Foto: Adobe Stock Autor: Redação APPII continua no Conselho Municipal de Habitação A Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários (APPII) vai continuar a participar no Conselho Municipal de Habitação (CMH) de Lisboa, onde está representada desde 2012. A associação pretende manter o contributo do setor imobiliário para o debate sobre a habitação e os desafios do município. Ao longo dos últimos 14 anos, a APPII acompanhou diferentes mandatos e executivos da Câmara Municipal de Lisboa, levando ao órgão consultivo a experiência dos promotores e investidores imobiliários. Esta participação permite partilhar conhecimento sobre o desenvolvimento urbano e os desafios relacionados com a oferta de habitação. A associação considera o CMH um espaço importante para reunir diferentes entidades ligadas à habitação e promover o diálogo entre os vários intervenientes no setor. Novo mandato reúne oito entidades A posição da APPII surge depois de a Câmara Municipal de Lisboa aprovar a nova composição dos membros permanentes do CMH para o mandato 2025-2029. O Conselho passa a integrar oito entidades ligadas à habitação: FAMALIS, FENACHE, AIL, ALP, APPII, WIRE, AICCOPN e APEMIP. A WIRE e a AICCOPN são os novos membros desta estrutura. O Conselho Municipal de Habitação é um órgão consultivo da autarquia dedicado às questões relacionadas com a habitação. Integra o presidente da Câmara, ou o vereador responsável pela área, representantes de associações e outros parceiros sociais, além de representantes das forças políticas com assento na Assembleia Municipal. Habitação acessível entre as prioridades A APPII pretende continuar a levar ao Conselho o conhecimento acumulado pelos profissionais ligados à promoção e ao investimento imobiliário. O objetivo passa por contribuir para uma análise dos principais desafios que afetam a habitação em Lisboa. Entre as prioridades da associação está a promoção de mais oferta habitacional e de soluções com custos acessíveis para os habitantes da cidade. A participação no CMH permite ainda acompanhar a evolução das políticas municipais e partilhar a experiência dos seus associados sobre o desenvolvimento urbano e o mercado habitacional. APPII reforça participação no debate Com a nova composição do Conselho, a APPII mantém a representação do setor da promoção e investimento imobiliário neste espaço de diálogo municipal. A associação pretende continuar a trabalhar com as restantes entidades representadas no CMH, contribuindo com informação e experiência do setor para a discussão sobre habitação em Lisboa. O objetivo passa por aproximar diferentes perspetivas e apoiar a procura de respostas para os desafios relacionados com a oferta, o desenvolvimento urbano e o acesso a habitação a custos mais acessíveis. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento residencial em Portugal manteve-se estável em agosto de 2026, com um preço médio de 15,55€/m². Segundo relatório de evolução dos preços das casas do SUPERCASA , o valor ficou inalterado face a julho, depois de uma subida trimestral de 3,3% e de 3,7% em termos homólogos. Lisboa mantém os valores mais elevados Lisboa continuou a ser a zona mais cara, com 19,82€/m², mais 0,9% no mês, 3,8% no trimestre e 2,8% num ano. Seguiram-se a Madeira, com 16,34€/m², e o Algarve, com 15,30€/m². No extremo oposto, Guarda apresentou o valor mais baixo, com 6,81€/m², seguida de Castelo Branco (7,47€/m²) e Viseu (7,66€/m²). Interior regista maiores subidas Os maiores aumentos mensais ocorreram em Portalegre (+5,8%), Vila Real (+5,1%), Évora (+4,2%), Santarém (+3,2%) e São Miguel (+3,0%). Na comparação anual, Bragança destacou-se com uma subida de 16,1%, seguida de Beja (+7,3%) e Viana do Castelo (+5,9%). Algarve corrige após pico de julho O Algarve registou a principal descida mensal, de 3,6%, passando de 15,87€/m² em julho para 15,30€/m² em agosto. Coimbra recuou 2,2%, enquanto Beja caiu 1,7% no mês e no trimestre. Viseu foi o único distrito com uma variação homóloga negativa, de 2,9%. A evolução de agosto aponta para uma estabilização do mercado de arrendamento após as subidas registadas em junho e julho. Ao mesmo tempo, alguns mercados do interior apresentam crescimentos mais expressivos, enquanto zonas como o Algarve revelam sinais de ajustamento sazonal. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Avaliação bancária sobe 14,7% em agosto A avaliação bancária das casas aumentou 14,7% em termos homólogos em agosto, para 2.254 euros por metro quadrado, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Apesar de representar um novo máximo, o crescimento desacelerou face aos 15,2% registados em julho. Em relação ao mês anterior, o valor mediano aumentou 14 euros. A Península de Setúbal destacou-se com a maior subida mensal, de 1,6%, enquanto o Algarve foi a única região a registar uma descida, de 1,2%. Consulte aqui a evolução de preços das casas no SUPERCASA . Apartamentos registam maior valorização Por tipo de habitação, os apartamentos apresentaram uma subida mais acentuada da avaliação bancária. O valor médio aumentou 17% face a agosto de 2025, atingindo 2.655 euros por metro quadrado. Nas moradias, o crescimento homólogo foi de 12,6%, para 1.610 euros por metro quadrado. Também na comparação mensal os apartamentos registaram uma evolução superior, com uma subida de 1,1%, contra 0,2% nas moradias. Grande Lisboa mantém valores mais elevados A diferença entre os tipos de habitação também se verifica nos valores da avaliação bancária. A Grande Lisboa apresentou os valores mais elevados, com 3.487 euros por metro quadrado nos apartamentos e 2.918 euros nas moradias. No conjunto das regiões, Grande Lisboa, Algarve e Península de Setúbal apresentaram valores acima da mediana nacional. O Alto Alentejo registou o valor mais baixo, 54,1% abaixo da mediana do país. Número de avaliações aumenta em termos anuais Em agosto foram realizadas cerca de 32.650 avaliações bancárias, mais 3,1% do que no mesmo mês de 2025. Face a julho, contudo, o número de avaliações diminuiu 4,1%. Os dados do INE referem-se exclusivamente a avaliações realizadas no âmbito de pedidos de crédito para aquisição de habitação. Por isso, a avaliação bancária não corresponde diretamente aos preços efetivamente pagos nas transações, refletindo apenas imóveis sujeitos a financiamento bancário. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Lisboa reduz número de alojamentos locais Lisboa registou uma forte redução no número de unidades de alojamento local desde o período anterior à pandemia. Dos cerca de 20 mil registos existentes, a capital passou a ter aproximadamente 11.700 ativos, depois de uma operação de limpeza que eliminou milhares de registos que já não correspondiam a atividade efetiva. A redução ocorreu num contexto de maior controlo sobre o alojamento local, incluindo a criação de zonas de contenção em determinadas freguesias. Estas medidas procuraram limitar a expansão da atividade em áreas onde a pressão sobre a habitação é mais elevada. Menos alojamento local não baixou preços Apesar da diminuição significativa do alojamento local, os preços das casas continuaram a aumentar em Lisboa. A evolução mostra que a relação entre a oferta destinada ao turismo e o mercado residencial é mais complexa do que uma simples transferência de imóveis para habitação permanente. Segundo a análise de especialistas, as restrições podem ter contribuído para moderar parcialmente a evolução dos preços, mas não foram suficientes para inverter a tendência. A valorização da habitação resulta de vários fatores e não apenas da utilização dos imóveis como alojamento local. Oferta de habitação continua limitada Para a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), a evolução dos preços reforça a importância de analisar a falta estrutural de oferta habitacional. Consulte aqui a evolução de preços das casas e apartamentos em Lisboa no SUPERCASA . A redução do alojamento local não terá provocado uma descida generalizada dos preços nas zonas onde foram aplicadas restrições. A disponibilidade de casas para residência permanente depende de vários elementos, desde a construção de novos imóveis à reabilitação e utilização do parque habitacional existente. Por isso, limitar o alojamento local não significa, por si só, aumentar imediatamente a oferta disponível para compra ou arrendamento. Novas regras podem alterar o mercado A discussão sobre o alojamento local também ganhou dimensão europeia com a apresentação de novas regras para a habitação acessível. O objetivo passa por criar critérios comuns para identificar zonas sujeitas a pressão habitacional e enquadrar eventuais limitações a utilizações dos imóveis que não correspondam à residência principal. Em Lisboa, a evolução do alojamento local mostra assim que as medidas de contenção podem alterar a dimensão da atividade, mas não resolvem isoladamente os problemas do mercado habitacional. A escassez de oferta continua a ser um dos principais fatores a considerar na evolução dos preços. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Construção residencial recupera após início de ano O mercado residencial deu sinais de recuperação entre abril e junho de 2026. Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de fogos licenciados em construções novas destinados a habitação familiar aumentou 10,8% face ao mesmo período do ano anterior. A evolução representa uma inversão face aos primeiros três meses do ano, quando este indicador tinha registado uma descida de 2,2%. Também a conclusão de fogos apresentou uma melhoria, com um crescimento homólogo de 11,6%, depois da quebra observada no trimestre anterior. Os dados mostram, assim, uma maior dinâmica na oferta de habitação nova, apesar de o comportamento global do licenciamento de edifícios continuar negativo. Edifícios licenciados continuam a diminuir Entre abril e junho foram licenciados cerca de 6,2 mil edifícios em Portugal, menos 7,1% do que no mesmo trimestre de 2025. Ainda assim, a queda foi menos acentuada do que a registada no primeiro trimestre. A construção nova representou 77,5% dos edifícios licenciados. Dentro deste grupo, 83,1% dos projetos tinham como destino a habitação familiar. Já os edifícios destinados a novas construções recuaram 5,6%, enquanto os projetos de reabilitação diminuíram 11,9%. No período em análise, foram concluídos aproximadamente 3,9 mil edifícios, menos 4,2% em termos homólogos. Estes números revelam uma realidade distinta entre a construção de habitação familiar e o conjunto do mercado de edifícios, com o primeiro segmento a apresentar uma recuperação mais evidente. Norte lidera a construção de novas casas A distribuição territorial continua a revelar diferenças significativas. O Norte foi a região com maior peso no total de edifícios licenciados, representando 39,8% do país. A região concentrou também 41,1% das novas construções e 35,1% dos edifícios destinados a obras de reabilitação. O Centro ficou em segundo lugar, enquanto o Oeste e Vale do Tejo ocupou a terceira posição. Quando analisado especificamente o licenciamento de casas novas para habitação familiar, a vantagem do Norte é ainda mais evidente. A região concentrou 47,8% dos fogos licenciados no país. Lisboa e Algarve registam maiores quebras Apesar do crescimento nacional dos fogos destinados a habitação familiar, o desempenho regional foi desigual. Madeira e Norte foram as únicas regiões onde o número de edifícios licenciados aumentou face ao ano anterior. No sentido contrário, a Grande Lisboa registou a descida mais expressiva, com uma redução de 35,1%. Seguiram-se o Algarve, com uma quebra de 24,9%, e a Península de Setúbal, onde o recuo chegou aos 20,3%. Os dados do INE, do segundo trimestre apontam, assim, para uma recuperação do licenciamento de casas novas, mas também mostram diferenças relevantes entre regiões. A evolução da construção residencial continuará a ser determinante para perceber como a oferta de habitação poderá responder à procura. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Mais recursos para cuidar da cidade A Câmara Municipal de Lisboa prepara um novo ciclo de investimento destinado a melhorar o funcionamento da cidade e a qualidade dos espaços utilizados diariamente pelos lisboetas. No total, estão previstos 21,5 milhões de euros para diferentes áreas de intervenção. Uma parte significativa deste investimento será aplicada na conservação de pavimentos pedonais e na manutenção do mobiliário urbano. As intervenções representam cerca de 6,5 milhões de euros e procuram assegurar melhores condições de utilização e conservação das zonas públicas da capital. A autarquia vai ainda reforçar a limpeza urbana através de contratos de cooperação com as 24 freguesias de Lisboa. A medida prevê uma transferência próxima dos cinco milhões de euros para operações como a varredura de ruas e o despejo de papeleiras. Serviços municipais entram numa nova fase A transformação digital é outra das prioridades definidas pela Câmara de Lisboa. Cerca de 15 milhões de euros serão direcionados, ao longo dos próximos três anos, para modernizar sistemas, reduzir processos burocráticos e tornar os serviços municipais mais eficientes. O investimento permitirá substituir procedimentos manuais e informação dispersa por plataformas integradas. A autarquia pretende, desta forma, reunir dados sobre equipamentos, contratos, licenças, aplicações e operações, facilitando o planeamento e a gestão dos recursos. A utilização de informação mais atualizada deverá também contribuir para antecipar necessidades, acompanhar custos e melhorar a manutenção dos equipamentos municipais. Com sistemas mais articulados, será possível reduzir tarefas repetidas e acelerar a resposta aos pedidos dos cidadãos. Novo portal concentra serviços online A modernização tecnológica deverá refletir-se também na relação entre os munícipes e a autarquia. O futuro Portal de Serviços da CML pretende concentrar diferentes serviços municipais num único espaço digital. O acesso poderá ser feito através da internet, de dispositivos móveis ou com apoio presencial, permitindo uma utilização mais simples e integrada. Esta mudança pretende aproximar os serviços dos cidadãos e facilitar a realização de procedimentos. A nova infraestrutura tecnológica terá como suporte o Lisboa Data Hub, reforçando a capacidade da Câmara para gerir e cruzar informação entre diferentes áreas da administração municipal. Segurança digital ganha prioridade O reforço da proteção dos sistemas municipais acompanha este processo de modernização. Até 2029, estão previstos cerca de dois milhões de euros especificamente para aumentar a segurança da informação e proteger os dados pessoais. Este investimento deverá contribuir para tornar a infraestrutura municipal mais resistente a ciberataques e outras ameaças digitais. A aposta passa ainda por garantir maior continuidade dos serviços e capacidade de resposta perante eventuais falhas. Com estas medidas, Lisboa combina a intervenção física no espaço público com a modernização dos serviços. O objetivo é melhorar a gestão municipal e criar respostas mais rápidas, acessíveis e adequadas às necessidades da cidade. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Comprar casa está fora do alcance de muitos O acesso à habitação continua a ser um dos principais desafios para os europeus com rendimentos médios. Em Portugal, a dificuldade é particularmente evidente nas áreas metropolitanas, onde os preços dos imóveis têm aumentado mais rapidamente do que os rendimentos. Um estudo da Universidade Técnica de Viena, publicado na revista Maps, analisou mais de 18 milhões de anúncios de venda e 3,5 milhões de anúncios de arrendamento em 31 países europeus. A análise concluiu que apenas 44% da população vive em cidades onde um rendimento médio permite comprar um apartamento ou estúdio com cerca de 50 metros quadrados. No caso português, o cenário coloca o país entre os mercados considerados sistematicamente inacessíveis para compradores com salários médios. Lisboa enfrenta uma pressão habitacional elevada As grandes áreas metropolitanas concentram parte significativa da pressão sobre a habitação. Lisboa surge entre as capitais europeias onde uma parte expressiva da população tem dificuldade em encontrar uma casa de dimensão moderada sem comprometer uma parcela elevada do rendimento. A situação é agravada pela diferença entre os preços dos imóveis e a capacidade financeira das famílias. Mesmo quando existe acesso a crédito habitação a longo prazo, o orçamento disponível continua a limitar a área da casa que pode ser adquirida. Esta realidade afeta sobretudo quem procura entrar no mercado imobiliário pela primeira vez e quem precisa de mudar de cidade por motivos profissionais ou pessoais. Arrendamento também enfrenta dificuldades A pressão não se limita à compra de casa. O mercado de arrendamento apresenta igualmente níveis elevados de inacessibilidade em várias regiões europeias, incluindo Portugal. Nas zonas costeiras e turísticas, a procura adicional por alojamento temporário e segundas habitações contribui para reduzir a oferta disponível para residentes. O fenómeno é particularmente relevante em áreas onde a atividade turística tem um peso significativo na economia local. Quando a oferta de habitação permanente diminui, os valores das rendas tendem a sofrer uma pressão adicional, dificultando o acesso das famílias a uma casa adequada. Mais oferta é essencial para melhorar o acesso A crise de acessibilidade à habitação tem um forte impacto nas áreas metropolitanas, mas os efeitos também se fazem sentir nas regiões envolventes. O aumento dos preços nos centros urbanos pode levar a uma maior procura nas periferias, pressionando também esses mercados. Para melhorar o acesso à habitação, será necessário aumentar a oferta e adaptar as políticas às características de cada região. Medidas direcionadas para o arrendamento, construção, reabilitação e utilização do parque habitacional podem ajudar a equilibrar o mercado. Em Portugal, o desafio passa por criar condições para que a habitação volte a estar mais alinhada com a capacidade financeira das famílias, tanto para quem pretende comprar como para quem procura arrendar. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Novo edifício cria 50 habitações em Lisboa A Junta de Freguesia de Benfica vai inaugurar, a 25 de agosto, um novo edifício habitacional no Calhariz de Benfica, com 50 apartamentos destinados a arrendamento a preços acessíveis. O projeto representa um investimento próximo dos 6 milhões de euros, totalmente financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Programa 1.º Direito. A utilização de módulos de betão pré-fabricados permitiu acelerar a construção e cumprir os prazos definidos pelo programa. O edifício foi construído num terreno devoluto cedido pela Câmara Municipal de Lisboa e beneficia de uma localização próxima da Residência Universitária do Calhariz de Benfica e da estação ferroviária. Oferta inclui apartamentos T1, T2 e T3 Os novos fogos distribuem-se por diferentes tipologias, procurando responder às necessidades de vários agregados familiares. Do total, 42 são apartamentos T1, quatro são T2 e outros quatro correspondem a T3. A habitação a rendas acessíveis tem vindo a ganhar peso na freguesia de Benfica, que já canalizou cerca de 80 milhões de euros para este tipo de resposta. Ao abrigo do Programa 1.º Direito, foram apresentadas 297 habitações. A renda média das habitações já entregues pela Junta situa-se nos 40 euros mensais, embora os valores aplicáveis aos novos apartamentos dependam das condições definidas para cada candidatura. Benfica prepara novas habitações O reforço da oferta não termina com este projeto. Recentemente, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) aprovou candidaturas da Junta de Freguesia de Benfica para a aquisição de habitações já concluídas. Esta iniciativa deverá permitir disponibilizar mais 37 apartamentos através de um novo concurso, aumentando a oferta de habitação destinada a arrendamento acessível na freguesia. A estratégia procura aproveitar imóveis disponíveis e criar novas respostas habitacionais num contexto de elevada pressão sobre os preços da habitação em Lisboa. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Venda de terrenos municipais avança em Lisboa A Câmara Municipal de Lisboa aprovou a venda de 10 terrenos municipais, distribuídos por várias freguesias da cidade, com um valor base de cerca de 59,2 milhões de euros. A operação pretende gerar receita para apoiar investimentos previstos no plano municipal até 2030, contribuindo para a modernização de infraestruturas e equipamentos urbanos. Os terrenos localizam-se em zonas como Marvila, Beato, Penha de França, Lumiar, Belém, Campolide e São Vicente. Receita será aplicada em investimentos na cidade O montante obtido com a venda dos terrenos municipais deverá ser canalizado para diferentes projetos de melhoria da cidade. Entre as áreas previstas estão intervenções nos transportes, pavimentação de ruas, iluminação pública e reforço das condições de segurança. A autarquia pretende, desta forma, reforçar a capacidade de investimento e acelerar a concretização de obras consideradas prioritárias para os próximos anos. Terrenos poderão receber novos projetos Os terrenos municipais abrangidos pela operação poderão dar origem a diferentes tipos de projetos, incluindo habitação, serviços, escritórios e outros equipamentos, de acordo com as características e o enquadramento urbanístico de cada localização. O objetivo passa por promover a requalificação de espaços atualmente sem utilização, incentivando novos investimentos e contribuindo para o desenvolvimento urbano de diferentes zonas da cidade. Processo segue para as próximas fases A proposta de venda dos terrenos municipais seguirá agora para apreciação na Assembleia Municipal, etapa necessária para que o processo possa avançar. Caso seja confirmada, a alienação permitirá disponibilizar novas verbas para o plano de investimentos da cidade até 2030, ao mesmo tempo que abre caminho ao desenvolvimento de futuros projetos nos locais abrangidos. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Lisboa destaca-se pela qualidade de vida Lisboa foi considerada uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo, alcançando o terceiro lugar num ranking internacional. A capital portuguesa surge apenas atrás de Tóquio e Copenhaga, posicionando-se à frente de cidades como Viena, Sydney, Zurique, Madrid, Paris, Munique e Oslo. Entre os fatores que contribuíram para esta classificação destacam-se o clima ameno, o elevado número de horas de sol, a gastronomia, a arquitetura, a segurança e a oferta cultural. A cidade beneficia ainda do investimento contínuo nos transportes públicos, incluindo a expansão da rede de elétricos, bem como da importância do aeroporto de Lisboa nas ligações internacionais. Comércio local e mobilidade reforçam atratividade Outro dos pontos fortes apontados é a vitalidade do comércio tradicional, com mercados, quiosques e lojas históricas que continuam a marcar a identidade da cidade. A crescente utilização da bicicleta como meio de transporte também contribui para melhorar a mobilidade urbana e a qualidade de vida dos residentes. A combinação entre património, serviços, acessibilidade e dinamismo económico faz de Lisboa um destino cada vez mais procurado tanto para viver como para visitar. Habitação continua a ser um desafio Apesar da posição de destaque, a cidade continua a enfrentar desafios relacionados com o aumento da procura. A pressão sobre os serviços públicos e, sobretudo, sobre o mercado da habitação são apontados como alguns dos principais obstáculos ao equilíbrio urbano. O aumento do custo de vida e da habitação levanta questões sobre a capacidade de conciliar as necessidades dos residentes com a crescente procura internacional. Ainda assim, Lisboa mantém-se entre as cidades mais bem classificadas em qualidade de vida, reforçando o seu reconhecimento a nível mundial. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Câmara de Lisboa reforça respostas de habitação A Câmara de Lisboa aprovou um investimento de 1,75 milhões de euros para reforçar as respostas destinadas a pessoas em situação de sem-abrigo. O financiamento integra o Plano Municipal para a Pessoa em Situação de Sem-Abrigo 2024-2030 e pretende promover soluções de habitação, autonomia, empregabilidade e inclusão social. Uma das principais medidas passa pela continuidade de projetos assentes no modelo Housing First , que disponibilizam um total de 100 habitações para pessoas com percursos prolongados de sem-abrigo, muitas delas com problemas de saúde mental ou dependências. Este modelo parte do princípio de que o acesso à habitação é o primeiro passo para a recuperação e integração social, sendo acompanhado por equipas técnicas especializadas. Investimento aposta na autonomia e no emprego Além das respostas habitacionais, a Câmara de Lisboa vai apoiar projetos direcionados à integração profissional e ao desenvolvimento da autonomia. Entre eles destaca-se um programa de inserção socioprofissional que acompanha pessoas em situação de sem-abrigo na procura de emprego, formação e estágios, contribuindo para a criação de percursos de vida mais estáveis. O município aprovou ainda financiamento para iniciativas de prevenção e autonomia destinadas a pessoas que entraram recentemente em situação de sem-abrigo, bem como para programas que asseguram estabilidade habitacional a quem frequenta ações de formação ou já se encontra em processo de integração no mercado de trabalho. Plano pretende reforçar a inclusão social Com este investimento, a Câmara de Lisboa pretende consolidar a estratégia municipal de apoio às pessoas em situação de sem-abrigo, apostando numa resposta integrada que combina habitação, acompanhamento social e inclusão profissional. O reforço das medidas procura promover uma maior autonomia e facilitar a reintegração social dos beneficiários, privilegiando soluções que contribuam para uma resposta mais duradoura e eficaz às situações de vulnerabilidade habitacional. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Lisboa entre as cidades menos acessíveis da Europa Comprar casa em Lisboa é hoje um desafio crescente para quem depende dos rendimentos locais. Segundo estudos recentes sobre o mercado imobiliário europeu, a capital portuguesa apresenta um dos rácios preço-rendimento mais elevados da Europa, sendo necessários cerca de 18,7 anos de salário médio para adquirir uma habitação. O indicador compara o preço de uma casa com o rendimento anual de um agregado familiar e é utilizado para medir a acessibilidade da habitação. Quanto mais elevado for este rácio, maior é a dificuldade de acesso ao mercado imobiliário. Preços das casas cresceram muito acima dos salários Na última década, os preços das casas em Portugal registaram uma forte valorização , muito superior ao crescimento dos salários. Enquanto o valor da habitação aumentou cerca de 240%, os rendimentos médios cresceram aproximadamente 59%, agravando o esforço necessário para comprar casa. Em Lisboa, um apartamento no centro da cidade pode ultrapassar os 6.700 euros por metro quadrado. Assim, uma habitação com 50 metros quadrados pode custar perto de 338 mil euros, um valor que representa quase 19 anos de rendimento líquido médio de um agregado familiar. Falta de oferta continua a pressionar o mercado A escassez de habitação disponível continua a ser apontada como um dos principais fatores para a subida dos preços das casas. Portugal constrói atualmente menos habitações do que as necessárias para responder à procura, mantendo um desequilíbrio entre oferta e procura. Além disso, a reduzida dimensão do parque de habitação pública e social, aliada à procura nacional e internacional, continua a exercer pressão sobre os preços, sobretudo nos grandes centros urbanos como Lisboa. Especialistas não antecipam queda dos preços Apesar da perda de acessibilidade, vários estudos indicam que não existem sinais claros de uma correção acentuada no mercado imobiliário português. A procura continua elevada, enquanto a oferta permanece limitada, contribuindo para a manutenção da valorização das casas. Ainda assim, os indicadores de acessibilidade reforçam os desafios para quem pretende comprar casa em Lisboa. O fosso entre o preço das habitações e os rendimentos das famílias coloca a capital portuguesa entre os mercados imobiliários menos acessíveis da Europa, tornando o acesso à habitação cada vez mais difícil para os residentes. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Nove concursos abrangem 19 concelhos O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) abriu nove concursos por sorteio para atribuir 77 habitações no âmbito do Programa de Apoio ao Arrendamento (PAA). As casas destinam-se a arrendamento acessível e encontram-se distribuídas por 19 concelhos de diferentes regiões do país. A oferta inclui imóveis com tipologias entre T0 e T6, permitindo abranger diferentes perfis de agregados habitacionais. As habitações estão localizadas em Amadora, Aveiro, Beja, Cinfães, Évora, Figueira da Foz, Gondomar, Guarda, Lisboa, Olhão, Penafiel, Peniche, Portimão, Reguengos de Monsaraz, Santiago do Cacém, Setúbal, Sintra, Vila Nova de Gaia e Vila Real de Santo António. Quem pode candidatar-se Os concursos destinam-se a pessoas singulares e agregados habitacionais que cumpram os critérios de elegibilidade definidos pelo Programa de Apoio ao Arrendamento. Além dos requisitos gerais, os candidatos devem respeitar as condições específicas indicadas nos respetivos avisos. A atribuição das habitações será realizada através de sorteio entre as candidaturas consideradas elegíveis. Esta iniciativa reforça a oferta de arrendamento acessível em diferentes zonas do território nacional, criando novas possibilidades para quem procura uma habitação com condições enquadradas neste programa. Como apresentar a candidatura Para participar, os interessados devem começar por obter o Certificado de Registo de Candidatura na Plataforma do Programa de Apoio ao Arrendamento, disponível no Portal da Habitação. Depois, é necessário preencher os dados relativos ao agregado habitacional e reunir a documentação solicitada. A candidatura deverá ser submetida através da plataforma IHRU Arrenda. O prazo para apresentação das candidaturas termina a 17 de setembro de 2026 , pelo que os interessados devem consultar as condições de cada concurso e garantir que reúnem todos os elementos necessários antes da submissão. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação O mercado de arrendamento tem novas regras a partir deste mês, com a entrada em vigor do Regime Simplificado de Arrendamento Acessível (RSAA) e dos Contratos de Investimento para Arrendamento (CIA). O objetivo é aumentar a oferta de imóveis através de benefícios fiscais. RSAA simplifica o acesso a benefícios fiscais O RSAA cria uma nova via para proprietários particulares, empresas, fundos e entidades públicas colocarem imóveis no arrendamento acessível. Em contrapartida por praticarem uma renda dentro dos limites definidos para cada concelho, os senhorios podem beneficiar de isenção total de IRS ou IRC sobre os rendimentos obtidos. O limite da renda parte de 80% da mediana das rendas por metro quadrado apurada pelo INE. O valor final depende da regulamentação e de características como tipologia e eficiência energética. A adesão é feita na plataforma eletrónica do IHRU. Os contratos devem cumprir a duração mínima e os prazos de documentação. Se as condições deixarem de ser cumpridas, o benefício fiscal pode ser perdido. Senhorios terão de avaliar a opção mais vantajosa O RSAA não elimina outras opções fiscais. Em 2026, determinados contratos de arrendamento habitacional podem beneficiar de uma taxa autónoma de 10%, dentro dos limites previstos na legislação. Já o novo regime permite obter uma isenção total, mas implica aceitar uma renda enquadrada nos valores definidos para o arrendamento acessível. A escolha dependerá do valor que o proprietário consegue praticar, dos custos associados ao imóvel e do horizonte de investimento. Em zonas onde os valores acessíveis estejam próximos dos preços de mercado, a isenção poderá tornar o RSAA interessante. CIA procuram atrair investimento para novos projetos Os Contratos de Investimento para Arrendamento destinam-se sobretudo a operações de maior dimensão. Promotores e investidores podem recorrer a este mecanismo para construir, reabilitar ou adquirir imóveis destinados à habitação. Celebrados com o IHRU em representação do Estado, os CIA incluem incentivos como isenções ou reduções de IMT, IMI, Imposto do Selo e AIMI, além de benefícios relacionados com o IVA em determinadas obras. Em troca, os investidores têm de cumprir prazos e manter os imóveis afetos ao arrendamento nos termos definidos. Mais oferta de casas é o objetivo Os novos regimes procuram tornar mais atrativa a colocação de imóveis no mercado e estimular projetos de maior escala. A expectativa é que os benefícios fiscais contribuam para aumentar a oferta de habitação a preços mais acessíveis. Para os inquilinos, uma maior oferta poderá significar mais opções. Está também previsto um aumento da dedução das rendas no IRS, que poderá atingir 900 euros em 2026 e 1000 euros a partir de 2027. A aplicação do RSAA será acompanhada pelo IHRU em articulação com a Autoridade Tributária, a Segurança Social, o Instituto dos Registos e do Notariado e o INE. O impacto dependerá da adesão dos proprietários e investidores. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Fonte: Adobe Stock Autor: Redação Os 10 anos não obrigam a manter a casa A garantia pública no crédito à habitação permite a jovens até aos 35 anos obter financiamento entre 85% e 100% do valor da transação, podendo o Estado garantir até 15% desse montante. A garantia vigora, no máximo, durante os primeiros 10 anos do contrato de crédito. No entanto, este prazo não significa que o proprietário tenha de permanecer na habitação durante uma década. Se decidir vender o imóvel antes desse período, a garantia pública pode cessar antes do prazo máximo previsto. O que acontece ao vender o imóvel? De acordo com o Banco de Portugal (BdP), é possível vender um imóvel adquirido através deste regime. Quando a venda acontece, a garantia pública cessa com a emissão do distrate da hipoteca pelo banco ou mediante o consentimento expresso da instituição para a transmissão do imóvel. Na prática, a venda deve ser articulada com o banco, uma vez que o imóvel está hipotecado. O proprietário terá de tratar da regularização do crédito e dos procedimentos associados à transmissão da casa. A garantia pública não acompanha automaticamente a venda A garantia pública está associada ao contrato de crédito e às condições previstas no regime. Por isso, a venda do imóvel não significa que o apoio possa simplesmente ser transferido para uma nova compra. O BdP estabelece também que o acesso ao regime exige, entre outras condições, que o comprador não tenha beneficiado anteriormente da garantia pública. Assim, quem já recorreu a este apoio não poderá utilizá-lo novamente numa futura aquisição. O que devem ter em conta os jovens? Antes de vender uma casa comprada com garantia pública, é importante contactar o banco e perceber como será liquidado ou transferido o crédito, bem como os procedimentos necessários para a transmissão do imóvel. A garantia pública foi criada para facilitar o acesso dos jovens à primeira habitação própria e permanente, mas não elimina as responsabilidades associadas ao empréstimo. O financiamento continua a ser concedido pelo banco e o mutuário mantém a responsabilidade pelo pagamento da dívida. Para quem está a pensar comprar, conhecer as regras da garantia pública antes de assinar o crédito é essencial para perceber não só as condições de acesso, mas também as consequências de uma futura venda do imóvel. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .
Foto: Adobe Stock Autor: Redação Mais soluções para a habitação nas cidades A subida dos preços e a escassez de imóveis dificultam a permanência de famílias, estudantes e trabalhadores nas zonas urbanas. Perante este cenário, Bruxelas avançou com a Lei da Habitação Acessível, integrada num plano europeu mais amplo. A iniciativa procura aumentar a oferta e permitir uma ação local onde a habitação acessível é difícil de encontrar. Em Portugal, a pressão é igualmente significativa, em regiões com maior procura. Alojamento local pode ter novas limitações Uma das áreas abrangidas pelas novas regras é o alojamento local . A Comissão Europeia pretende dar segurança jurídica às autarquias que considerem necessário limitar este tipo de exploração em zonas onde a oferta residencial esteja sob pressão. As restrições não poderão ser aplicadas de forma indiscriminada. Os municípios terão de apresentar dados que demonstrem o impacto do alojamento de curta duração na disponibilidade de casas e justificar as medidas. As intervenções deverão ainda ser proporcionais e ter uma duração limitada. A intenção é equilibrar o turismo com a necessidade de preservar habitação para residentes e aumentar a oferta de habitação acessível. Imóveis devolutos entram na estratégia A utilização de casas vazias é outro dos pontos centrais da proposta. Bruxelas incentiva os Estados-membros e as cidades a encontrar formas de colocar imóveis devolutos ou subutilizados no mercado residencial. Entre as possibilidades está a aplicação de medidas fiscais sobre imóveis que permaneçam desocupados sem justificação. A estratégia prevê, contudo, exceções para períodos de ausência relacionados com trabalho, estudos ou saúde. A reabilitação de edifícios existentes surge como forma de aumentar a oferta sem depender apenas de nova construção. Esta medida pode reforçar a habitação acessível. Aproveitar melhor o património disponível pode permitir respostas mais rápidas em zonas onde existe forte procura. Licenciamento mais rápido para aumentar a oferta A proposta não se limita a regular a utilização dos imóveis. Bruxelas recomenda também medidas para acelerar a construção e a reabilitação, incluindo processos de licenciamento mais simples e rápidos. Os Planos de Aceleração da Habitação deverão ajudar a disponibilizar terrenos e edifícios para uso residencial. A Comissão aponta ainda para financiamento e parcerias que apoiem projetos destinados a aumentar a oferta a preços controlados. A Lei da Habitação Acessível segue agora para negociação entre o Parlamento Europeu e o Conselho. O objetivo é criar um enquadramento comum, sem impor uma solução única aos países. Para Portugal, estas medidas poderão ter impacto nas políticas municipais, no alojamento local, nos imóveis devolutos e nos novos projetos residenciais. A aposta passa por combinar construção, reabilitação e melhor utilização do parque habitacional, tornando a habitação acessível uma realidade para mais pessoas. <!--Imagem WPP SC--> <!-- Avatar Image --> <!-- Text Block: CTA para juntar --> Siga o Canal WhatsApp SUPERCASA .