de tratar da regularização do crédito e dos procedimentos associados à transmissão da casa. A garantia pública não acompanha automaticamente a venda A garantia pública está associada ao contrato de crédito e às condições previstas no regime. Por isso, a venda do imóvel não significa que o apoio possa simplesmente ser transferido para uma nova compra. O BdP estabelece também que o acesso ao regime exige, entre outras condições, que o comprador não tenha beneficiado anteriormente da garantia pública. Assim, quem já recorreu a este apoio não poderá utilizá-lo novamente numa futura aquisição. O que devem ter em conta os jovens? Antes de vender uma casa comprada com garantia pública, é importante contactar o banco e perceber como será liquidado ou transferido o crédito, bem como os procedimentos necessários para a transmissão do imóvel. A garantia pública foi criada para facilitar o acesso dos jovens à primeira habitação própria e permanente, mas não elimina as responsabilidades associadas ao empréstimo. O financiamento continua a ser concedido pelo banco e o mutuário mantém a responsabilidade pelo pagamento da dívida. Para quem está a pensar comprar, conhecer as regras da garantia pública antes de assinar o crédito é essencial para perceber não só as condições de acesso, mas também as consequências de uma futura venda do imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Mais soluções para a habitação nas cidades A subida dos preços e a escassez de imóveis dificultam a permanência de famílias, estudantes e trabalhadores nas zonas urbanas. Perante este cenário, Bruxelas avançou com a Lei da Habitação Acessível, integrada num plano europeu mais amplo. A iniciativa procura aumentar a oferta e permitir uma ação local onde a habitação acessível é difícil de encontrar. Em Portugal, a pressão é igualmente significativa, em regiões com maior procura. Alojamento local pode ter novas limitações Uma das áreas abrangidas pelas novas regras é o alojamento local . A Comissão Europeia pretende dar segurança jurídica às autarquias que considerem necessário limitar este tipo de exploração em zonas onde a oferta residencial esteja sob pressão. As restrições não poderão ser aplicadas de forma indiscriminada. Os municípios terão de apresentar dados que demonstrem o impacto do alojamento de curta duração na disponibilidade de casas e justificar as medidas. As intervenções deverão ainda ser proporcionais e ter uma duração limitada. A intenção é equilibrar o turismo com a necessidade de preservar habitação para residentes e aumentar a oferta de habitação acessível. Imóveis devolutos entram na estratégia A utilização de casas vazias é outro dos pontos centrais da proposta. Bruxelas incentiva os Estados-membros e as cidades a encontrar formas de colocar imóveis devolutos ou subutilizados no mercado residencial. Entre as possibilidades está a aplicação de medidas fiscais sobre imóveis que permaneçam desocupados sem justificação. A estratégia prevê, contudo, exceções para períodos de ausência relacionados com trabalho, estudos ou saúde. A reabilitação de edifícios existentes surge como forma de aumentar a oferta sem depender apenas de nova construção. Esta medida pode reforçar a habitação acessível. Aproveitar melhor o património disponível pode permitir respostas mais rápidas em zonas onde existe forte procura. Licenciamento mais rápido para aumentar a oferta A proposta não se limita a regular a utilização dos imóveis. Bruxelas recomenda também medidas para acelerar a construção e a reabilitação, incluindo processos de licenciamento mais simples e rápidos. Os Planos de Aceleração da Habitação deverão ajudar a disponibilizar terrenos e edifícios para uso residencial. A Comissão aponta ainda para financiamento e parcerias que apoiem projetos destinados a aumentar a oferta a preços controlados. A Lei da Habitação Acessível segue agora para negociação entre o Parlamento Europeu e o Conselho. O objetivo é criar um enquadramento comum, sem impor uma solução única aos países. Para Portugal, estas medidas poderão ter impacto nas políticas municipais, no alojamento local, nos imóveis devolutos e nos novos projetos residenciais. A aposta passa por combinar construção, reabilitação e melhor utilização do parque habitacional, tornando a habitação acessível uma realidade para mais pessoas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .